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A energia do Tarô da semana entre 23 e 29 de março. O Mago e o poder de criar a própria realidade.

A semana se abre sob a regência do Mago. E quando essa carta assume o comando, não estamos falando de um período comum, estamos diante de um verdadeiro portal de criação. Aproveite para transformar ideias em ação!

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Nesta semana, o Tarô traz como regente um dos arcanos mais potentes de todo o baralho: o Mago. A carta número 1 dos Arcanos Maiores não apenas inaugura a jornada simbólica do Tarô, como também abre caminhos, internos e externos, para novos ciclos, decisões e manifestações concretas.

E não é por acaso. Existe um chamado silencioso no ar. Um convite para iniciar, agir, transformar.

O Mago indica que algo novo está para começar. E, com este arcano, isso nunca é apenas uma possibilidade, é um potencial real, latente, pronto para ganhar forma.

Logo nas primeiras linhas do Evangelho de João, encontramos uma chave poderosa para compreender a essência desse arcano: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” O Mago é o Verbo. É a palavra que cria. É a intenção que se materializa. É o pensamento que ganha corpo no mundo.

Vivemos um momento que dialoga diretamente com essa energia. Com a entrada do Sol em Áries, teve início o novo ano astrológico, movimentando o campo energético coletivo e trazendo impulso, coragem e iniciativa. Primeiro signo do zodíaco, Áries inaugurou esse ciclo com fogo, ação e pioneirismo. É como se o universo estivesse dizendo: comece agora.

O Mago é o arquétipo da manifestação. Ele não espera. Ele faz. Ele canaliza. Ele transforma. Em sua imagem clássica, uma mão aponta para o céu e a outra para a terra, um gesto que traduz o princípio hermético: “como acima, assim embaixo”. Ele é o elo entre o invisível e o visível, entre o espiritual e o material.

Sobre sua mesa, estão os quatro elementos: a varinha (fogo), a taça (água), a espada (ar) e a moeda (terra). Esses símbolos representam não apenas os elementos da natureza, mas também as dimensões do ser humano: vontade, emoção, pensamento e matéria. Ou seja: tudo o que você precisa, você já tem.

E talvez essa seja a maior mensagem desta semana. Você não precisa esperar por ferramentas externas. Você já carrega dentro de si os recursos necessários para criar a realidade que deseja. Mas existe um detalhe fundamental: consciência.

As palavras que você diz, os pensamentos que cultiva e as crenças que sustenta não são neutros. Eles são forças criadoras. Quer você perceba ou não, tudo o que é repetido internamente ganha força. E tudo o que ganha força tende a se manifestar. Palavras têm poder. Pensamentos são coisas. E intenção é direção. Quando você fala, você cria. Quando você acredita, você potencializa. Quando você age, você materializa.

Não é à toa que práticas como orações, mantras e afirmações existem há milênios. A linguagem é uma ferramenta mágica — no sentido mais profundo da palavra. Ela organiza o caos, direciona energia e dá forma ao invisível.

O Mago nos lembra disso com clareza: a mente é a sua varinha mágica. Mas, não basta desejar. É preciso alinhar pensamento, emoção e ação. Para manifestar, é necessário visualizar. Criar uma imagem mental clara. Sentir, de verdade, a emoção daquilo que se deseja alcançar.

E, então, agir como alguém que já está a caminho dessa realidade. Existe uma frase atribuída a Buda que ecoa perfeitamente essa energia: “É capaz quem pensa que é capaz.” E talvez seja exatamente aí que mora o maior desafio.

Porque, muitas vezes, o que impede a manifestação não é a falta de capacidade, é a presença de dúvida. Crenças limitantes, medos antigos, inseguranças silenciosas. Tudo isso atua como ruído na frequência da criação. O Mago exige confiança. Confiança inabalável. Ele pede que você assuma o protagonismo da sua vida, que reconheça o seu poder pessoal e que pare de terceirizar decisões que são suas.

Ao mesmo tempo, esse arcano também traz um alerta importante: poder sem consciência pode se tornar manipulação. A habilidade de influenciar, persuadir e criar deve ser usada com ética, integridade e responsabilidade. Criar não é controlar o outro. É alinhar-se com o que é verdadeiro.

Outro ponto essencial dessa energia é o desapego. Pode parecer contraditório, mas não é. Para manifestar, é preciso desejar, mas sem se prender ao resultado. É necessário abrir mão do apego ao resultado, mantendo viva a intenção. É confiar no processo. É permitir. É saber que existe um tempo entre plantar e colher e respeitar esse intervalo com fé.

Aliás, fé é uma palavra-chave nesta semana.

Quando Jesus dizia “a tua fé te salvou”, ele falava justamente sobre essa certeza interna, essa convicção profunda que antecede qualquer evidência externa. A fé não é passiva, ela é ativa, criadora, direcionadora. E o Mago opera exatamente nesse campo.

Ele nos lembra que somos cocriadores da nossa realidade. Que existe uma inteligência maior, sim, mas que nós participamos diretamente daquilo que se manifesta em nossas vidas.

Talvez por isso uma das interpretações mais interessantes da palavra “abracadabra” seja: “criarei conforme falo”. Percebe a força disso?

Não é sobre mágica no sentido fantasioso. É sobre consciência aplicada. É sobre energia direcionada. É sobre intenção transformada em ação.

Nesta semana, a influência do Mago também se manifesta na comunicação. Regido por Mercúrio, ele favorece trocas, conversas, ideias, conexões. É um período excelente para iniciar projetos, apresentar propostas, conhecer pessoas, expandir contatos e até abrir espaço para novos romances.

Mas lembre-se: o Mago inicia. Ele acende. Ele abre portas. A continuidade depende de você.

No amor, a energia é de começo, magnetismo e iniciativa. Para quem está solteiro, há grande potencial para conhecer alguém por meio de conversas, trocas e conexões mentais. Aquele tipo de encontro que começa pela palavra e rapidamente ganha intensidade.

O Mago seduz pela inteligência, pelo humor, pela presença. Para quem já está em um relacionamento, é hora de renovar a dinâmica, resgatar o diálogo e criar novas experiências juntos. Só um cuidado: evite jogos, manipulações ou promessas vazias. O que nasce agora precisa de verdade para crescer.

No trabalho e na carreira, este é um dos momentos mais potentes do mês. Ideias surgem com força, soluções aparecem com clareza e você pode se destacar pela criatividade e capacidade de execução. É semana de apresentar projetos, tomar iniciativa, propor mudanças e mostrar do que você é capaz.

Se você busca novas oportunidades, o Mago abre caminhos, mas exige movimento. Nada de esperar: vá atrás, fale, se mostre, se posicione. Sua comunicação será uma das suas maiores aliadas.

No dinheiro, o Mago favorece ganhos a partir de iniciativas próprias, ideias inovadoras e uso inteligente dos recursos disponíveis. Pode ser um bom momento para começar algo novo, pensar em fontes alternativas de renda ou reorganizar sua vida financeira com mais estratégia.

Porém, atenção: evite impulsividade e promessas fáceis. O verdadeiro poder aqui está na consciência e no planejamento aliado à ação.

Talvez você se pegue pensando: “E se eu tivesse poderes mágicos?” A resposta pode ser mais simples do que parece. Você tem. Não uma varinha de condão literal, mas algo muito mais poderoso: mente, intenção, vontade e ação.

Você não é o Aladim. Você é o gênio. E, ao contrário das histórias, não existe limite de pedidos. O que existe é alinhamento. Quando pensamento, emoção e atitude caminham juntos, a manifestação deixa de ser teoria e passa a ser experiência.

Carl Jung descreveu o Mago como o “arquétipo do efeito mágico”. E talvez essa seja a melhor definição possível: a capacidade de causar mudanças de acordo com a própria vontade.

É isso que está disponível para você agora.

Uma semana de potência criativa. De inícios. De ideias que surgem quase como insights. De caminhos que se abrem quando você decide agir. Por isso, mais do que perguntar “o que vai acontecer?”, talvez a pergunta mais poderosa desta semana seja: “O que eu quero fazer acontecer?” Porque o Mago não prevê. O Mago realiza.

Aproveite esse período para iniciar, experimentar, ousar. Use sua inteligência, sua intuição e sua sensibilidade. Confie nos seus recursos. Confie na sua capacidade. E, principalmente, confie em você. Porque, se existe uma verdade que o Mago insiste em repetir, é esta: tudo o que você precisa já está ao seu alcance. Agora é com você. Abracadabra.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Pet Correio B+

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa

Cães do Patinhas Urbanas viram estrelas do futebol em um álbum de figurinhas autocolantes inspirado na Copa do Mundo

27/06/2026 15h00

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa Foto: Vanessa Sallesaro

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Enquanto os craques disputam a Copa do Mundo de 2026, uma seleção de quatro patas também entrou em campo. Na Zona Norte de São Paulo, os alunos da creche Patinhas Urbanas foram escalados para defender posições como goleiro, atacante, artilheiro, lateral, capitão e até técnico.

O resultado da convocação virou um álbum de figurinhas autocolantes inspirado nos tradicionais álbuns da Copa, que será entregue aos tutores como lembrança da programação especial promovida durante o Mundial.

Para dar vida ao projeto, os cães participaram de um ensaio fotográfico temático realizado pela fotógrafa Vanessa Sallesaro, do perfil Fotografia de Cães, e receberam posições de acordo com suas características e personalidade.

Os mais velozes viraram atacantes, os atentos assumiram a meta como goleiros, enquanto os líderes das brincadeiras ganharam a faixa de capitão. Cada pet passou a integrar oficialmente a "Seleção do Patinhas", em uma brincadeira que une criatividade, enriquecimento ambiental e interação com as famílias.

"A Copa do Mundo desperta um clima de união e diversão. Queríamos trazer esse universo para os nossos alunos de forma lúdica e criar uma recordação especial para os tutores. O álbum de figurinhas transforma cada cachorro em um verdadeiro craque da nossa seleção", afirma Daniel Navarro, administrador e sócio do Patinhas Urbanas.

Além do álbum de figurinhas, a Copa do Patinhas inclui uma série de atividades temáticas ao longo do torneio. Os cães participam de partidas adaptadas de futebol, usam bandanas da Seleção Brasileira e interagem em brincadeiras planejadas para estimular movimento, socialização e gasto de energia, sempre respeitando o perfil e os limites de cada animal.

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da CopaSeleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa - Foto: Vanessa Sallesaro

A programação também contempla ações voltadas ao bem-estar dos pets durante o período de jogos. A equipe realiza um trabalho de dessensibilização aos sons de fogos, buzinas, gritos e comemorações, ajudando os cães a enfrentarem com mais tranquilidade os ruídos comuns durante as partidas.

Segundo Daniel Navarro, o treinamento é realizado de forma gradual, associando os sons a experiências positivas. "Nosso objetivo é reduzir o estresse e preparar os cães para esse período de maior movimentação. O trabalho também contribui para outras épocas do ano, como as festas de fim de ano, quando os ruídos costumam ser ainda mais intensos."

Durante o Mundial, o Patinhas Urbanas também oferece hospedagem para cães em ambiente climatizado e com isolamento acústico, proporcionando uma alternativa para famílias que buscam um local tranquilo para os pets nos dias de maior agitação.

Cinema Correio B+

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z

Nova comédia de Mindy Kaling se torna um dos maiores sucessos da Disney ao transformar ansiedade profissional e amizade em entretenimento viciante

27/06/2026 14h00

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z Foto: Divulgação

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Quando Inapropriados para o Trabalho estreou na Disney, a comparação com Friends pareceu inevitável. Um grupo de jovens adultos, vivendo em Manhattan, tentando equilibrar carreira, romances e a descoberta de quem realmente são.

A crítica americana, aliás, reagiu inicialmente com certo ceticismo, acusando a série de ser apenas uma versão atualizada e mais diversa da clássica sitcom dos anos 1990. O público, porém, viu algo diferente. E talvez tenha razão.

Criada por Mindy Kaling, Inapropriados para o Trabalho é, na verdade, a conclusão natural de uma trilogia informal iniciada por Eu Nunca... e continuada por A Vida Sexual das Universitárias: a tentativa de compreender como cada geração vive sua própria crise de identidade.

Se as protagonistas anteriores estavam descobrindo quem eram na adolescência e na universidade, agora chegou a vez da fase mais assustadora de todas: a entrada na vida adulta.

A série acompanha cinco jovens profissionais vivendo em Nova York, tentando equilibrar carreiras exigentes, relacionamentos instáveis e a permanente sensação de que todos os outros parecem saber exatamente o que estão fazendo.

AJ Pascarelli, interpretada por Ella Hunt, é uma jovem ambiciosa do mercado financeiro que rapidamente descobre que competência profissional não garante felicidade.

Abby, vivida por Avantika, tenta conciliar expectativas familiares, vida amorosa e ambições pessoais. Ao lado de Davis, Josh e Kel, elas formam um grupo que funciona menos como um conjunto de protagonistas e mais como uma família improvisada, construída a partir da amizade e da vulnerabilidade compartilhada.

É justamente nessa dinâmica que aparece a assinatura mais característica de Mindy Kaling. Como em The Mindy Project, Eu Nunca... e A Vida Sexual das Universitárias, suas personagens vivem permanentemente divididas entre quem acreditam ser, quem desejam ser e quem o mundo espera que elas sejam.

Seus romances são desastrosos, suas carreiras frequentemente decepcionantes e suas decisões, muitas vezes, profundamente questionáveis. Mas Kaling sempre compreendeu que a comédia nasce menos do sucesso do que da tentativa desesperada de parecer bem-sucedido.

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração ZInapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z - Divulgação

A recepção da crítica americana foi curiosa. Muitos críticos consideraram a série excessivamente familiar, apontando semelhanças com outras comédias de grupo ambientadas em Nova York.

Os elogios, no entanto, foram praticamente unânimes quando o assunto era a química do elenco e a habilidade de Kaling para criar personagens instantaneamente reconhecíveis e humanos.

O público, entretanto, respondeu de forma completamente diferente. Inapropriados para o Trabalho rapidamente se transformou em um dos maiores sucessos recentes da Disney, impulsionada principalmente pelas redes sociais e pela identificação de espectadores que talvez nunca tenham assistido a um episódio de Friends, mas reconhecem perfeitamente a ansiedade de viver em uma geração que exige sucesso profissional, realização amorosa e estabilidade emocional — tudo ao mesmo tempo.

Talvez seja cedo para afirmar que Inapropriados para o Trabalho será a Friends desta geração. Pouquíssimas séries conseguem sobreviver ao teste do tempo. Mas existe algo revelador no fato de que milhões de espectadores tenham escolhido acompanhar justamente uma história sobre jovens adultos que não fazem ideia do que estão fazendo.

No fim das contas, talvez essa sempre tenha sido a verdadeira fórmula de Friends. Nunca foi apenas sobre seis amigos vivendo em Nova York. Era sobre a reconfortante descoberta de que ninguém sabe realmente como se tornar adulto. E Inapropriados para o Trabalho entendeu isso perfeitamente.

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