Cidades

TRATAMENTO

Remédio contra covid-19 pode chegar às farmácias ainda este mês e custar mais de R$ 4 mil

Medicação pode ser encontrada na internet, mas apenas no site de uma única rede farmacêutica

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Apesar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter liberado a comercialização do medicamento contra covid-19, Paxlovid, fabricado pela Pfizer, no Brasil, em novembro, as farmácias de Campo Grande ainda não contam com o remédio para venda em seus estoques.

O Conselho Regional de Farmácia informou ao Correio do Estado que o remédio pode estar nas prateleiras ainda no final de janeiro, mas não especificou a data. No entanto, o produto ainda não está disponível nas distribuidoras para que os estabelecimentos possam adquirir para revenda.

A reportagem do Correio do Estado entrou em contato com as farmácias das principais redes que atuam em Campo Grande e, nenhuma delas o medicamento está disponível e não há prazo para o início da comercialização.

Embora não esteja disponível em lojas físicas, o medicamento pode ser encontrado na internet e apenas no site da Drogasil, onde é vendido por R$ 4.613,89. Assim como nos estabelecimentos, para realizar a compra virtual também é preciso apresentar a prescrição médica.

O valor para as lojas físicas não será muito diferente, mas poderá variar em poucos reais dependendo do estabelecimento farmacêutico. 

TRATAMENTO PELO SUS 

A Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul recebeu, em novembro passado, 18 mil doses da medicação, que foi distribuída para todos os municípios do Estado. A quantidade disponibilizada pode ser usada em até 600 tratamentos individuais.

O medicamento será disponibilizado pela Secretaria Municipal de Campo Grande (Sesau) apenas sob prescrição médica e quando o paciente se encaixar nos requisitos pré-determinados pela fabricante. 

De acordo com as recomendações da Pfizer, a medicação só deve ser ministrada em pacientes com sintomas leves e moderados, ou seja, que não estejam em situação grave ou usando oxigenação auxiliar. 

A Sesau informou que o médico tem autonomia para prescrever o tratamento que achar mais adequado ao paciente, sendo que a recomendação do Paxlovid não é obrigatória mesmo que o paciente se encaixe dos requisitos. 

A pasta ainda destacou que, até o momento, a medicação foi fornecida para 59 pacientes da Capital, o que é quase metade do quantitativo recebido pelo município.

MATO GROSSO DO SUL

Nova lei prevê apoio psicológico e inclusão social para mães atípicas

Norma estabelece diretrizes para assistência psicológica, inclusão social e campanhas de conscientização voltadas às cuidadoras de pessoas com deficiência e transtornos do desenvolvimento

16/06/2026 10h00

Lei sancionada pelo governador Eduardo Riedel institui a Semana Estadual das Mães Atípicas e estabelece diretrizes de proteção e acolhimento em Mato Grosso do Sul

Lei sancionada pelo governador Eduardo Riedel institui a Semana Estadual das Mães Atípicas e estabelece diretrizes de proteção e acolhimento em Mato Grosso do Sul Divulgação

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A partir desta terça-feira (16), Mato Grosso do Sul passa a contar com uma política de incentivo à proteção e atenção às mães atípicas. A medida foi oficializada por meio da Lei nº 6.600, sancionada pelo governador Eduardo Riedel e publicada no Diário Oficial do Estado.

A nova legislação estabelece diretrizes para ampliar o suporte às mulheres responsáveis pelos cuidados de pessoas que demandam atenção especializada em razão de deficiências, síndromes, transtornos ou doenças raras. Entre os exemplos citados pela lei estão o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), a dislexia e a Atrofia Muscular Espinhal (AME).

O texto também considera como mãe atípica a cuidadora responsável pela criação de filhos que necessitam desse acompanhamento contínuo.

Entre as diretrizes previstas estão a oferta de assistência psicológica e psiquiátrica, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade econômica, além de ações voltadas à inclusão social e ao enfrentamento do preconceito e da invisibilidade frequentemente relatados por mães e cuidadoras.

A legislação ainda prevê a realização de campanhas educativas para conscientizar a população sobre a importância do acolhimento e do apoio às famílias que convivem com pessoas com deficiência ou condições que exigem cuidados permanentes.

Outro ponto estabelecido pela norma é a possibilidade de parcerias entre órgãos públicos, universidades, instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil para a produção de estudos e iniciativas relacionadas ao tema.

Além das diretrizes de apoio, a lei institui a Semana Estadual das Mães Atípicas, que será realizada anualmente na primeira semana de setembro. A data passa a integrar o Calendário Oficial de Eventos de Mato Grosso do Sul.

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ASSASSINATO

Homem é morto em emboscada com mais de 14 tiros em Nova Andradina

Vítima foi atraída para casa com piscina que alugava e morreu dentro de carro

16/06/2026 09h40

Jornal da Nova

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Durante a noite dessa segunda-feira (15), um homem de 39 anos foi morto com mais de 10 tiros, após ser atraído para suposta emboscada. O caso aconteceu no município de Nova Andradina a quase 300 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com informações dos sites locais, José Ricardo Flores, conhecido como "Ricardinho" foi chamado até o Residencial San Remo, loteamento ao lado do Residencial Monte Carlos no município do interior de MS, onde ele possuia uma casa com piscina para aluguel.

José Ricardo Flores, conhecido como "Ricardinho" morreu na noite de ontem
Foto: Arquivo pessoal

Sob esse pretexto, Ricardinho foi atraído até o local e ainda quando estava dentro de um veículo VW Gol foi vítima dos disparos. Conforme os registros policiais foram pelo menos 14 tiros de uma pistola calibre 9 milímetros.

O homem morreu na hora que foi atingido pelos disparos, conforme confirmado pela perícia médica da Polícia Científica. Outras equipes da Polícia Militar e Civil também estiveram no local para isolamento da área, registro de cenário do crime e início das investigações.

Foto: Jornal da Nova

Essa foi a quinta morte por assassinato em Nova Andradina neste ano, em todos os casos as vítimas foram executadas por armas de fogo.

A primeira foi em 26 de março, Victor Henrique de Matos Sumi, de 29 anos morreu na tarde de uma quinta-feira após um homem pular o muro de sua casa e efetuar dois disparos contra ele.

O segundo caso, em maio foi de Kelly Laura, uma mulher trans que estava em um bar e se desentendeu com um homem. Ele então deixou o local e retornou com uma arma que usou para atirar contra a vítima, de 44 anos. A mulher foi socorrida, mas morreu a caminho do hospital.

A terceira e quarta morte foram em 7 de junho, Marcos Vinicius Pereira Arruda, de 22 anos, e Joseane Nunes da Silva, de 43 anos. Ambos estavam em um grupo com outras pessoas, quando duas pessoas chegaram em uma mota e efetuaram diversos disparos contra eles. Quatro tiros atingiram Joseane e três acertaram Marcos.

A morte de Ricardinho está sob investigação da Seção de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, que busca identificaros responsáveis pelo crime, bem como a motivação.

Com infomações do Jornal da Nova

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