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Semana começa com calor de 40ºC, mas vai terminar com frio de 10ºC

Frio deve ser mais intenso no sul do Estado; nas demais regiões, faz frio, mas não tanto, podendo ser classificado como um "friozinho"

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Semana começou com um calor “de rachar” e um sol “para cada um” em Mato Grosso do Sul, mas vai terminar “geladérrima”.

Ao longo desta semana, o sul-mato-grossense vai ter que trocar o tereré pelo mate e a blusa de regata pelo casaco.

O frio deve ser mais intenso no sul do Estado, sobretudo em Dourados, Ponta Porã, Sete Quedas, Naviraí, Amambai e Mundo Novo. Nas demais regiões, Como Campoo Grande e Corumbá, faz frio, mas não tanto, podendo ser classificado como um "friozinho".

Domingo (18), segunda (19), terça (20), quarta (21) e quinta-feira (22) serão extremamente quentes, com altíssimas temperaturas e baixíssima umidade relativa do ar.

Em alguns municípios da região norte, os termômetros podem alcançar os 40ºC, com sensação térmica de 43ºC.

Alerta de Onda de Calor. Mapa: Reprodução/Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou alerta amarelo (perigo potencial), de Onda de Calor, para os 79 municípios de Mato Grosso do Sul.

Isto significa que as temperaturas estarão 5ºC acima da média por um período maior que três dias. Mas, nos próximos dias, o Inmet deve emitir alerta de declínio de temperatura.

Na quinta-feira, o tempo “vira” e o frio volta com tudo. Temperaturas irão despencar para 9ºC em algumas regiões, com possibilidade de chuva.

“Há previsão de mudanças para o fim de semana, com queda nas temperaturas, aumento de umidade e pouca/nenhuma chuva. Essa queda não vai ser intensa, mas vai precisar uso de casacos”, explicou o meteorologista Natálio Abrahão ao Correio do Estado.

Bloqueio atmosférico irá perder força e a massa de ar quente irá se afastar do Estado, dando espaço a uma nova frente fria. Outra frente fria, que atingiu o Estado entre os dias 8 e 13 de agosto, trouxe chuva e muito frio.

Confira a temperatura, para os próximos dias, nas principais cidades do Estado:

CAMPO GRANDE

DIA DA SEMANA

TEMPERATURA

Segunda-feira, 19 de agosto de 2024

22ºC / 36ºC

Terça-feira, 20 de agosto de 2024

22ºC / 36ºC

Sexta-feira, 23 de agosto de 2024

18ºC / 28ºC

Sábado, 24 de agosto de 2024

14ºC / 27ºC

Domingo, 25 de agosto de 2024

12ºC / 22ºC

* Fonte: Inmet

CORUMBÁ

DIA DA SEMANA

TEMPERATURA

Segunda-feira, 19 de agosto de 2024

21ºC / 38ºC

Terça-feira, 20 de agosto de 2024

21ºC / 40ºC

Sexta-feira, 23 de agosto de 2024

18ºC / 26ºC

Sábado, 24 de agosto de 2024

17ºC / 27ºC

* Fonte: Inmet

TRÊS LAGOAS

DIA DA SEMANA

TEMPERATURA

Segunda-feira, 19 de agosto de 2024

19ºC / 36ºC

Terça-feira, 20 de agosto de 2024

18ºC / 36ºC

Sexta-feira, 23 de agosto de 2024

20ºC / 34ºC

Sábado, 24 de agosto de 2024

17ºC / 30ºC

* Fonte: Inmet

DOURADOS

DIA DA SEMANA

TEMPERATURA

Segunda-feira, 19 de agosto de 2024

19ºC / 36ºC

Terça-feira, 20 de agosto de 2024

20ºC / 37ºC

Sexta-feira, 23 de agosto de 2024

15ºC / 23ºC

Sábado, 24 de agosto de 2024

12 ºC / 21ºC

* Fonte: Inmet

PONTA PORÃ

DIA DA SEMANA

TEMPERATURA

Segunda-feira, 19 de agosto de 2024

21ºC / 36ºC

Terça-feira, 20 de agosto de 2024

20ºC / 36ºC

Sexta-feira, 23 de agosto de 2024

13ºC /18ºC

Sábado, 24 de agosto de 2024

10ºC / 17ºC

* Fonte: Inmet

INVERNO

inverno começou às 16h51min de 20 de junho e terminará às 8h44min de 22 de setembro de 2024.

É caracterizada por clima gelado, tempo frio/fresco, temperaturas baixas e em queda, tempo seco, baixa umidade relativa do ar, pouca chuva e ocorrência de geadas/nevoeiros.

De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, apesar de ser caracterizada pelo frio, haverá muito mais dias quentes do que frios, nesta estação de inverno, em Mato Grosso do Sul.

Isto significa que haverá dias seguidos de sol, céu limpo, calor e temperaturas mais altas que o normal no Estado. Portanto, este inverno será mais quente e mais seco em comparação ao dos últimos anos.

Mas, como típico da estação, também haverá alguns dias frios e avanço de frentes frias, com temperaturas próximas aos 5ºC e 10ºC. Mas, de fato, as massas de ar frias serão de baixa intensidade, ou seja, haverá pouco frio.

Haverá pouca chuva neste inverno em Mato Grosso do Sul. Chuvas tendem a ficar abaixo do esperado, principalmente entre julho e agosto, no Estado. O índice pluviométrico será irregular, fraco e mal distribuído em Mato Grosso do Sul.

CUIDADOS

De acordo com o Inmet, o ser humano deve tomar cuidados indispensáveis durante o frio. Confira:

  • Se agasalhe
  • Beba água
  • Evite tomar banhos muito quentes
  • Continue usando protetor solar
  • Evite ambientes pouco ventilados
  • Hidrate a pele
  • Cuide da alimentação
  • Não se exponha ao tempo

De acordo com o Ministério da Saúde, o tempo seco requer cuidados aos sul mato-grossenses. Confira as recomendações:

  • Não praticar exercícios físicos durante as horas mais quentes do dia
  • Evitar exposição ao sol das 9h às 17h
  • Usar protetor solar
  • Beber muita água
  • Usar roupas finas e largas, de cores claras e tecidos leves (de algodão)
  • Não fazer refeições pesadas
  • proteger-se do sol com chapéus e óculos de proteção
  • Manter o ambiente arejado, com umidificador de ar, ventilador, toalhas molhadas, baldes cheios d’água e ar condicionado

 

mudança

TJMS abandona os tradicionais veículos da GM e opta por modelo chinês

Além de terem motorização híbrida, veículos da GWM custam menos que os modelos atuais utilizados pelo TJ, o TraillBlazer

23/03/2026 18h07

Veículo chinês pode custar até R$ 325 mil, mas é mais em conta que os TrailBlzazers utilizados atualmente como veículos oficiais

Veículo chinês pode custar até R$ 325 mil, mas é mais em conta que os TrailBlzazers utilizados atualmente como veículos oficiais

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Com orçamento de R$ 1.464.780.100,00 para 2026, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vai substituir sua frota oficial, composta por tradicionais modelos da norte-americana General Mortors (GM) e adotar modelos mais baratos e considerados mais modernos, de marca chinesa. Além disso, pretende adotor um dos modelos da Stellantis, o Jeep Commander.

Conforme portaria publicada no diário oficial da Justiça desta segunda-feira (23), a partir de agora, veículos de representação serão da marca Jeep Commander, com potência mínima de 272 cavalos e tração integral. O valor, conforme dados disponíveis na internet, varia de R$ 308 mil a R$ R$ 327 mil. 

Além disso, os chamados veículos de transporte institucional serão da marca/modelo GWM Haval H6 híbrido pleno/convencional. Montado no interior de São Paulo, o veículo de motorização híbrica da indústria chinesa custa entre R$ 220 mil e R$ 325 mil. 

Atualmente, o Tribunal de Justiça utiliza principalmente veículos do modelo TrailBlazer, da Chevrolet (GM), que custam em torno de R$ 420 mil. 

Ao justificar a troca dos modelos, o comando do Tribunal de Justiça diz estar levando em "consideração os dados sobre as especificações, as características técnicas de desempenho e as condições de custo de manutenção". Por conta disso, concluiu que dentre os veículos avaliados escolheu os dois dos modelos que melhor atendem as necessidades da administração. 

Conforme a fabricante chinesa, as baterias do GWM Haval podem ser recarregadas em tomadas (plug-in), carregadores rápidos (DC) ou via frenagem regenerativa. A autonomia no modo 100% elétrico supera 70 km, permitindo uso diário urbano sem gasolina.

O outro modelo, o Jeep Commander, ainda não tem uma versão elétrica. Porém a linha 2026/2027 promete introduzir tecnologia híbrida leve (MHEV). Atualmente, os motores são flex e diesel. Mas, o próximo modelo deve oferecer a versão híbrida, utilizando o motor 1.3 turbo junto a um sistema elétrico de 48 volts para maior eficiência. 

Ao anunciar a troca de modelos o Tribunal de Justiça não anunciou ainda quantos veículos nem quando pretende fazer a troca. Mas, o orçamento deste ano está 7,3% maior que o do ano passado. Na prática, isto significa exatos R$ 100 milhões a mais que os R$ 1,36 bilhão do orçamento de 2025. 

IMPOSTO

Lei que garante mais transparência no IPTU passa a valer em Campo Grande

O objetivo é permitir que o cidadão compreenda melhor como o tributo é calculado e garantir mais transparência na relação entre o Poder Público e a população

23/03/2026 17h30

Veja se o pagamento do imposto do seu imóvel está suspenso ou não

Veja se o pagamento do imposto do seu imóvel está suspenso ou não FOTO: Marcelo Victor/Correio do Estado

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Em Campo Grande, a Lei Ordinária nº 7.595, que amplia a transparência nas informações do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em Campo Grande foi sancionado pela Prefeitura na última semana. A proposta havia sido aprovada pela Câmara Municipal de Campo Grande durante a 6ª sessão ordinária de 2026, realizada no dia 24 de fevereiro.

A nova legislação garante que os cidadãos tenham acesso completo, pelos meios digitais oficiais do município, a todas as informações que compõem o lançamento do IPTU e da Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Resíduos Sólidos.

Com isso, o contribuinte poderá consultar de forma clara e detalhada dados como:

I – a identificação cadastral completa do imóvel, incluindo número de inscrição imobiliária, endereço, bairro, quadra, lote e eventual fração ideal;
II – as características físicas e de uso do imóvel, tais como tipo de uso, padrão construtivo, áreas do lote e da edificação, topografia, infraestrutura disponível e estado de conservação;
III – os valores utilizados na formação da base de cálculo, compreendendo valor do terreno, valor da edificação e valor total da avaliação;
IV – a classificação do imóvel no Perfil Socioeconômico Imobiliário (PSEI) e demais enquadramentos administrativos que influenciem o lançamento;
V – a memória de cálculo do tributo, com indicação da alíquota aplicada e dos fatores considerados;
VI – a discriminação individualizada dos valores lançados, com distinção clara entre o valor do IPTU, o valor da Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Resíduos Sólidos Domiciliares e o valor total;
VII – as informações complementares relevantes ao lançamento, incluindo número de parcelas, situação da coleta de resíduos e eventuais observações cadastrais.

A proposta surgiu após o polêmico aumento cobrado nos carnês do IPTU, que teve os preços elevados devido a cobrança conjunta com a Taxa do Lixo, o que causou a frustração dos contribuintes.

Com a nova lei, o objetivo é facilitar o acesso à informação, permitir que o cidadão compreenda melhor como o tributo é calculado e garantir mais transparência na relação entre o Poder Público e a população.

Autor da proposta, Marquinhos Trad destacou que a medida busca justamente aproximar a gestão pública das necessidades reais da cidade.

Segundo o parlamentar, a lei não cria novos tributos nem altera valores de cobrança, mas fortalece o direito à informação e a clareza nos dados disponibilizados ao contribuinte. A expectativa é que a medida ajude a reduzir dúvidas, ampliar a transparência e garantir mais segurança para quem precisa entender ou até contestar o lançamento tributário.

Lei e justificativa

A lei aprovada diz que "sempre que o Município disponibilizar, por meios digitais oficiais, informações relativas ao lançamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e da Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Resíduos Sólidos Domiciliares, deverá ser assegurado ao cidadão acesso integral às mesmas
informações constantes da Notificação Geral de Lançamento impressa, inclusive às Informações Cadastrais do Imóvel".

A disponibilização das informações previstas na lei tem por finalidade permitir que o cidadão compreenda o lançamento tributário, planeje seu pagamento e exerça, quando necessário, o direito de questionamento
administrativo, nos termos da legislação vigente.

A proposição tem origem direta na experiência vivenciada no exercício de 2026, no qual o lançamento do IPTU e da Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Resíduos Sólidos Domiciliares, revelou graves falhas de transparência, comunicação e compreensão por parte dos contribuintes.

Em meio à forte reação social e institucional ao aumento do valor total do carnê, resultante da soma do IPTU com a Taxa de Coleta de Lixo, muitos munícipes não conseguem compreender como os valores cobrados foram formados, qual a distinção entre imposto e taxa, nem de que forma podem exercer, de maneira efetiva, o direito de contestação administrativa do lançamento.

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