Polícia

força tarefa

Polícia investiga "Família Terror do Amapá" que tenta se instalar em Mato Grosso do Sul

Já foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão, apreensão de automóvel, celulares, documentos e outras evidências

Continue lendo...

Polícia Civil Mato Grosso do Sul, por meio do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), intensificou operações contra organização criminosa que se autodenomina “Família Terror do Amapá”.  

De acordo com a polícia, é uma das mais violentas do norte do país consolidada no estado do Amapá, que tem tentado se estabelecer em Mato Grosso do Sul por causa da região fronteiriça.

Desde julho deste ano, foram três ações, onde foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão, apreensão de automóvel, celulares, documentos e outras evidências.

No início de dezembro foi deflagrada a “Operação Estol”, onde foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão e 9 de prisão preventiva contra responsáveis por roubar uma aeronave na cidade de Laranjal do Jari (AP) em março deste ano.

Os criminosos são narcotraficantes que enviavam drogas da Bolívia para o Amapá em grandes quantidades através de aeronaves de pequeno porte. O líder era de Mato Grosso do Sul e comandava o envio de entorpecentes para o Amapá junto com os demais membros.

Após ter sua aeronave apreendida com entorpecentes no Paraguai, o grupo criminoso teria roubado outra no Amapá para continuar o transporte da mercadoria ilícita.

A ação mais recente foi no dia 16 de dezembro, quando investigadores do Dracco cumpriram outro mandado de busca e apreensão na residência de uma das lideranças do grupo, localizada na rua Ubá, bairro Indubrasil.
 

Na ocasião foram aprendidos um veículo Fiat Cronos, celulares e documentos que vão orientar ações repressivas futuras.

Assine o Correio do Estado

Operação Dupla Face

PF prende PM aposentado envolvido no tráfico de armas

Sargento teve o porte de arma suspenso e bens e valores sequestrados pelas autoridades

06/03/2026 08h08

Operação Dupla Face foi desencadeada pela PF e PM

Operação Dupla Face foi desencadeada pela PF e PM DIVULGAÇÃO/PF

Continue Lendo...

Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, em combate ao tráfico internacional de armas de fogo, nesta sexta-feira (6), durante a Operação Dupla Face, em Ponta Porã, município localizado a 313 quilômetros de Campo Grande.

A ação mira um sargento da Polícia Militar aposentado, que possivelmente atuava como fornecedor de armamentos clandestinos, realizava viagens frequentes a fronteira e apresentava movimentação financeira incompatível com seus rendimentos declarados.

Ele teve o porte de arma suspenso e bens e valores sequestrados pelas autoridades. A ação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) apontam que 214 armas foram apreendidas, entre 1° de janeiro e 6 de março de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Das 214 armas apreendidas,

  • 154 foram apreendidas em janeiro
  • 60 foram apreendidas em fevereiro
  • 51 são revólveres
  • 39 são pistola
  • 1 é rifle
  • 1 é arma de pressão
  • 2 são carabinas
  • 6 são espingardas
  • 3 são fuzis
  • 110 correspondem a "outras armas" - que estão adulteradas ou com a numeração raspada

A apreensão de armas pela polícia é fundamental para a segurança pública pelos seguintes motivos:

  • Interrupção do ciclo de violência
  • Preservação de Vidas e Redução da Violência
  • Redução da letalidade
  • Desarticulação do Crime Organizado
  • Fortalecimento da inteligência e investigação

Geralmente, o destino de armas apreendidas é depósito judicial (permanência sob custódia do Estado) e destruição (armas são destruídas pelo Exército Brasileiro). 

REGIME FECHADO

Homem é condenado a 32 anos de prisão por torturar esposa e filhos

Ele torturou, estuprou e praticou vários tipos de violência contra sua família ao longo de aproximadamente 20 anos

27/02/2026 11h35

Fachada do MPMS, em Campo Grande

Fachada do MPMS, em Campo Grande DIVULGAÇÃO

Continue Lendo...

Homem, que não teve a identidade divulgada, foi condenado a 32 anos, 10 meses e 23 dias de prisão em regime fechado, pelos crimes de tortura, estupro de vulnerável, violência psicológica e lesões corporais, praticados contra sua companheira e filhos ao longo de aproximadamente 20 anos.

A denúncia indica que as vítimas eram agredidas com martelo, mangueira ou raquete elétrica; sofriam violência física, psicológica e sexual; eram ameaçados de morte; vigiados por câmeras e expostos a castigos humilhantes, de 2005 a 2025, no Jardim Colibri, em Campo Grande.

O réu praticou estupro de vulnerável, em 2010, aproveitando-se de momentos em que a vítima dormia profundamente, além de estupro mediante violência, em 2021, quando a constrangeu a ato libidinoso sob acusação de traição.

Os depoimentos da vítima, das filhas, da mãe da vítima e demais testemunhas foram decisivos para confirmar o ciclo contínuo de violência e o controle absoluto exercido pelo autor em casa, tendo em vista a importância da palavra da vítima no contexto de violência doméstica.

A 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande ainda sustentou que os depoimentos foram firmes, detalhados e compatíveis com o histórico de violência familiar.

Os relatos das jovens revelam sequelas emocionais profundas, como crises de pânico, pesadelos recorrentes e medo constante.

A condenação se deu por intermédio do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

A sentença, proferida pela 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campo Grande e assinada pela Juíza Tatiana Dias de Oliveira Said.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).