Cidades

Apreensão

Por R$ 5 mil, casal aceita levar R$ 2,3 milhões em cocaína no estepe e acaba preso em MS

A carga milionária tinha como destino o estado de Goiás

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No último sábado (28) em uma ação conjunta entre a PM de Camapuã e o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), resultou na apreensão de 27,1 quilos de cocaína, na BR-060. O transporte era feito por caminhonete Toyota Hilux, foram presos em flagrante um homem de 52 anos e uma mulher de 48 anos. 

A abordagem aconteceu após os policiais do DOF receberem uma denúncia informando de que havia um casal fazendo o transporte de cocaína em uma camionete, com destino para Goiás. 

Após a denúncia, as equipes do DOF juntamente com os policiais do 2º Pelotão da PM de Camapuã, iniciaram as devidas medidas na região para localizar o veículo na rodovia. 

Depois de localizarem o automóvel suspeito de fazer o transporte, foi realizada uma vistoria minuciosa no veículo e foram encontrados no estepe da caminhonete 26 tabletes de cocaína. 

Posteriormente ao ser questionado, o condutor do veículo afirmou que receberia R$ 5 mil, para realizar o translado dos entorpecentes de Campo Grande à Goiânia (GO), além disso o material encontrado tinha um valor estimado em R$ 2,3 milhões e juntamente com os autores, foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Camapuã. 

A operação envolvendo os policiais do DOF ocorreu por meio do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, que foca na proteção de fronteiras e divisas contra o tráfico e contrabando de drogas, uma parceria entre a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o MJPS, além da Operação Ágata Tempestade no Oeste I, em conjunto com o Exército Brasileiro.
 

 

INTERIOR

Obra de 3ª faixa na MS-306 deve ficar pronta em dezembro

Terceiras faixas começaram a ser implantadas no trecho entre os quilômetros 168 e 216 começaram a ser implantadas em 23 de março

30/03/2026 11h25

Reprodução/Divulgação/Way306

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Concessionária responsável pela MS-306, a Way 306 divulgou que a obra de implantação de terceiras faixas na rodovia que começou há exatamente uma semana deve ficar pronta até antes do fim de 2026. 

Conforme nota divulgada pela Way 306, que assinou o contrato de concessão da rodovia com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul em 19 de março de 2020, as terceiras faixas começaram a ser implantadas no trecho entre os quilômetros 168 e 216 começaram a ser implantadas em 23 de março. 

Nas palavras da concessionária, essa intervenção visa "melhorar o nível de serviço da rodovia, proporcionando mais fluidez ao tráfego, maior segurança viária e melhores condições de deslocamento aos usuários". 

Ou seja, a expectativa é que a execução dessas obras tragam avanço em relação à trafegabilidade e reduza o tempo de viagem no trecho da rodovia que liga o norte do Mato Grosso do Sul, conectando os municípios de Cassilândia, Chapadão do Sul e Costa Rica até a divisa com o estado de Mato Grosso. 

Aqui é importante destacar que, enquanto a obra de implantação de terceira via estiver sendo executada, há a chance de que intervenções pontuais no tráfego aconteçam, o que reforça a necessidade de atenção por parte dos condutores. 

Way 306

Vale lembrar que, o primeiro grande investimento por parte da concessionária na MS-306 veio após 3,5 anos que a Way havia dado início à cobrança de pedágio. 

Desde então, o pedágio já sofreu até mesmo um "tarifaço", com elevação de 13,9% nas tarifas, porém, antes mesmo disso, a Way já havia anunciado um aumento de 27,7% no lucro ao longo de 2024 na comparação com o ano anterior. 

Isso porque em 2023 a empresa havia anunciado lucro de R$16,2 milhões, e em 2024 esse valor saltou para R$20,7 milhões obtidos com as tarifas cobradas ao longo dos 220 quilômetros da rodovia na região nordeste do Estado. 

Conforme a empresa, ao longo de 2024 foram investidos R$173,8 milhões, sendo a implantação dos 9 quilômetros do contorno viário em Chapadão do Sul o maior deles.

 

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MATO GROSSO DO SUL

Juruva é instituída como ave símbolo da Mata Atlântica em MS

Nova lei estadual reconhece espécie nativa como símbolo ambiental e reforça ações de preservação

30/03/2026 11h00

O reconhecimento da espécie tem como principal objetivo valorizar a biodiversidade sul-mato-grossense

O reconhecimento da espécie tem como principal objetivo valorizar a biodiversidade sul-mato-grossense Foto: Renato Costa Pinto

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A ave conhecida como juruva (Baryphthengus ruficapillus) foi oficialmente instituída como símbolo dos domínios da Mata Atlântica em Mato Grosso do Sul. A medida foi sancionada pelo governador Eduardo Riedel e publicada no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira (30). 

De acordo com o texto, o reconhecimento da espécie tem como principal objetivo valorizar a biodiversidade sul-mato-grossense, além de fortalecer ações voltadas à preservação ambiental. A juruva é uma ave típica de regiões de mata fechada e tem papel importante no equilíbrio ecológico, especialmente na dispersão de sementes. 

A legislação também prevê o incentivo à educação ambiental, com foco na conscientização da população sobre a importância da conservação da Mata Atlântica e de suas espécies nativas. Entre os pontos destacados estão o estímulo a pesquisas científicas e culturais relacionadas à fauna regional.

Outro aspecto previsto é a possibilidade do Poder Executivo adotar medidas para ampliar a divulgação do novo símbolo ambiental. Isso inclui campanhas educativas, utilização em materiais oficiais e participação em eventos ligados ao meio ambiente.

Juruva

De nome científico Baryphthengus ruficapillus, a juruva tem uma denominação que já revela uma de suas marcas mais curiosas: o canto. O termo vem do grego baruphthongos (voz grave, sonora) e do latim rufus (vermelho) e capillus (boné), em referência à coloração avermelhada na cabeça ou seja, uma ave de “voz grave com boné vermelho”.

Com cerca de 42 centímetros, chama atenção pela plumagem marcante e colorida. Apresenta máscara negra, bico forte e preto, além de tons que vão do laranja ao verde e azul ao longo do corpo e da cauda. Apesar do visual exuberante, costuma permanecer no interior das matas, onde passa boa parte do tempo no solo, em busca de alimento.

A espécie se alimenta principalmente de grandes insetos, mas também pode consumir moluscos, pequenos répteis, mamíferos e alguns frutos. Para se reproduzir, escava ninhos em locais incomuns, como formigueiros de saúva, barrancos ou até buracos abandonados por tatus.

Sem subespécies reconhecidas, a juruva ocorre sobretudo nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, mas também pode ser encontrada em áreas de Mato Grosso do Sul, Bahia e Goiás. Está associada principalmente à Mata Atlântica, habitando desde baixadas até regiões montanhosas de até 1.200 metros de altitude.

Ave madrugadora, é conhecida por vocalizar ainda antes do amanhecer, um canto que, para os desavisados, pode lembrar o de uma coruja.

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