Correio B

SAÚDE ANIMAL

Alimentação natural pode reduzir doenças renais em animais de estimação

Animais alimentados exclusivamente com ração seca e que não compensam com ingestão de água podem estar mais suscetíveis à desidratação leve crônica, alerta especialista

Continue lendo...

A hidratação adequada é um dos pilares da saúde de cães e gatos e sua negligência pode ter consequências sérias. Estudos e diretrizes internacionais apontam que a baixa ingestão de água está diretamente associada ao aumento da sobrecarga renal em pets, um fator de risco importante para o desenvolvimento e o agravamento de doenças renais crônicas, condição comum especialmente em animais mais velhos.

Segundo recomendações da International Renal Interest Society (Iris), referência mundial em nefrologia veterinária, manter níveis adequados de hidratação é essencial no manejo da doença renal crônica. Isso ocorre porque os rins dependem de um fluxo contínuo e suficiente de água para filtrar toxinas, equilibrar eletrólitos e garantir o bom funcionamento do organismo.

Quando esse consumo é insuficiente, a urina tende a ficar mais concentrada, o que aumenta o esforço dos rins para eliminar resíduos metabólicos. Com o tempo, essa sobrecarga pode contribuir para o desgaste do órgão e o agravamento de quadros clínicos já existentes.

ALIMENTAÇÃO COMO ALIADA

Embora muitos tutores associem a hidratação apenas ao consumo direto de água, a alimentação tem um papel igualmente relevante nesse processo. De acordo com a médica veterinária Iana Furtado, dietas com maior teor de umidade – como a alimentação natural ou rações úmidas – ajudam a complementar a ingestão hídrica ao longo do dia.

“Esse aporte amplia o consumo total de líquidos, ajudando a manter a urina mais diluída e reduzindo a sobrecarga sobre os rins. Quando o pet consome apenas alimentos secos, ele precisa compensar essa falta de umidade bebendo mais água”, explica.

Na prática, isso significa que animais alimentados exclusivamente com ração seca podem estar mais suscetíveis à desidratação leve crônica, caso não aumentem espontaneamente o consumo de água.

Já aqueles que recebem alimentos naturais ou úmidos conseguem ingerir parte significativa da água por meio da própria alimentação, o que favorece o equilíbrio fisiológico.

PROBLEMA SILENCIOSO

A doença renal crônica é uma das condições mais comuns em cães e, principalmente, em gatos idosos. Seu desenvolvimento costuma ser lento e silencioso, com sintomas que podem passar despercebidos pelos tutores nas fases iniciais.

Entre os sinais mais frequentes estão aumento da sede, maior volume de urina, perda de apetite, emagrecimento e apatia. Em estágios mais avançados, o quadro pode evoluir para vômitos, desidratação severa e alterações neurológicas.

Por isso, além da hidratação, o acompanhamento veterinário regular é fundamental para o diagnóstico precoce e o controle da doença.

ROTINA ALIMENTAR

Para estimular a ingestão de líquidos de forma natural, alguns alimentos podem ser incorporados à dieta, mas sempre com orientação profissional. A veterinária destaca que proteínas leves, legumes e frutas com alto teor de água podem contribuir para a hidratação.

Entre os vegetais indicados estão abobrinha e chuchu, que têm boa quantidade de água e são de fácil digestão. Já as proteínas podem ser oferecidas levemente resfriadas, o que também ajuda a tornar a refeição mais atrativa, especialmente em dias mais quentes.

No caso das frutas, algumas opções são naturalmente hidratantes e seguras para cães, como melancia, melão, morango, pera e maçã. No entanto, é essencial retirar sementes e caroços antes de oferecer.

Por outro lado, há frutas que devem ser evitadas por apresentarem potencial tóxico para os pets. Entre elas estão uva, carambola, açaí e abacate (principalmente casca e caroço), que podem causar desde distúrbios gastrointestinais até complicações mais graves.

A introdução de novos alimentos na dieta dos pets deve sempre ser feita de forma gradual. Quando combinada à ração comercial, a recomendação é iniciar com cerca de 10% a 20% da refeição composta por alimentos naturais, aumentando essa proporção ao longo de 7 a 14 dias.

Esse processo é importante para evitar desconfortos digestivos e permitir que o organismo do animal se adapte à nova dieta.

Além disso, cada pet tem necessidades específicas, que variam de acordo com idade, peso, raça e condições de saúde. Por isso, qualquer mudança alimentar deve ser orientada por um médico veterinário.

ESTRATÉGIAS

Para muitos tutores, fazer com que o pet beba mais água pode ser um desafio. No entanto, pequenas adaptações na rotina podem tornar esse processo mais fácil e até divertido.

É importante sempre garantir a oferta de água aos petsÉ importante sempre garantir a oferta de água aos pets - Foto: Freepik

Uma alternativa prática é oferecer cubos de frutas geladas, como melancia ou melão, que funcionam como petiscos refrescantes. Outra opção são as forminhas de gelo nutritivas, preparadas com frutas ou proteínas batidas com água ou iogurte natural sem açúcar.

Também é possível preparar picolés caseiros específicos para pets, utilizando caldo de carne sem sal e sem temperos ou iogurte natural como base. Essas opções ajudam a aumentar a ingestão hídrica de maneira lúdica, especialmente em períodos de calor.

Apesar das estratégias complementares, a oferta de água limpa e fresca continua sendo indispensável. O ideal é disponibilizar mais de um recipiente pela casa e manter os potes sempre higienizados, estimulando o consumo ao longo do dia.

Alguns animais também preferem água corrente – nesse caso, fontes específicas para pets podem ser uma alternativa interessante para incentivar a hidratação.

Diálogo

Certa candidata estaria "se achando que só", julgando ser o suprassumo...confira na coluna de hoje

Confira a coluna desta segunda-feira (7)

07/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

Continue Lendo...

Millôr Fernandes, escritor brasileiro

“Democracia é quando eu mando em você; ditadura é quando você manda em mim.”

FELPUDA

Certa candidata estaria “se achando que só”, julgando ser o suprassumo da política de direita. Curiosamente, porém, não estaria fazendo muita questão de colocar nos santinhos os candidatos a presidente, governador e Senado, que poderiam reforçar essa imagem.

A estratégia já teria acendido o sinal vermelho no QG. Afinal, campanha não costuma ser lugar para esconder aliados que ajudam a somar votos. Ficar com a onda sem carregar a prancha parece estratégia um tanto ousada e fora de propósito. Política, definitivamente, não é para amadores.

Diálogo

“Abraçado”

Nos bastidores, há quem afirme que o senador Nelson Trad Filho passou a ser tratado como o nome do grupo político que reúne o governador Eduardo Riedel, Reinaldo Azambuja e a senadora Tereza Cristina para disputar a Prefeitura de Campo Grande em 2028.

Mais

Ao abrir mão da reeleição ao Senado, Trad acabou sendo “abraçado” pelas principais lideranças do grupo. O gesto político já sinaliza que seus olhos começam a mirar novamente o Paço Municipal. Afinal, em política, 2028 já começou faz tempo.

DiálogoTatyane Figueiredo Gameiro, que hoje inaugura a casa dos "enta" / Arquivo Pessoal

Haja água

Com esse sol de quase 40°C, os deputados estão suando a camisa, literalmente, na corrida atrás de votos. Muitos dividem tempo entre as sessões legislativas e o corre-corre pelos municípios, tentando conquistar o eleitorado. É estrada, aperto de mão, conversa, evento e muita disposição para cumprir a agenda eleitoral. O problema é que, com o calor castigando, não basta abastecer o carro: é preciso também abastecer o próprio organismo.

DiálogoDra. Maria Clara Couto / Foto: Pedro Shimith

Suspense

Quem deve estar roendo as unhas de preocupação é o ex-deputado e ex-conselheiro do TCE-MS Jerson Domingos. O TRE-MS está analisando o registro de sua candidatura a deputado estadual, enquanto o Ministério Público se posicionou contra a concessão do registro em razão de questões judiciais que pesam sobre o ex-parlamentar. Durante o julgamento, um dos juízes eleitorais pediu vista do processo, interrompendo temporariamente a análise. Com isso, a decisão ficou para depois e o suspense aumentou nos meios políticos.

Direto

Em Chapadão do Sul, o famoso “juridiquês” começa a ganhar um adversário: a linguagem simples. O juiz Silvio Prado passou a incluir nas sentenças um resumo em linguagem acessível antes da tradicional fundamentação jurídica. Em recente ação de usucapião, por exemplo, o magistrado explicou de forma direta que uma viúva de 75 anos teve reconhecido o direito à propriedade de um imóvel onde vive desde 1999.

Aniversariantes

  • Tatyane Figueiredo Gameiro
  • Dr. Wildes Aquino de Figueiredo
  • Aruaque Fressato Barbosa
  • Renato Pieretti Câmara
  • Dr. Rodolfo Rodrigues Toniasso
  • José Ricardo Paula Lima Nunes da Cunha
  • Luiz Antonio Craveiro
  • Walter Wainer Ferreira Brandão
  • Andre Fernandes Santos
  • Maria Aparecida Yassumoto
  • João Resende
  • Elide Rigon
  • Regina Leon
  • Antonio Independente de Oliveira
  • Elzira dos Santos Nascimento
  • Donizete da Rocha Benites
  • Fabiane Luci Bisognim
  • Jesus Alfredo Ruiz Sulzer
  • Carlos Alfredo Soares da Costa
  • Volmir Biasibetti
  • Janaína Boza
  • Esther Sousa de Oliveira
  • Milena Teodorowic Reis
  • Arildo Aguirre Aristimunho
  • Vânia Tereza dos Santos Nascimento
  • Marlene Tomico Tomari
  • Mário Sérgio Almeida
  • Sivaldo Arruda
  • Walter Antonio Romanini
  • Miguel Antonio Ribeiro da Cruz
  • Cleusa Micheloni
  • Paulo Henrique Moslaves Teixeira
  • Maria Conceição da Cruz dos Santos
  • Carolini Taniguchi Belliard
  • Thiago Vinicius Ribeiro
  • Maria Aparecida Fernandes Mansilha
  • Valmir Otílio da Silveira
  • Dimas Alves Pimenta
  • Rejane Eurides Sichinel Silva
  • Thalita Rios Brito
  • Elton da Silva Martins
  • Marlene Orsi
  • Dr. Ari Miotto Junior
  • Aparecido Morande
  • Mario Cezar Gutierrez do Amaral
  • Dativa Enir Saliba
  • Margarida Pinheiro
  • Heloisa Bianchi e Silva
  • Lúcia Barros Peralta
  • Gilson Alves dos Santos
  • Jorge Marques Garcia
  • Glória Naiade Braga
  • Júlia Franco da Silva
  • Leonir Franco Ramalho
  • Natividade de Sayd Palermo
  • Olga Tomaz
  • Carlos Augusto Amorim
  • Ivaldo de Moraes Alves
  • Lauro Ciecelski
  • Mirella Giovine
  • Lucy Mara Machado Ferreira
  • Grace Kelly Leite da Silva
  • Lindomar Elias dos Santos
  • Darci Obregão
  • Rodolfo Vaz de Carvalho
  • Clodoaldo da Silva
  • Oscar Rocha
  • Dr. Atalla George Mnayarji
  • Elza Roriz Braga da Silva
  • Wellington Aurélio dos Anjos Baudacine
  • Ademir Ferreira dos Santos
  • Elianici Gonçalves Gama
  • Olga Maria de Oliveira
  • Edmundo Lopes da Silva
  • Sílvia Helena Menotti
  • Marciano Tôrres Farias
  • Jarbas Leite Fernandes
  • Virgilio Leal
  • Celso Messias da Silva
  • Temistocles Maia
  • Maria Aparecida Mendonça Cintra
  • Maria Aparecida Lima
  • Abadia Joaquina Felix da Silva
  • Marco Aurélio Portocarrero Naveira
  • Tânia Eiko Horie
  • Ricardo Hideaki Arakaki
  • Maria Cristina Curado Coppola
  • Adriana Benites
  • Jorge Alberto Caravajal Leite
  • Andrezza Karla Branco Machado
  • Gilvan Fonseca da Silva
  • André Luiz Borges Netto
  • Lúcia Hoffmann
  • Benjamim de Oliveira
  • Daniela Nussbaumer
  • Fernando Ruas Esgalha
  • João Paulo Pinheiro Machado
  • Regina Célia Lopes
  • Vinckia Messias Blondin
  • Erika Marques
  • Clacir José Bernardi
  • Anna Maria Lobo de Toledo
  • Érica Mara Mundim Savergnini
  • Fabrício Zir Bothomé
  • Rosalino Batista Bouzo
  • Edna Regina Alvarenga Bonelli

 

Comportamento Correio B+

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância

Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

06/09/2026 16h18

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Aprender uma segunda língua deixou de ser um diferencial restrito a determinados momentos da vida acadêmica ou profissional. Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

Mais do que aprender um idioma, desenvolver essa competência significa construir uma habilidade que pode acompanhar o indivíduo durante toda a vida. Por isso, quando falamos sobre educação em inglês, é importante pensar além da conclusão de um curso.

Marcia Lima que atua no Grupo MoveEdu como gerente pedagógica do Yázigi diz: "O aprendizado de uma segunda língua é um processo contínuo, que pode começar na infância, ganhar novos níveis de complexidade na adolescência e continuar sendo aprimorado na vida adulta. Quanto mais cedo esse contato começa, maiores são as possibilidades de incorporar o idioma de maneira natural à rotina e de construir uma relação de longo prazo com o aprendizado".

A infância representa uma etapa especialmente importante nesse processo. É nesse período que a criança está desenvolvendo diferentes habilidades cognitivas, sociais e de comunicação e apresenta grande capacidade de absorver novos sons, estruturas e formas de expressão.

"O contato precoce com o inglês permite que o idioma seja introduzido de maneira progressiva, respeitando cada fase do desenvolvimento e evitando que o aprendizado seja associado exclusivamente à memorização ou à preparação para provas", explica.

Por isso, o ensino para crianças precisa considerar que aprender uma língua também é uma experiência.

"Recursos lúdicos, interação, atividades práticas e situações próximas do universo infantil ajudam a tornar o contato com o inglês mais significativo. Quando o aluno percebe que pode utilizar o idioma para se comunicar, brincar, descobrir coisas novas e interagir com outras pessoas, o inglês deixa de ser apenas uma disciplina e passa a fazer parte de sua formação", diz Marcia.

Esse processo também contribui para que o estudante desenvolva confiança.

"Uma das principais barreiras encontradas por quem começa a estudar um idioma apenas na vida adulta é o receio de errar. Na infância, a relação com o erro tende a ser diferente. Criar um ambiente em que experimentar, tentar novamente e se comunicar fazem parte do aprendizado ajuda a formar estudantes mais seguros para utilizar o inglês em diferentes situações", fala.

Na infância, o aprendizado da fala em um segundo idioma também pode ser realizado de maneira mais natural, especialmente porque os pequenos estão em uma fase de intenso desenvolvimento da capacidade de articulação dos sons e de percepção auditiva.

"Ao ter contato frequente com o inglês desde cedo, podem desenvolver maior familiaridade com diferentes fonemas, entonações e ritmos da língua, reproduzindo-os com mais espontaneidade. Esse contato precoce contribui para a construção de uma pronúncia mais natural e para que a comunicação em outro idioma seja incorporada de forma gradual ao seu repertório".

Mas começar cedo não significa que o aprendizado termina cedo. Pelo contrário. O inglês deve acompanhar as diferentes fases da vida.

"Na adolescência, por exemplo, o idioma pode ser utilizado para ampliar o acesso a conteúdos, culturas, tecnologias e oportunidades internacionais. Na universidade e no início da trajetória profissional, passa a ter ainda mais relevância para pesquisas, cursos, networking e mercado de trabalho. Na vida adulta, a continuidade desse aprendizado também é fundamental. Novas profissões surgem, tecnologias transformam atividades e as relações profissionais se tornam cada vez mais globais. Nesse contexto, manter o contato com a língua significa também manter aberta a possibilidade de aprender continuamente".

Essa perspectiva muda a maneira como escolas de idiomas devem enxergar sua atuação. O objetivo não pode ser apenas fazer com que o aluno conclua determinado nível.

É preciso criar uma jornada educacional capaz de estimular autonomia e curiosidade para que o estudante continue utilizando e aprimorando o idioma ao longo do tempo.

"No Yázigi, por exemplo, essa visão está diretamente relacionada ao trabalho desenvolvido com crianças. A formação desde os primeiros anos busca criar uma base sólida para que o aluno avance progressivamente, respeitando seu desenvolvimento e construindo familiaridade com o idioma. Mais do que antecipar o contato com o inglês, a proposta é fazer com que a criança compreenda, desde cedo, que aprender uma língua é uma competência que poderá acompanhá-la em diferentes momentos de sua trajetória", exemplifica.

Em um mundo no qual informação e conhecimento circulam sem fronteiras, essa preparação ganha ainda mais relevância, já que o inglês está presente na ciência, na tecnologia, no entretenimento, nos negócios e na comunicação internacional.

"Ter acesso a esse universo sem depender exclusivamente de traduções amplia as possibilidades de aprendizagem e participação. A educação, portanto, precisa preparar o indivíduo não só para uma etapa específica, mas para uma vida de aprendizado. Começar o inglês na infância é uma forma de construir essa jornada desde cedo, mas o verdadeiro valor está em desenvolver no estudante a disposição para continuar aprendendo", explica.

Acredito que esse seja um dos principais papéis de uma escola de idiomas, não apenas ensinar uma língua, mas ajudar a formar pessoas que entendam o aprendizado como algo permanente.

"Quando uma criança começa a aprender inglês hoje, não estamos pensando somente na próxima prova ou no próximo nível do curso. Estamos contribuindo para que ela tenha, no futuro, mais ferramentas para estudar, trabalhar, viajar, se comunicar e compreender um mundo cada vez mais conectado", finaliza.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).