Cidades

Ministro

Lupi diz que Brasil vai 'ganhar mais do que perder' com tragédia no Japão

Lupi diz que Brasil vai 'ganhar mais do que perder' com tragédia no Japão

G1

15/03/2011 - 12h21
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O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, lamentou nesta terça-feira (15) a tragédia no Japão, mas avaliou que, em termos de trocas comerciais, o Brasil vai "ganhar mais do que perder". "O Brasil vai acabar, apesar de não desejarmos tragédia para ninguém, até ganhando. Acho que vai ter mais encomenda do que desistência", declarou ele a jornalistas.

Segundo Lupi, pode ser que, em um primeiro momento após a tragédia, pode ser que ocorram mais desistências do que encomendas do país asiático. "Pode ser até que no começo tenha uma encomenda menor. Mesmo assim demora [para ter impacto nas exportações brasileiras]. Não é de um dia para o outro. As encomendas são feitas com muita antecedência. É o mesmo prazo que vai ter para que se recupere a economia japonesa", disse ele.

Na avaliação do ministro do Trabalho, a crise no Japão vai ter o efeito de aumentar exportações brasileiras de alguns produtos para o país. "Vai ter setores de energia, pois quase 25% de energia é nuclear. Vai diminuir a produção industrial. Por outro lado, vai ter que reconstruir parte do país. Continuamos produzindo minério, cimento e alimentos", declarou ele.

BUSCAS NO RIO

Caminhonete com casal cai no Rio Ivinhema e mobiliza equipe de resgate

Veículo teria afundado na noite de domingo (1), em Angélica; bombeiros de Campo Grande foram acionados para reforçar as buscas na região

02/11/2026 11h16

Equipe especializada do Corpo de Bombeiros foi mobilizada para auxiliar nas buscas por caminhonete que teria caído no Rio Ivinhema, em Angélica

Equipe especializada do Corpo de Bombeiros foi mobilizada para auxiliar nas buscas por caminhonete que teria caído no Rio Ivinhema, em Angélica Divulgação/Ivinotícia

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Uma caminhonete Chevrolet S10 branca, que estaria ocupada por um homem e uma mulher, desapareceu nas águas do Rio Ivinhema, na região dos ranchos, no município de Angélica, em Mato Grosso do Sul. A ocorrência foi registrada na noite de domingo (1°), nas proximidades da rodovia MS-141.

De acordo com informações divulgadas pelo site Ivinotícias, o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 21h, após receber relatos de que o veículo teria caído no rio com o casal em seu interior.

Diante da gravidade da situação e das dificuldades envolvidas na operação, uma equipe especializada em busca, resgare e salvamento aquático foi deslocada de Campo Grande para auxiliar os militares que atendem à ocorrência na região.

Até o momento, não há informações confirmadas sobre as circunstâncias que levaram a caminhonete a cair no rio, nem sobre o paradeiro dos ocupantes.

Também não foram divulgadas as identidades do homem e da mulher que estariam no veículo.

Veja vídeo: 

Cidades

Tradição leva fiéis aos cemitérios no Dia de Finados, mas visitantes relatam abandono

A visita nesta data é uma oportunidade de prestar homenagens aos que faleceram

02/11/2026 10h00

Fiéis no Cemitério Cruzeiro, na região norte de Campo Grande

Fiéis no Cemitério Cruzeiro, na região norte de Campo Grande Marcelo Victor, Correio do Estado

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Familiares, amigos e fiéis foram aos cemitérios de Campo Grande nesta segunda-feira (2), Dia de Finados, para prestar homenagens aos entes queridos que já faleceram. Para os católicos, a data é dedicada à memória dos mortos e também à oração pelas almas, uma tradição que reforça a fé na vida eterna.

Servidora pública, Jaria Toledo, de 64 anos, conta que, de acordo com a doutrina católica, a orientação é rezar pelos falecidos entre os dias 1º e 8 de novembro. "Então eu venho todos esses dias", relata. Para ela, a visita é uma forma de demonstrar carinho por aqueles que já se foram.

Os pais de Jaria são falecidos, mas estão enterrados em outro cemitério. Nesta segunda-feira, ela esteve no Cemitério São Sebastião, conhecido como Cruzeiro, na região norte de Campo Grande.

No mesmo cemitério, Maria Oliveira, servidora municipal aposentada de 77 anos, também passou para visitar os túmulos de familiares. Ela conta que costuma ir ao local em diferentes épocas do ano.

Na visita desta segunda-feira, porém, lamentou as condições do cemitério, que, segundo ela, está sem os devidos cuidados. "Só tem sujeira, vandalismo. Arrancaram as portas, até as fotografias tiraram. A prefeitura tem que cuidar disso", reclamou.

Fiéis no Cemitério Cruzeiro, na região norte de Campo Grande

"Aqueles que têm saudade visitam", afirmou Regina Lúcia, de 72 anos. Ela esteve no Cemitério Santo Amaro, na região oeste da cidade, e conta que mantém esse hábito há 40 anos. Para ela, o Dia de Finados é uma ocasião especial para rezar pelos entes queridos. "Temos que visitar, fazer orações e pedir bastante luz", diz.

Regina também chamou a atenção para a falta de manutenção no local. "A gente fica triste de chegar num lugar desse e estar assim. Que cobrassem uma taxa pequena, mas mantivessem o local limpo, sem sujeira espalhada", lamenta.

Para o pedreiro José Carlos Silva, de 60 anos, a visita é uma oportunidade de prestar homenagens ao pai e à irmã, que já faleceram e estão enterrados no Cemitério Santo Amaro. Ele também criticou as condições do local. "Tem que melhorar muito. Primeiramente, fazer ruas mais adequadas, não tem meio-fio, está difícil até de achar a quadra. Parece que está abandonado", afirma.

Quem ainda pretende ir aos cemitérios públicos pode fazer a visita até às 17h desta segunda-feira. Na Capital, além do Cruzeiro e Santo Amaro, tem o Cemitério Santo Antônio. 

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