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Diálogo

A onda de furtos de materiais metálicos ganhou mais um alvo em... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (4)

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Arthur Schopenhauer - Filósofo alemão

"A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos”.

FELPUDA

A onda de furtos de materiais metálicos ganhou mais um alvo em Campo Grande: os hidrômetros antigos. Depois de “produtos” com cobre, alumínio, latão e bronze, agora os equipamentos de medição de água também entraram na mira dos criminosos. O problema é que as ações já não são apenas durante a madrugada. Segundo moradores, os furtos estão sendo praticados também à luz do dia, em diferentes regiões da cidade, aumentando a sensação de insegurança e impotência diante da escalada das ocorrências. Quem tem os cavaletes com os aparelhos fora das residências, que tome muito cuidado.

Reprodução

 

A partir de 2027, fãs dos Beatles poderão acessar um destino mais do que exclusivo. O prédio em que a banda fez sua última apresentação pública antes de se separar, localizado na Savile Row, número 3,  que terá seus sete andares ocupados por exposições rotativas. Tombado como patrimônio histórico, o prédio foi uma das primeiras sedes da empresa da banda, a Apple Corps Ltd, e serviu como principal base de trabalho dos Beatles nos seus anos finais — foi lá que eles gravaram seu último álbum juntos, Let It Be. O museu, oficialmente intitulado The Beatles at 3 Savile Row, irá reunir diversos objetos que marcaram a trajetória do grupo, materiais de arquivo inéditos, uma loja com produtos oficiais licenciados e uma recriação do estúdio original onde Let it Be foi gravado. Detalhes das exposições ainda não foram revelados, mas, segundo McCartney, o museu promete uma experiência completa. Apesar de terem se separado em 1970, os Beatles mantiveram o controle do prédio até 1976, quando ele foi vendido. Em 2025, o local foi comprado de volta.

Pimpa Arruda Pimpa Arruda - Foto: Studio Vollkopf

 

Thayene Aguilera Thayene Aguilera - Foto: Arquivo Pessoal

Fagulhas

Na avaliação de políticos mais antenados, o PL precisará ampliar sua base de alianças para sustentar pré candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Nos bastidores, a análise é de que o PT intensifica ataques para desgastar o projeto eleitoral do liberal, especialmente após as discussões envolvendo o Banco Master. A leitura é que o senador dependerá de mais apoio para fortalecer sua estratégia e enfrentar as narrativas da esquerda. Resta esperar para ver.

Voos

Amigo de longa data do ex-presidente Jair Bolsonaro, o primeiro suplente a senador Tenente Portela, vice-presidente do PL, continua prestigiado. A sua filha Ana Portela, vereadora de Campo Grande, assumiu a presidência do PL Mulher de Mato Grosso do Sul. Em 2024, Ana foi eleita com apoio de Bolsonaro e,nessa esteira de amizade do seu pai, tentará conquistar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Homenagem

Os vereadores aprovaram projeto de lei que dá o nome de Praça Juvêncio César da Fonseca ao espaço público situado na Vila dos Ferroviários. A área é delimitada pela Avenida Euler de Azevedo e pelas ruas Clodoaldo Hugueney Sobrinho, Isidoro Grinfelder e Padre Valentim. De autoria do vereador Ronilço Guerreiro, a proposta presta homenagem ao ex-vereador, ex-prefeito de Campo Grande e ex-senador Juvêncio César, reconhecido por sua trajetória na política sul-mato-grossense.

ANIVERSARIANTES 

Francisco Bertoncelo Neto;
Sylvia Odinei Cesco da Silva;
Dr. Marcelo Pedra Tognini;
Angela Soares Holzmann;
Ricardo Malta;
Cléa Marques de Sousa;
Dinorah Aguiar Nogueira;
Francisco Cezário de Oliveira;
Milton José de Paula;
Neli Alle Tavares;
Paulo Sidney de Freitas;
Roberto Roman Rasakis Borgonha;
Dra. Vitória Leda Branches Formighieri;
Rafael Petinari;
Maria de Lourdes Goulart;
Albenah Garcia Filho;
Antonio Facholli;
Patricia Simone Bernardo Ezequiel;
Neusa Oshiro;
Zilá Araújo Philbois;
Evelyse Ferreira Cruz Oyadomari;
Nelson Sulzer;
Dr. Justiniano Barbosa Vavas;
Martha Fernandes Dias Tomazoni;
Maria Margarida Ferreira Morais Flor;
César Augusto Progetti Paschoal;
Elias Antônio Polese;
Aderli Lappe do Prado;
Jorge Duran Dantas;
Maria Carmen Aral;
Silvia da Costa Frias;
Gilson Rodrigues das Neves;
Magno da Costa Justino;
Gustavo Costa Fico;
Mirthô Villas Boas Braga;
Abel Vieira de Melo (Maurício);
Lucimara Vitor;
Maria Helena Guimarães Bachi;
Eva Regina Ferreira de Britto;
José Ferreira de Menezes Filho;
Ivone Amâncio Bezerra de Souza;
Pedro Deodato Manvailler;
Fátima das Graças Vaz Vilela;
Roberto Fernandes Martins;
Dr. Sérgio Lopes Padovani;
Moacir Freitas;
Antônio João de Jonas;
Lucas Mesquita Ribeiro;
David Jose Medalha;
Nádia Maria de Arruda;
Marcelo de Castro Fernandes;
Carlos Pereira de Oliveira;
Joaquim Francisco Costa;
Waldir Rosa e Silva;
Márcio Luiz Cardoso;
Amélia do Nascimento;
Leila Dittmar Raghiant;
Damião Pedro Pinheiro;
Aparecido Alves de Oliveira;
Antônio Carlos Medeiros Rodrigues;
Ana Maria de Oliveira e Souza;
Thiago Augusto de Oliveira;
Ivahir Luiz de Campos;
Fernando Paciello Junior;
Nathália Pontes de Souza;
Edgard Marinho;
Solange Amaral Conde;
Cassius Marcelus da Cruz Bandeira;
Ana Maria Rezende;
Sílvia Helena Corrêa;
Pedro Henrique Pontes;
Emmanuel Mitidiero;
Marcelo Inácio de Souza;
Odmar Mathias;
Dilson Rodrigues de Abreu;
Hércules Arce;
Ermelia Schick Mariano;
Tatiana da Silva Gimenes;
Nelson Alves Rodrigues;
Daniel Oliveira;
Iris Salgado Silva;
Cassius André Arzamendia;
João Batista de Freitas;
Sidnei Souza de Oliveira;
Poliana Flôres;
Roberta Cáceres da Silva;
Sueli Barreto Silva;
José Roberto Felippe Arcoverde;
Waldivino Sampaio;
Maurio Cesar Bencice;
Dr. Eric Augusto Guerra Abid;
Silvia Cristina Alves Dias;
Érica Valente;
Paulo Renato de Oliveira Barbosa;
Ernisio Del Carlo Pereira;
Lilian Missae Hoshino Yokoyama;
Sirlene Mendes Sugiura;
Angelita Maas;
Andressa Dias Pavim;
Edna Bacarji Jardim;
Renato Augusto de Mello Couto;
Mariane Vieira Rizzo;
Rafael Coimbra Jacon;
Celso Roberto Villas Boas Oliveira Leite;
Graziela Eilert Barcellos;
Tatiana Boschetti Medeiros;
Lindaura de Abreu Bonelli;
Alexandra Lima Wink;
Loriana Ágata Potrich.

Diálogo

Em Mato Grosso do Sul, a classe política rói as unhas e toma... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (3)

03/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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José Saramago - escritor português

"As palavras proferidas pelo coração não tem língua que as articule, retém-nas um nó na garganta e só nos olhos é que se podem ler”.

FELPUDA

Em Mato Grosso do Sul, a classe política rói as unhas e toma baldes de chá de camomila à espera da lista que o ex-presidente Jair Bolsonaro deverá divulgar com o nome abençoado para a disputa ao Senado. O ungido, se eleito, desfrutará oito anos na chamada de “casa do céu”, por razões nada espirituais. De lá, poderá flutuar entre articulações partidárias, circular com desenvoltura no empresariado e alcançar projeção política nacional e até internacional. Afinal, poucos cargos oferecem tanto poder, visibilidade e influência em altitude tão confortável. Está explicado...

Diálogo

Disputa

O vereador Marcos Trad e a ex-deputada Rose Modesto continuam de lados opostos e vão, mais uma vez, brigar para conquistar uma das oito cadeiras na Câmara Federal. Mas o embate não deverá parar por aí, conforme o que se ouve nos bastidores. 

Mais

Confronto ainda maior está previsto para 2028, quando Adriane Lopes encerrará o mandato. A dupla, que em 2016 se enfrentou pelo comando da Prefeitura de Campo Grande, estaria com sérias intenções de lançar seus nomes à eleição.

Diálogo Anagildes de Oliveira e Vera Ota de Oliveira - Foto: Studio Vollkopf

 

Diálogo Elisa Abreu Castanheira - Foto: Arquivo Pessoal

Cenário

A realidade é uma só: no campo da direita, a disputa pela vaga ao Senado entra na reta decisiva das convenções de junho, com o PL tentando evitar aventuras eleitorais. A avaliação das lideranças é simples: a segunda vaga precisa ser destinada a quem realmente tenha chances concretas de vitória. Até agora, porém, o cenário é dominado por uma guerra de vaidades de pré-candidatos que se dizem ungidos por Bolsonaro.  

Na mira

Quem está sendo alvo de pedido de cassação é o deputado do PT José Orcírio. O motivo? É acusado de quebra de decoro parlamentar por ter mandado recado para o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) de que ele iria apanhar. O vereador de Paranaíba Sindoley Moraes encaminhou à Assembleia de MS a solicitação para que seja aplicada a sanção ao petista. O parlamentar da esquerda deu “xilique” quando da votação de uma moção de apoio à vereadora petista Eliete Tel, acusada de agressão a Rodolfo durante evento em Mundo Novo.

Ameaça

Como a proposta não teve aprovação dos deputados, Orcírio começou a bradar no plenário, dizendo o seguinte: “Na próxima, ele vai apanhar”, e continuando, disse que “tem que apanhar para deixar de ser “gordinho do Bolsonaro”. O vereador Sindoley, em sua justificativa para apresentação do pedido de cassação, salientou que tal posicionamento do petista ultrapassa o limite do debate político, além de incentivar a hostilidade contra adversários, lembrando que o ambiente democrático exige respeito.

ANIVERSARIANTES

Graziela Branco Calegaro;
Dr. Vadis Inácio Pelizza;
Milton Luis Ferraz Duarte;
Denilson Nantes (Secreta);
Manoel Henrique Caseiro;
Abigail Pereira da Rosa;
Marcos Higa;
Ronaldo Antônio da Silva;
Antônio Parron Aranda;
Orieta Moraes da Silva;
Anizio Pereira Tiago;
Dr. Abrahão Malulei Neto;
João Leite Schimidt;
Dr. Fábio Kanomata;
Jader Mussato;
Geraldo Ruiz Saverio;
João Romero;
Roberto Knorr;
Olga Cabrera Bruschi;
Adir Freitas Loureiro;
João Sergio da Silva Machado;
Sílvia Regina Gamarra;
Diego Braga;
Giovanna dos Santos Medeiros Cavol;
Dra. Fernanda Triglia Ferraz de Freitas;
Laci Maria Rondon Hildebrand Avila;
Roberto Nascimento Oliveira;
Danielle Kato;
Flavio Felix de Jesus;
José Ferreira de Almeida;
Renan Jara Benides;
Waldemiro Rodrigues de Vasconcellos;
Zana Gregorio Zaidan;
Amauri Gama;
Luisa Aparecida Cavalheiro de Lima;
Emerson Eltern Guardacioni;
Jade Prates Amarilha;
Janine de Souza Fernandes Carneiro;
José Luiz Estigarribia Ferreira;
José Maria Marques da Silva;
Mariana Curado Coppola;
Maria Glória de Arruda Campos;
Sandra Regina de Oliveira Regis;
Tassia Gonçalves Fernandes;
Flávio da Cunha Vianna;
Clotilde Chamorro;
Emerson José Santos de Souza;
Dalva Ramos Souza;
Sérgio Roberto Carvalho de Souza;
Olavo de Oliveira Júnior;
Maria Irene de Souza Zardo;
Waldir Basílio de Lima;
Juarez Marques Batista;
Danielle Inamine;
Fábio Anderson Ribeiro Sampaio;
Doris de Aquino Rebouças;
Marlene Passos da Silveira;
Clotilde Benites;
Jorge Henrique da Silva;
Maria Auxiliadora Carvalho de Almeida;
Eliana Gomes de Souza;
Maria Lúcia Antunes;
Marcelo de Souza Gameiro;
Dr. Fernando de Carvalho;
Dr. Welmar Pereira da Silva;
Meire Cristina de Souza Silva;
Frederico Menezes;
Elza Ferreira;
Pedro Corrêa da Costa;
Meire Viana;
Antônio Carlos Rubini;
Carlos Rubens de Oliveira;
Ivon Honorato de Souza;
Luis Carlos Cardoso;
Maruia dos Santos Tavares;
Mário Coelho;
Fernando Tadeu Carneiro de Carvalho;
Gustavo Davi Gonçalves;
Clotilde Marques;
Sérgio Vasconcelos Leal da Costa;
Mauro Benante;
Algacir Fernando da Silva Torres;
Ana Lúcia Brito Padilha;
Paulo Magno Vedovato;
Guilherme Quaresma Thielmann;
Sirlei Clotilde Martins Ferrarezi;
Andréia Tanielly Nunes;
Ivone Maria Rodrigues Romero;
Ricardo Pavão Pionti;
Karla Karolynne Arar Bacarji;
Márcio Jean Hiroshi Iwata;
Sandra Maria Hill Allaman de Rezende;
Edson Hideki Akamine;
Antônio José Santi Filho;
Agenor de Padoa Melo;
Cristiana Ribeiro de Matos de Moura Fé;
Juscelino Ribeiro;
Arielle Oliveira;
Basilio Santana de Oliveira;
Manuel Antonio Esteves Franco;
Jorge Andrade Vasconcellos;
Nilda Cristiane Diniz Pereira.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Competição

Prêmio Onça Pintada da Dança MS reúne artistas internacionais no Estado

Campo Grande recebe a 10ª edição do Prêmio Onça Pintada da Dança MS, um dos maiores festivais do Centro-Oeste, que reúne bailarinos, grupos, companhias, diretores e coreógrafos de estados e países vizinhos

02/06/2026 08h30

Haroldo Xavier

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Começa amanhã e segue até domingo a 10ª edição do Prêmio Onça Pintada da Dança MS – Mostra Internacional de Mato Grosso do Sul. Considerado um dos principais eventos do segmento na Região Centro-Oeste, o festival reúne bailarinos, grupos, companhias, diretores e coreógrafos de diferentes estados brasileiros e países vizinhos no Teatro Glauce Rocha, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

A celebração marca uma década de trajetória de um projeto que se consolidou como referência na promoção da dança, no intercâmbio cultural e na formação artística. A iniciativa é coordenada por Neide Garrido e conta com aprovação pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), além do apoio do Ministério da Cultura e do governo federal.

Ao longo de cinco dias, o público poderá acompanhar apresentações de diferentes estilos e linguagens da dança, além de atividades formativas, cursos, vivências e oficinas voltadas a profissionais, estudantes e apaixonados pela arte do movimento.

INTERNACIONAL

A edição deste ano reforça o caráter internacional do evento ao reunir representantes de diversas cidades de Mato Grosso do Sul e também de outros estados brasileiros e países vizinhos.

Entre os municípios sul-mato-grossenses participantes estão Dourados, Corumbá, Aquidauana, Três Lagoas, Nova Andradina, Maracaju, Sidrolândia e Ponta Porã. O festival também recebe grupos vindos do Paraguai e da Argentina, além de delegações de Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal.

A diversidade de origens e experiências transforma o Prêmio Onça Pintada da Dança MS em um importante espaço de encontro entre culturas, permitindo que artistas compartilhem técnicas, repertórios e visões sobre a dança contemporânea.

Mais do que uma competição, o evento tem como proposta fortalecer a circulação artística e criar conexões entre profissionais de diferentes regiões, contribuindo para o desenvolvimento da dança no Estado e no Brasil.

DIVERSIDADE ARTÍSTICA

Em sua 10ª edição, a competição reúne dançarinos nas categorias solo, duos, trios e conjuntos - Foto: Haroldo Xavier

Um dos pontos altos da programação é a Mostra Competitiva, que reúne trabalhos avaliados por uma banca formada por mestres e professores reconhecidos nacionalmente.

As apresentações contemplam diversas modalidades, entre elas: ballet clássico de repertório; ballet neoclássico; dança contemporânea; jazz; estilo livre; danças urbanas; danças populares.

A programação também inclui uma Mostra Paralela, ampliando as oportunidades de participação e valorizando diferentes propostas artísticas.

Os trabalhos serão avaliados com base em critérios como técnica, interpretação artística e impacto coreográfico. O objetivo é reconhecer a qualidade dos grupos participantes sem perder de vista o caráter educativo e formativo que acompanha o festival desde suas primeiras edições.

Uma das características que diferenciam o Prêmio Onça Pintada da Dança MS é o retorno oferecido aos participantes. Além das avaliações convencionais, os jurados encaminharão comentários em áudio, em tempo real, para os diretores dos grupos.

A iniciativa permite que professores e coreógrafos recebam observações detalhadas sobre os trabalhos apresentados, favorecendo processos de aprimoramento artístico e pedagógico.

CATEGORIAS

A pluralidade também está presente nas categorias do festival. As apresentações serão divididas entre infantil, juvenil, júnior, adulto e 40+, permitindo a participação de artistas em diferentes fases da vida.

Entre os destaques desta edição está justamente a categoria 40+, criada para valorizar bailarinos e bailarinas que seguem atuando na dança após os 40 anos de idade.

A proposta acompanha uma tendência observada em diversos festivais nacionais e internacionais, que buscam ampliar a representatividade e reconhecer trajetórias construídas ao longo de décadas.

A categoria reforça a ideia de que a dança não está limitada à juventude e pode ser vivenciada em diferentes momentos da vida, seja de forma profissional, artística ou como expressão pessoal.

As coreografias poderão ser apresentadas em diferentes formatos: solos; duos; trios; conjuntos.

A variedade de formações amplia as possibilidades criativas e permite que grupos de diferentes portes participem da programação.

PROGRAMAÇÃO

A programação artística foi organizada para contemplar as diversas modalidades presentes no festival.

Na quinta-feira, a partir das 15h, acontecem as apresentações de dança contemporânea, danças urbanas, jazz e estilo livre nas categorias júnior e adulto.

Já na sexta-feira, também às 15h, o palco será ocupado pelas performances de ballet de repertório, ballet neoclássico e clássico livre, igualmente nas categorias júnior e adulto.

No sábado, a programação inclui danças populares nas categorias júnior e adulto, além das apresentações de todas as modalidades para as categorias infantil, juvenil, adulto e 40+.

O encerramento ocorre no domingo, às 9h, com a cerimônia de premiação e a tradicional Gala dos Premiados, momento que reúne os destaques da edição em uma apresentação especial.

FORMAÇÃO ARTÍSTICA

Além das apresentações e competições, o Prêmio Onça Pintada da Dança MS investe fortemente na formação de artistas e profissionais do setor.

Durante o festival serão promovidos cursos, vivências e masterclasses voltados para bailarinos, professores, diretores e coreógrafos.

Essas atividades possibilitam contato direto com profissionais experientes, atualização técnica e troca de conhecimentos entre participantes de diferentes regiões.

INCLUSÃO

Nesta edição, o festival amplia seu compromisso social por meio da oficina inclusiva Movimento sem Barreiras – Dança como Inclusão. A atividade foi criada para atender pessoas com comprometimentos físicos e intelectuais, além de professores, monitores e famílias atípicas.

A proposta busca demonstrar como a dança pode ser utilizada como ferramenta de inclusão, desenvolvimento motor, comunicação e fortalecimento de vínculos sociais.

A iniciativa também dialoga com debates contemporâneos sobre acessibilidade e democratização do acesso à cultura, ampliando o alcance social do festival.

OPORTUNIDADES

Além das premiações tradicionais, o Prêmio Onça Pintada da Dança MS oferece oportunidades que podem impactar diretamente a formação e a carreira dos participantes.

Entre os benefícios anunciados estão bolsas de estudo, workshops, vivências profissionais e intercâmbios artísticos em instituições e festivais reconhecidos nacional e internacionalmente.

As premiações incluem oportunidades com nomes e organizações do universo da dança, como Adriana Assaf, Cristina Cará, Grupo Raça, Festival Internacional de Dança de Goiás, Festival de Dança Mercosul, além de projetos de formação em São Paulo, Joinville e Argentina.

Também serão oferecidas experiências profissionais, cursos on-line, bolsas integrais e vouchers voltados ao aperfeiçoamento técnico dos bailarinos participantes.

>> Serviço

10º Prêmio Onça Pintada da Dança MS – Mostra Internacional de MS

Data: De amanhã até domingo; 
Local: Teatro Glauce Rocha, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS);
Ingressos: disponíveis pela plataforma Sympla.

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