A ponte sobre o Rio Miranda, na rodovia MS-345 ficará totalmente interditada durante a manhã deste sábado (23), das 6h às 14h.
A interdição será para a realização de mais uma etapa da obra de recuperação da estrutura. Assim, quem segue pela Estrada do 21 em direção a Bonito ou circula pelo distrito de Águas do Miranda deve programar a viagem e rotas alternativas no período.
Após às 14h, a ponte será liberada para o tráfego mas com restrições que já aconteciam normalmente, como a operação do tráfego no sistema pare e siga, a circulação em meia pista e a ponte limitada apenas a veículos leves, caminhonetes e caminhões de pequeno porte, com peso máximo de 10 toneladas, atravessando um veículo por vez.
Esta etapa da reforma da estrutura consiste na substituição de neoprene na ponte, uma substância emborrachada capaz de aguentar grandes pesos e que é colocada em pontos estratégicos na junção de diferentes partes. Nessa estrutura, a borracha será colocada na cortina, a parte lateral.
De acordo com a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Seilog), "a medida é indispensável para garantir a plena restauração da estrutura e permitir o avanço seguro de uma intervenção planejada com rigorosos critérios técnicos".
Recuperação da ponte
A obra de recuperação estrutural da ponte de concreto sobre o Rio Miranda, no distrito de Águas do Miranda entre os municípios de Anastácio e Bonito, foram iniciados pelo Governo do Estado e executada pela Agência Estadual de Gestão de Epreendimentos (Agesul).
Ao todo, a obra tem um investimento de R$ 3,3 milhões e inclui o recondicionamento de pontos estratégicos, reforço estrutural e adequação técnicas para melhorar a estabilidade da ponte, que foi construída pelo Exército Brasileiro em 1967, antes da rodovia ser pavimentada.
“É uma recuperação estrutural completa, feita com critérios técnicos rigorosos. Nosso objetivo é entregar uma ponte recondicionada, segura e preparada para atender a demanda atual e futura da região”, afirmou o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, que ressaltou que a obra foi pensada para recuperar completamente a estrutura e adequá-la à demanda regional.



