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FLORES

Primavera começa nesta quinta-feira com chuva em Mato Grosso do Sul

Nova estação chega às 22h04min e promete ser a mais quente do ano

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A primavera começa às 22h04min desta quinta-feira (22) e termina às 18h48min de 21 de dezembro de 2022 em Mato Grosso do Sul.

A virada de estação será de tempo instável, chuva, céu nublado, temperaturas amenas e ventos. 

Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec), a massa de ar frio deve permanecer neste fim de semana no Estado, com maior intensidade na sexta-feira (23) e sábado (24), quando a mínima bater 8°C em Mato Grosso do Sul.

Campo Grande amanheceu debaixo de chuva nesta quinta-feira (22), pelo terceiro dia consecutivo. De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, a média de chuvas na Capital foi de 17,7 mm, sendo 19,8 mm no Jardim Panamá, 19,8 mm na UPA Aparecida Gonçalves, 13,8 mm na vila Santa Luzia e 20,6 mm no Carandá Bosque. 

Hoje, 22 de setembro, o dia e a noite terão exatamente 12 horas cada um. 

A estação é caraterizada pela floração de plantas, dias mais longos e noites mais curtas, retorno da abundância de chuvas, aumento da umidade do ar e altas temperaturas em Mato Grosso do Sul.

A primavera é a estação do ano de transição entre o inverno e verão. Se no sul é primavera, no norte é outono. O mesmo acontece nas estações de verão e inverno.

De acordo com prognóstico divulgado por Abrahão, a estação terá temperaturas extremamente altas e e promete dias de muito calor. Segundo o meteorologista, outubro será o mês mais quente do ano. 

Temperaturas

A primavera será extremamente quente no Estado. As temperaturas serão elevadas em todas as regiões de Mato Grosso do Sul em função da forte radiação solar e da maior frequência de dias com céu claro.

As temperaturas devem atingir as máximas mais elevadas do ano e outubro deve ser o mês mais quente de 2022. 

As máximas devem se manter acima de 33ºC na maioria dos dias em todas as regiões e ultrapassar os 39 graus, eventualmente, nas regiões Leste e Oeste do estado. 

Não se descarta a possibilidade de ocorrer massas de ar frio (não intensas) que podem causar declínio de temperatura do centro-sul do Estado.

Na primavera, as temperaturas irão aumentar mais em frequência e menos em intensidade (mais dias com altas temperaturas, mas sem subir muito) nas regiões Norte, Nordeste, Oeste e Leste. 

Rajadas de vento serão superiores a 60 km/h durante a primavera, em Mato Grosso do Sul.

Chuvas

Haverá temporais, chuvas fortes, raios, descargas elétricas de grande intensidade, ventos fortes e queda de granizo na primavera. 

A probabilidade de enchentes e inundações é elevada. Pode ocorrer grandes volumes de chuva em curtos períodos, causando transbordamentos, queda de arvores e obstruções em canais e redes de esgotos. 

As chuvas retornam aos poucos e passam a ser mais frequentes e intensas no decorrer dos meses. 

As pancadas de chuva e trovoadas têm início no fim da tarde e fim no começo da noite. 

A princípio, ocorrem inicialmente nas primeiras horas da tarde e, com o avanço da estação, prosseguem para o fim da tarde e até o começo da noite. 

Raios ultravioleta

A estação indica elevação máxima da presença dos raios ultravioleta em todas as regiões do Estado. Quanto mais clara é a pele, maior é a absorção e os danos cumulativos dos raios U.V.

A exposição excessiva ao sol causa danos irreversíveis para seres humanos. As pessoas devem evitar exposição ao sol das 10h às 15h.

La Niña

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o evento La Niña pode ter “episódio triplo” na primavera, algo inédito e que preocupa a Organização das Nações Unidas (ONU). 

O “episódio triplo” do La Niña pode causar tanto secas intensas, quanto chuvas intensas. 

A probabilidade de o fenômeno La Niña atingir o oceano pacífico pelo terceiro verão seguido é de 70%. 

O La Niña atual começou em setembro de 2020, e, de acordo com o relatório da OMM, as chances do fenômeno prosseguir até fevereiro de 2023 é de 55%. 

Evolução

Quais capitais mais cresceram no Brasil? Veja nova lista do IBGE

A taxa de crescimento geométrico do Brasil foi de 0,37%, pouco abaixo do 0,39% calculado no período anterior, entre 2024 e 2025

28/08/2026 23h00

Foto: Divulgação IBGE

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Cerca de 49,4 milhões de habitantes vivem nas 27 capitais brasileiras. O contingente representa 23,07% de toda a população estimada no Brasil, que soma hoje 214,2 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As estimativas foram divulgadas nesta sexta-feira, 28, no Diário Oficial da União (DOU).

As cinco cidades de maior população no País são: São Paulo (11 911.337 pessoas), Rio de Janeiro (6.731.133), Brasília (3.009 996), Fortaleza (2.582.360) e Salvador (2.559.945), conforme o novo estudo. Juntos, os cinco municípios somam 26.794.771 pessoas, o equivalente a 12,5% da população total estimada.

Já Palmas, com 333.154 pessoas; Vitória, com 343.935 habitantes; e Rio Branco, com estimativa de 390.038 moradores, são as capitais menos populosas.

Em termos de taxa de crescimento geométrico (TGC) no período 2025-2026, a que mais cresceu foi Boa Vista, com 3,2%, seguida de Florianópolis (1,85%), em Santa Catarina, e Palmas (1,42%), no Tocantins.

Refletindo a tendência observada no Censo 2022, algumas capitais apresentaram redução populacional em relação a 2025: Salvador (-0,17%), Natal (-0,13%), Belém (-0,08%) e Belo Horizonte (-0,02%).

A taxa de crescimento geométrico do Brasil foi de 0,37%, pouco abaixo do 0,39% calculado no período anterior, entre 2024 e 2025

Parte das capitais acompanhou essa desaceleração e crescimento tímido. Sete delas, incluindo São Paulo, tiveram um aumento populacional inferior a 0,1%. Na capital paulista, a TGC foi de 0,05%. Em Porto Alegre, por exemplo, não houve variação.

Os dados são importantes porque é com base neste estudo que o Tribunal de Contas da União (TCU) calcula o Fundo de Participação de Estados e Municípios. Além disso, servem também de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.

Nova Resolução

Anvisa atualiza regras sobre controle de qualidade em laboratórios

Medida busca ampliar monitoramento e confiabilidade de ensaios

28/08/2026 21h00

Reprodução

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Nova resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta sexta-feira (28) redefine as regras para laboratórios públicos e privados responsáveis por ensaios de controle de qualidade em produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária no país.

Entre as principais medidas, estão manter licença sanitária válida, ter responsável técnico habilitado e adotar sistema de gestão da qualidade alinhado à norma internacional ABNT NBR ISO/IEC 17025, que prevê requisitos para a competência de laboratórios de ensaio e calibração.

A norma também amplia exigências relacionadas à biossegurança, incluindo avaliação de riscos, programas de controle de pragas, gerenciamento de resíduos, capacitação periódica de profissionais e monitoramento das condições de segurança para atividades envolvendo agentes físicos, químicos e biológicos.

Segundo a Anvisa, a medida busca fortalecer a confiabilidade dos ensaios laboratoriais e ampliar a capacidade de monitoramento da qualidade, segurança e eficácia de produtos submetidos à regulação sanitária no país.

Instituições responsáveis por ensaios em medicamentos e vacinas deverão ainda observar as boas práticas definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para laboratórios de controle de qualidade farmacêutica.

Resultados 

A resolução prevê ainda o compartilhamento de dados laboratoriais com a Anvisa quando houver necessidade de monitoramento de determinados produtos. Os critérios e prazos para envio das informações serão definidos posteriormente em instrução normativa específica.

Os resultados de programas de monitoramento de mercado e das atividades rotineiras de fiscalização deverão ser divulgados pelas autoridades sanitárias. Já os resultados insatisfatórios somente poderão ser tornados públicos após a conclusão da investigação sobre possível irregularidade.

Adaptação

Os laboratórios terão prazo de um ano para se adequar às exigências relacionadas à adoção da norma ISO/IEC 17025 e às boas práticas internacionais aplicáveis a medicamentos e vacinas.

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