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INTERIOR

Obra de 3ª faixa na MS-306 deve ficar pronta em dezembro

Terceiras faixas começaram a ser implantadas no trecho entre os quilômetros 168 e 216 começaram a ser implantadas em 23 de março

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Concessionária responsável pela MS-306, a Way 306 divulgou que a obra de implantação de terceiras faixas na rodovia que começou há exatamente uma semana deve ficar pronta até antes do fim de 2026. 

Conforme nota divulgada pela Way 306, que assinou o contrato de concessão da rodovia com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul em 19 de março de 2020, as terceiras faixas começaram a ser implantadas no trecho entre os quilômetros 168 e 216 começaram a ser implantadas em 23 de março. 

Nas palavras da concessionária, essa intervenção visa "melhorar o nível de serviço da rodovia, proporcionando mais fluidez ao tráfego, maior segurança viária e melhores condições de deslocamento aos usuários". 

Ou seja, a expectativa é que a execução dessas obras tragam avanço em relação à trafegabilidade e reduza o tempo de viagem no trecho da rodovia que liga o norte do Mato Grosso do Sul, conectando os municípios de Cassilândia, Chapadão do Sul e Costa Rica até a divisa com o estado de Mato Grosso. 

Aqui é importante destacar que, enquanto a obra de implantação de terceira via estiver sendo executada, há a chance de que intervenções pontuais no tráfego aconteçam, o que reforça a necessidade de atenção por parte dos condutores. 

Way 306

Vale lembrar que, o primeiro grande investimento por parte da concessionária na MS-306 veio após 3,5 anos que a Way havia dado início à cobrança de pedágio. 

Desde então, o pedágio já sofreu até mesmo um "tarifaço", com elevação de 13,9% nas tarifas, porém, antes mesmo disso, a Way já havia anunciado um aumento de 27,7% no lucro ao longo de 2024 na comparação com o ano anterior. 

Isso porque em 2023 a empresa havia anunciado lucro de R$16,2 milhões, e em 2024 esse valor saltou para R$20,7 milhões obtidos com as tarifas cobradas ao longo dos 220 quilômetros da rodovia na região nordeste do Estado. 

Conforme a empresa, ao longo de 2024 foram investidos R$173,8 milhões, sendo a implantação dos 9 quilômetros do contorno viário em Chapadão do Sul o maior deles.

 

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TRANSPORTE DE MINÉRIOS

Ambientalistas vencem queda de braço sobre dragagens no Rio Paraguai

Com as restrições à remoção de bancos de areia no fundo do leito, o transporte continuará parado em períodos em que o nível do rio em Ladário ficar abaixo de um metro

30/03/2026 13h18

 João Paulo Capobianco, do Ministério do Meio Ambiente, coordenou boa parte dos debates da COP15, que acabou neste domingo em Campo Grande

João Paulo Capobianco, do Ministério do Meio Ambiente, coordenou boa parte dos debates da COP15, que acabou neste domingo em Campo Grande

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Representante do Ministério do Meio Ambiente no grupo que está elaborando o edital de concessão da hidrovia do Rio Paraguai, o secretário-executivo da pasta, João Paulo Capobianco, deixou claro nesta segunda-feira (30), durante visita ao Correio do Estado, que haverá limites para as atividades de dragagem e que, assim como ocorre atualmente, o transporte terá de ser suspenso nos períodos de estiagem. 

Em agosto de 2024, o DNIT chegou a anunciar que as dragagens de manutenção permitiriam que o transporte seria possível o ano todo, inclusive em períodos de baixa significativa do nível do Rio Paraguai, já que existiam naquela época “18 passos críticos e 15 passos potencialmente críticos”, os quais seriam remanejados no fundo do leito.

Na época, o DNIT chegou a adotar as medidas iniciais para fazer esta dragagem, mas o Ibama barrou os trabalhos por entender que havia necessidade de estudos de impacto ambiental mais detalhados. A expectativa daqueles que devem a dragagem mais radical era que isso fosse permitido depois da concessão da hidrovia. 

Porém, agora o secretário deixa claro que isso não deve ocorrerr. "Para manter o leito original navegável, isso não tem nenhum problema. Isso ocorre em qualquer lugar. O problema é que quando chegou o pedido, não era uma dragagem de manutenção.  Era muito mais. Era um volume muito grande de metros cúbicos de areia de terra que tinham que ser removidos", afirmou João Paulo Capobianco nesta segunda-feira.

Número dois do Ministério do Meio Ambiente e aliado da ministra Marina Silva faz mais de duas décadas, Capobianco deixou claro que o que "alguns pleiteiam é uma ampliação da navegabilidade, inclusive em períodos onde não se navega. Hoje, a hidrovia não funciona em alguns  momentos porque não é possível, em função da redução do nível da água. Alguns gostariam de fazer alterações no rio para navegar o ano inteiro. Isso não é possível", enfatiza, deixando claro que as restrições à dragagem de manutenção continuarão mesmo após a concessão da hidrovia. 

Embora participa da equipe que esta definindo os detalhes do Edital, ele não se arrisca e apontar uma data para que ocorra esta concessão, inicialmente prevista para o segundo semestre do ano passado. A mais recente previsão era julho de 2026, mas até este prazo tende a ser adiado. 

"O  Ministério do Ambiente participa da comissão que define isso, eu sou representante dessa comissão. Então, o que nós entendemos e o que nós definimos? É que será feito edital, mas na chamada vai estar explicitado que não será permitido derrocamento nem a dragagem de aumento do leito navegável. Não vai poder tirar barranco ou aprofundar a calha. O que será permitido é a dragagem de manutenção. Então, aquele que se interessar por assumir essa concessão, vai saber de início", explica. 

Nesta segunda-feira, o nível do rio amanheceu em 1,75 metro na régua de Ladário, o que significa água suficiente para que as embarcações navegem a plena carga. No ano passado foram despachadas em torno de 8 milhões de toneladas de minérios pela hidrovia. A meta, porém, é chegar a 25 milhões de toneladas ao longo dos próximos anos. 

Mas, quando nível do rio fica abaixo de 1,5 metro na régua de Ladário, o que pode ocorrer por até seis meses por ano, os comboios já são obrigados descer com cerca de 70% da capacidade. E, depois que fica abaixo de um metro, o transporte de minérios é praticamente todo suspenso. 

O que é necessário, diz Capobianco, é que o setor de transportes se adapte à hidrovia, e não o contrário. Embarcações com menor profundidade seriam a saída, lembra ele. 

"Você não pode inverter a lógica. Você navega num rio navegável. Você não cria um rio navegável. Ele é ou não é navegável. Se ele é navegável, você utiliza ele de forma adequada, mas você não adapta ele à navegação, porque aí, se você fizer isso, você tem impactos ambientais muito severos", reforça Capobianco,

Com isso, ele deixa claro que existem severas divergências entre representantes do DNIT e do Ministério do Meio Ambiente. Para ele, porém, isso é absolutamento normal. Existem divergências em todos os setores da vida pública e privada, argumenta, reforçando que já se chegou a um consenso sobre as restrições à dragagem que serão colocadas no edital da concessão. 

REMANEJAMENTO

Dragagem de manutenção não significa retirada da areia do leito. Segundo o DNIT, “a dragagem de manutenção promove um novo arranjo do leito, retirando sedimentos de um canal natural identificado e depositando-o dentro do próprio rio, em ponto que não traga riscos à navegação”.

Esta metodologia de trabalho, explica a superintendência, “visa não reduzir a altura da lâmina d'água, o que significa que a dragagem de manutenção não interfere no ciclo de transbordamento do rio”. 

CAMPO GRANDE

Campo Grande sedia 1ª corrida da Polícia Penal Federal em junho

A prova terá duração de 1h30 e troféus para os cinco primeiros colocados nas categorias geral e forças de segurança

30/03/2026 12h20

Os participantes também poderão contribuir com a doação de 1 kg de alimento não perecível no momento da retirada do kit

Os participantes também poderão contribuir com a doação de 1 kg de alimento não perecível no momento da retirada do kit Paulo Ribas

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A prática esportiva como ferramenta de integração social e promoção da saúde é o foco da 1ª Corrida da Polícia Penal Federal em Mato Grosso do Sul, que será realizada no dia 6 de junho, em Campo Grande.

Com largada prevista para as 18h, no Parque dos Poderes, o evento é aberto ao público e reúne diferentes modalidades, incluindo caminhada e corridas de 5 km e 10 km, permitindo a participação de atletas iniciantes e experientes.

A iniciativa busca aproximar a instituição da sociedade, além de incentivar hábitos saudáveis entre servidores, colaboradores e a comunidade em geral.

A programação contempla caminhada de 5 km, com participação livre, além das provas de corrida. Para o percurso de 5 km, a idade mínima é de 14 anos, enquanto a prova de 10 km exige idade mínima de 16 anos, ambas considerando participantes que completem a idade até 31 de dezembro deste ano. Menores de 18 anos deverão apresentar autorização dos responsáveis para retirada do kit.

A duração máxima da prova será de 1h30.

As inscrições têm valor fixo de R$ 80, com descontos específicos. Policiais penais federais, além de profissionais da categoria técnica e administrativa, terão 30% de abatimento. Idosos e doadores de sangue têm direito a 50% de desconto, mediante comprovação.

Os participantes também poderão contribuir com a doação de 1 kg de alimento não perecível no momento da retirada do kit.

A estrutura do evento inclui camiseta, número de peito, chip de cronometragem, medalha de participação, além de pontos de hidratação ao longo do percurso, suporte médico e seguro para os atletas.

A premiação prevê troféus para os cinco primeiros colocados nas categorias geral e forças de segurança, tanto no masculino quanto no feminino, nas distâncias de 5 km e 10 km. Também haverá reconhecimento por faixa etária, contemplando os três melhores tempos líquidos em diferentes grupos.

Entre as regras, a organização destaca a proibição de acompanhamento por terceiros durante a prova e orientações sobre descarte correto de resíduos, sob pena de desclassificação.

Inscrições e outras informações estão disponíveis no link (clique aqui)

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