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Após 24 anos da morte de Daniella, Guilherme de Pádua rebate crítica de internauta com ironia

Após 24 anos da morte de Daniella, Guilherme de Pádua rebate crítica de internauta com ironia

MSN

29/03/2016 - 13h46
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Com mais de 25 mil seguidores em sua página no Instagram, Guilherme de Pádua - que cumpriu pena pela morte de Daniella Perez, em 1992 - tem atualizado suas redes sociais com bastante frequência nos últimos tempos.

Contudo, entre as postagens de viagens, da rotina na academia e nos cultos religiosos que frequenta em portas de presídios, o ex-ator também vem lidando com muitas críticas dos internautas.

Recentemente, Pádua chegou a ser irônico com um seguidor, que reprovou o fato de o rapaz ter postado uma foto ao lado de seu pai. Na ocasião, o internauta disse que ele deveria ser um desgosto para a família.

Guilherme, por sua vez, provocou: “Não mereço a família que tenho e muito menos tanto amor que eles têm por mim. Mas você deve ser o orgulho da sua... Tipo a pessoa mais importante [risos]. Parabéns!”.

Em outra postagem, o famoso desabafou dando a entender que se arrepende do crime que cometeu contra a filha da autora de novelas Gloria Perez.

“Infelizmente não existe máquina do tempo e não posso voltar ao passado... Para mim seria muito mais fácil já ter morrido. Quantas vezes desejei isso!”, escreveu.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com o ator Lucas Queiroga, que leva o Nordeste para a "A Nobreza do Amor"

"Dar vida ao Ciço é como voltar para casa, mas com uma trilha sonora nova. Ele é a alma das festas, aquele cara que traz a alegria no som da sanfona e a sabedoria de quem conhece a terra."

29/03/2026 16h56

Entrevista exclusiva com o ator Lucas Queiroga, que leva o Nordeste para a

Entrevista exclusiva com o ator Lucas Queiroga, que leva o Nordeste para a "A Nobreza do Amor" Foto: Sergio Baia

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O público das 18h já tem um novo motivo para sorrir. Após conquistar os telespectadores com sua poesia e carisma em Mar do Sertão e No Rancho Fundo, o ator e poeta paraibano Lucas Queiroga está de volta à tela da TV Globo. Na nova trama de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., Lucas dá vida a Ciço, um sanfoneiro cheio de malandragem que promete ser o coração das festas locais.

Funcionário da fazenda do Coronel Casemiro (Cássio Gabus Mendes), Ciço não domina apenas o fole da sanfona, mas também a arte da persistência amorosa. Seu grande objetivo? Conquistar o coração de Mundica (Samantha Jones) e, finalmente, subir ao altar.

Para o ator, o personagem é um encontro com suas próprias raízes e ele não esconde a alegria de retornar ao gênero da "fábula nordestina" que tanto domina.

"Dar vida ao Ciço é como voltar para casa, mas com uma trilha sonora nova. Ele é a alma das festas, aquele cara que traz a alegria no som da sanfona e a sabedoria de quem conhece a terra. Estou feliz demais em emprestar minha veia do improviso para esse personagem que, além de músico, é um eterno apaixonado. O Ciço é um presente que une minhas grandes paixões: atuar e a música e a poesia que é ser nordestino".

Aos 35 anos, Lucas Queiroga é o que podemos chamar de artista completo. Além de marcar presença na teledramaturgia, ele brilha na música e na literatura. compositor de peso, já teve canções gravadas por nomes como Elba Ramalho e Juliette. Em sua discografia, conta com o álbum Lukete Me e o EP Visse & Verso. Nos palcos, roda o país com o show de poesia A Rima me Deu Rumo.

Com Ciço, Lucas reafirma seu lugar como um dos rostos mais autênticos da nova geração da TV brasileira, garantindo que o humor e a sensibilidade nordestina continuem brilhando no horário nobre.

A Rima Me Deu Rumo

Com o espetáculo “A Rima me Deu Rumo”, o artista transcende o status de "fenômeno do Instagram" (onde seu poema Pantim já ultrapassa 10 milhões de visualizações) para entregar uma performance visceral que mistura poesia falada, sanfona, percussão e uma boa dose de teatralidade.

Longe de ser um recital estático, o show é uma viagem sensorial. Lucas é acompanhado por dois destaques da música brasileira: Gledson Meira e Helinho Medeiros. Conhecidos por rodarem o mundo na banda de Chico César, os “doutores em música” criam a moldura sonora perfeita para que os versos de Lucas dancem entre o riso, a memória e a reflexão existencial. "É um espetáculo que brinca com ritmos e visita temas profundos com a leveza de quem conversa na calçada de casa", define o artista.

O roteiro é um passeio pela trajetória do ator, incluindo: “Pantim”, hit das redes sociais; "Tu soi", homenagem ao mestre Jessier Quirino, além de "Mascote" e "Prisão", que revelam a maturidade lírica do ator e poeta. A prova de que a rima realmente deu o rumo certo são os palcos por onde o projeto já passou.

Da reinauguração do histórico Theatro Santa Roza, em João Pessoa (PB), ao aclamado Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco, passando pela FLIFS (BA) e Fliparaíba (PB), Lucas prova que a poesia paraibana é pop, contemporânea e necessária.

Lucas é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala de carreira, escolhas e atuais trabalhos e estreias. 

Entrevista exclusiva com o ator Lucas Queiroga, que leva o Nordeste para a "A Nobreza do Amor" O ator e músico Lucas Queiroga é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Baia - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Lucas, o Ciço chega com uma energia diferente dos seus papéis anteriores. Como você define a "malandragem" dele e o que o público pode esperar desse sanfoneiro?
LQ -
A malandragem do Ciço vem da sobrevivência. É a maneira que ele tem de agir para se safar do que não gosta. Na minha interpretação, ele não gosta de cortar cana e de pegar no pesado, o interesse dele está na sanfona, é onde ele sorri, é quando ele encontra Mundica, por quem é apaixonado.

Ela, que tem essa atitude também de não aceitar o que foi imposto, de querer explorar o mundo. Acho que Ciço também tem isso e, na verdade, ele queria tocar sanfona e passear com Mundica.

CE - Quais características do Lucas você mais emprestou para o Ciço?
LQ -
Eu acho que ser espirituoso, sou assim também. Eu empresto ao Ciço o meu estudo da linguagem do interior, nossas expressões, nossas gírias. Ciço, por trabalhar em um engenho e ser um homem de campo, cabe demais tudo isso e eu ando floreando os textos dele com coisinhas do tipo.

CE - Você sente que existe uma responsabilidade maior em representar o Nordeste sem cair em estereótipos?
LQ -
Sim, existe essa responsabilidade de não cair em estereótipos ao mesmo tempo que a gente se enquadra nesse lugar, do personagem, por ser um nordestino do campo e tudo mais. Estou amando fazer o Ciço, amei fazer Mar do Sertão e No Rancho Fundo, com personagens que estão nesse lugar também. Existe uma responsabilidade quando a gente assume esses papéis, eu me sinto no conforto, no lugar certo.

Sim, eu posso fazer isso, eu consigo, eu tenho propriedade para isso. Mas também quero buscar outros caminhos, quero fazer um advogado, um médico que mora em São Paulo e é um grande profissional, sem a trama precisar explicar como ele chegou até ali. Sim, quero fazer um bandido, quero desafios onde a minha linguagem, meu sotaque esteja ali, sem ser nesse lugar do homem do campo. Poder retratar o Nordeste das diversas formas que ele é.

CE - Desta vez, o foco sai um pouco do repente e vai para a sanfona. Como foi sua preparação técnica para passar essa verdade de um músico de fazenda no vídeo?
LQ -
Caramba, a sanfona foi um grande desafio! Eu nunca tinha tocado sanfona na vida e é um avião. São três instrumentos em um: um fole, um piano e um baixo. Os três ao mesmo tempo. É como acelerar, pisar na embreagem e passar a marcha.

No começo foi muito difícil, mas eu vejo essa evolução como um grande presente que o personagem me deu e eu tenho melhorado, tenho gravado cenas com a sanfona, gravando no orgânico mesmo e estou muito feliz por ter aceitado esse desafio, assustador a princípio, mas que estou aprendendo. Eu toco sanfona todos os dias, para que Ciço tenha uma familiaridade maior com esse instrumento. Até o final da novela, vou estar fazendo meus forrós por aí.

CE - Trabalhar com nomes como Cássio Gabus Mendes e sob o texto de Duca Rachid é um peso enorme.
LQ -
Como é a troca de experiências nos bastidores da fazenda do Coronel Casemiro?
É uma grande responsabilidade está ao lado de Cássio Gabus, em texto de Duca e ao lado de grandes atores e atrizes. Na preparação da novela, olhei ao redor e me assustei com o tanto de gente incrível que tinha ali, lembro que pensei: caramba, olha onde você está, você vai aprender muito nessa novela, ao redor dessas pessoas incríveis.

E é exatamente isso que tem acontecido, eu tenho aprendido, estou sempre atento e observando essas pessoas em cena, é um grande presente. Eu tenho contracenado muito com Cyria Coentro, que é uma rainha do que faz. Com Samantha Jones, que também é uma atriz incrível, espirituosa, de expressões espontâneas e jogar com ela está muito gostoso e vai dar muito caldo. Estou muito feliz com isso.

Entrevista exclusiva com o ator Lucas Queiroga, que leva o Nordeste para a "A Nobreza do Amor" O ator e músico Lucas Queiroga é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Baia - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - O improviso é uma marca registrada do seu trabalho na poesia. Você tem liberdade para improvisar falas nos roteiros de A Nobreza do Amor?
LQ -
Os textos são maravilhosos, não precisa a gente inventar. Porém, eu sou do improviso, eu carrego esse estudo e essa bandeira da nossa linguagem, do nosso sotaque, através da poesia que eu faço em paralelo à novela.

Então, sim, vou floreando algumas falas, colocando expressões, colocando alguma sacada, alguma piadinha, sem fugir da intenção do texto que é maravilhosa, mas eu tenho feito isso e estou recebendo esse abraço de toda a equipe.

CE - Aos 35 anos, você é visto como um artista completo (música, literatura, TV). Em qual dessas frentes você se sente mais vulnerável e qual é o seu "porto seguro"?
LQ -
Eu me sinto vulnerável em todas as frentes. Na música, na poesia e na atuação, porque respeito muito esses lugares e esse sentimento não é me colocando para baixo e sim dentro do respeito e no interesse, na vontade de melhorar sempre, a todo momento. Ganhar mais experiência, crescer com tudo isso para que eu possa oferecer mais em todas essas frentes.

Receber um título de poeta é uma coisa que eu respeito muito. O músico, o compositor, respeito muito. O ofício de ator, respeito muito. Então, estou dentro desse cercado, desses três caminhos, com muito respeito e com muita vontade de ser melhor a cada dia e explorar o melhor de mim.

CE - Depois de Mar do Sertão e No Rancho Fundo, o público desenvolveu um carinho muito grande por você. Como lida com esse assédio nas redes sociais e nas ruas?
LQ -
É uma alegria muito grande quando me deparo com mensagens de carinho, quando alguém me reconhece na rua e fala sobre o trabalho desenvolvido. Lava a alma, sabe? É muito gratificante ouvir a pessoa dizendo como aquilo chegou nela, como bateu, como contagiou, o que gerou de emoção. Eu me interesso muito em saber disso e fico muito feliz.

Esse carinho é um pontapé, um empurrão. Mostra que o que eu faço interessa, contagia, tem função, tem fundamento. O artista precisa disso, ainda mais quando se carrega esse respeito a todo momento. Então, é um combustível, é uma lenha que se coloca e eu adoro esse carinho, sou muito feliz por esse trajeto, reflete o que conquistei até o momento.

Para quem era engenheiro ambiental e largou tudo para ser artista, com 28 anos, isso importa muito. O meu ofício, a minha função é em prol da sociedade e a comunicação com ela muito me interessa.

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 30 de março e 05 de abril. Energia de cura e recomeços

Com a Estrela como carta regente, a energia é de cura, esperança e recomeços guiados pela verdade interior.

29/03/2026 13h30

A energia do Tarô da semana entre 30 de março e 05 de abril. Energia de cura e recomeços

A energia do Tarô da semana entre 30 de março e 05 de abril. Energia de cura e recomeços Foto: Divulgação

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No Tarô, a Estrela é um dos arcanos mais luminosos, associada à purificação, à simplicidade e a um senso de direção quase intuitivo. Sua presença é como um ponto de luz em meio à escuridão, um sinal de que há caminho, mesmo após os momentos mais difíceis.

O Arcano XVII fala de esperança, inspiração e conexão espiritual. Indica um período de renovação, em que sonhos podem ganhar forma e processos de cura, tanto emocionais quanto espirituais, começam a se consolidar.

A Estrela indica que você está no caminho certo para realizar seus desejos, mas pede atenção para manter os pés no chão e não se perder em expectativas irreais.

Um novo capítulo começa

Na jornada dos Arcanos Maiores, a Estrela surge imediatamente após a Torre. Essa sequência não é casual; ela revela uma das passagens mais significativas do caminho simbólico do tarô. Depois da ruptura, do colapso das estruturas e da queda das certezas, a Estrela aparece como uma energia restauradora, quase silenciosa, mas profundamente transformadora.

Se a Torre expõe, a Estrela compreende. Se a Torre desestabiliza, a Estrela acolhe. Ela não anula o que aconteceu, ao contrário, ela dá sentido.

É a partir desse lugar que entramos na energia desta semana, que atravessa a Sexta-feira da Paixão e se abre para a Páscoa. Existe aqui um paralelo inevitável entre o simbolismo espiritual desse período e a mensagem da Estrela. Antes da ressurreição, há o sacrifício.

Antes da luz plena, há a travessia da dor. E é justamente nesse intervalo — entre o fim de um ciclo e o início de outro — que a Estrela se manifesta. O ovo de Páscoa fala de renascimento; a Estrela ilumina esse novo começo.

Ela não traz respostas prontas, mas oferece algo mais essencial: compreensão. A compreensão é o verdadeiro ponto de virada. É quando deixamos de apenas reagir ao que vivemos e passamos a integrar a experiência. A presença da Estrela pode ser sentida naqueles momentos em que, após um período difícil, algo dentro de nós começa a se reorganizar.

Não necessariamente porque tudo mudou do lado de fora, mas porque uma nova percepção se instala por dentro. É como se, de repente, a vida respirasse de novo. Uma brisa sutil de otimismo, uma sensação de alinhamento, uma clareza que não estava disponível antes.

Essa é a energia que se apresenta agora: uma oportunidade de reconstrução baseada em verdade.

Ao atravessar as provações e tribulações do passado, você começa a acessar uma compreensão mais profunda não apenas dos acontecimentos, mas de si mesmo. E isso muda tudo. Porque, a partir desse novo entendimento, novas escolhas se tornam possíveis.

A Estrela não propõe um recomeço ingênuo, mas um recomeço consciente. Ela liberta do que não faz mais sentido e abre espaço para que algo diferente possa ser manifestado, algo que esteja mais alinhado com quem você se tornou.

Existe, também, um movimento importante de retorno a si. A Estrela reconecta você com a sua essência, com aquilo que permanece mesmo quando tudo o mais se transforma. Em meio às camadas de expectativas, medos e condicionamentos, há uma luz constante, uma dimensão mais essencial que não se perde.

No entanto, essa luz nem sempre é facilmente acessível. Muitas vezes, ela fica soterrada sob as experiências difíceis, sob as exigências do mundo, sob as narrativas que criamos sobre nós mesmos.

A Estrela surge justamente para lembrar que essa luz existe e que é possível voltar a ela.

Na simbologia tradicional, vemos uma mulher ajoelhada à beira de um riacho, derramando água de dois cântaros. Um deles nutre a terra; o outro retorna à água. Esse gesto simples carrega um significado profundo. Ele fala de fluxo, de troca, de equilíbrio entre o dar e o receber.

Fala também de nutrição, não apenas no sentido físico, mas espiritual e emocional. A água que ela derrama representa uma energia que precisa circular. E, talvez, esse seja um dos grandes ensinamentos desta carta: para seguir em frente, é preciso primeiro se reabastecer.

O que, dentro de você, tem se sentido seco? Que partes foram negligenciadas ao longo do caminho? O que precisa ser cuidado, nutrido, restaurado?

A Estrela convida a esse movimento de reconexão interna. Ela sugere que você reserve um tempo para si, que desacelere, que encontre a quietude necessária para escutar sua própria sabedoria. Porque é nesse espaço de silêncio que a compreensão se aprofunda.

E, dentro da compreensão, nasce a clareza. E, da clareza, surge uma nova forma de esperança, não como expectativa ilusória, mas como uma confiança tranquila no desenrolar da vida.

Há também, nessa carta, uma dimensão de confiança no invisível. A ideia de que existe uma ordem maior em funcionamento, mesmo quando não conseguimos enxergar. Não é uma carta de inação, mas de aceitação. Aceitar não significa se conformar, mas reconhecer o que é, sem resistência desnecessária. É nesse estado que a energia volta a fluir.

Muitas vezes, o sofrimento se intensifica quando insistimos em negar a realidade ou em tentar forçar caminhos que já não se sustentam. A Estrela suaviza essa tensão. Ela lembra que nem tudo precisa ser resolvido imediatamente, que existe um tempo próprio para cada processo. E que, ao confiar nesse tempo, novas possibilidades se revelam.

Nesse sentido, ela também nos reconecta com algo maior. Existe uma dimensão espiritual na Estrela que transcende o plano individual. Ela nos lembra de que fazemos parte de um todo, de uma rede maior de significado. Somos, de alguma forma, parte de uma ordem mais ampla, de um desenho que nem sempre conseguimos compreender por completo, mas do qual participamos.

E é a partir dessa consciência que surge um outro movimento importante: o de compartilhar.

A mulher da carta não apenas recebe, ela também devolve. Ela entende que, ao se nutrir, se torna capaz de nutrir o mundo ao seu redor. Existe aqui uma responsabilidade sutil: aquilo que você acessa, aquilo que você cura, aquilo que você compreende, não precisa ficar restrito a você. Pode se transformar em gesto, em presença, em contribuição.

Pequenos atos já são suficientes. Um cuidado, uma escuta, uma gentileza. O trabalho da Estrela não é grandioso no sentido externo, mas é profundamente significativo no essencial. Ele reabastece não apenas o indivíduo, mas o coletivo.

Ao longo dessa semana, você é convidado a aplicar tudo o que aprendeu até aqui. Não como um acúmulo de experiências, mas como sabedoria viva. Existe uma nova energia disponível, um senso renovado de possibilidade.

Talvez seja o momento de fazer um pedido. Não no sentido literal, mas como um gesto interno de intenção. O que você deseja manifestar a partir de quem você é hoje? Que caminho faz sentido agora, considerando tudo o que você viveu?

A Estrela também nos lembra de olhar para o propósito. Não como algo distante ou grandioso, mas como um alinhamento entre aquilo que somos e aquilo que expressamos no mundo. Quando essa coerência se estabelece, há uma sensação de direção, mesmo que o caminho ainda não esteja completamente definido.

Amor

A Estrela traz cura e reconexão. É um momento de suavizar mágoas, abrir espaço para o diálogo e resgatar a leveza nas relações. Para quem está solteiro, o reencontro consigo mesmo favorece conexões mais verdadeiras. Você começa a se abrir para o amor novamente e a ter esperança de atrair relacionamentos mais significativos.

Dinheiro

A energia pede calma, confiança e visão de longo prazo. É hora de rever crenças sobre dinheiro e fazer ajustes conscientes. O fluxo se fortalece quando há propósito e verdade no que se faz. Planeje suas finanças com otimismo e segurança na sua capacidade de crescer.

Trabalho e carreira

Momento de realinhamento e retomada da confiança. Após pressões, surge clareza para repensar caminhos e resgatar ideias com mais maturidade. Oportunidades se abrem a partir da autenticidade. Sua estrela vai brilhar nesta semana.

A Estrela e o sentido de recomeçar

Essa carta funciona como uma espécie de guia silencioso, uma estrela do norte que orienta sem impor. Ela não diz exatamente o que fazer, mas indica um estado a partir do qual as decisões se tornam mais claras. E, talvez, o ponto mais importante seja este: você não está começando do zero. Você está começando de um lugar mais consciente, mais integrado, mais verdadeiro.

Tudo o que foi vivido, inclusive os momentos mais difíceis, contribuiu para isso. Nada foi em vão. A compreensão que emerge agora é fruto desse percurso. E é ela que sustenta o novo capítulo que se inicia.

Em uma semana que simboliza morte e renascimento, a Estrela atua como essa ponte delicada entre o fim e o recomeço. Ela não acelera o processo, mas o ilumina. Não elimina a escuridão, mas revela que há luz mesmo dentro dela.

E essa luz não vem de fora. Ela vem de você.

Permita-se confiar nisso. Permita-se respirar com mais calma. Permita-se existir sem tanta pressão. Há uma inteligência maior conduzindo os processos, e você faz parte dela.

A sua estrela interior segue acesa, mesmo quando você não a percebe. Nesta semana, ela se torna visível novamente. E, a partir dela, um novo caminho começa a se desenhar.

E, como na icônica canção “Se uma Estrela Aparecer” ("When You Wish upon a Star") do filme Pinóquio (1940) da Disney, que atravessa gerações, existe uma sabedoria simples e profunda nesse gesto de desejar. “Quando você deseja a uma estrela / não faz diferença quem você é / qualquer coisa que seu coração deseja / virá para você.”

Mais do que uma promessa literal, essa mensagem fala sobre fé, não apenas no mundo, mas em si mesmo. A Estrela, como arcano regente, nos lembra que o verdadeiro milagre não está apenas em pedir, mas em se alinhar com aquilo que se deseja.

Quando há verdade no coração, quando há conexão com a própria essência, o caminho se abre, às vezes de formas inesperadas, mas sempre significativas. Porque, no fim, desejar a uma estrela é reconhecer que existe uma luz guiando você… e que essa luz também é sua.

Uma ótima semana e feliz Páscoa!

Ana Cristina Paixão

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