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UFMS está entre as melhores universidades da América Latina, aponta ranking

Ranking internacional considera os seguintes indicadores para avaliação: pesquisa e descoberta, experiência de aprendizagem, engajamento global, empregabilidade, entre outros

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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) foi listada, mais uma vez, como uma das melhores universidades da América Latina.

De acordo com o QS World Rankings, a UFMS ocupa a posição 161-170 no ranking internacional, 46ª entre as universidades brasileiras, 32ª entre as universidades federais, 3ª na região Centro-Oeste e 1º lugar em Mato Grosso do Sul.

O ranking avalia milhares de instituições de 23 países da América Latina, sendo que 437 foram selecionadas como as melhores. Desse número, 96 são universidades brasileiras e 48 federais.

O ranking internacional considera os seguintes indicadores para avaliação: pesquisa e descoberta (citações por artigo, artigos por faculdade e reputação acadêmica); experiência de aprendizagem (proporção de alunos docentes e pessoal com PhD); engajamento global (rede internacional de pesquisa e impacto na web); empregabilidade; taxas internacionais; bolsas de estudos; mistura de estudantes; testes de inglês e testes acadêmicos.

A UFMS já foi listada outras diversas vezes como uma das melhores da América Latina e até mesmo do mundo.

Conforme noticiado pelo Correio do Estado em 17 de maio de 2023, a instituição foi considerada a 27ª melhor universidade do Brasil, 20ª entre as federais brasileiras, 3ª do Centro-Oeste e a 1ª de MS, de acordo com o ranking internacional Center for World University Rankings (CWUR).

Em 2022, a instituição também ocupou a 27ª posição no ranking CWUR das melhores universidades brasileiras e a 1.149ª entre as melhores do mundo. 

A UFMS foi apontada seis vezes consecutivas como uma das melhores universidades do mundo, no ranking World University Rankings 2022, da Times Higher Education (THE).

O ranking internacional QS World University, realizado pela analista britânica de Educação Superior, QS Quacquarelli Symonds, apontou a UFMS como uma das 160 melhores universidades da América Latina. A instituição ocupa a posição 151-160. Entre as universidades brasileiras, a UFMS ocupa o 46º lugar no ranking.

A UFMS ainda está entre as mil melhores universidades do mundo, de acordo com o ranking acadêmico de universidades mundiais, divulgado pela Shangai Ranking Consultancy. A UFMS ocupa a posição 901-1000 entre as melhores universidades do mundo e o 21º lugar entre as universidades brasileiras.

De acordo com a diretora de Avaliação Institucional, Caroline Pauletto Spanhol, a instituição melhorou de posição se comparado ao ano passado.

“Entre as universidades federais brasileiras, a UFMS teve um posicionamento melhor quando comparado ao ano passado, quando estava na faixa de 33 a 48. Esse é o melhor resultado desde 2020 entre as federais brasileiras. Os resultados do QS World University Rankings revelam a manutenção da nossa posição como uma das melhores instituições do Brasil e da América Latina”, explicou a diretora.

UFMS

A UFMS tem 28 mil estudantes (graduação e pós-graduação); 125 cursos de graduação; 67 cursos de pós-graduação; 3,5 mil servidores; 1,6 mil docentes; 1,8 mil técnicos; dez bibliotecas; duas bases de pesquisa (Bonito e Pantanal) e uma fazenda escola (localizada em Terenos).

A instituição tem 62 anos de história e 47 de federalização (após divisão do Estado). A universidade tem 10 polos de Educação à Distância (EAD) e 10 campus localizados em Campo Grande, Aquidauana, Corumbá, Chapadão do Sul, Três Lagoas, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba e Ponta Porã.

As formas de ingressar na UFMS são por meio de vestibular, PASSE e Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

INSCRIÇÕES ABERTAS

Vestibular e Programa de Avaliação Seriada Seletiva (1ª, 2ª e 3ª etapa) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) estão com inscrições abertas.

As inscrições, que podem ser feitas neste site, vão até 13 de novembro.

Provas do Vestibular ocorrerão, das 8h às 13h, em 1º de dezembro e do PASSE, das 8h às 13h, em 8 de dezembro, nos municípios de Aquidauana, Chapadão do Sul, Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas. Algumas provas serão realizadas de forma online.

São aproximadamente 8 mil vagas disponíveis, sendo 6.097 para o vestibular e 1.091 para o PASSE. Confira os cursos e a quantidade de vagas aqui.

TRAGÉDIA

Vigilante morre após ser atingida por caminhonete conduzida por militar em Campo Grande

Entre os objetos apreendidos dentro da caminhonete estavam uma garrafa de whisky e latas de cerveja

20/06/2026 12h00

Impacto da batida lançou a motociclista ao solo; motorista perdeu o controle da caminhonete e atingiu uma árvore

Impacto da batida lançou a motociclista ao solo; motorista perdeu o controle da caminhonete e atingiu uma árvore Karina Varjão

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A vigilante Miriam Rosa Matos, de 44 anos, morreu na manhã deste sábado (20) após ser atingida por uma caminhonete conduzida por um militar do Exército na região central de Campo Grande. O acidente ocorreu no cruzamento das ruas Maracaju e Padre João Crippa.

O condutor do veículo, identificado como Victor Vicentin Rocha, de 22 anos, ficou ferido e foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Coronel Antonino. Após receber atendimento médico, ele foi liberado e levado à delegacia, onde deve prestar esclarecimentos sobre o caso.

As circunstâncias do acidente são investigadas pela Polícia Civil. Informações preliminares apontam que o motorista pode ter se envolvido em uma colisão anterior antes de atingir a motociclista. A suspeita é de que ele seguia em alta velocidade quando ocorreu a batida fatal.

Conforme os levantamentos iniciais, Miriam trafegava pela Rua Padre João Crippa quando foi atingida pela caminhonete que descia a Rua Maracaju. Com a força do impacto, a motociclista morreu no local.

Após a colisão, o motorista perdeu o controle da direção, atingiu uma árvore e parou próximo à entrada de uma clínica particular. Equipes de resgate e das forças de segurança foram acionadas para atender a ocorrência.

Durante os trabalhos no local, policiais encontraram recipientes de bebidas alcoólicas dentro da caminhonete. Entre os objetos apreendidos estavam uma garrafa de whisky e latas de cerveja.

Além disso, publicações feitas pelo próprio militar em uma rede social mostram que horas antes do acidente, ele aparece dentro da caminhonete exibindo uma garrafa de conhaque. Em outras postagens, o jovem aparece acompanhado de amigos durante a madrugada.

A Polícia Civil também recolhe imagens de câmeras de monitoramento da região e aguarda os laudos periciais que irão apontar a velocidade do veículo e auxiliar na reconstituição da dinâmica do acidente. O caso segue em investigação.

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CAMPO GRANDE

Assassino de agente penitenciário é morto pelo Choque em Campo Grande

Homem também era apontado como receptador e investigado por crimes graves; execução de agente penitenciário aconteceu em 2015 em frente a Casa do Albergado

20/06/2026 11h30

Ocorrência foi registrada na noite desta sexta-feira (19), no São Conrado, em Campo Grande

Ocorrência foi registrada na noite desta sexta-feira (19), no São Conrado, em Campo Grande Divulgação

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Um homem de 45 anos morreu após ser baleado por policiais do Batalhão de Choque (BPChoque) durante uma abordagem na noite desta sexta-feira (19), na Vila São Conrado, em Campo Grande. Identificado como Marcelo da Silva Gonçalves, conhecido como “Buguinho”, ele era procurado por equipes que realizavam patrulhamento em busca de uma motocicleta vermelha utilizada no roubo de um iPhone.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais avistaram um veículo com as mesmas características trafegando na contramão e iniciaram a abordagem. Ao perceber a aproximação da viatura, Marcelo parou a motocicleta e desembarcou.

Ainda segundo o registro policial, ele desobedeceu às ordens da equipe e, em determinado momento, tentou sacar uma arma que carregava na cintura. Diante da situação, o comandante da guarnição efetuou cerca de quatro disparos contra o suspeito.

Marcelo foi desarmado e socorrido pelos próprios policiais ao Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, mas não resistiu aos ferimentos. A perícia apreendeu um revólver calibre .38 com numeração suprimida e cinco munições intactas. Também foi constatado que a motocicleta utilizada por ele era produto de furto registrado no dia anterior.

Segundo informações da polícia, Marcelo possuía extensa ficha criminal, com registros por homicídio, tentativa de homicídio, associação criminosa, tráfico de drogas, receptação, porte irregular de arma de fogo, furtos e evasão de custódia, entre outros delitos.

Além disso, ele estava entre os investigados pela execução do agente penitenciário Carlos Augusto Queiroz de Mendonça, assassinado em fevereiro de 2015 em frente à antiga Casa do Albergado, em Campo Grande. À época, as investigações apontaram Marcelo como mentor da ação, motivada por desavenças com agentes penitenciários.

Letalidade policial volta ao nível de 2023

Esta foi, conforme acompanhamento da imprensa, a 61ª morte do ano em decorrência de intervenção policial em Mato Grosso do Sul. Com mais este caso, a letalidade policial volta a registrar em 2026 praticamente o mesmo ritmo observado em 2023, ano que fechou com recorde histórico de 131 mortes decorrentes de ações das forças de segurança no Estado.

Com mais este caso, a letalidade policial, que vinha apresentando redução nos dois últimos anos, voltou a operar em um ritmo semelhante ao registrado em 2023, quando o Estado alcançou o maior número de mortes por "intervenção legal de agente do Estado" desde o início da série histórica disponível. 

Naquele ano, primeiro da gestão do governador Eduardo Riedel e do então comandante-geral da Polícia Militar, coronel Renato dos Anjos Garnes, foram contabilizados 131 óbitos. O número representou uma morte a cada 66,8 horas. 

Agora, depois dos 171 dias de 2026, as 61 mortes registradas equivalem a um intervalo médio de aproximadamente 67 horas entre cada ocorrência, praticamente o mesmo índice observado no ano recorde. 

Em 2024, quando os dados oficiais apontaram 86 mortes, o intervalo médio entre os casos foi de 101,8 horas. Já em 2025, houve nova queda, para 73 registros, o equivalente a uma morte a cada 120 horas, ou cinco dias. 

Mesmo assim, as 73 mortes registradas em 2025 permaneceram acima dos números observados em qualquer ano anterior a 2023. O recorde anterior pertencia a 2019, quando a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) contabilizou 70 mortes decorrentes de intervenção policial. 

Os dados oficiais da Sejusp apontam 54 mortes neste ano. Já o levantamento realizado por veículos de imprensa, com base nos registros divulgados pelas forças de segurança, contabiliza 61 casos até este sábado (20).

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