Cidades

Covid-19

Trabalhadores do comércio e motoristas de aplicativos de MS poderão se vacinar contra Covid

A autorização foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial do Estado e inclui outros 11 grupos

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Trabalhadores do comércio, motoristas de aplicativos e outros 11 grupos populacionais de Mato Grosso do Sul estão autorizados a se vacinarem contra a Covid-19.  

A nova autorização foi publicada nesta quinta-feira (1°) no Diário Oficial do Estado.

Além disso, profissionais da imprensa, bancários, profissionais de segurança privada e de transporte de valores, vigilantes patrimoniais, oficiais de justiça, conselheiros tutelares, moto-taxistas, taxistas, colaboradores de cartórios extrajudiciais, notários e registradores também vão se beneficiar.

Últimas notícias

A proposta apresentada pelo secretário estadual de Saúde Geraldo Resende, na última quarta-feira (30), foi aprovada na reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) que reúne todos os secretários municipais de Saúde e a Secretaria de Estado de Saúde (SES).  

“Além de atender a uma solicitação que vinha sendo feita por categorias profissionais que usualmente atendem o público, vamos avançar na imunização por faixas etárias, possibilitando uma cobertura vacinal que, na somatória, vai protegendo diferentes segmentos populacionais”, explica Resende.

 

Conforme consta na Resolução 138/CIB/SES, o quantitativo de 10% das vacinas pertencentes à Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica (CEVE), destinado à perda operacional poderá, a critério do município, utilizar a reserva técnica para ajustes operacionais, ou mesmo para a vacinação dos novos grupos.

Outros grupos

Mulheres que amamentam filhos de até dois anos de amamentação; genitores ou tutores que auxiliam nos cuidados de pessoas com deficiência permanente e necessidades especiais.

Gestantes a partir de 18 anos, com ou sem comorbidades em qualquer idade gestacional, deverão ser vacinadas com doses da Pfizer.

Programa Nacional

Os grupos prioritários estabelecidos pelo Programa Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19, também poderão ser beneficiados com 10% das doses enviadas pelo Ministério da Saúde.

Com isso, está incluso pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas; pessoas com deficiência institucionalizadas; povos indígenas vivendo em terras indígenas; trabalhadores de saúde.

Em se tratando da idade, integram os grupos prioritários: pessoas de 90 anos ou mais, de 85 a 89 anos, de 80 a 84 anos, de 75 a 79 anos; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas; povos e comunidades tradicionais quilombolas; pessoas de 70 a 74 anos, 65 a 69 anos, e de 60 a 64 anos.

Além disso, pessoas com comorbidades e gestantes e puérperas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente cadastradas no BPC; pessoas com deficiência permanente (18 a 59 anos) sem cadastro no BPC.

Pessoas em situação de rua (18 a 59 anos); funcionários do sistema de privação de liberdade e população privada de liberdade, também poderão ser imunizados contra o vírus.

Fazem parte dos grupos prioritários também trabalhadores da educação do ensino básico, do ensino superior; forças de segurança e salvamento e forças armadas; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros.

Trabalhadores de transporte metroviário, ferroviário, aéreo, aquaviário;  caminhoneiros; trabalhadores portuários; trabalhadores industriais; e trabalhadores da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.

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DOURADOS

Estelionatária tenta fugir da polícia após prometer crédito imobiliário de R$ 200 mil

A vítima queria comprar uma casa que viu nas redes sociais e entrou em contato com a administradora. Após pagar R$ 15 mil de entrada, não teve mais respostas da autora do crime

06/02/2026 16h32

A confusão começou após a vítima de 46 anos, repreender o filho por supostamente ter agredido e ofendido uma professora

A confusão começou após a vítima de 46 anos, repreender o filho por supostamente ter agredido e ofendido uma professora Dourados News

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Uma mulher de 26 anos, vítima de estelionato, em Dourados, identificou a autora que lhe aplicou o golpe e informou os policiais sobre sua localização. Ela conta que adquiriu um crédito imobiliário junto à empresa D.C. Empreendimentos, de propriedade de Diliana Coronel Mendes, com sede no bairro Jardim Central.

A vítima esclarece que em dezembro visualizou um imóvel à venda nas redes sociais, oportunidade em que entrou em contato com a administradora. Disse que tinha um veículo e iria colocar à venda, desta forma, queria fazer uma simulação.

Em contrapartida, Diliana disse que fez a simulação e foi aprovado um crédito de R$ 200 mil. Então, o contrato foi feito em nome da empresa ADECON, onde a vítima pagou R$ 15 mil, divididos em dois pagamentos: um no valor de R$ 9.000 e outro de R$ 6.000 à empresa D.C. Empreendimentos LTDA.

Após ter feito o pagamento, passaram-se 15 dias, período em que tentou entrar em contato com Diliana, porém não teve mais respostas. Diante dos fatos, a mulher entrou em contato com as empresas que constam no contrato, sendo elas: ADECON, Alpha Consórcio e Previsul Segurados. O contrato, porém, não constava no sistema dos três empreendimentos e, inclusive, a vítima foi informada que Diliana não prestava mais serviços em nome destas. 

A mulher esclareceu às autoridades policiais que Diliana continua atuando no mercado imobiliário sem o respaldo das empresas em questão. 

Nesta sexta-feira (6), a vítima localizou a pessoa com quem fez o negócio, que estava no escritório de uma das empresas, e quando os policiais chegaram para conversar com Diliana, a mesma correu para os fundos do imóvel, sendo dado voz de abordagem.

Porém, a mulher pulou uma janela e, em seguida, um muro, invadindo uma residência vizinha. A polícia cercou -a e detiveram a autora do crime.

Em conversa com os policiais, Diliana relatou que fugiu do local porque ficou com medo e por não ter mais o dinheiro para devolver para a vítima.

A autora foi entregue à DEPAC/Dourados para serem tomadas as providências cabíveis.

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Vila Entroncamento

Polícia fecha carvoaria clandestina em Campo Grande

Foram apreendidas 800 sacas de cascas de coco cru e outras 120 sacas de cascas de coco carbonizado, material utilizado para a produção irregular de carvão

06/02/2026 16h15

Foto: Divulgação / Polícia Civil

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A Polícia Civil fechou uma carvoaria que funcionava clandestinamente há 15 dias na Vila Entroncamento, em Campo Grande.

Conforme o boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (Decat), os policiais foram recebidos no último dia 3 pelo proprietário Jeferson Ferreira Caetano Sabino, 36 anos, que informou ter iniciado as atividades no local há aproximadamente duas semanas. 

Segundo o B.O, Sabino declarou ainda que havia dado entrada na Junta Comercial para registro da empresa denominada JR Carbonização Ltda., mas que, apesar de não possuir licenças e alvarás de funcionamento, decidiu iniciar a operação de funciomento sem toda a documentação necessária para realizar o trabalho. Na ocasião, foi orientado a suspender as atividades até que a situação fosse devidamente regularizada, ordem não acatada pelo proprietário. 

Diante da recusa em suspender o funcionamento, Jeferson Sabino e seu ajudante Alex Sandro Borges, de 44 anos foram levados até à sede da Decat e autuados por crime ambiental. Além disso, a polícia apreendeu 800 sacas de cascas de coco cru e outras 120 sacas de cascas de coco carbonizado, material utilizado para a produção irregular de carvão. 

Foto: Divulgação / Polícia Civil 

"O senhor Jeferson foi conduzido até esta unidade policial, sem algemas, no banco traseiro da viatura, juntamente com de seu encarregado Alex Sandro Borges, porque foi advertido e insistiu no funcionamento. A equipe da pericia foi acionada e compareceu ao local. No local foram apreendidas 800 sacas de casca de coco cruas e 120 sacas caronizadas, material este que e utilizado para fabricação de carvão", traz trecho do boletim de ocorrência. 

A dupla foi autuada por poluição ambiental e condenada e condenada a pagar R$ 4,8 mil para ser liberada. O material utilizado para a produção de carvão foi confiscado pela polícia. 

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