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Assita: Jô Soares cai da cadeira ao vivo

Assita: Jô Soares cai da cadeira ao vivo

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24/03/2011 - 13h52
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Durante a exibição da atração do humorista na noite desta quarta (23), ele caiu literalmente de sua cadeira enquanto entrevistava o dono do site Kibe Loco, Antonio Pedro Tabet. 

Por estranhar o fato de sua cadeira estar balançando, o apresentador afirmou que o local onde estava sentado deveria estar quebrado.

- Quase caí duas vezes. 

Logo depois, um rapaz da produção agachou ao lado dele para verificar o que estava acontecendo. Ao olhar para o homem, Jô cai e desaparece atrás de sua bancada de entrevista. 

Após a queda, uma nova cadeira foi colocada no lugar, e Jô advertiu Tabet, que tentou fotografá-lo. 

- É proibido tirar fotografia.

 

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com Erica Montanheiro, ela integra o elenco de "Elize, Sombras de uma Mulher"

"Essa personagem me atravessou profundamente. Ela não é construída para ser julgada ou absolvida, mas para revelar como relações familiares adoecidas podem atravessar gerações".

06/09/2026 15h34

Entrevista exclusiva com Erica Montanheiro, ela integra o elenco de

Entrevista exclusiva com Erica Montanheiro, ela integra o elenco de "Elize, Sombras de uma Mulher" Foto: Divulgação

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Depois de uma trajetória consolidada nos palcos, a atriz, diretora, dramaturga e preparadora de elenco Erica Montanheiro faz sua estreia em uma grande produção audiovisual vivendo a mãe de Elize no filme “Elize, Sombras de uma Mulher”, da Netflix.

Dirigido por Vellas, o longa alcançou repercussão internacional e permanece entre os filmes mais assistidos da plataforma, ocupando o primeiro lugar no ranking global de produções de língua não inglesa.

Na trama, Erica interpreta uma personagem fundamental para a construção da narrativa. Embora apareça em momentos pontuais, sua presença ajuda a revelar o passado de Elize, marcado por abusos sofridos dentro de casa e pela ausência de acolhimento materno.

A relação entre mãe e filha expõe um ambiente familiar atravessado pela violência, pela competição e por ciclos de abuso que ajudam a compreender a complexidade emocional da protagonista, sem, em nenhum momento, justificar os crimes que marcaram sua história.

“Essa personagem me atravessou profundamente. Ela não é construída para ser julgada ou absolvida, mas para revelar como relações familiares adoecidas podem atravessar gerações. Fazer parte de uma obra que provoca tantas reflexões e que alcançou um público tão grande é um marco muito importante na minha trajetória”, afirma Erica Montanheiro.

Reconhecida por sua sólida carreira no teatro, Erica é formada pela École Philippe Gaulier, na França, além de ser bacharel em Letras pela USP e em Cinema e Audiovisual.

Ao longo da carreira, trabalhou com alguns dos principais nomes das artes cênicas brasileiras, entre eles Jô Soares, com quem integrou o elenco de cinco produções entre 2011 e 2022, e Miguel Falabella, parceiro frequente em projetos como atriz, diretora assistente e preparadora de elenco.

Entrevista exclusiva com Erica Montanheiro, ela integra o elenco de "Elize, Sombras de uma Mulher"                                           Com Jô Soares - Divulgação GShow - Divulgação

Além do sucesso de “Elize, Sombras de uma Mulher”, Erica vive uma fase intensa de novos projetos. Em outubro, estreia como atriz o espetáculo “Cansei de Ser Belo”, com direção de Kleber Montanheiro, no Teatro YouTube.

Também integra a equipe criativa do musical “Gil – Andar com Fé”, dirigido por Miguel Falabella, como preparadora de elenco, e prepara o antropólogo Michel Alcoforado para sua estreia nos palcos com a aula-espetáculo “Coisa de Rico: Outras Histórias”, inspirada no best-seller homônimo.

Erica construiu uma carreira marcada pela versatilidade, transitando entre atuação, direção, dramaturgia e preparação de elenco. Agora, com sua participação em “Elize, Sombras de uma Mulher”, amplia sua atuação para o audiovisual em um projeto de alcance internacional, consolidando um novo capítulo em sua trajetória artística.

A atriz é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista com o Caderno ela fala sobre carreira, escolhas e o filme sucesso na Netflix sobre Elize Matsunaga.

Entrevista exclusiva com Erica Montanheiro, ela integra o elenco de "Elize, Sombras de uma Mulher"A atriz Erica Montanheiro é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Caio Oviedo - Diagramação - Denis Felipe
Por - Flávia Viana

CE - Sua carreira transita por atuação, direção, dramaturgia e preparação de elenco. Em que momento você percebeu que não precisava escolher apenas uma dessas funções e que essa multiplicidade poderia ser justamente a sua identidade artística?
EM -
 Atuação é algo que nunca se deixa de estudar. Com o passar do tempo percebi essa conexão: enquanto ensinava, aprendia também, era uma maneira de estar sempre refletindo sobre meu ofício. Dou aulas de teatro desde que comecei a fazer teatro, depois fui me interessando mais pela formação de atores.

Em 2017, fui convidada por duas atrizes a dirigir um espetáculo e nunca mais parei. A dramaturgia veio através do meu solo Inventário, uma peça sobre a escultora francesa Camille Claudel (faço uma apresentação na mostra Palcos em SP no final desse mês). Pesquisei muito sobre ela e apresentei o material para um amigo dramaturgo e ele me disse: quem tem que escrever essa peça é você. 

Em 2024, eu, Kleber Montanheiro e Marília Toledo produzimos o musical da Broadway Cabaret, no 033 Rooftop, em SP. Kleber dirigiu a montagem e me propôs preparar o elenco.

Essas outras funções foram surgindo como desdobramentos, mas acabei percebendo que as (os) artistas que eu sempre admirei são aqueles que exercem funções múltiplas:  Miguel Falabella, Yara de Novaes, Grace Passô, Isabel Teixeira, Kleber Montanheiro, Jô Soares. 

CE - Você estudou na École Philippe Gaulier, na França, uma formação bastante particular dentro das artes cênicas. O que daquela experiência permanece vivo na profissional que você se tornou hoje? 
EM - 
A escola era dirigida por um palhaço chamado Philippe Gaulier. Tudo que estudávamos tinha o olhar de fora de um palhaço nos conduzindo. Isso significa aprender a rir de si mesmo, não se levar tão a sério.

Mesmo que estejamos fazendo um drama. Depois trabalhei com Jô Soares em 4 espetáculos, e ter sido dirigida por ele também foi um aprendizado enorme, especialmente sobre timing de comédia. Miguel Falabella com quem trabalho há alguns anos é um artista com múltiplos talentos.

E os três me ensinaram a olhar a cena e as personagens pela lente da comédia. Toda situação trágica pode conter algo de ridículo. A vulnerabilidade do ser humano pode ser muito patética. E, às vezes, esse patético desperta o riso. Às vezes, desperta piedade e comoção.

CE - Ao longo de uma carreira tão diversa, existem personagens ou trabalhos que você considera verdadeiros divisores de águas? O que eles transformaram na sua maneira de enxergar a profissão? 
EM -
 Estudei muito a escultora francesa Camille Claudel, e ter criado esse solo foi um divisor de águas na minha carreira: além do amadurecimento como atriz que um solo exige, passei a enxergar o trabalho das mulheres de uma forma diferente em um mundo tão machista.

A história dela é muito triste: uma artista brilhante que fazia os pés das esculturas assinadas por Rodin, com quem teve um romance. Ela terminou a vida em um asilo psiquiátrico, renegada pela família. O trabalho no filme Elize também é um divisor porque é minha primeira experiência num projeto audiovisual de grande porte. 

Entrevista exclusiva com Erica Montanheiro, ela integra o elenco de "Elize, Sombras de uma Mulher"Flavio Tolezani e Erica Montanheiro - Divulgação

CE - Como preparadora de elenco, você trabalha diretamente com atores na construção de personagens. O que essa experiência nos bastidores acrescenta quando você volta a ocupar o lugar de atriz?
EM -
 As múltiplas funções que exerço na arte compõem quem eu sou como artista. Uma coisa alimenta a outra. E penso todas as funções a partir da arte do ator. Escrevo pensando na voz que vai dizer aquele texto, dirijo tendo como eixo central o corpo dos atores.

Quando preparo os atores penso na construção das personagens e quando vejo o resultado me sinto lá em cena com eles, naqueles corpos, em cada gesto construído, em cada tempo de piada, em cada emoção conquistada por eles. Quando volto a ocupar o palco carrego um pouquinho do humor de cada um deles comigo. A gente se contamina. 

CE - Você está envolvida em projetos bastante diferentes entre si, da atuação à preparação de elenco. Como faz para mudar de universo e manter a disponibilidade criativa necessária para cada trabalho?
EM -
 Atuar sempre me dá frio na barriga. Aquela adrenalina gostosa de uma montanha-russa. E isso já é um alimento à criatividade: pensar sobre o trabalho do ator. Apesar da diversidade das funções e dos projetos, meu olhar sempre parte do ator.

Além disso, cada trabalho traz assuntos diferentes e isso é enriquecedor: acabei de preparar o antropólogo Michel Alcoforado para sua primeira aula-espetáculo; ler seu livro (Coisa de Rico) e ouvi-lo falar sobre antropologia foi um motor criativo. A criatividade é um músculo que precisa ser estimulado e a cultura é estímulo.  

CE - Em outubro, você estreia como atriz em “Cansei de Ser Belo”, com direção de Kleber Montanheiro. O que te atraiu nesse projeto e o que esse trabalho desperta em você que talvez seja diferente dos personagens que interpretou anteriormente?
EM -
 O que me atraiu logo de cara foi a oportunidade de trabalhar de novo com o Kleber Montanheiro (diretor, meu irmão). Mas além disso, o texto é uma comédia ácida de Emílio Boechat, faz rir e traz reflexões sobre os limites da vaidade, do ego, das aparências.  Faço todas as personagens femininas da peça, o que é um parque de diversões. 

CE - Você também está na equipe criativa do musical “Gil – Andar com Fé”, como preparadora de elenco. O que representa para você participar de uma obra dedicada a um artista tão importante para a cultura brasileira e quais são os desafios de preparar um elenco para contar uma história como essa?
EM - 
Estar na equipe criativa de uma obra sobre  Gilberto Gil é imenso. Gil é uma universidade.  Ele não é “só música” — é história do Brasil, é resistência, é reinvenção constante.

O trabalho da preparação no teatro musical tem basicamente três eixos: o primeiro é pré-ensaios - estudos sobre a personagem/ contexto histórico e treinamento vocal / corporal para a composição da personagem; esse primeiro momento é pra levantar material.

O segundo é diretamente na sala de ensaio, compreendendo o que a direção quer e ajustando o trabalho dos atores, “traduzindo” o que a direção precisa para conduzir o ator no percurso e alcançar o resultado final.

Por fim, tem o trabalho de interpretação de texto: compreensão do percurso, embocadura, criação de imagens no trabalho com a palavra. Esse espetáculo foi ainda mais desafiador porque tem muitas figuras reais retratadas ali: o jogo foi encontrar o equilíbrio entre a mimesis de personalidades da nossa cultura (Gil, Caetano, Gal, Bethânia, Rita Lee, Elis) e a verdade de cada performer.

É o Gil do Gui Ventura, a Rita Lee da Mariel, o Caetano do Henrique. Cada ator/atriz traz sua particularidade e história no diálogo com o artista que ele está interpretando. 

Entrevista exclusiva com Erica Montanheiro, ela integra o elenco de "Elize, Sombras de uma Mulher"A atriz Erica Montanheiro é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação - Denis Felipe
Por - Flávia Viana

CE - Depois de tantos anos dedicados ao teatro e agora ampliando sua presença no audiovisual, como você enxerga o atual momento da carreira? É uma fase de consolidação, de reinvenção ou de abertura para possibilidades que antes não estavam no seu radar?
EM -
 Eu diria que é um pouco das três coisas. Tem consolidação, porque anos de teatro me deram um repertório técnico e emocional que uso hoje com mais segurança. Tem reinvenção, porque são linguagens diferentes: no teatro a energia é construída para se sustentar num arco contínuo diante do público ao vivo; no audiovisual, o organismo vivo é a câmera - é preciso saber jogar com ela.

E sim, é preciso estar aberta para esse novo mundo, para conhecer os profissionais que fazem o audiovisual brasilileiro. Acho que depois de um tempo de carreira a gente para de ter medo de sair do lugar onde já é reconhecido, e isso é libertador.

CE - “Elize, Sombras de uma Mulher” parte de uma história real que já é muito conhecida pelo público brasileiro, mas apresenta novas camadas e perspectivas sobre essa trajetória. Na sua visão, o que o filme consegue revelar sobre essa história que talvez ainda não tivesse sido tão explorado?
EM - 
Acho que antes de qualquer coisa é preciso lembrar que Elize foi julgada e condenada pelo crime que cometeu. Não cabe a nós, atores e atrizes do filme, qualquer opinião sobre isso. Não há justificativa e é preciso respeitar a dor da família da vítima.

Mas dito isso, podemos olhar pro cinema como um lugar que provoca atravessamentos e reflexões. O público já conhece essa história pelas manchetes, pelo julgamento midiático que ela sofreu na época. O filme tenta fazer o caminho inverso: sair da manchete e entrar na pessoa.

A gente teve acesso a camadas que o noticiário não teve tempo ou interesse de explorar: o histórico familiar violento de Elize molda quem ela se tornou. Olhar para a história familiar de Elize levanta questionamentos sobre nossa sociedade. As relações abusivas na linhagem de mulheres desta família me chamou atenção e me sensibilizou. A mãe tem um histórico de relações abusivas e violentas.

Foi uma mulher presa em um ciclo — o que ela não via/não queria ver, decisões que ela toma/deixa de tomar são elementos que constituem o que Elize vive na adolescência e na vida adulta, como por exemplo, os abusos sofridos por parte do padrasto.

Acho que o filme revela principalmente isso: que por trás de qualquer caso que vira notícia existe uma trajetória de vida, com dores, escolhas e circunstâncias que não cabem em uma manchete. 

CE - Como você acredita que o filme contribui para que o público enxergue Elize para além do crime pelo qual foi condenada?
EM - 
Eu acho que o grande papel do filme é humanizar sem justificar. A gente não está ali para absolver ninguém, mas para mostrar que uma pessoa não se resume ao pior momento da sua vida. Espero que quem assista saia enxergando a Elize como uma mulher inteira — uma mãe com história, com feridas, com contradições — e não só como a personagem de um caso policial. 

CE - A mãe de Elize aparece em momentos pontuais, mas sua presença é determinante para compreender algumas das feridas que acompanham a protagonista. Na sua visão, o que essa personagem representa dentro da narrativa e por que era importante que o público conhecesse também esse lado da história de Elize?
EM -
 O desafio foi encontrar humanidade sem justificar a omissão da mãe diante do padrasto abusivo e a relação dele com Elize. Expor essas contradições em uma relação mãe e filha (que deveria ser o lugar de acolhimento e afeto) foi o foco da construção da personagem.

Com pouco tempo de tela, cada gesto, cada silêncio e cada olhar precisa carregar a história da personagem e a relação com a protagonista de maneira objetiva. Tem que ser uma flecha! Não dá tempo de fazer mistério pra entregar depois.

É preciso aproveitar cada segundo expondo a intenção e o sentido de cada ação, tudo tem que ter um porquê. É preciso trabalhar  o que  não é dito — o que ela evita olhar, o que ela finge não perceber — para que o público sinta o histórico de dor das personagens imediatamente. Preciso aqui ressaltar a beleza do encontro com Lorena Comparato.

Que atriz magnífica, que artista sensível e comprometida, que pessoa bonita pra se ter na vida. Nosso jogo e química dentro e fora do set foram de extrema beleza e troca - muito diferente da relação tóxica da Elize e sua mãe na narrativa. Retratar a mãe e a relação de Elize com ela é, de certa forma, mostrar de onde vêm essas sombras que dão nome ao filme.





 

 

Moda Correio B+

Entre Costuras & CuLtura: 40+ a idade em que o estilo fica ainda mais interessante

O corpo muda, a rotina muda, as prioridades também. Então, por que o guarda-roupa não mudaria?

06/09/2026 13h00

Entre Costuras & CuLtura: 40+ a idade em que o estilo fica ainda mais interessante

Entre Costuras & CuLtura: 40+ a idade em que o estilo fica ainda mais interessante Foto: Divulgação

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Tenho pensado muito sobre a forma como nós, mulheres, nos relacionamos com a moda depois dos 40. Talvez porque eu também esteja vivendo essa fase e perceba, na prática, que algumas coisas mudam. O corpo muda, a rotina muda, as prioridades também. Então, por que o guarda-roupa não mudaria?

Depois de tantos anos trabalhando com moda, entendi que estilo tem muito menos a ver com seguir regras e muito mais com reconhecer quem somos em cada fase da vida.

Quanto mais conseguimos alinhar nossa imagem à nossa realidade, aos nossos objetivos e, principalmente, à nossa identidade, mais confortáveis e felizes tendemos a nos sentir com a própria aparência.

Pode ser que você já tenha ouvido que determinadas roupas deveriam ser abandonadas depois de certa idade. Eu nunca gostei muito dessa lógica. Para mim, a pergunta não deveria ser “tenho idade para usar isso?”, mas “isso ainda representa quem eu sou?”.

Aos 40, podemos olhar para uma tendência e decidir se ela faz sentido para nós, sem a obrigação de parecer mais jovem e sem a necessidade de parecer mais séria. A questão é entender se aquela escolha conversa com a mulher que somos hoje.

Entre Costuras & CuLtura: 40+ a idade em que o estilo fica ainda mais interessanteEntre Costuras & CuLtura: 40+ a idade em que o estilo fica ainda mais interessante - Divulgação

Provavelmente é por isso que o estilo fica ainda mais interessante nessa fase. Estamos mais conscientes de quem somos, mais seguras das nossas escolhas e, muitas vezes, também mais independentes financeiramente. Isso nos permite trocar quantidade por qualidade, prestar mais atenção ao caimento, aos tecidos, às proporções e investir em peças que realmente funcionam para a vida que levamos.

No fim, amadurecer o estilo é também ganhar liberdade. Não tente se vestir para parecer mais jovem, mas também não escolha uma roupa apenas porque ela parece “adequada para a sua idade”. Vista aquilo que representa a mulher que você é hoje. Para mim, essa é uma das formas mais bonitas de elegância.

5 dicas para colocar em prática

1. Edite seu guarda-roupa: mantenha principalmente aquilo que representa seu corpo, sua rotina e sua vida hoje.

2. Esqueça o número da etiqueta: caimento e proporção importam muito mais do que o tamanho escrito na peça.

3. Faça o teste da tendência: antes de comprar, pergunte: “Eu usaria isso se não estivesse na moda?”. A resposta pode evitar muitas compras por impulso.

4. Use os acessórios a seu favor: um sapato, uma bolsa, uma joia ou um cinto podem atualizar uma produção sem a necessidade de renovar o armário inteiro.

5. Fotografe os looks que funcionam: crie uma pasta no celular com as combinações em que você se sente bem. Com o tempo, ela se transforma em um arquivo pessoal de estilo, feito por você e para você.

Entre Costuras & CuLtura: 40+ a idade em que o estilo fica ainda mais interessanteEntre Costuras & CuLtura: 40+ a idade em que o estilo fica ainda mais interessante - Divulgação

 

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