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FOGO

Mato Grosso do Sul ocupa o 6º lugar no ranking dos estados com mais queinadas

Dados do Inpe apontam que Estado acumula 7.493 incêndios florestais desde janeiro

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Mato Grosso do Sul é o sexto estado brasileiro com maior quantidade de queimadas no acumulado de 2020, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Até o domingo (13) houve 7.493 incêndios florestais no Estado, principalmente na região do Pantanal. 

O vizinho Mato Grosso lidera o ranking como 32.230 focos de calor. Na sequência vem o Pará, com 20.697, Amazonas (13.446), Maranhão (7.934) e Tocantins (7.846).

Somente em setembro, Mato Grosso do Sul teve 953 ocorrências. O recorde para este mês foi registrado em 2005, quando houve 6.092.

Contudo, levando em consideração o acumulado, o Estado caminha para um ano recorde em queimadas, já que nos 12 meses de 2019 houve 6.802 queimada, ou seja, uma diferença de 691.

O meteorologista Natálio Abrão, da Uniderp, disse ao Correio do Estado que o Estado está diante de uma das massas de ar seca mais fortes e intensas dos últimos anos. Ela é causada por um bloqueio atmosférico que impede o avanço de frentes frias para Mato Grosso do Sul.

“Nós estamos com as temperaturas máximas elevadas e umidade relativa do ar muito baixa. E não há previsão de mudanças até a próxima sexta-feira, 19 de setembro. Em consequência, aumentam os números de incêndios intencionais e queimadas causadas pelo homem, com a vegetação seca favorecendo o solo seco. E isso deve continuar e piorar por mais duas semanas”, afirmou o meteorologista.

A partir de quarta

Aeroporto de Campo Grande terá três novas pontes de embarque a partir de quarta-feira

Obras integram pacote de modernização que soma R$ 300 milhões em investimentos

17/04/2026 15h30

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Aeroporto Internacional de Campo Grande começa a operar, a partir da próxima quarta-feira (22), uma nova sala de embarque doméstico, além de três pontes de embarque (fingers), obras que compõem o pacote de modernização que soma R$ 300 milhões em investimentos.

A obra, iniciada em abril de 2025, é conduzida pela concessionária espanhola Aena e deve ampliar a capacidade operacional e o conforto dos passageiros já  a partir da próxima semana.

Segundo o diretor do aeroporto, Usiel Vieira, a entrega marca um avanço importante na reestruturação do terminal. “A gente aumenta um ganho de qualidade é fantástico”, afirmou o diretor, mudança que segundo ele "coloca o aeroporto em nível internacional”. 

Com as novas estruturas, os passageiros deixam de ficar expostos às condições climáticas durante o embarque. “Os nossos usuários deixam de estar expostos a intempérie de sol e chuva. Vão ter acessibilidade com elevadores, com escadas rolantes, com novos serviços dentro da sala de embarque”, destacou o diretor.

A expectativa é que mais de 70% dos voos passem a ser atendidos diretamente pelas pontes de embarque, o que deve agilizar o fluxo e melhorar a experiência dos usuários. Atualmente, o aeroporto movimenta cerca de 1,5 milhão de passageiros por ano, número que deve saltar para 2,6 milhões após a conclusão das obras.

Apesar da inauguração parcial, o terminal segue em obras. Intervenções continuam nas áreas de check-in, inspeção de bagagens e circulação no saguão principal. A previsão é que toda a infraestrutura esteja concluída e em funcionamento até 5 de junho.

Além das melhorias operacionais, o projeto inclui a ampliação da oferta comercial. Na nova sala de embarque, haverá um restaurante e dois cafés, sendo que um deles começa a funcionar já na próxima semana, enquanto os demais serão inaugurados ao fim das obras. Na área externa, próxima ao check-in, outras três operações comerciais estão em fase de contratação.

Também está prevista a implantação de uma área externa junto ao posto de combustível administrado pela concessionária, com expectativa de funcionamento até 2027.

Entre as intervenções estruturais, está a requalificação do pavimento da pista principal e das taxiways, via que conecta a pista de pouso e decolagem aos pátios de estacionamento, terminais e hangares.

“A gente prevê a requalificação do pavimento da pista principal e de todas  que dão acesso a essa. A aviação comercial consegue utilizar esse espaço lá para pousar e decolar, então não causa impacto para a nossa operação civil aqui em Campo Grande”, explicou Usiel Vieira.

As obras fazem parte do plano de modernização iniciado após a Aena assumir a administração do aeroporto, em outubro de 2023.

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Pesquisa

Apostas de bets mais atraem homens, bolsonaristas e quem tem renda intermediária, diz pesquisa

Estudo investiga a prática de jogos online em diversas categorias, como região do País, gênero, religião, renda e posicionamento político

17/04/2026 14h15

Foto: Divulgação

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira, 17, revela que 29% dos brasileiros têm o hábito de fazer apostas esportivas pela internet, conhecidas como bets. Em contrapartida, a maioria (71%) afirma não ter o costume de apostar.

O estudo investiga a prática de jogos online em diversas categorias, como região do País, gênero, religião, renda e posicionamento político.

No recorte religioso, entre os católicos, 34% afirmam ter o hábito de apostar, enquanto, entre os evangélicos, o porcentual é de 23%.

Quanto às convicções políticas, os eleitores que se identificam como "bolsonaristas" são os que mais apostam (33%), seguidos pelos "independentes" (31%).

Entre os que se declaram de "esquerda não lulista" e "lulista", os porcentuais são de 27% e 26%, respectivamente. Já o grupo "direita não bolsonarista" apresenta o menor índice, com 25%.

No que diz respeito à renda familiar, a faixa de 2 a 5 salários mínimos apresenta a maior proporção de apostadores habituais (32%). Entre os que recebem até 2 salários mínimos, o porcentual é de 24%, e entre os com renda superior a 5 salários mínimos, 26%.

Por região, o Sul se destaca com o maior porcentual de apostadores habituais (37%), seguido pelo Sudeste (29%), Centro-Oeste/Norte (27%) e Nordeste (25%).

Na comparação entre homens e mulheres, o levantamento aponta diferença significativa: 33% dos homens têm o hábito de apostar, contra 21% das mulheres.

Em relação à faixa etária, os dados mostram distribuição relativamente equilibrada. Tanto no grupo de 35 a 59 anos quanto no de 60 anos ou mais, 30% dos entrevistados mantêm o hábito de apostar. Entre os jovens de 16 a 34 anos, o porcentual é de 27%

A pesquisa indica ainda que o nível de escolaridade influencia o comportamento dos apostadores. Pessoas com ensino médio são as mais assíduas, com 31% declarando apostar. Entre aqueles com ensino fundamental, o índice é de 24%, enquanto entre os que possuem ensino superior, é de 28%.

O estudo ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de abril. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas presenciais em domicílios. 

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