Outro contrato para implantar luminária pública com led solar em avenidas da Capital, publicado nesta quinta-feira (09) no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), somam mais R$ 5,4 milhões aos R$ 19,3 milhões anunciados no início da semana para o mesmo fim.
Se todos os três primeiros lotes divulgados eram de responsabilidade da Empresa Construtora B&C Ltda., a nova contratação (com custo total de R$ 5.483.277,15) foi fechada com a Empresa Construtora JLC Ltda.
Se somados, os contratos com as duas empresas totalizam 24.783.277,15 milhões gastos para trocar as luminárias em avenidas campo-grandenses.
Abaixo, você confere o extrato do contrato publicado em Diário Oficial:
Conforme texto oficial, as avenidas contempladas nesse lote são as seguintes:
- Av. Ministro João Arinos,
- Av. Rita Vieira de Andrade e
- Av. Interlagos
Cabe destacar, segundo consta no edital da licitação, que cada lote - a partir do recebimento da 1ª ordem de início dos serviços - tem prazo de 30 dias apenas para ser executado, podendo se estender por mais um mês.
Investimento
Em nota no início da semana, o Executivo Municipal apontou o caso de furtos de fios subterrâneos desse sistema, além do gasto anual de mais de R$ 1 milhão "só na reposição dos cabos nas áreas onde haverá a troca",
"A instalação das luminárias fotovoltaicas se mostra vantajosa, não somente pela economia gerada com a redução dos gastos recorrentes, mas também pelo aumento na segurança pública", cita o projeto.
Como abordado pelo Correio do Estado ainda em janeiro deste ano, Campo Grande aparece como uma das capitais com a maior arrecadação na chamada Contribuição Social para o Custeio da Iluminação Pública do Brasil (Cosip).
Desde que foi implantada, quando André Puccinelli ainda era prefeita, sendo a forma encontrada para legalizar a antiga taxa de iluminação pública, a Cosip tem gerado reclamações e arrecadações elevadas.
Através da Cosip, Campo Grande angaria mais contribuição do que consegue Curitiba, por exemplo, que tem praticamente o dobro da população campo-grandense.
Esses recursos arrecadados devem suprir total ou parcialmente o custeio da iluminação pública, o que envolve desde reposição e manutenção de equipamentos, referidos, como também as despensas com consumo energético.
Ainda assim, como mostrou o aditivo ao contrato com o Consórcio Pantanal feito em fevereiro, a prefeitura tem gasto R$ 3.485.713,14 em um acordo firmado inicialmente para cadastrar todas as luminárias de Campo Grande.
Questionado à época da renovação, o Executivo pontuou que tal medida serve como uma espécie de "conferência" que acompanha se a conta de energia lançada pela concessionária responsável (Energisa), de fato é compatível com o consumo estimado pelo sistema de iluminação pública.





