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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 03 a 09 de novembro. Estabilidade e coragem.

Sob o domínio do Rei de Ouros, a semana traz estabilidade em meio ao imprevisto é tempo de transformar desafios em oportunidades concretas.

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Estabilidade e coragem: o Rei de Ouros ensina a manter os pés no chão.

A carta regente desta semana é o Rei de Ouros, símbolo de estabilidade, segurança material e sucesso conquistado com disciplina e sabedoria prática. Este é um momento em que o foco está em consolidar conquistas, tomar decisões financeiras e cuidar de tudo que garante conforto e prosperidade.

Mas atenção: o céu traz desafios que pedem adaptação e coragem.

O Rei de Ouros traz um convite à estabilidade, à segurança e à realização prática. Este é um período em que o trabalho constante, a responsabilidade e o senso de realidade se tornam suas maiores forças. As recompensas vêm do empenho e da maturidade com que você conduz seus projetos, administra seus recursos e mantém os pés no chão. É uma semana para fortalecer bases sólidas — financeiras, profissionais e emocionais — e para desfrutar, com serenidade, dos frutos do seu esforço.

No campo material, o Rei de Ouros favorece uma postura cuidadosa e estratégica em relação ao dinheiro. As decisões financeiras tomadas agora podem garantir estabilidade futura, desde que sejam guiadas pela prudência e pelo bom senso. Na vida profissional, o sucesso vem da persistência e da dedicação. Projetos bem estruturados tendem a se concretizar, e investimentos feitos com paciência podem começar a dar retorno.

O momento também inspira uma liderança prática e sensata: organize-se, defina prioridades e busque soluções objetivas para qualquer desafio que surgir. O Rei de Ouros não se perde em teorias — ele age com método e confiança, transformando planos em resultados.

Há ainda um tom de generosidade nesta carta: talvez você esteja em posição de oferecer apoio a alguém próximo, seja material ou emocionalmente. Da mesma forma, se precisar de orientação, busque a presença de uma pessoa confiável e experiente, alguém que reflita as qualidades do Rei de Ouros — firmeza, sabedoria e senso prático.

A semana pede equilíbrio entre produtividade e prazer. Valorize o que você conquistou, celebre suas vitórias, pequenas ou grandes, e lembre-se de que o verdadeiro sucesso está em construir algo duradouro, com paciência e consistência.

Significado do Rei de Ouros

Ele é um rei — e isso traz questões sobre o próprio significado da realeza. O Rei de Ouros é o soberano da concretude, da ordem e da estabilidade. Ele representa o caminho para o sucesso material.

Ele é a imagem da prosperidade conquistada através da disciplina, da paciência e do trabalho constante. Sua presença irradia tanto os sinais externos da riqueza — conforto, estabilidade, abundância — quanto os internos: confiança, sabedoria e serenidade diante da vida. Os touros esculpidos em seu trono evocam o signo de Touro, símbolo de persistência e determinação, lembrando que a verdadeira conquista nasce da tenacidade e do compromisso com os próprios objetivos.

O Rei vive cercado de bens e habita um castelo resplandecente, reflexo visível de seu esforço e merecimento. Aos olhos dos outros, ele é o retrato do sucesso. No entanto, sua verdadeira riqueza não está nas posses, mas na consciência de que toda prosperidade genuína floresce do tempo, da preparação e da disposição em construir passo a passo o próprio destino.

Você anda se sentindo inseguro em relação ao seu futuro financeiro?
Existe algo que deseja conquistar, mas não sabe por onde começar?
E, neste momento, seus pensamentos sobre prosperidade são positivos ou tomados pela dúvida?

O Rei de Ouros é um dos filhos mais queridos de sua mãe, a Imperatriz. A ela pertence o poder da criação e da abundância — e foi a este Rei que ela confiou seu cetro dourado, capaz de fazer todas as coisas crescerem. A Imperatriz o escolheu porque ele provou ser paciente, preparado e movido por um amor genuíno pelo que faz.

Ao mesmo tempo, o Rei veste a armadura de seu pai, o Imperador, e ergueu muros de pedra em torno de seus vinhedos férteis para proteger tudo o que construiu. Assim, ele equilibra em si os princípios do feminino e do masculino — a sensibilidade e o cuidado da mãe, aliados à força e à disciplina do pai.

Suas vestes são adornadas por cachos de uvas — símbolo perfeito de seu temperamento e de sua sabedoria. As uvas são delicadas e exigem tempo e dedicação; precisam de cuidado paciente até se transformarem no vinho que traz prazer e celebração. O Rei de Ouros compreende profundamente esse processo. Ele está nos vinhedos antes mesmo da estação de crescimento, preparando a terra e cuidando das videiras que um dia darão frutos.

É esse zelo constante que o torna próspero — todos desejam provar o sabor do seu vinho mágico. Ele entende que o verdadeiro sucesso nasce do amor pelo que se faz. Para colher bons frutos, é preciso apreciar o trabalho e reconhecer, com gratidão, as responsabilidades que garantem segurança e estabilidade. Tudo o que o Rei realiza é feito com prazer e propósito, e por isso suas uvas são doces — nunca amargas.

Rei de Ouros - Divulgação

Para alcançar o sucesso simbolizado pelo Rei de Ouros, três atitudes são essenciais:

Primeiro, paciência. Nem todos os dias são ensolarados, mas até a chuva tem seu valor — ela alimenta a terra e dá vida às sementes. Qualquer conquista duradoura exige tempo para florescer: seus talentos, metas e sonhos não podem ser apressados. Assim como as uvas, eles precisam de cuidado constante e gentil.

Depois, planejamento. Trace seus objetivos e registre-os por escrito. Divida-os em etapas possíveis e realistas. Esse processo fortalece a disciplina e renova o sentimento de progresso.

Por fim, amor pelo que se faz. Encare suas tarefas com boa vontade e gratidão, e os resultados serão muito mais prósperos do que se forem realizados por obrigação ou medo. Essa atitude garante que os frutos do seu trabalho sejam doces — e não amargos.

O Rei de Ouros é um arquétipo de saúde, prosperidade, estabilidade e alegria concreta. Quando representa uma pessoa, ele descreve alguém financeiramente seguro, sábio nos negócios e cauteloso em seus investimentos — um verdadeiro estrategista da vida material. Pode ser também o retrato de um provedor confiável, alguém que pensa no futuro com responsabilidade e constância.

Em qualquer forma ou gênero, o Rei de Ouros simboliza a maturidade que transforma o esforço em abundância, e o trabalho em prazer. Ele é o lembrete de que o verdadeiro poder está em construir com amor, proteger com sabedoria e colher com gratidão.

Na terça-feira (04), Marte ingressa em Sagitário, nos impulsionando a agir com ousadia e expandir nossos horizontes, seja em projetos profissionais, estudos ou viagens. Com o Rei de Ouros como guia, é hora de equilibrar essa energia expansiva com estratégia: avance, mas com planejamento. A ação impetuosa pode trazer resultados, mas os frutos virão mais seguros se houver disciplina e visão de longo prazo.

Ao longo da semana, permanece ativa a oposição entre Marte em Sagitário e Urano em Gêmeos, com seu ponto máximo na terça-feira (04). Essa configuração traz um clima de imprevisibilidade e tensão, aumentando o risco de ações impulsivas e até de pequenos acidentes.

O Rei de Ouros aconselha prudência: evite decisões apressadas e mantenha o controle, especialmente em questões financeiras e profissionais. Mudanças inesperadas podem desestabilizar, mas também abrir espaço para novas possibilidades. Se você conseguir manter os pés firmes no chão, as surpresas do período podem se transformar em oportunidades valiosas de inovação e crescimento.

Ao longo de toda a semana, estará ativa a oposição de Marte em Sagitário com Urano em Gêmeos, exata na terça-feira (04). Dessa combinação, resulta um cenário de tendência a acidentes.

Portanto, este aspecto pede atenção: mudanças inesperadas podem gerar tensão, especialmente em assuntos financeiros ou profissionais. O Rei de Ouros aconselha manter o controle e não se deixar levar por impulsos. Surpresas podem surgir, mas se você manter os pés no chão, elas podem se transformar em oportunidades de inovação e crescimento.

A turbulência desta semana chega ao ápice a partir de quarta-feira (05), com a Lua Cheia no eixo Touro-Escorpião. A Lua Cheia ilumina as questões de Touro, signo da estabilidade, dos recursos e do prazer. O Rei de Ouros floresce aqui: é um convite para avaliar ganhos, recompensas e aquilo que realmente tem valor na vida. Uma boa semana para fechar negócios, rever investimentos ou simplesmente agradecer pelas conquistas materiais e emocionais.

Na quinta-feira (06), Vênus entra em Escorpião, os relacionamentos, a intimidade e os recursos compartilhados ganham intensidade. O Rei de Ouros lembra: é possível ser profundo e intenso, mas com responsabilidade. Questões financeiras conjuntas ou projetos em parceria pedem cuidado e transparência.

O retorno de Urano em Touro, na sexta-feira (07), indica mudanças súbitas na forma como lidamos com segurança, dinheiro e valores pessoais. O Rei de Ouros aconselha: a inovação é bem-vinda, mas é preciso manter fundamentos sólidos. Este é o momento de equilibrar tradição e modernidade, integrando novas ideias sem perder a estabilidade.

Fechamos a semana com Mercúrio Retrógrado em Sagitário no domingo (09) trazendo revisão, atrasos e necessidade de reflexão, especialmente em contratos, viagens e aprendizados. O Rei de Ouros recomenda prudência: revise documentos, finanças e planos estratégicos antes de avançar. Retomar antigas oportunidades pode ser mais vantajoso do que buscar algo novo neste período.

Mensagem da Semana

O Rei de Ouros nos lembra que prosperidade verdadeira não vem da pressa, mas da combinação de coragem e disciplina. Mesmo diante de Marte agitado, Urano imprevisível e Mercúrio retrógrado, você pode transformar desafios em crescimento sólido, com inteligência prática e visão de longo prazo.

Dica: concentre-se em decisões financeiras, parcerias e projetos que podem render frutos duradouros. “Você deve assumir o controle do seu dinheiro, ou a falta dele o controlará para sempre”. (Dave Ramsey)

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Moda Correio B+

Milão, moda e o novo imaginário olímpico

Milão e Cortina simbolizam um modelo olímpico que sustenta seu design, sua arquitetura e sua moda: respeito ao território, uso inteligente da herança existente e valorização do detalhe.

08/02/2026 15h30

Milão, moda e o novo imaginário olímpico

Milão, moda e o novo imaginário olímpico Foto: Divulgação

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A escolha da Itália como sede dos jogos Olímpicos de inverno de 2026, não foi apenas uma decisão logística ou esportiva, foi, sobretudo, uma decisão estética e simbólica. Ao dividir os Jogos entre os Alpes de Cortina d’Ampezzo e Milão, o Comitê Olímpico Internacional reconheceu algo que vai além da neve e das montanhas: o poder cultural da Itália como linguagem global.

Milão e Cortina simbolizam um modelo olímpico que sustenta seu design, sua arquitetura e sua moda: respeito ao território, uso inteligente da herança existente e valorização do detalhe.

Assim como as grandes maisons italianas raramente constroem do zero sem dialogar com o passado, a candidatura apostou em infraestrutura pronta, paisagens consagradas e cidades que já sabem contar histórias. Não por acaso, Milão entra no projeto não como cenário de neve, mas como capital simbólica.

Milão não é apenas uma cidade que produz moda. Ela produz narrativa. É ali que o vestir deixa de ser tendência para se tornar linguagem política, econômica e cultural. Ao sediar cerimônias, eventos midiáticos e o centro nervoso dos Jogos, a cidade reforça a ideia de que, em 2026, os uniformes olímpicos importam tanto quanto os pódios.

Essa centralidade explica a presença marcante de marcas italianas e internacionais nos Jogos, não como patrocinadoras silenciosas, mas como autoras de identidade nacional.

A Itália veste a si mesma com a EA7 Empório Armani, linha esportiva de uma das casas mais emblemáticas do país. O resultado são uniformes minimalistas, em tons claros, quase arquitetônicos. Armani não grita: sugere. E essa contenção estética traduz perfeitamente a imagem que a Itália deseja projetar, sofisticação sem ostentação.

No caso do Brasil, a escolha da Moncler como parceira oficial é reveladora. Nascida nos Alpes e transformada em símbolo de luxo técnico, a marca conecta performance, frio extremo e desejo. Ao vestir o Time Brasil, Moncler não apenas empresta tecnologia térmica, mas insere o país em um imaginário europeu de montanha e excelência, algo impensável décadas atrás.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoBrasil - Divulgação

Fora da Itália, outras marcas reforçam essa leitura cultural do vestir olímpico. A Ralph Lauren continua vestindo os Estados Unidos como quem constrói um filme de época: tricôs patrióticos, casacos clássicos e nostalgia como estratégia de poder.

O Canadá, com a Lululemon, aposta no athleisure como identidade nacional contemporânea: funcional, confortável, exportável.

Já a Mongólia talvez ofereça o gesto mais radical, com uniformes assinados pela Goyol Cashmere, inspirados no traje tradicional deel. Em vez de seguir Milão, a Mongólia leva sua própria história até ela, provando que moda olímpica também pode ser resistência cultural.

Se os Jogos fossem sediados em uma cidade sem tradição estética, tudo isso seria ruído. Em Milão, vira mensagem coerente. A cidade legitima o uniforme como objeto cultural, o atleta como corpo narrativo e a moda como instrumento de diplomacia simbólica.

O Comitê Olímpico Internacional escolheu a Itália porque precisava de credibilidade, infraestrutura e estabilidade. Mas escolheu Milão porque precisava de sentido. Em uma era saturada de imagens, a capital da moda oferece algo raro: coerência entre forma e conteúdo.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoRalph Lauren - Divulgação

Os Jogos de Inverno de 2026 mostram que o futuro olímpico passa também por histórias mais bem vestidas. Em Milão, cada costura comunica pertencimento, cada tecido carrega estratégia e cada uniforme se torna um manifesto silencioso.

No fim, a Itália não foi escolhida apenas para sediar os Jogos. Foi escolhida porque sabe, como poucos países, que vestir é uma forma sofisticada de governar o imaginário.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoGabriela Rosa é consultora de imagem e estilo, fala sobre moda e comportamento e é idealizadora da Dolce Far Moda - Divulgação

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia.

A carta desta semana é o Dez de Copas. Considerada uma das mais felizes do Tarô, sua presença como regente do período promete trazer leveza, harmonia e, quase inevitavelmente, um sorriso ao seu rosto.

08/02/2026 12h00

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia.

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia. Foto: Divulgação

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O Dez de Copas é transbordante, abundante e radiante, trazendo sentimentos que todos desejamos e gostamos de experimentar.

Por mais ilusória que a carta Dez de Copas possa parecer, aprendo cada vez mais que ela não é algo que precisamos esperar para vivenciar. Sinto essa energia ao sair da academia, depois de um bom treino, ou quando “I Want It That Way”, dos Backstreet Boys, começa a tocar.

É uma sensação tão boa quanto estar apaixonado, mas não tem a ver com estar com alguém. Aqui, quem ocupa o primeiro lugar é o amor que cultivo por mim.

É claro que um bom relacionamento com outra pessoa pode proporcionar essa mesma sensação — mas a verdadeira magia, a verdadeira celebração, acontece quando mergulhamos nas profundezas de nós mesmos.

A vida familiar tem sido uma fonte de alegria nos últimos tempos? Alguém, recentemente, surpreendeu você com uma felicidade maior do que esperava? Poucas cartas do Tarô irradiam tanta alegria quanto esse conjunto de cálices dourados do Dez de Copas, arcano regente da semana.

Na imagem, um homem e uma mulher contemplam o horizonte. Abraçados pela cintura, ambos erguem um dos braços em um gesto de acolhimento e abertura ao futuro.

À frente deles, estende-se uma paisagem harmoniosa: uma casa acolhedora entre arbustos e árvores verdejantes, sob um céu azul límpido. Ao lado, duas crianças dançam de mãos dadas, enquanto, acima da cena, um arco-íris se forma no céu, sustentando dez taças douradas.

O Dez de Copas traduz a ideia do “e viveram felizes para sempre”, clássica frase dos contos de fadas, quanto o Dez de Copas. Na ilustração da carta, as figuras retratadas não vestem roupas luxuosas ou sofisticadas. Isso não é acaso. Copas é o naipe das emoções, e aqui a felicidade não está ligada à aparência, ao status ou às conquistas materiais. A carta reafirma uma verdade essencial: a verdadeira felicidade nasce de dentro.

Se existe um leve tom melancólico nessa imagem, talvez seja o lembrete de que os arco-íris são, em parte, ilusão — e que a felicidade, embora profunda, é também uma experiência transitória na jornada humana. Ainda assim, o Dez de Copas nos convida a reconhecer, valorizar e viver plenamente esses raros e preciosos momentos de plenitude quando eles se revelam.

O Dez de Copas fala das recompensas emocionais da vida. Conhecida como a carta do “casamento e da família”, ela está muito mais ligada às pessoas que fazem parte da nossa jornada do que às conquistas materiais. Algumas dessas pessoas fazem parte da nossa vida por nascimento, mas a maioria é escolhida por afinidade, amor e conexão.

Essa carta também fala de comunidade. Por indicar crescimento espiritual, pode apontar para a sua comunidade espiritual — pessoas que, de forma ativa ou silenciosa, contribuíram para o seu desenvolvimento interior.

Para quem tem uma visão mais esotérica ou metafísica, o Dez de Copas é conhecido como a carta da família da alma. Nessa perspectiva, existe um vínculo — quase como um contrato espiritual — firmado com a família de origem, com o propósito de aprender determinadas lições necessárias à evolução da alma. O arco-íris presente na carta simboliza justamente esse pacto espiritual.

Por isso, hoje, o Dez de Copas convida você a olhar além das coisas materiais que possui — ou acredita precisar — para ser feliz. Essa carta pede que você observe aquilo que realmente traz plenitude, satisfação emocional e uma profunda sensação de paz interior. Lembre-se: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.” (Carlos Drummond de Andrade)

O Dez de Copas simboliza felicidade, alegria e plenitude emocional, especialmente no âmbito dos relacionamentos e da vida familiar. Ele revela uma abundância de amor construída ao longo do tempo — um amor que agora transborda e é compartilhado, expandindo ainda mais o seu coração.

Essa carta costuma surgir quando você está cercado por pessoas queridas, com quem mantém vínculos fortes, verdadeiros e profundos. Há admiração mútua, apoio sincero e a sensação de que, juntos, vocês se incentivam a alcançar o melhor de si. Ver aqueles que você ama prosperarem e viverem com alegria se torna, para você, uma das maiores fontes de felicidade.

Não é à toa que o Dez de Copas também é conhecido como a carta da “família feliz”. As tensões se dissipam, os conflitos dão lugar ao entendimento e o amor circula com naturalidade entre todos.

Ele pode aparecer em leituras que indicam encontros familiares, feriados, celebrações ou simples momentos de convivência, nos quais é possível desacelerar, relaxar e criar memórias leves e felizes, fortalecendo laços que sustentam emocionalmente.

No campo amoroso, o Dez de Copas é um presságio extremamente positivo. Pode anunciar tanto o florescimento de um relacionamento novo e satisfatório quanto a consolidação de um vínculo duradouro, marcado por compromissos importantes como noivado, casamento ou a formação de uma família. Há a sensação de um amor profundo e verdadeiro — aquele que faz acreditar em encontros de alma, parcerias destinadas a caminhar juntas.

Quando o Dez de Copas surge, você vive um período de paz, harmonia e amor, no qual sonhos e desejos encontram espaço para se realizar. É um convite para pausar, reconhecer e valorizar tudo o que foi construído até aqui. Ao seguir o seu coração e confiar na sua intuição, você criou uma vida pautada por conexões verdadeiras e felicidade genuína.

Por fim, o Dez de Copas encoraja você a continuar seguindo o seu coração e a confiar na sabedoria da sua intuição para conduzi-lo em direção ao que está alinhado com o seu Bem Maior. Suas emoções são bússolas poderosas: quando algo lhe traz alegria, nutra isso; quando algo soa desalinhado, permita-se recuar.

Deixe que a intuição guie suas escolhas e busque caminhos que ressoem com seus valores e tragam realização profunda — não aqueles que atendem às expectativas alheias, mas os que fazem sentido para a sua alma.

A família retratada no Dez de Copas é como qualquer outra. Eles têm questões a resolver, trabalho a cumprir, filhos para criar e rotinas que organizam — e às vezes engessam — o dia a dia. Há amor naquela casa, mas também existem discussões, desentendimentos e pequenos conflitos que precisam ser acolhidos e resolvidos. Nada é perfeito. E, ainda assim, algo essencial acontece.

O Dez de Copas pede abertura emocional. Abrace quem você ama. Diga o quanto essas pessoas são importantes. Reconheça o amor que já existe ao seu redor — e faça algo consciente para ampliá-lo. "Em tempos de provação, não há nada como a família." - Provérbio birmanês.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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