Cidades

PRIMEIRA REMESSA

Prazo para solicitar Passe do Estudante termina neste domingo

Cartão será entregue em 1º de fevereiro, para estudantes que solicitarem o passe na primeira remessa

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Prazo para solicitar o Passe do Estudante, na primeira remessa, termina neste domingo (14). A solicitação deve ser feita neste site até às 23h59min de hoje. 

Estudantes que solicitarem o passe na primeira remessa, receberão o cartão em 1º de fevereiro. 

O benefício vale para estudantes campo-grandenses que dependem do transporte público para ir e voltar da escola/universidade.

É gratuito e vale para alunos de escolas e universidades públicas e particulares, de Campo Grande, que morem a uma distância de, no mínimo, dois quilômetros da instituição de ensino.

A primeira remessa abriu em 11 de dezembro e vai até 14 de janeiro, com entrega do passe para 1º de fevereiro.

A segunda remessa será de 15 a 28 de janeiro, com entrega para 12 de fevereiro. A terceira remessa abrirá em 29 de janeiro e fechará em 11 de fevereiro, com entrega para 26 de fevereiro.

Quanto mais tarde o estudante efetuar o cadastro, mais o passe demorará para chegar.

Estudantes que desejam solicitar o passe pela primeira vez devem fazer o cadastro neste site e se deslocar até um terminal de ônibus para efetuar o pagamento da taxa de confecção do Passe do Estudante. Após o pagamento, o formulário do Protocolo do Passe estará apto para ser preenchido.

Já os estudantes que já usaram o passe em outros anos devem efetuar o recadastro. O cartão deverá ser retirado na instituição de ensino a qual o estudante está matriculado.

CANCELADO

O benefício do passe do estudante será cancelado imediatamente, caso:

  • O estudante não se identifique a fiscalização da Agetran ou do Consórcio Guaicurus e suas consorciadas quando solicitado
  • Passe duas pessoas juntas na catraca
  • O estudante forneça informações falsas ou desatualizadas à Agetran ou Consórcio Guaicurus
  • O estudante recarregue o cartão sem estar frequentando as aulas
  • Terceiros recarreguem o cartão
  • O estudante participe de algazarras, brigas e pichações nos terminais
  • O estudante desembarque pela porta dianteira ou embarque pela porta traseira fora dos terminais e peg-fácil
  • O estudante não comunique imediatamente à Agetran sobre perda/roubo do cartão do estudante
  • O estudante faça uso do cartão para ir e voltar do trabalho/estágio ou qualquer outro local que não seja a instituição de ensino

 

Alternativa

Juíza propõe política integrada entre Brasil e Paraguai contra feminicídios na fronteira

Alternativa foi proposta pela magistrada durante a 20ª Jornada Lei Maria da Penha, realizada em Campo Grande

07/09/2026 16h00

Ao centro, juíza Thielly Dias de Alencar

Ao centro, juíza Thielly Dias de Alencar Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado

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Na tentativa de frear o alto índice de feminicídios e violência contra as mulheres na região de fronteira, Thielly Dias de Alencar Pitthan, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Ponta Porã sugeriu que autoridades brasileiras e paraguaias criem um mecanismo integrado de proteção às vítimas. 

A alternativa foi proposta pela magistrada durante a 20ª Jornada Lei Maria da Penha, realizada em Campo Grande no fim de agosto último. Ao Correio do Estado, destacou que a principal questão sobre o tema é retirar a invisibilidade característica da população fronteiriça. 

"O primeiro [ponto] é retirar a questão fronteiriça da invisibilidade, porque normalmente só as pessoas que trabalham e lidam diariamente com os desafios da fronteira se preocupam com isso. Talvez uma política pública integrada com o Pedro Juan Caballero, por exemplo, talvez esse seja a alternativa", frisou a delegada.

Para Thielly Dias de Alencar, construir uma política pública integrada para essa população exige mais recursos humanos, mais estrutura e um olhar interseccional que seja capaz de acolher as diferenças e riquezas culturais que permeiam o território fronteiriço. 

"A desembargadora Jaceguara Dantas está trabalhando, em fase de estudos, um protocolo interseccional, onde o objetivo é atender a mulher em uma perspectiva de prevenção da violência e atendimento rápido das vítimas de violência, mas também numa perspectiva de promoção de direitos, que vai atingir não apenas as mulheres, mas outros grupos vulneráveis, como por exemplo as próprias crianças, uma vez que a violência contra as mulheres e a violência contra as crianças são fenômenos que caminham juntos", destacou.

Segundo a delegada, o entendimento de mulheres fronteiriças sobre segurança pública é carregado por fatores muito negativos, sobretudo quanto à facilidade de fuga por parte dos agressores. 

"Estar em região de fronteira trabalha duas questões muito negativas: a possibilidade de fuga fácil e, portanto a impunidade. Há possibilidade constante [do agressor] se esquivar da aplicação da lei penal, aliada a sensação negativa de temor e de desconfiança e descrença das vítimas na própria lei, porque muitas vezes elas não acreditam que serão efetivamente protegidas", disse.

Questionada sobre meios práticos que viabilizariam uma política pública integrada, disse que, certamente o mecanismo, seja qual for, terá de levar em consideração a complexidade dos dados já disponíveis no judiciário brasileiro.

"O que a gente sabe é que o judiciário, assim como os outros órgãos, estão passando por um movimento constante de digitalização, tem a Justiça 4.0 e diversos programas do Conselho Nacional de Justiça nesse sentido, então certamente a questão informatizada será levada em consideração, o que vai atingir não apenas o Judiciário, porque é um protocolo intersetorial, mas os demais agentes da rede de proteção também", finalizou.

Violência e mortes

Neste ano, 14 dos 25 feminicídios catalogados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) ocorreram na faixa de fronteira. Desde o início da série histórica iniciada em 2016, foram registrados 13 feminicidios em Ponta Porã.

Ao longo dos últimos 10 anos, 379 mulheres fora vítimas deste tipo de crime em Mato Grosso do Sul. Dentro desse universo, 163 mulheres foram mortas em cidades fronteiriças. 

Dentro deste universo, o judiciário sul-mato-grossense concedeu 11.458 medidas protetivas de urgência desde o início do ano, 1,4 mil por mês, 47 todos os dias. 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

Interior

Denúncia de homem armado em bar acaba em prisão de foragido em cidade de MS

Suspeito não estava com arma, mas tinha mandado de prisão em aberto e admitiu ter rompido tornozeleira eletrônica

07/09/2026 15h30

Reprodução/PMMS

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Uma denúncia de que um homem estaria armado dentro de um bar terminou com a prisão de um foragido da Justiça na noite de domingo (6), em Rio Brilhante, a cerca de 160 quilômetros de Campo Grande. O suspeito, de 39 anos, foi localizado durante uma abordagem da Polícia Militar em um estabelecimento na Rua Prefeito Theofanes.

Segundo a PM, a equipe foi acionada para verificar a informação sobre a suposta arma de fogo. Os policiais abordaram pessoas que correspondiam às características informadas, mas nenhuma arma foi encontrada.

Durante a checagem dos documentos, os militares descobriram que um dos abordados tinha um mandado de prisão em aberto.

Ainda conforme a polícia, o homem contou que utilizava uma tornozeleira eletrônica, mas havia rompido o equipamento. Ele também indicou aos policiais onde o dispositivo estava.

A equipe foi até a residência indicada e encontrou a tornozeleira rompida sobre um guarda-roupa, confirmando a informação apresentada pelo suspeito.

O homem recebeu voz de prisão e foi levado para a Delegacia de Polícia Civil, junto com o equipamento eletrônico apreendido.

De acordo com a Polícia Militar, o homem possui registros por crimes como tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo, homicídio e roubo.

 

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