Cidades

FERIADÃO

Semana Santa: 255 mil veículos vão trafegar pela BR-163/MS

Maior fluxo está previsto para esta quinta-feira (2), com estimativa de 65,6 mil veículos

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Movimento será intenso, nesta Semana Santa, nas estradas que cortam Mato Grosso do Sul.

Quem tem disponibilidade e oportunidade, não perde a chance de curtir o feriadão em outra cidade.

De acordo com a concessionária que administra a rodovia, Motiva Pantanal, a estimativa é que 255,2 mil veículos trafeguem, entre quinta-feira (2) e segunda-feira (6), pelos 845,4 quilômetros da BR-163/MS.

O maior fluxo está previsto para esta quinta-feira (2), com estimativa de 65,6 mil veículos.

Na sexta-feira (3), o horário de pico será entre 8h-10h, com média de 3,6 mil veículos por hora e 44 mil veículos ao longo do dia.

No sábado (4), 37,8 mil veículos são esperados ao longo do dia.

No domingo (5), 52,7 mil automóveis passarão pela rodovia.

Na segunda-feira (6), o horário de pico será entre 14h-17h, com estimativa de 4,2 mil veículos por hora e 54,4 mil veículos circulando pela rodovia ao longo do dia.

Durante os cinco dias de movimento intenso na BR-163, a Motiva Pantanal disponibiliza socorro médico, socorro mecânico, sanitários e água potável 24 horas.

"Mais de 80 viaturas estão à disposição dos usuários, entre elas, ambulâncias-resgate (05 delas unidades móveis de suporte avançado), guinchos pesados, guinchos leves, inspeções de tráfego, caminhões de combate a incêndio e viaturas para apreensão de animais à disposição dos clientes da rodovia", informou a concessionária por meio de nota.

A BR-163 é a rodovia que corta o sul-norte de Mato Grosso do Sul. Possui 845,4 quilômetros de extensão e cruza 21 cidades, sendo elas:

  • Mundo Novo
  • Eldorado
  • Itaquiraí
  • Naviraí
  • Juti
  • Caarapó
  • Dourados
  • Douradina
  • Rio Brilhante
  • Nova Alvorada do Sul
  • Campo Grande
  • Jaraguari
  • Bandeirantes
  • Camapuã
  • São Gabriel do Oeste
  • Rio Verde de Mato Grosso
  • Coxim
  • Sonora
  • Pedro Gomes

ORIENTAÇÕES

  • Se for pegar estrada neste feriado, fique atento as recomendações:
  • Não dirija caso consuma bebida alcoólica
  • Não dirija cansado ou com sono
  • Use cinto de segurança
  • Respeite a sinalização
  • Respeite o limite de velocidade da via
  • Porte documentos oficiais com fotos, como RG, CPF, documento do carro, etc
  • Realize revisão do carro: pneus, limpadores de para-brisa, freios, nível de óleo, bateria, lâmpadas, lanterna e extintor

Campo grande

Energia volta em 99,2% das residências, mas moradores ainda sofrem sem luz há 3 dias

Jardim Vilas Boas e Vila Nogueira são alguns dos bairros sem luz

13/09/2026 15h00

Sem luz há 3 dias, moradores fazem protesto e bloqueiam rua

Sem luz há 3 dias, moradores fazem protesto e bloqueiam rua Foto: Paulo Ribas

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Reflexos do temporal de quinta-feira (10) ainda repercutem neste domingo (13).

A energia elétrica já voltou na maior parte das residências, mas, alguns moradores ainda sofrem com a falta de luz há quase três dias consecutivos.

De acordo com a Energisa, até às 12h30min deste domingo (13), 99,2% dos clientes afetados já tiveram o fornecimento restabelecido.

Mas, 0,08% ainda estão sem luz. Conforme apurado pela reportagem, Jardim Vilas Boas e Vila Nogueira são alguns dos bairros sem luz, neste domingo (13), na Capital.

Sem luz há 3 dias, moradores fazem protesto e bloqueiam ruaMoradores bloquearam a rua com galhos em forma de protesto nos Vilas Boas. Foto: Paulo Ribas

Moradores dos Vilas Boas realizaram um protesto, na tarde deste domingo (13), contra a falta de luz no bairro. Eles fecharam a rua com galhos de árvore e, instantes depois, a Energisa chegou para restabelecer o serviço. Segundo os populares, eles estão há três dias sem energia elétrica.

Sem luz, não é possível refrigerar alimentos, carregar o celular, tomar banho morno ou assistir TV.

O Correio do Estado entrou em contato com a assessoria de imprensa da concessionária para saber quais outros bairros fazem parte desta pequena porcentagem, mas, até o fechamento desta reportagem, não foi respondido. O espaço segue aberto para resposta.

Até sábado (12), 13 bairros sofriam com a falta de luz: Jardim Noroeste, Centro, Monte Castelo, Tiradentes, Vila Nasser, Vila Margarida, Vila Merli, Parque do Lageado, Universitário, Chácara das Mansões, Jardim Itamaracá, Vila Santa Luzia e Santo Antônio.

Em nota, a concessionária afirma que 800 profissionais estão nas ruas, trabalhando em escala de 24 horas, desde quinta-feira (10), para restabelecer energia elétrica de 100% dos clientes.

Concessionária ampliou equipes em quatro vezes e trouxe funcionários de oito estados brasileiros (Paraíba, Tocantins, Sergipe, Acre, Rondônia, Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais) para restabelecer serviços o mais rápido possível.

Ao todo, foram retiradas 257 árvores e foram trocadas 196 estruturas da rede elétrica.

“A Energisa atua em conjunto com a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e a gestão pública, compartilhando informações operacionais e concentrando esforços, especialmente, nas ocorrências que envolvem risco elétrico e serviços essenciais. Os profissionais da distribuidora também tem apoiado, inclusive no corte de árvores e retirada dos escombros para livrar a rede elétrica. As equipes seguem empenhadas, utilização de maquinário pesado para atender às ocorrências mais complexas e avançar no restabelecimento da energia. As equipes da Energisa seguem mobilizadas até que o fornecimento de energia seja normalizado para o último cliente”, afirmou a concessionária por meio de nota enviada à imprensa.

TEMPORAL

Forte temporal foi registrado no fim da tarde desta quinta-feira (11) em Campo Grande.

De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, foram contabilizados 24,4 milímetros em 28 minutos e 3.095 raios em 36 minutos, além de ventos de 83 km/h.

Já o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec-MS) registrou chuva de 19,6 milímetros e rajadas de vento de 87 km/h.

De acordo com a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, houve mais de 100 chamados de árvores caídas pela cidade, 26 escolas destelhadas, 3 unidades de Assistência Social danificadas e 1 unidade de saúde com desabamento de teto.

Prefeitura Municipal de Campo Grande decretou situação de emergência de 180 dias, após estragos causados pelo temporal.

A tempestade foi rápida, mas causos muitos prejuízos. Reportagem do Correio do Estado percorreu os principais pontos de estragos e constatou que o vendaval causou:

Queda de árvores em todas as sete regiões de Campo Grande

  • Interdição de avenidas/vias obstruídas

  • Queda de árvores em cima de carros

  • Queda de postes de energia

  • Alagamento de ruas

  • Cancelamento de aulas na Rede Municipal de Ensino (Reme)

  • Queda de energia em dezenas de bairros

  • Abertura de buracos e crateras nas ruas

  • Semáforos desligados

  • Queda do painel do Fort Atacadista na avenida Ernesto Geisel

  • Desabamento do teto da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário

  • Destelhamento do Armazém Cultural, na avenida Calógeras

  • Explosão de parede de vidro em academia no bairro Universitário

  • Sujeira e lixo nas ruas: galhos, folhas, latas, garrafas, copos plásticos, entre outros diversos objetos

Não houve vítimas fatais.

DOURADOS

Irmãos colocam dedo no peito de policial e ameaçam vizinha em MS

A discussão começou por causa de um som automotivo na noite deste sábado (13)

13/09/2026 12h30

O caso foi registrado na Depac-Dourados

O caso foi registrado na Depac-Dourados Foto: Divulgação/PCMS

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Dois irmãos, identificados Franklim Lima Parron Garcia e André Lima Parron Garcia, de 43 e 46 anos respectivamente, foram presos em flagrante após ameaçarem uma vizinha, que teria reclamado do som alto, e por desacatarem policiais militares durante o atendimento da ocorrência no bairro Jardim Rasslem, em Dourados.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para ir até a residência da vítima por volta das 22h50 deste sábado (12), para atender um caso de perturbação de sossego.

A vizinha relatou que estava em sua casa junto com seus filhos, sendo duas meninas, uma de 17 e outra de 9 anos, e um menino, de 14 anos, quando seu vizinho ligou o som automotivo em alto volume.

Ela relatou aos policiais que pediu para que Franklim baixasse o volume, mas ele teria aumentado ainda mais, pulado dentro de seu quintal e batido na porta repetidas vezes dizendo "abre aqui essa porta, você não é a gostosona, abre aqui".

A vítima relatou ainda que era possível ouvir o filho do vizinho gritando "pai não pula não, não faz isso pai" e depois "pai volta aqui, ela vai chamar a policia". Após a mulher se recusar a abrir a porta e Franklim ouvir ela chamando a polícia, ele pegou um tijolo e jogou em direção a sua porta.

Após ouvir o relato da vítima, os policiais foram até a casa de Franklim que teria se apresentado junto com André, relatando que estava testando o som automotivo quando a vizinha pediu para baixar o volume.

Enquanto os policiais faziam os procedimentos em relação ao suspeito, André ficou na calçada da vizinha com os braços cruzados e encarando a mulher que aguardava no portão de casa.

Os policiais teriam dado ordem para que ele saísse de lá porque a mãe e a filha estavam com medo. Neste momento, André se aproximou de uma militar dizendo "essa vizinha está se achando só porque é mulher, ela vai ver o dela".

Questionado pela policial sobre o que disse, teria apontado o dedo em direção a militar e falado "você é prevalecida só porque é mulher, vai à merda". Neste momento, foi dada voz de prisão ao homem, que desobedeceu e voltou para dentro da casa. Um reforço foi solicitado e quando Franklim ouviu que tinha mais viaturas vindo, chamou o irmão à frente.

Ao retornar estaria sorrindo e teria dito "vocês não sabem com quem estão mexendo, vocês vão se f*der".

Enquanto André estava sendo algemado, Franklim começou a gritar com a equipe policial perguntando "cadê as câmeras de vocês?" "vocês estão gravando?", momento em que ele colocou o dedo indicador no colete do policial, em tom ameaçador, dizendo "vocês estão ferrados".

Foi dada ordem para que Franklim se afastasse, porém foi desobedecida e novamente tentou colocar a mão no colete do policial. Após se recusar pela segunda vez, o homem foi preso.

Os dois foram levados à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário para que seja investigado o caso, registrado como ameaça agravante em caso de vítima mulher, violação de domicílio, dano, desobediência, desacato e perturbação do trabalho ou sossego alheio.

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