Cidades

VACINAÇÃO

Com baixa procura, secretário municipal de saúde alerta sobre vacinação infantil

São cerca de 2 mil bebês que possuem algum tipo de comorbidade no Estado e estão aptos à vacinação da Pfizer Baby

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Em coletiva de imprensa desta manhã (17), a equipe do Correio do Estado questionou o secretário acerca do processo de aplicação da Pfizer Baby, que é destinada à crianças com comorbidades, de 6 meses a 2 anos de idade.

Para o secretário, a taxa de adesão de vacinação está abaixo do esperado, já que desde que a campanha de vacinação teve início apenas 50 bebês com essa faixa etária foram vacinados em Campo Grande. 

Mauro afirma que a prefeitura da Capital está tomando medidas para incentivar a vacinação contra covid. Segundo ele, ontem (16), dez unidades de saúde estavam abertas para a vacinação infantil contra a covid.

São cerca de 35 mil crianças nessa faixa etária e, conforme afirma o secretário, cerca de 2 mil desses bebês possuem algum tipo de comorbidade. Para ele, os pais têm um papel crucial nessa adesão.

“A ação é disponibilizar a vacina, mas principalmente orientar os pais que trata-se de um direito das crianças e o pai tem que ser responsável por isso. Segundo o Estatuto da Criança e Adolescência, o pai é o responsável por garantir as vacinas para essas crianças e pode ser penalizado” , discorre o secretário.

Covid na Capital 

Conforme o Boletim da Covid, do Sistema Único de Saúde (SUS), os registros de casos positivos de Covid-19 têm aumentado no Brasil. Com isso, o secretário municipal de Saúde de Campo Grande, José Mauro de Castro Filho, afirma que em Campo Grande o caso não será diferente.

Para ele, é questão de tempo para que esses casos aumentem também aqui na Capital.

“Mas eu acho que pode acontecer de aumentar os casos aqui também. Tem acontecido no Brasil, o que nós precisamos é que a população regularize seu calendário vacinal”, informa.

Além disso, o secretário afirma que apenas 20% da população campo-grandense tomou a terceira e a quarta dose da vacina contra a Covid - 19. E, ao ser questionado se a capital teria vacinas suficientes, Mauro reconhece que a maior carência do município tem sido para as vacinas direcionadas às crianças de 6 meses a 2 anos.

A solenidade foi marcada, também, pela ausência da prefeita Adriane Lopes (PATRIOTA), que se fez presente na primeira etapa da força-tarefa.

Aedes aegypti 

Nesta manhã (17), foi dado início à segunda fase da megaoperação que visa o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A solenidade aconteceu no Anhanduizinho.

O evento contou com a presença de secretários de saúde e servidores da prefeitura, no Parque Ayrton Senna.

Conforme o boletim epistemológico publicado na quarta-feira (16), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), a cidade de Campo Grande registrou cerca de 21 óbitos causados por dengue em 2022. A primeira etapa da força tarefa aconteceu na região do Segredo. 

Para o secretário municipal de Saúde de Campo Grande, José Mauro de Castro Filho, esses eventos de conscientização são importantes porque os casos de proliferação da dengue têm se dado, sobretudo, nas residências da população.

“Para que a gente possa eliminar os criadouros de focos de larvas de mosquito que oitenta por cento estão dentro da residência. Então esse é um grande dia de sensibilização da população para que a gente possa acabar com esses criadouros e consequentemente diminuir a infestação do mosquito”, informa o secretário.

Além disso, Mauro cita alguns métodos que o poder público tem adotado para tentar controlar os focos de dengue na Capital, que vão além da conscientização da população.

“Temos outras linhas de ação, como por exemplo, o fumacê, que é uma outra linha de ação, que é o que é o inseticida que mata o mosquito”, afirma.

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VAREJO

Casas Bahia: sindicato diz que tomará medidas após demissões e fechamento de lojas

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico

15/08/2026 21h00

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O Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região (Secor) manifestou preocupação com o fechamento de unidades da Casas Bahia e disse que tomará as medidas necessárias para garantir os direitos dos trabalhadores.

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico. Funcionários relataram que foram pegos de surpresa com a interrupção das operações em algumas lojas.

O Secor disse se preocupar com a maneira como o processo está sendo conduzido. Segundo relatos recebidos pelo sindicato, muitos trabalhadores ainda aguardam informações detalhadas sobre os procedimentos de desligamento, pagamento das verbas rescisórias, liberação do FGTS, seguro-desemprego e demais direitos previstos na legislação trabalhista e na convenção coletiva da categoria. A entidade disse estar monitorando a situação e prestando atendimento aos trabalhadores afetados.

"O Sindicato está acompanhando de perto essa situação e tomará todas as medidas necessárias para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Os comerciários não podem arcar com prejuízos decorrentes de decisões empresariais tomadas sem o devido diálogo e transparência", disse o presidente do Secor, Luciano Pereira Leite, em nota.

Balanço

A Casas Bahia, que registrou prejuízo de R$ 3 bilhões em 2025, adiou a divulgação do balanço do segundo trimestre de 12 para 14 de agosto, com teleconferência no dia 17, para concluir um plano que prevê demissões e mais fechamento de lojas, segundo fontes. Mas até a manhã deste sábado, a empresa ainda não havia divulgado seus números.

De acordo com o Valor, a rede teria planejado, neste mês, cortar 30% do quadro e vem adiando pagamentos a lojistas do marketplace e buscando estender prazos com a indústria para melhorar o ciclo financeiro.

BRIGA

Discussão em bairro de Campo Grande termina com mulher esfaqueada

Vítima foi encaminhada para Santa Casa e apresentava lesões na parte superior da cabeça, orelha e bochecha

15/08/2026 15h30

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol Divulgação/PCMS

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Uma discussão entre duas mulheres, na manhã deste sábado (15), por volta das 9h30, no bairro Vila Manoel Taveira, em Campo Grande, terminou com uma esfaqueada e a outra presa. A vítima teve um corte na região superior da cabeça e foi encaminhada para Santa Casa.

De acordo com os relatos colhidos no local, o fato começou com uma discussão em outro ponto do bairro. Em certo momento, as duas passaram a trocar golpes pela rua, ocasião em que a autora, de 43 anos, teria utilizado uma faca para atingir a outra, de 46.

Após ser ferida, a vítima se dirigiu até uma padaria nas proximidades, onde permaneceu aguardando atendimento médico. Aos policiais da 5ª Companhia Independente da Polícia Mílitar (CIPM), ela informou o sentido por onde a autora teria fugido. Diante disso, a equipe realizou rondas nas imediações e localizou a suspeita.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima apresentava corte na região superior da cabeça, outro ferimento próximo à orelha e uma lesão na bochecha. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o atendimento e encaminhou a mulher à Santa Casa de Campo Grande.

A Polícia Militar isolou o local para poder realizar os trabalhos periciais. Uma faca de aproximadamente 20 centímetros foi apreendida, mas os policiais não confirmaram se o objeto foi utilizado como arma do crime.

A conduzida foi presa e encaminhada a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol. A vítima permaneceu sob atendimento médico na Santa Casa. O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

 

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