Cidades

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Site elege destinos mais fotogênicos do mundo; Rio é o 5° da lista

Site elege destinos mais fotogênicos do mundo; Rio é o 5° da lista

g1

26/02/2014 - 03h00
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Ilha de Bora Bora vista de cima (Foto: Tahiti Tourism/Divulgação)Ilha de Bora Bora vista de cima (Foto: Tahiti Tourism/Divulgação)

O Rio de Janeiro foi escolhido um dos cinco destinos mais fotogênicos do mundo em uma pesquisa feita por um site voltado para o mercado de luxo.

Mar estava calmo e de água cristalina e gelada na manhã desta sexta no Arpoador (Foto: José Raphael Berrêdo / G1)
O Arpoador, no Rio (Foto: J. Raphael Berrêdo/G1)

Junto com as ilhas de Bora Bora e Bali, a Grande Barreira de Corais na Austrália e o Grand Canyon nos EUA, a cidade brasileira ficou entre as cinco primeiras no levantamento que o site VeryFirstTo.com realizou com seus 59 mil membros.

Com base no resultado, o site agora oferece, junto com uma empresa de equipamentos fotográficos, uma viagem pelos dez lugares mais fotogênicos do planeta.

Os viajantes que comprarem o pacote vão receber três câmeras fotográficas diferentes de última geração, para registrar as melhores paisagens de cada destino. Eles terão que pagar 72 mil libras (mais de R$ 272 mil) pela viagem.

Feios na foto

Os usuários também elegeram os destinos menos fotogênicos do mundo. A cidade de Detroit, nos EUA, foi a mais citada, seguida por três municípios ingleses (Londres, Milton Keynes e Luton), por Los Angeles (EUA) e por Nápoles (Itália).

Os 10 lugares mais fotogênicos
1° - Bora Bora (Polinésia Francesa)
2° - Grande Barreira de Corais (Austrália)
3° - Grand Canyon (EUA)
4° - Bali (Indonésia)
5° - Rio de Janeiro
6° - Himalaia/Monte Everest (Nepal)
7° - Petra (Jordânia)
8° - Torres del Paine (Patagônia, Chile)
9° - Ha Long Bay (Vietnã)
10° - Templos de Bagan (Myanmar)

Os 5 lugares menos fotogênicos
1° - Detroit (EUA)
2° - Londres (Inglaterra)
3° - Luton (Inglaterra) e Milton Keynes (Inglaterra)
4° - Los Angeles (EUA)
5° - Nápoles (Itália)

Justiça

Homem é retirado do STF após tentar entrar dizendo ser "imperador"

Ele proferia frases desconexas e não chegou a ser preso

08/10/2026 21h00

Foto: Divulgação / STF

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Um homem foi contido nesta quinta-feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no edifício-sede da Corte, onde está localizado o plenário.

O episódio ocorreu após ele se aproximar da marquise do prédio e começar a proferir frases desconexas. O homem se identificou como "imperador das Forças Armadas do Brasil".

Segundo o STF, ele não chegou a ser preso e foi conduzido para a parte externa do tribunal.

Na semana passada, o Supremo registrou uma tentativa de invasão. Um homem foi preso pela Polícia Judiciária, que realiza a segurança interna do STF, ao tentar pular as grades que fazem a proteção do edifício-sede.

O esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) precisou ser chamado após o homem jogar uma mochila em uma parada de ônibus localizada em frente ao Supremo.

Após a realização do trabalho de varredura, a PM descartou a presença de explosivos.

Justiça

Moraes determina emissão de mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro

Pena foi definida no processo do tarifaço contra exportações do Brasil

08/10/2026 20h00

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Divulgação/STF

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) a expedição de um mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.

A medida foi determinada após o ministro mandar executar a condenação de Eduardo a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A pena foi definida no processo que trata do tarifaço do governo de Donald Trump contra as exportações brasileiras.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes do ex-parlamentar.

Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado de Trump, e um eventual pedido de extradição dificilmente será cumprido pelo governo norte-americano.

Ao determinar as medidas, Moraes decretou o trânsito em julgado da ação penal em que Eduardo foi condenado pelo STF, ou seja, o fim da possibilidade de apresentação de recursos.

No mês passado, a Primeira Turma do Supremo rejeitou o recurso protocolado pela Defensoria Pública da União (DPU) para anular a condenação.

O ex-deputado não apresentou defesa particular e foi defendido pelo órgão.

Em junho deste ano, o colegiado concordou com a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e entendeu que há provas para concluir que o ex-deputado articulou o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras para tentar evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Além disso, outras medidas, como a revogação dos vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky, também tiveram o mesmo objetivo, conforme o entendimento da Corte. 

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Abandono e perda do cargo de escrivão 

Em setembro deste ano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição de 21 de setembro do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.
 

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