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Range Rover Sport 2014 chega ao Brasil em cinco versões e pronto para qualquer aventura

Range Rover Sport 2014 chega ao Brasil em cinco versões e pronto para qualquer aventura

Cristina Medeiros, de Campos do Jordão

09/11/2013 - 18h30
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Sinônimo de “carrão” no Brasil, a marca Land Rover traz para o mercado brasileiro o novo Range Rover Sport 2014, apresentado em cinco versões, com três opções de motorização, lançados no fim de outubro. E pode-se afirmar que esta SUV mantém no DNA o perfil de aventura da marca – sonho de consumo de muita gente – agora aliado à esportividade.

O diferencial da Sport, segundo a empresa, é que o carro chega como o mais rápido, ágil e o de maior capacidade de resposta entre todos os veículos já produzidos pela marca britânica, revelando toda a sua força tanto on-road quanto off-road (comprovada em test drive).

O novo utilitário mede 4, 85 m de comprimento, 1,78 m de altura e 2, 92 m de entre-eixos. A estrutura oferece carroceria e suspensão totalmente em alumínio, herança do Evoque, reduzindo o peso em até 500 kg, embora o novo modelo seja 6,2 centímetros mais longo que a versão anterior. A versão de entrada SE utiliza motor 3.0 biturbodiesel de 292 cv, com preços a partir de R$ 377,5 mil. A versão HSE, com o mesmo propulsor, sobe para R$ 405,5 mil. Já a versão com motor 3.0 a gasolina, com 340 cv, sai por R$ 393,5 mil.

Os três catálogos mais caros são as versões 5.0 V8 de 510 cv: HSE Dynamic (R$ 496,5 mil); HSE Autobiography (R$ 531 mil) e o Autobriography Dynamic (R$ 540 mil). Há ainda 19 variações de customização, com três tons para o teto, onze para o habitáculo e sete desenhos para as rodas.

O câmbio para qualquer trem de força é automático de oito marchas, da alemã ZF. As marchas mais altas têm relação mais alongadas, oferecendo mais conforto em velocidade de cruzeiro e melhor consumo de combustível.

Com design arrojado, potente e robusto, sugere uma condução mais esportiva e se posiciona de forma clara entre os modelos Vogue e Evoque, compartilhando traços de personalidade cravados no DNA Range Rover. As principais novidades visuais do novo modelo incluem faróis, grade, para-choques, laterais e lanternas, que marcam as diferenças.

Outro destaque fica para o sistema Terrain Response 2, que adapta automaticamente a suspensão e tração do carro de acordo com as condições do terreno (aclives e declives). É disponibilizado o sistema de tração integral permanente, que incorpora uma caixa de transferência com reduzidas para condições mais exigentes fora de estrada, com distribuição de 50/50 e capacidade de bloqueio de 100%.

Por dentro, tudo é primoroso, com alto nível de requinte e conforto, a começar pelos bancos dianteiros, que contam com sistema de aquecimento e refrigeração. E, ainda, sistema Premium de entretenimento, configuração de iluminação ambiente, tampa do porta-malas elétrica, compartimento refrigerado. Resumindo: não falta nada. 

Coxim

Homem atacado com 10 facadas é internado em estado grave

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação

04/04/2026 16h00

Hospital Regional de Coxim

Hospital Regional de Coxim Foto: Divulgação

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Um homem de 34 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser atingido por mais de 10 facadas na manhã deste sábado (4), em Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Ele foi socorrido em estado grave e segue internado no Hospital Regional do município.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima apresentava ferimentos na cabeça, nas costas e nas mãos, além de duas perfurações profundas no tórax. O resgate foi realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Inicialmente, o homem contou à polícia que havia ingerido bebida alcoólica com amigos nas proximidades de um bar. No entanto, posteriormente, mudou a versão e afirmou que foi atacado enquanto dormia na varanda de sua casa, um imóvel que estaria sem energia elétrica.

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação. No endereço indicado, policiais não localizaram sinais de luta ou vestígios de sangue.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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MATO GROSSO DO SUL

MS dá aula à agentes com Chikungunya 7x mais letal em 2026

Secretaria de Saúde reforça que, até o momento, não há declaração que aponte para epidemia da doença em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente em Dourados

04/04/2026 14h30

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença Reprodução/GovMS/Bruno-Rezende

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Em cenário de crise graças aos alarmantes números de uma das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, a médica infectologista, Dra. Andyane Tetila, ministra na segunda-feira (06) uma web aula aos profissionais que tentam frear a Chikungunya em Mato Grosso do Sul, que aparece sete vezes mais letal neste 2026.

Conforme divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), essa capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença que mostra um impacto significativo principalmente na cidade de Dourados e aldeias do município. 

O Governo do Mato Grosso do Sul reforça que, até o momento, não há uma declaração que aponte para uma epidemia de Chikungunya em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente no município de Dourados. 

Com o tema “Alerta Chikungunya: Atualização do Cenário e Manejo dos Casos”, a web aula fica marcada para às 18h e será transmitida através da plataforma Telessaúde (acesse CLICANDO AQUI), sendo que a sala será aberta 30 minutos antes do evento. 

Importante frisar que essa web aula têm o seguinte público alvo os profissionais das seguintes áreas: 

  1. Atenção Primária à Saúde 
  2. Serviços de urgência e Emergência 
  3. Vigilância epidemiológica 
  4. Demais envolvidos no atendimento e manejo dos casos de Chikungunya

Jéssica Klener é gerente de Doenças Endêmicas da SES e, em nota, frisa que a participação dos profissionais é essencial para fortalecer a resposta da rede de saúde à população. 

"Que os profissionais que estão na linha de frente estejam atualizados sobre o manejo clínico da chikungunya, especialmente neste momento de aumento de casos. A capacitação contribui diretamente para um atendimento mais qualificado, com diagnóstico mais ágil e condutas adequadas, refletindo na redução de complicações e na melhor assistência à população”, cita. 

7x mais letal 

Através do monitoramento das arboviroses em geral, que é feito pelo Ministério da Saúde, os dados mostram que MS atingiu o sétimo óbito por Chikungunya antes do fim do terceiro mês este ano, o que fez com que 2026 fechasse março com a doença sete vezes mais letal, se comparado com o pior ano de toda a série histórica. 

Vetor também da Dengue e Zika, o Aedes aegypti é responsável por transmitir a Chikungunya, que apresenta sintomas que costumam ser avassaladores, e a diferença das demais doenças citadas está no tempo que leva desde o primeiro relato do que os pacientes sentem até a data do óbito, que em boa parte das vezes costuma vitimar a pessoa no intervalo de até três semanas.

cabe explicar que, Mato Grosso do Sul terminou 2025 com o maior número de vítimas por Chikungunya em toda a série histórica, sendo que o ano passado já acumulou, inclusive, o equivalente ao dobro dos óbitos da última década, como bem acompanha o Correio do Estado, 17 mortes no total que marcam o pior índice desde que a doença passou a ser catalogada pela SES. 

Através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, por exemplo, é possível notar que a série histórica iniciada em 2015 começa com apenas um registro de óbito naquele ano. Até 2024 a arbovirose iria vitimar um total de apenas oito sul-mato-grossenses.

Com 2016 e 17 passando sem qualquer registro de morte por Chikungunya em Mato Grosso do Sul, a doença só voltou a vitimar um paciente em 2018, ano em que três pessoas morreram em decorrência dessa arbovirose. Porém, nos quatro anos seguintes (de 2019 a 2022) ela voltaria a sumir do radar do sul-mato-grossense.

Essa "explosão" dos casos de Chikungunya em 2025 passou a ser observada já desde o início do ano passado, quando até o começo de março Mato Grosso do Sul já anotava 2.122 casos prováveis. 

 

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