Polícia

coxim e rochedo

Três morrem em confronto com o Choque e Bope nas últimas 24 horas

José Inácio da Silva, Daniel da Anunciação Barbosa e Ivão da Anunciação de Jesus foram alvos da polícia nesta quinta (28) e sexta-feira (29)

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Três homens morreram em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPMChoque) e Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), nesta quinta-feira (28) e sexta-feira (29), em Rochedo e Coxim, respectivamente.

CHOQUE/COXIM (MS) - José Inácio da Silva, de 34 anos, foi alvo do Choque, na rua Marechal Rondon, vila Santa Clara, em Coxim, município localizado a 253 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que indivíduos estariam realizando uma transação de entorpecentes em frente a um imóvel localizado no bairro Santa Clara.

Com isso, foram até o local averiguar informações e patrulhar a região indicada. Ao chegarem no endereço, viram uma motocicleta estacionada em frente a residência, estando um deles desembarcado e o outro montado na motocicleta.

Entorpecentes apreendidos pelo Choque em Coxim. Foto: Batalhão de Choque

Em seguida, os militares iniciaram os procedimentos de abordagem. Ambos dispararam contra os policiais.

Com isso, os militares reagiram, balearam e desarmaram os criminosos, sendo que um permaneceu no local e o outro fugiu, mas, posteriormente, foi capturado. Em seguida, os policiais prestaram socorro e os levaram para o hospital, sendo que José Inácio não resistiu aos ferimentos e faleceu e o outro etá no hospital, sob custódia do Choque.

Mas, devido à gravidade do caso, teve que ser transferido para Campo Grande para realização de cirurgia, sob acompanhamento médico e custódia policial.

Ele recebeu voz de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa.

Durante a ocorrência, foram apreendidos armas, munições, motocicleta, aparelho celular e entorpecentes.

O caso foi registrado na Delegacia Polícia Civil de Coxim como Morte Decorrente de Intervenção Legal de Agente de Estado, Lesão Corporal decorrente de oposição a intervenção de Agente Legal do Estado, Tráfico de Drogas, Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido, Homicídio Simples de Forma Tentada, Associação para o tráfico, Organização Criminosa, Resistência e Desobediência.

BOPE/ROCHEDO (MS) – Daniel da Anunciação Barbosa, de 20 anos e Ivão da Anunciação de Jesus, de 25 anos foram os alvos do BOPE, nesta quinta-feira (29), em Rochedo, município localizado a 88 quilômetros de Campo Grande.

Daniel da Anunciação, de 20 anos

Daniel é membro de uma facção criminosa na Bahia e possui várias passagens pela polícia por associação criminosa, sequestro, cárcere privado, homicídio, tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e resistência contra abordagem policial. Ele estava com mandado de prisão em aberto na Bahia e em Mato Grosso do Sul.

Ivão também tem várias passagens pela polícia por tráfico de drogas, roubo, homicídio, associação criminosa, sequestro, cárcere privado e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Ivão da Anunciação, de 25 anos

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que dois indivíduos, que possuem mandado em prisão aberto, estavam escondidos em um imóvel. Com isso, foram até a residência averiguar informações obtidas.

De acordo com o BOPE, quando chegaram no endereço, foram recebidos a tiros pelos criminosos. Eles revidaram, balearam e desarmaram os criminosos.

Em seguida, os militares prestaram socorro e os encaminharam para a unidade de saúde, mas, eles não resistiram aos ferimentos e faleceram. Armamentos foram recolhidos e encaminhados para a perícia técnica.

O caso foi registrado como Morte Decorrente de Intervenção Legal de Agente de Estado na Delegacia de Polícia Civil de Rochedo.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 41 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 29 de maio de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Das 41 mortes, 8 ocorreram em janeiro, 5 em fevereiro, 9 em março, 9 em abril e 10 em maio. Em 2025, 73 pessoas morreram em confronto com a polícia.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

polícia

'Assassino contratado' morre em confronto com o Choque em Caarapó

Criminoso atuava como sicário, termo utilizado para designar um indivíduo que pratica homicídios mediante pagamento ou por determinação de terceiros

10/07/2026 17h05

Após confronto, perícia compareceu ao local

Após confronto, perícia compareceu ao local Foto: divulgação/Instagram Sidnei Bronka Lemos

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Irineu Aguajo Lescano, de 40 anos, morreu em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque, na tarde desta sexta-feira (10), no bairro Shalom, em Caarapó, município localizado a 274 quilômetros de Campo Grande.

Irineu atuava como sicário, termo utilizado para designar um ‘assassino contratado’ - indivíduo que pratica homicídios mediante pagamento ou por determinação de terceiros, geralmente a serviço de organizações criminosas ou grupos criminosos.

Ele presta apoio ao crime organizado na região de Caarapó, está envolvido em várias mortes na cidade e possui passagens pela polícia por homicídio. 

Conforme apurado pelo site Caarapó News, Lescano era apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho (CV) no município. Ele seria tio de Mateus Adriano Acunha Araújo, morto em confronto com a polícia, no dia 7 de julho de 2026, em Dourados. 

De acordo com o BPMChoque, o indivíduo é considerado de alta periculosidade pelas forças de segurança.

Várias viaturas da Polícia Militar (Rádio Patrulha)/Batalhão de Choque, Polícia Civil, Polícia Científica e funerária estiveram no local para isolar a área, recolher indícios do assassinato, realizar a perícia e retirar o corpo.

A 2ª Companhia Independente de Polícia Militar (2ªCIPM), de Caarapó, afirmou que a segurança está reforçada na região com a presença do Batalhão de Choque e do Departamento de Operações de Fronteira (DOF).

"Para assegurar a total manutenção da ordem e dar continuidade à paz social, as forças de segurança locais contam com o reforço operacional imediato de tropas especializadas do Estado, como o Batalhão de Choque da Polícia Militar e o DOF (Departamento de Operações de Fronteira). A presença dessas unidades especializadas soma-se ao trabalho diário de investigação, que vem avançando nas elucidação dos autores dos homicídios, garantindo uma resposta ainda mais firme, rápida e enérgica contra qualquer tentativa de perturbação ou ato infracional. Diante disso, o comando das forças de segurança orienta que a população de Caarapó pode e deve continuar a agir normalmente, realizando suas atividades diárias, profissionais, escolares e de lazer com total tranquilidade", informou a 2ªCIPM por meio de nota enviada à imprensa.

Até as 16h50min desta sexta-feira (10), o Batalhão de Choque ainda não havia compartilhado a dinâmica da ocorrência. A matéria será atualizada nas próximas horas para incorporação do histórico da ocorrêcia.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 68 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 10 de julho de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Das 68 mortes, 8 ocorreram em janeiro, 5 em fevereiro, 9 em março, 9 em abril, 14 em maio, 15 em junho e 8 em julho. Em 2025, 73 pessoas morreram em confronto com a polícia.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança e grupos armados ocorre em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento preventivo/ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

OPERAÇÃO JOVEM GUERREIRO

Dois bolivianos morrem em confronto com o Choque em Corumbá

Na ocorrência, foram apreendidos um revólver calibre .38, um revólver calibre .357 e um veículo de placas bolivianas

05/07/2026 18h15

Ocorrência de confronto em Corumbá

Ocorrência de confronto em Corumbá DIVULGAÇÃO/BPMChoque

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Luis David Justiniano Flores, boliviano, de 29 anos e Alixberto Vasquez Corrales, boliviano, de 33 anos morreram em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPMChoque), durante a Operação Jovem Guerreiro, em Corumbá, município localizado a 416 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que criminosos estariam transportando grande quantidade de entorpecentes para Campo Grande (MS) em um veículo sedan prata, semelhante a um Toyota Corolla, com placa boliviana PSA-4649.

Ocorrência de confronto em CorumbáArma utilizada pelos bolivianos no crime. Foto: Divulgação/BPMChoque

Os policiais intensificaram o patrulhamento na região, conseguiram localizar o veículo e deram ordem de parada aos integrantes do carro. Mas, eles desobedeceram, desceram e efetuaram disparos de arma de fogo contra os policiais.

Os militares reagiram, balearam e desarmaram os criminosos. Eles foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal de Corumbá (MS), mas, não resistiram aos ferimentos e faleceram no local.

Polícia Judiciária Militar e Polícia Civil estiveram no local para recolher os indícios do confronto e preservar o local dos fatos para trabalho da perícia.

Foram apreendidos um revólver calibre .38, um revólver calibre .357 e o veículo.

O caso foi registrado como homicídio decorrente de intervenção legal de agente de Estado, resistência e desobediência na Delegacia de Polícia Civil.

Na última semana, Corumbá tem sido o centro das atenções policiais, em relação a confrontos entre criminosos e policiais. Em 1° de julho, o soldado da PMMS, Marcelo Pimenta, morreu em confronto policial.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 61 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 5 de julho de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Das 61 mortes, 8 ocorreram em janeiro, 5 em fevereiro, 9 em março, 9 em abril, 14 em maio, 15 em junho e 1 em julho. Em 2025, 73 pessoas morreram em confronto com a polícia.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

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