Com objetivo de impedir nova leva de incendios florestais de grande extenção, como ocorreu em 2021, Polícia Militar Ambiental (PMA) aplicou R$ 2,9 milhões em multa por incêndios ambientais no ano passodo.
Trabalho de prevenção e combate faz parte das ações da Operação Prolepse, que percorreu 25,5 mil quilômetros durante todo o ano, colaborando na queda de 83% de áreas afetadas na região do Cerrado e de 62% de áreas afetadas no Pantanal.
Em 2021 o valor aplicado de multas, segundo a PMA, chegou a R$ 34,1 milhões, no ano passado essa quantia ficou na casa dos R$ 2,9 milhões.
"Em 2021 somente um infrator foi multado em R$ 20 milhões, devido a uma grande área atingida e do tipo de vegetação incendiada", explica o chefe da comunicação da PMA, o tenente-coronel Ednilson Queiroz.
De acordo com o Governo de Mato Grosso do Sul, houveram prevenções de incêndios em 2022 com apooio de estudos específicos do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) que se utilizou de metodos antecipativos de períodos com maior probabilidade de surgimento de mais focos.
Foram usados aviões no monitoramento da região pantaneira, onde foi possível que as equipes do Corpo de Bombeiros e demais instituições envolvidas no trabalho florestal combatessem as chamas, evitando o alastramento delas. Houve também um ações de conscientização.
LEI
A Policia Militar Ambiental vem alertando que provocar incêndio em mata ou floresta pode gerar prisão em flagrante.
A pessoa poderá sair sob fiança para responder ao processo em liberdade, mas fica sujeita a condenação posterior, com pena que vai de dois a quatro anos de reclusão.
Além disso, a pessoa poderá ser autuada administrativamente e multada em R$ 1 mil por hectare, fração em área agropastoril ou vegetação não protegida por Lei, e R$ 7 mil por hectare Caso se trate de uma vegetação legalmente protegida.



