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Pescadores capturam jaú de 73 quilos no rio Taquari

Pescadores capturam jaú de 73 quilos no rio Taquari

EVELIN ARAUJO

24/06/2011 - 08h49
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Um grupo de 34 pescadores da cidade de Itabirito (MG) conseguiu capturar um jaú de 73 quilos na tarde de ontem (23) no Rio Taquari, no perímetro urbando de Coxim (MS).  

Segundo o site Coxim Agora, o pescador José Antonio Ricardo, de 53 anos, descreveu que o peixe demorou para ser retirado do rio. Além disso, Ricardo contou com a ajuda do seu irmão, Zandro Ricardo Lima, de 59 anos e do pescador coxinense Jorci Lopes, de 49 anos.

O peixe teria lutado muito para não ser pego e fez com que os pescadores o acompanhassem na briga, descendo aproximadamente um quilometro e meio rio abaixo. 

Ricardo disse ainda que vai levar o peixe para sua cidade natal, e convidar os demais amigos para uma grande peixada em sua casa.

volta às aulas

Aulas na rede estadual começam com sobra de 27 mil vagas

Secretaria abriu 205 mil magas, mas até agora foram preenchidas 178 mil. Expectativa é de que até o fim de março esse número aumente

21/02/2024 10h45

Além da troca do tradicional verde pelo azul, a partir deste ano servidores administrativos também receberam uniformes divulgação

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As aulas em praticamente todas as 349 unidades da rede estadual de ensino de Mato Grosso do Sul começaram nesta quarta-feira (21) e ainda existem 27 mil vagas em aberto, conforme a Secretaria de Estado de Educação (SED). 

Na abertura do período de matrículas foram ofertadas 205 mil vagas, mas até agora foram efetivadas 178 mil matrículas, número inferior ao de alunos matriculados no segundo semestre do ano passado, que foi de 187 mil. 

Conforme a assessoria de comunicação da SED, a tendência é de que até o final de março o número de alunos aumente gradativamente, como ocorre em todos os anos. Porém, a tendência é de que sobrem vagas em várias escolas. 

Além da expectativa de crescimento espontâneo da demanda, a previsão de aumento no número de matriculados (de 187 mil para 205 mil) foi feita porque a secretaria estadual está ofertando 25,4 mil vagas para alunos do 1º ao 9º ano do ensino fundamental. Desse total, 5,5 mil estão sendo destinadas somente para crianças do 4º e 5º anos. 

Normalmente, a obrigação de oferecer vagas a estudantes desta idade é dos municípios, mas por conta da sobra de salas na rede estadual e da dificuldade de algumas cidades para atenderem à demanda, o Estado ampliou e passou a oferecer esta modalidade de vagas em municípios onde antes somente atendia ao ensino médio.

Das vagas no ensino fundamental,  9,1 mil são para educação em tempo integral e o restante, 16,3 mil, no regime tradicional. Somente em Campo Grande foram 6 mil novas vagas. 

Ao todo, 35 municípios contaram com a abertura de vagas extras para os nove anos iniciais. Com isso, os municípios puderam ampliar o número de vagas para a educação infantil. 

A Secretaria de Educação não soube informar quantas destas vagas foram preenchidas, mas considerando a procura de anos anteriores, a maior sobra de vagas ocorre no ensino médio, onde neste ano foi instituído o ensino em tempo integral em mais 53 escolas. Dentre as novas unidades com ensino durante o dia inteiro, onze estão em Campo Grande e 42 no interior do Estado.

Até o ano passado eram 166 unidades com esta modalidade. Agora, são 219 e em cada município existe pelo menos uma. Com isso, o número de vagas passou de 30 mil para cerca de 48,7 mil. 

Até agora, 37,3 mil foram preenchidas. Ou seja,  há ainda a possibilidade de que 11,3 mil novos estudantes sejam matriculados no ensino em tempo integral. 

UNIFORMES

Agora na cor azul, cada estudante da rede estadual receberá duas camisetas de uniforma, A partir agora, cada servidor administrativo receberá três camisetas polo na mesma coloração. Ao longo das primeiras semanas ainda serão aceitas as tradicionais camisetas verdes do uniforme. 

Com relação aos kits escolares, eles serão três tipos, com itens pensados para cada etapa atendida na rede estadual. Ao todo, são 189.560 kits, com investimento de R$ 13,7 milhões. A entrega dos kits e uniformes já está sendo realizada e deve se estender durante o mês de março, considerando a complexidade de cada local do Estado.

 

Campo Grande

Indefinição sobre subsídio atrasa aumento na tarifa de ônibus

Prefeitura espera Estado para fechar valor que vai pagar para o concessionário; teto da nova tarifa é de R$ 5,95

21/02/2024 10h00

Governo e prefeitura há dois anos bancam o passe do estudante em Campo Grande GERSON OLIVEIRA

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A Prefeitura de Campo Grande corre contra o tempo para definir o novo valor da tarifa de transporte público para o consumidor até o início de março. Com a tarifa técnica (valor contratual) estabelecida em R$ 5,95 em dezembro de 2023, a administração municipal precisa levantar dinheiro suficiente para subsidiar o preço da passagem e fazer com que o aumento sobre os R$ 4,65 cobrados atualmente na catraca seja o menor possível. 

O decreto já estabeleceu que a tarifa técnica entraria em vigor em março, mas a decisão do início deste mês do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Sérgio Martins, pôs ainda mais pressão no município para definir o aumento. 

Ocorre que os valores dos subsídios que a prefeitura da Capital e o governo do Estado darão ao Consórcio Guaicurus, ambos para pagamento das gratuidades aos estudantes, ainda não foram definidos, e esta indefinição que tem atrasado o novo aumento ao consumidor. 

Ao Correio do Estado, o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, o vereador Carlão (PSB), declarou que, para buscar um valor tarifário que atenda a sociedade, é preciso que a prefeitura pague a diferença entre o valor técnico da tarifa e o valor do passe, que será reajustado.

“A prefeitura paga apenas pelas gratuidades, e esta diferença [da tarifa técnica para a convencional] vai além do subsídio, dá em torno de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões [por mês]. Eles têm que entrar em um acordo para pagar esta diferença. Queremos exigir a compra de novos ônibus do Consócio, mas, para exigirmos, a prefeitura tem de cumprir a parte dela”, declarou Carlão.

A preocupação da Câmara Municipal com esse impasse entre o Executivo e o Consórcio Guaicurus é a possível disparada no preço da passagem de ônibus, que levaria a população a pagar um valor alto por um transporte que está longe de apresentar condições ideais.

“Temos de achar um resultado final bom para atender a sociedade, que melhore a qualidade dos ônibus com nova frota que tenha ar-condicionado, já que não pode subir [a tarifa] para o usuário pagar porque não tem um transporte eficiente”, acrescentou Carlão.

O presidente da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito da Câmara, o vereador Coronel Villasanti (União Brasil), informou ao Correio do Estado que, em razão da judicialização da definição do valor da tarifa, a comissão não estava participando das discussões referentes ao reajuste, mas deve voltar a participar ativamente das reuniões com o Executivo e o Consórcio.

“Como presidente da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito, sempre participei ativamente das discussões nos últimos três anos, inclusive envolvendo outros atores, como o Ministério Público [de Mato Grosso do Sul] e o TCE-MS. Estive na reunião com a Agereg [Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos], em dezembro, que definiu o valor da tarifa técnica. No entanto, como teve a judicialização para definição do valor final, não participamos mais das discussões”, disse Villasanti.

O vereador entende também que, na próxima reunião entre as partes, nas tratativas para a definição de possíveis aumentos no subsídio municipal e no reajuste tarifário, a Câmara Municipal deve intermediar a discussão para chegar ao valor definitivo. 

SUBSÍDIOS

A Prefeitura de Campo Grande foi a que ofereceu mais subsídio ao Consórcio Guaicurus no ano passado. O valor destinado ao consórcio foi de R$ 12 milhões, levando em conta as gratuidades dos estudantes da Rede Municipal de Ensino (Reme) e de pessoas com deficiência e com câncer.
Já o governo do Estado contribuiu com R$ 10 milhões, referentes aos alunos da Rede Estadual de Ensino (REE).

Desde 2022, prefeitura e governo do Estado fazem aportes financeiros ao consórcio: o primeiro subsídio foi acordado depois que o concessionário entrou na Justiça para pedir que fosse cumprida a tarifa técnica.
O Consórcio Guaicurus conseguiu acordar com a prefeitura um repasse de até R$ 1 milhão por mês como forma de subsídio. Mais tarde, em junho daquele ano, o governo do Estado também se comprometeu a ajudar com o repasse de R$ 7,5 milhões.

Ainda sem a definição de quais serão os valores dos subsídios oferecidos pela prefeitura da Capital e o governo do Estado neste ano, o que se sabe, por meio da Procuradoria-Geral do Município (PGM) e da Agereg, é que há uma tendência de aumento no montante dos repasses de ambos. 

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