Cidades

COVID-19

Trabalhadores da saúde com 18 anos ou mais podem tomar a 4ª dose neste domingo

Primeira, segunda, terceira e quarta dose para outras idades e públicos também estarão disponíveis; confira

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A vacinação contra a Covid-19, neste domingo (12), em Campo Grande, será para a aplicação da 4ª dose em trabalhadores da saúde, com 18 anos ou mais, que tomaram a 3ª dose até 10 de novembro.

Idosos com 60 anos ou mais; e pessoas com 18 anos ou mais, com alto grau de imunossupressão, que tomaram a terceira dose na mesma data, também podem receber a quarta dose.

Pessoas de 12 anos ou mais, com alto grau de imunocomprometimento, que tomaram a dose anterior até o dia 11 de novembro e, com 18 anos ou mais, também com alto grau de imunossupressão, que tomaram a segunda dose, no mínimo, há 28 dias, podem se vacinar com a terceira dose.

Pessoas com 18 anos ou mais, sem nenhum tipo de doença ou comorbidade, que tomaram a 2ª dose até 11 de novembro, podem tomar a dose de reforço.

Para tomar a dose de reforço da Janssen, é preciso ter tomado a 1° dose até o dia 11 de novembro.

A segunda dose da Pfizer está disponível para quem se vacinou até 15 de fevereiro; Coronavac até 13 de fevereiro e AstraZeneca até 10 de janeiro.

Além disso, qualquer pessoa com 12 anos ou mais pode tomar a primeira dose.

DOSE INFANTIL

Está disponível a 2ª dose da Coronavac em crianças de 5 anos ou mais, que tomaram a 1ª dose até o dia 13 de fevereiro.

Para as crianças que tomaram o imunizante da Pfizer até 16 de janeiro, a segunda dose também está disponível.

Além disso, também está disponível a primeira dose para qualquer criança dessa mesma faixa etária.

A vacinação exige a presença dos pais ou responsáveis. 

Para outro familiar levar, é necessário apresentar o termo de autorização assinado pelos pais. O formulário está disponível no site da Sesau.

Não é necessário prescrição médica para vacinar crianças contra a Covid-19.

Confira abaixo os locais de vacinação:

Neste domingo, a vacinação só estará disponível na Seleta, no drive-thru Albano Franco e o Shopping Campo Grande. 

A Seleta e o Albano Franco funcionaram das 7h30 às 17h00, sendo que as crianças que forem se imunizar no último deverão fazê-lo a partir de 12h30. 

Já no Shopping Campo Grande, a vacinação está aberta do meio-dia às 19h00. 

Crianças com menos de seis anos ou com comorbidades poderão se vacinar apenas na Seleta.

Cadastro  

As pessoas que ainda não se imunizaram devem fazer o cadastro no sistema de agendamento prévio, por meio do link http://vacina.campogrande.ms.gov.br/, clicando em 'primeiro acesso'.

O cadastro não é um agendamento, somente auxilia o processo de vacinação para evitar aglomerações.

Desconto com a UBER

A Prefeitura de Campo Grande e a Uber fecharam parceria de R$ 100 mil em descontos para viagens na Capital. Os códigos promocionais serão distribuídos com objetivo exclusivo de facilitar o deslocamento até os postos de vacinação contra Covid-19.

Os códigos promocionais garantirão viagens gratuitas de ida e volta aos locais de vacinação, no valor máximo de R$ 25. O código precisa ser adicionado no aplicativo da Uber antes das viagens.

Veja como ativar o código de desconto:

1. Abra o aplicativo e selecione o menu (três linhas verticais no canto superior esquerdo);

2. Entrar no item “Wallet” ou “Pagamento” e rolar até a parte de baixo;

3. Em “Promoções”, selecionar a opção “Adicionar código promocional” (Não vai funcionar como “voucher”);

4. Digite o código VACINACG;

5. O código funcionará das 7h da manhã até as 18h.

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Operação Abalo Sísmico

Garras investiga engenheiros em empresa de empreendimentos imobiliários na Capital

As investigações apontam que os crimes causaram um prejuízo aproximado de R$ 5 milhões à HVM Incorporadora

04/02/2026 18h00

São apurados os crimes de furto qualificado mediante fraude e abuso de confiança, estelionato, associação criminosa e lavagem de capitais

São apurados os crimes de furto qualificado mediante fraude e abuso de confiança, estelionato, associação criminosa e lavagem de capitais Reprodução

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Nesta terça-feira (3), a Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (GARRAS), deflagrou a Operação “Abalo Sísmico” e cumpriu mandados de busca domiciliar em Campo Grande e nos municípios paulistas de Sorocaba, Campinas e Votorantim.

O GARRAS investiga um esquema criminoso envolvendo engenheiros da HVM Incorporadora, grande empresa de empreendimentos imobiliários da Capital, contratados para a construção de edifícios de luxo, em conluio com prestadoras de serviço de transporte, perfuração de solo e instalação de fundações prediais.

São apurados os crimes de furto qualificado mediante fraude e abuso de confiança, estelionato, associação criminosa e lavagem de capitais, que causaram um prejuízo aproximado de R$ 5 milhões à empresa vítima.

Nesta quarta-feira (4), a HVM se posicionou sobre as investigações em uma de suas obras. De acordo com a nota, a incorporadora tomou conhecimento dos fatos e comunicou às autoridades, colaborando com a operação. Ressalta, ainda, que foi parte prejudicada na situação.

São apurados os crimes de furto qualificado mediante fraude e abuso de confiança, estelionato, associação criminosa e lavagem de capitais

Após juntar provas que apontavam para o envolvimento de engenheiros, almoxarife e responsáveis por empresas prestadoras de serviços no ramo de construções prediais, o GARRAS representou por medidas cautelares, que foram deferidas pelo Poder Judiciário.

Desta forma, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão domiciliar, sendo sete em Campo Grande, dois em Votorantim, um em Campinas e outro em Sorocaba.

A operação contou com apoio das Delegacias Especializadas de Repressão ao Narcotráfico (DENAR), de Roubos e Furtos (DERF), Furtos e Roubos de Veículos (DEFURV) e de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Apreensões

Durante as diligências, foi apreendida a quantia de aproximadamente R$700 mil em espécie na residência de um dos suspeitos, bem como aparelhos celulares dos envolvidos.

Ainda foi localizada, no imóvel de um dos suspeitos, uma arma de fogo calibre .22 e munições, sem qualquer documentação ou registro pertinente, motivo pelo qual o suspeito foi conduzido ao GARRAS, preso em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.

“Abalo Sísmico”

A nomenclatura da operação – “Abalo Sísmico” – se refere ao intuito da investigação: atuação de uma força no local onde foram realizadas as fundações do edifício – subterrâneo – com o objetivo de expôr as irregularidades cometidas durante sua realização e que causaram prejuízo milionário à HVM Incorpordora.

Com a deflagração da operação, que culminou na apreensão de valores, arma de fogo, munições e dispositivos telefônicos, as investigações prosseguem, com intuito de se apurar os referidos crimes em sua totalidade.

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Após chuvas

Buracos obrigam motoristas a "jogar xadrez" para tentar não cair em Campo Grande

Em cruzamento com mais de 10 buracos, o condutor precisa fazer "malabarismo" para desviar ou escolher qual buraco é menos prejudicial ao veículo

04/02/2026 17h33

Cruzamento entre a Avenida América com a rua Santos Dumont, neste trecho o

Cruzamento entre a Avenida América com a rua Santos Dumont, neste trecho o "jogo" é escapar da buraqueira Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Após a semana iniciar com chuvas, a situação dos buracos nas vias ficou mais crítica em Campo Grande, exigindo perícia dos condutores, que em alguns casos não têm muita escolha a não ser decidir qual deles será menos prejudicial ao veículo.

Durante a tarde desta quarta-feira (04), a reportagem circulou pela região central de Campo Grande em diversos pontos, entre eles a Rua Visconde de Taunay, quase esquina com a Avenida Afonso Pena, em frente à Casa de Ensaio.

Tanto os motoristas que seguem pela Avenida Afonso Pena quanto os que precisam fazer a conversão à direita devem redobrar a atenção para não serem pegos de surpresa por um buraco logo na faixa de pedestres.

 

 

Em outro ponto, na Avenida América com a Rua Santos Dumont, o desafio durante o fluxo é que muitos veículos acabam circulando na contramão para desviar da buraqueira. No local são cerca de 12 buracos.

 

 

Moradores da região, que preferiram não se identificar, comentaram que o problema é antigo. Segundo eles, começou com a temporada de chuvas de dezembro e, com as de janeiro, a situação foi se agravando.

 

 

Cruzamento entre a Avenida América com a rua Santos Dumont, neste trecho o "jogo" é escapar da buraqueiraCrédito: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Transtornos

Na Rua Cerro Corá, no bairro Jardim Paulista, a situação é diferente, uma vez que o buraco se abriu tomando quase toda a extensão da via, não restando outra alternativa a não ser atravessar o percalço.

O empresário do Bar em Bar Coquetelaria, Carlos Magno, enfrenta o problema diariamente, já que a cratera está localizada em frente ao estabelecimento. O que começou no fim de novembro como uma pequena fissura acabou se expandindo.

“Começou a minar água ali. Na verdade, isso começou a rachar por causa da mina d’água e, com o tempo, foi aumentando. A vizinha aqui do lado mandou mensagem, eu liguei para a concessionária de água, mas eles não atendiam”, explicou Carlos.

Tentando resolver a situação, o empresário enviou fotos e, em dezembro, abriu dois protocolos, acreditando que o problema tivesse sido causado por um vazamento.

A preocupação é com a velocidade dos veículos que trafegam pela via e que, muitas vezes, acabam atingindo o buraco.

“A galera passa aqui, desce estourando e bate ali o pneu, enfim”, relatou.

Segundo o empresário, também é comum que, na tentativa de desviar do buraco, motoristas entrem na contramão, colocando em risco o tráfego na região.

Moradora da rua, a aposentada Sueli Miranda reforçou que a situação não teve início com a chuva, mas sim devido a um vazamento de água, sendo que as precipitações apenas potencializaram o problema.

“Aqui tinha um buraco enorme. Minha filha ligou dez vezes até eles virem, porque estava jorrando água além do buraco. Eles vieram e arrumaram aqui. A minha filha falou: ‘tem mais quatro’, e o funcionário respondeu que só poderia resolver se outros moradores ligassem. A cidade inteira está tomada por buracos”, afirmou Sueli.

A reportagem entrou em contato com a assessoria da Prefeitura de Campo Grande para questionar quando o serviço de tapa-buracos na região central será realizado. No entanto, até o fechamento desta matéria, não houve resposta.

 

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