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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 01 e 07 de dezembro. Fortalecimento financeiro.

Com o Nove de Ouros como carta regente, entramos em um ciclo de esforços recompensados, sucesso, realização e autossuficiência um período que fortalece sua independência e consolida a segurança material que você vem construindo com tanto empenho.

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O Nove de Ouros é a carta do sucesso, das conquistas, do mérito recompensado, da independência, da segurança e do prazer. Sua ilustração mostra uma mulher abastada, vestida com roupas luxuosas, caminhando por seu jardim enquanto segura um falcão no braço. As parreiras atrás dela estão carregadas de uvas e ouros cintilantes, ressaltando sua prosperidade e realizações.

Você tem trabalhado muito e assumido grandes responsabilidades. Esta é a semana perfeita para finalmente se presentear — invista um pouco em si, seja com dinheiro ou com tempo. Relaxe e aproveite o fruto do seu próprio esforço. Compre aquilo que vem desejando há tempos, permita-se um jantar fora em vez de cozinhar. Todo o seu empenho está valendo a pena. Você está se tornando a pessoa independente que sempre quis ser. Ainda não chegamos à linha de chegada, é verdade — mas cada conquista merece ser celebrada antes do próximo passo.

No baralho de tarô Rider–Waite, o Nove de Ouros retrata uma mulher de aparência aristocrática, segurando um falcão enquanto contempla seu jardim. Atrás dela, videiras carregadas de uvas maduras e nove moedas douradas simbolizam sua prosperidade. Ao fundo, uma vila aos pés das montanhas compõe a cena, enquanto o caminho à sua frente permanece aberto, sugerindo liberdade e autossuficiência.

Sempre interpreto o Nove de Ouros como sucesso material. Alcançar um estado de equilíbrio após trabalho árduo. Estar espiritualmente, emocionalmente e financeiramente estável.

Este arcano indica alguém autossuficiente, que desfruta dos frutos do próprio trabalho, frequentemente financeiramente independente e confortável. Essa pessoa trabalhou duro para construir uma vida estável e próspera — e sente orgulho de suas conquistas. Ela é a prova viva de que perseverança e dedicação podem, sim, levar a uma vida de prazer e tranquilidade.

Quando o Nove de Ouros aparece como carta regente, anuncia um período de abertura para a prosperidade. Você dedica um tempo para desacelerar e realmente saborear as suas conquistas? Você está, de fato, se abrindo para a prosperidade? Seu ambiente transmite uma energia de abundância?

Essa carta simboliza uma profunda sensação de satisfação que nasce da autossuficiência e da disciplina. Ela retrata uma pessoa capaz de apreciar os luxos e as delicadezas da vida porque os conquistou com as próprias mãos — e justamente por isso os valoriza ainda mais.

Como o Nove de Ouros está profundamente ligado à independência, ele pode, por vezes, representar alguém solteiro — mas não se limita a isso. Na verdade, a carta simboliza alguém que não depende de outra pessoa para se sentir completo ou feliz. Nesse sentido, o Nove de Ouros nos lembra que uma mentalidade de abundância é essencial para qualquer relação saudável. Não podemos oferecer ao outro aquilo que não cultivamos em nós. Quando somos felizes por conta própria, conseguimos compartilhar essa felicidade. Mesmo dentro de um relacionamento, preservar um espaço de autonomia é fundamental.

O Nove de Ouros sempre anuncia prosperidade, sucesso e conforto. Ajuste seu ambiente para despertar sensações de riqueza e realização. Ao olhar ao redor, permita-se enxergar abundância — um cenário que reflita o sentimento de sucesso. Desacelere, cultive beleza, e crie um espaço que irradie prosperidade.

O mês de dezembro começa sob a regência elegante e madura do Nove de Ouros, uma carta que fala de colheitas conscientes, independência emocional e a força silenciosa de quem sabe exatamente o que construiu. A primeira semana do mês vibra essa sensação de chão firme, como se você finalmente percebesse que está pisando em terreno que é seu — fruto do seu esforço, da sua disciplina e da sua capacidade de se manter fiel ao que importa. Não é um momento de correria, mas de consciência. De respirar fundo e reconhecer o próprio valor.

Na quinta-feira (4), a Lua Cheia em Gêmeos amplia percepções, esclarece conversas, ilumina pensamentos antes nublados. Ela também expõe o que estava subentendido, abrindo espaço para diálogos transparentes — inclusive consigo mesmo.

O Nove de Ouros, dentro desse cenário, funciona como uma luz interna que guia cada gesto. Ele convida você a confiar na sua trajetória, a não diminuir suas conquistas e a perceber que aquilo que parecia distante começa a tomar forma. Ele também lembra que abundância não é só dinheiro: é paz. É estar bem com quem você é. É não mendigar nada — nem amor, nem atenção, nem reconhecimento. Justamente por isso, essa é uma semana em que você se sente mais inteiro, mais centrado, mais dono de si.

Para muitas pessoas, esse período marca pequenas vitórias: um insight certeiro, uma decisão bem tomada, uma conversa que se desenrola da maneira certa, uma sensação inesperada de orgulho próprio.

No fim, a energia que domina a primeira semana de dezembro é a de maturidade luminosa. Você não precisa provar nada — apenas reconhecer o que já é. Com o Nove de Ouros na mão e um céu que favorece clareza, presença e escolhas conscientes, o período se abre como um convite para caminhar com calma, com beleza e com confiança. É o início de um mês que pede menos ansiedade e mais valorização daquilo que já floresceu dentro de você. É colheita — silenciosa, serena e merecida.

Esta carta nos mostra que estamos no caminho certo e bem encaminhados para alcançar nossos objetivos, mas que ainda há um pouco mais de trabalho a ser feito. Anime-se, sabendo que seus esforços estão dando frutos de forma significativa e tangível, e aproveite essa onda de positividade para redobrar seus esforços e manifestar o futuro que você deseja!

Quando a alma está feliz, a prosperidade cresce, a saúde melhora, as amizades aumentam, enfim, o mundo fica de bem com você! O mundo exterior reflete o universo interior. (Mahatma Gandhi)

Desejo a todos vocês uma semana abundante!

Muita luz,

Ana Cristina Paixão

Moda Correio B+

Milão, moda e o novo imaginário olímpico

Milão e Cortina simbolizam um modelo olímpico que sustenta seu design, sua arquitetura e sua moda: respeito ao território, uso inteligente da herança existente e valorização do detalhe.

08/02/2026 15h30

Milão, moda e o novo imaginário olímpico

Milão, moda e o novo imaginário olímpico Foto: Divulgação

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A escolha da Itália como sede dos jogos Olímpicos de inverno de 2026, não foi apenas uma decisão logística ou esportiva, foi, sobretudo, uma decisão estética e simbólica. Ao dividir os Jogos entre os Alpes de Cortina d’Ampezzo e Milão, o Comitê Olímpico Internacional reconheceu algo que vai além da neve e das montanhas: o poder cultural da Itália como linguagem global.

Milão e Cortina simbolizam um modelo olímpico que sustenta seu design, sua arquitetura e sua moda: respeito ao território, uso inteligente da herança existente e valorização do detalhe.

Assim como as grandes maisons italianas raramente constroem do zero sem dialogar com o passado, a candidatura apostou em infraestrutura pronta, paisagens consagradas e cidades que já sabem contar histórias. Não por acaso, Milão entra no projeto não como cenário de neve, mas como capital simbólica.

Milão não é apenas uma cidade que produz moda. Ela produz narrativa. É ali que o vestir deixa de ser tendência para se tornar linguagem política, econômica e cultural. Ao sediar cerimônias, eventos midiáticos e o centro nervoso dos Jogos, a cidade reforça a ideia de que, em 2026, os uniformes olímpicos importam tanto quanto os pódios.

Essa centralidade explica a presença marcante de marcas italianas e internacionais nos Jogos, não como patrocinadoras silenciosas, mas como autoras de identidade nacional.

A Itália veste a si mesma com a EA7 Empório Armani, linha esportiva de uma das casas mais emblemáticas do país. O resultado são uniformes minimalistas, em tons claros, quase arquitetônicos. Armani não grita: sugere. E essa contenção estética traduz perfeitamente a imagem que a Itália deseja projetar, sofisticação sem ostentação.

No caso do Brasil, a escolha da Moncler como parceira oficial é reveladora. Nascida nos Alpes e transformada em símbolo de luxo técnico, a marca conecta performance, frio extremo e desejo. Ao vestir o Time Brasil, Moncler não apenas empresta tecnologia térmica, mas insere o país em um imaginário europeu de montanha e excelência, algo impensável décadas atrás.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoBrasil - Divulgação

Fora da Itália, outras marcas reforçam essa leitura cultural do vestir olímpico. A Ralph Lauren continua vestindo os Estados Unidos como quem constrói um filme de época: tricôs patrióticos, casacos clássicos e nostalgia como estratégia de poder.

O Canadá, com a Lululemon, aposta no athleisure como identidade nacional contemporânea: funcional, confortável, exportável.

Já a Mongólia talvez ofereça o gesto mais radical, com uniformes assinados pela Goyol Cashmere, inspirados no traje tradicional deel. Em vez de seguir Milão, a Mongólia leva sua própria história até ela, provando que moda olímpica também pode ser resistência cultural.

Se os Jogos fossem sediados em uma cidade sem tradição estética, tudo isso seria ruído. Em Milão, vira mensagem coerente. A cidade legitima o uniforme como objeto cultural, o atleta como corpo narrativo e a moda como instrumento de diplomacia simbólica.

O Comitê Olímpico Internacional escolheu a Itália porque precisava de credibilidade, infraestrutura e estabilidade. Mas escolheu Milão porque precisava de sentido. Em uma era saturada de imagens, a capital da moda oferece algo raro: coerência entre forma e conteúdo.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoRalph Lauren - Divulgação

Os Jogos de Inverno de 2026 mostram que o futuro olímpico passa também por histórias mais bem vestidas. Em Milão, cada costura comunica pertencimento, cada tecido carrega estratégia e cada uniforme se torna um manifesto silencioso.

No fim, a Itália não foi escolhida apenas para sediar os Jogos. Foi escolhida porque sabe, como poucos países, que vestir é uma forma sofisticada de governar o imaginário.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoGabriela Rosa é consultora de imagem e estilo, fala sobre moda e comportamento e é idealizadora da Dolce Far Moda - Divulgação

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia.

A carta desta semana é o Dez de Copas. Considerada uma das mais felizes do Tarô, sua presença como regente do período promete trazer leveza, harmonia e, quase inevitavelmente, um sorriso ao seu rosto.

08/02/2026 12h00

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia.

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia. Foto: Divulgação

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O Dez de Copas é transbordante, abundante e radiante, trazendo sentimentos que todos desejamos e gostamos de experimentar.

Por mais ilusória que a carta Dez de Copas possa parecer, aprendo cada vez mais que ela não é algo que precisamos esperar para vivenciar. Sinto essa energia ao sair da academia, depois de um bom treino, ou quando “I Want It That Way”, dos Backstreet Boys, começa a tocar.

É uma sensação tão boa quanto estar apaixonado, mas não tem a ver com estar com alguém. Aqui, quem ocupa o primeiro lugar é o amor que cultivo por mim.

É claro que um bom relacionamento com outra pessoa pode proporcionar essa mesma sensação — mas a verdadeira magia, a verdadeira celebração, acontece quando mergulhamos nas profundezas de nós mesmos.

A vida familiar tem sido uma fonte de alegria nos últimos tempos? Alguém, recentemente, surpreendeu você com uma felicidade maior do que esperava? Poucas cartas do Tarô irradiam tanta alegria quanto esse conjunto de cálices dourados do Dez de Copas, arcano regente da semana.

Na imagem, um homem e uma mulher contemplam o horizonte. Abraçados pela cintura, ambos erguem um dos braços em um gesto de acolhimento e abertura ao futuro.

À frente deles, estende-se uma paisagem harmoniosa: uma casa acolhedora entre arbustos e árvores verdejantes, sob um céu azul límpido. Ao lado, duas crianças dançam de mãos dadas, enquanto, acima da cena, um arco-íris se forma no céu, sustentando dez taças douradas.

O Dez de Copas traduz a ideia do “e viveram felizes para sempre”, clássica frase dos contos de fadas, quanto o Dez de Copas. Na ilustração da carta, as figuras retratadas não vestem roupas luxuosas ou sofisticadas. Isso não é acaso. Copas é o naipe das emoções, e aqui a felicidade não está ligada à aparência, ao status ou às conquistas materiais. A carta reafirma uma verdade essencial: a verdadeira felicidade nasce de dentro.

Se existe um leve tom melancólico nessa imagem, talvez seja o lembrete de que os arco-íris são, em parte, ilusão — e que a felicidade, embora profunda, é também uma experiência transitória na jornada humana. Ainda assim, o Dez de Copas nos convida a reconhecer, valorizar e viver plenamente esses raros e preciosos momentos de plenitude quando eles se revelam.

O Dez de Copas fala das recompensas emocionais da vida. Conhecida como a carta do “casamento e da família”, ela está muito mais ligada às pessoas que fazem parte da nossa jornada do que às conquistas materiais. Algumas dessas pessoas fazem parte da nossa vida por nascimento, mas a maioria é escolhida por afinidade, amor e conexão.

Essa carta também fala de comunidade. Por indicar crescimento espiritual, pode apontar para a sua comunidade espiritual — pessoas que, de forma ativa ou silenciosa, contribuíram para o seu desenvolvimento interior.

Para quem tem uma visão mais esotérica ou metafísica, o Dez de Copas é conhecido como a carta da família da alma. Nessa perspectiva, existe um vínculo — quase como um contrato espiritual — firmado com a família de origem, com o propósito de aprender determinadas lições necessárias à evolução da alma. O arco-íris presente na carta simboliza justamente esse pacto espiritual.

Por isso, hoje, o Dez de Copas convida você a olhar além das coisas materiais que possui — ou acredita precisar — para ser feliz. Essa carta pede que você observe aquilo que realmente traz plenitude, satisfação emocional e uma profunda sensação de paz interior. Lembre-se: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.” (Carlos Drummond de Andrade)

O Dez de Copas simboliza felicidade, alegria e plenitude emocional, especialmente no âmbito dos relacionamentos e da vida familiar. Ele revela uma abundância de amor construída ao longo do tempo — um amor que agora transborda e é compartilhado, expandindo ainda mais o seu coração.

Essa carta costuma surgir quando você está cercado por pessoas queridas, com quem mantém vínculos fortes, verdadeiros e profundos. Há admiração mútua, apoio sincero e a sensação de que, juntos, vocês se incentivam a alcançar o melhor de si. Ver aqueles que você ama prosperarem e viverem com alegria se torna, para você, uma das maiores fontes de felicidade.

Não é à toa que o Dez de Copas também é conhecido como a carta da “família feliz”. As tensões se dissipam, os conflitos dão lugar ao entendimento e o amor circula com naturalidade entre todos.

Ele pode aparecer em leituras que indicam encontros familiares, feriados, celebrações ou simples momentos de convivência, nos quais é possível desacelerar, relaxar e criar memórias leves e felizes, fortalecendo laços que sustentam emocionalmente.

No campo amoroso, o Dez de Copas é um presságio extremamente positivo. Pode anunciar tanto o florescimento de um relacionamento novo e satisfatório quanto a consolidação de um vínculo duradouro, marcado por compromissos importantes como noivado, casamento ou a formação de uma família. Há a sensação de um amor profundo e verdadeiro — aquele que faz acreditar em encontros de alma, parcerias destinadas a caminhar juntas.

Quando o Dez de Copas surge, você vive um período de paz, harmonia e amor, no qual sonhos e desejos encontram espaço para se realizar. É um convite para pausar, reconhecer e valorizar tudo o que foi construído até aqui. Ao seguir o seu coração e confiar na sua intuição, você criou uma vida pautada por conexões verdadeiras e felicidade genuína.

Por fim, o Dez de Copas encoraja você a continuar seguindo o seu coração e a confiar na sabedoria da sua intuição para conduzi-lo em direção ao que está alinhado com o seu Bem Maior. Suas emoções são bússolas poderosas: quando algo lhe traz alegria, nutra isso; quando algo soa desalinhado, permita-se recuar.

Deixe que a intuição guie suas escolhas e busque caminhos que ressoem com seus valores e tragam realização profunda — não aqueles que atendem às expectativas alheias, mas os que fazem sentido para a sua alma.

A família retratada no Dez de Copas é como qualquer outra. Eles têm questões a resolver, trabalho a cumprir, filhos para criar e rotinas que organizam — e às vezes engessam — o dia a dia. Há amor naquela casa, mas também existem discussões, desentendimentos e pequenos conflitos que precisam ser acolhidos e resolvidos. Nada é perfeito. E, ainda assim, algo essencial acontece.

O Dez de Copas pede abertura emocional. Abrace quem você ama. Diga o quanto essas pessoas são importantes. Reconheça o amor que já existe ao seu redor — e faça algo consciente para ampliá-lo. "Em tempos de provação, não há nada como a família." - Provérbio birmanês.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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