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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 17 e 23 de novembro. O sucesso pode chegar...

Com a energia do Sete de Paus, é essencial manter a integridade e sustentar suas convicções. O sucesso está ao seu alcance, mas exige foco, empenho e firmeza naquilo em que você acredita.

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O Sete de Paus representa o ato de sustentar sua integridade e afirmar sua individualidade. Quando você deixa que seu próprio código de honra oriente suas escolhas, acaba trilhando o caminho mais elevado. Nem sempre é o mais fácil, mas certamente é o que faz você brilhar. O Sete de Paus te convida a pensar por si mesmo, evitando cair no pensamento de manada. Isso pode significar não compactuar com algo que fere seu senso de certo e errado apenas para ser aceita pelos outros.

Esta carta lembra que manter sua integridade e seu senso de individualidade é essencial, mesmo quando isso significa caminhar sozinho. Tenha coragem de expressar suas opiniões, ainda que elas contrariem a maioria. O Sete de Paus te fortalece para resistir à tentação da conformidade e permanecer fiel ao seu próprio compasso moral.

Lembre-se: defender seus princípios exige força e resiliência. Pode envolver críticas, obstáculos ou momentos de desconforto. Mas as recompensas de permanecer fiel a si mesmo superam qualquer incômodo passageiro. Confie na sua capacidade de atravessar desafios, sabendo que seu compromisso inabalável com seus valores abrirá caminho para o sucesso e a verdadeira autoestima.

Você defende aquilo que é justo, bom e correto dentro de você? Na carta, vemos um homem defendendo sua posição no topo de uma colina. Ele está acima de todos os outros. Sua expressão revela uma determinação firme: a de sustentar aquilo que acredita ser certo. Não vemos quem o ataca — e não precisamos. Eles representam todos aqueles que se unem apenas para “se encaixar”, atacando quem ousa se destacar. O homem, porém, está numa posição mais elevada: ele é o “rei da montanha”.

Se você observar com atenção, ele usa dois sapatos diferentes — um sinal claro de não conformidade. Isso faz dele um alvo para quem escolhe a uniformidade a qualquer custo. “Quem ele pensa que é?”, parece questionar o grupo. Como ousa seguir seu próprio ritmo, desafiando as regras tácitas do coletivo? Mas é justamente essa coragem de caminhar por um caminho único que o distingue como alguém de força e honra pessoais.

Todos os seres humanos desejam pertencer

Geralmente pensamos que só adolescentes se preocupam com a opinião alheia, mas o desejo de aceitação é universal. Infelizmente, muitos adultos se deixam levar por negatividades para agradar seu “grupo”.

Gostamos de acreditar que somos boas pessoas, mas quando nos deixamos arrastar pelos comportamentos do grupo, acabamos nos afastando da nossa própria integridade e individualidade.

De vez em quando, encontramos alguém que brilha pela integridade e diz algo como: “Prefiro não participar dessa conversa.” Ou: “Eu gosto dela; é uma pessoa ótima quando você a conhece.” Não é porque essas pessoas se acham melhores — é porque cultivam compaixão e conhecem, na pele, a dor da rejeição injusta.

E é por isso que as admiramos: porque têm coragem. Porque se posicionam.
As pessoas mais respeitáveis não se envolvem em nada que esteja abaixo de sua dignidade.

O Sete de Paus te convida a fazer o mesmo: assumir sua visão única e sua individualidade — e defendê-las com firmeza.

A semana começa marcada pela Lua Nova em Escorpião, que chega na quinta-feira (20) abrindo um portal de renascimento emocional e de limpeza profunda. Essa lunação nos conduz ao centro das nossas necessidades, desejos e motivações mais íntimas, revelando o que sustenta — e o que pesa — dentro de nós. Escorpião desce ao subterrâneo, dissolve ilusões e corta pela raiz aquilo que já cumpriu seu papel. É o momento do mergulho, da revelação e da coragem de encarar o que estava escondido.

Mas logo adiante o céu muda de temperatura. O Sol entra em Sagitário, na sexta-feira (21), inaugurando uma temporada que traz leveza, movimento, expansão e novos horizontes. Depois do peso emocional escorpiano, surge o fogo que abre caminhos e devolve a esperança.

Sagitário nos convida a viver com mais inteireza, a explorar territórios internos e externos, a confiar no impulso que nos chama — mesmo sem termos todas as respostas. É o signo que nos lembra que o propósito não é encontrado pronto, mas criado passo a passo, à medida que ousamos caminhar.

E é justamente no meio dessa travessia — entre o fim e o começo, entre a limpeza e a expansão — que surge a carta que guia a semana: o Nove de Paus. Ele representa a resistência consciente, o ponto da jornada em que olhamos para trás e percebemos tudo o que enfrentamos, reconhecendo que, apesar do cansaço, ainda estamos de pé.

Não é teimosia: é sabedoria acumulada. O arquétipo dessa carta é o do guardião, alguém que já atravessou o fogo, aprendeu com cada cicatriz e agora sabe exatamente onde colocar limites. O Nove de Paus nos lembra que o aparente limite é, muitas vezes, o portal para a virada — e que aquilo que resistimos e aprendemos ao longo do caminho se torna nossa fonte de força.

Dessa forma, a semana se desenha como uma ponte poderosa: Escorpião pede que soltemos o que morreu; Sagitário abre os braços para o que nasce; e o Nove de Paus nos sustenta no momento de transição, quando o corpo está cansado, mas a alma sabe que é cedo demais para desistir.

O Nove de Paus representa a resistência consciente, aquele instante em que você olha para trás e reconhece tudo o que já enfrentou — e percebe que, apesar do cansaço, permanece de pé. Não é teimosia; é sabedoria acumulada. O arquétipo dessa carta é o do guardião, alguém que já passou pelo fogo, aprendeu com cada cicatriz e hoje sabe exatamente onde colocar limites.

Ela fala da perseverança mesmo quando a jornada parece longa, da proteção e da clareza sobre o que você não aceita mais, do último obstáculo antes da virada, do cansaço legítimo que não impede o avanço e da resiliência que anda de mãos dadas com a esperança. É aquele ponto da estrada em que a vontade de desistir aparece justamente porque você está prestes a chegar.

A ponte energética da semana se forma primeiro com a Lua Nova em Escorpião, que inaugura o processo de desapego, silêncio e limpeza emocional. Tudo o que pesa, trava ou intoxica emerge para ser liberado. Escorpião exige verdade — e a verdade liberta, mesmo quando dói. Em seguida, o Nove de Paus traz a sensação de ter chegado ao limite, e ao mesmo tempo lembra que esse limite é o portal para a virada. O que você aprendeu te protege; o que você resistiu te fortaleceu. Por fim, o Sol em Sagitário muda o tom, reacendendo o movimento, o otimismo, a fé e o desejo de viver algo novo. É a chama que retorna depois da escuridão escorpiana.

Na vida prática, essa combinação movimenta emoções — trazendo a mistura de cansaço com lucidez, que aos poucos transforma peso em clareza e clareza em impulso. Também mexe com decisões que estavam sendo evitadas, mas que agora precisam ser enfrentadas com maturidade, não com pressa. Nas relações, pode haver confrontos, mas com mais honestidade e menos drama, porque você se protege melhor e isso altera toda a dinâmica ao redor. Nos projetos, é hora de retomar o que ficou parado; o Sol em Sagitário acende a motivação e o Nove de Paus garante que você terá fôlego para continuar.

A pergunta-chave da semana é: “O que eu já carreguei demais e não preciso levar para 2026?” Essa é a síntese da transição entre Escorpião, Sagitário e o Nove de Paus: soltar, resistir com consciência e avançar com sentido.

Para se alinhar a essa energia, você pode escrever o que deseja deixar para trás (Lua Nova em Escorpião), escolher uma frase que represente sua força e seus limites (Nove de Paus) e definir um objetivo leve e inspirador para perseguir até o fim do mês (Sol em Sagitário).

No Sete de Paus, a vitória existe — mas ela passa pelo desafio. É uma carta que pede firmeza: defenda seu espaço, honre suas convicções e mantenha-se de pé. Não desista. É tempo de sustentar a postura, reafirmar sua posição e proteger aquilo em que você acredita. Afinal, como diria Epícteto, “não se chega a ser campeão sem suar”.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Moda Correio B+

Milão, moda e o novo imaginário olímpico

Milão e Cortina simbolizam um modelo olímpico que sustenta seu design, sua arquitetura e sua moda: respeito ao território, uso inteligente da herança existente e valorização do detalhe.

08/02/2026 15h30

Milão, moda e o novo imaginário olímpico

Milão, moda e o novo imaginário olímpico Foto: Divulgação

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A escolha da Itália como sede dos jogos Olímpicos de inverno de 2026, não foi apenas uma decisão logística ou esportiva, foi, sobretudo, uma decisão estética e simbólica. Ao dividir os Jogos entre os Alpes de Cortina d’Ampezzo e Milão, o Comitê Olímpico Internacional reconheceu algo que vai além da neve e das montanhas: o poder cultural da Itália como linguagem global.

Milão e Cortina simbolizam um modelo olímpico que sustenta seu design, sua arquitetura e sua moda: respeito ao território, uso inteligente da herança existente e valorização do detalhe.

Assim como as grandes maisons italianas raramente constroem do zero sem dialogar com o passado, a candidatura apostou em infraestrutura pronta, paisagens consagradas e cidades que já sabem contar histórias. Não por acaso, Milão entra no projeto não como cenário de neve, mas como capital simbólica.

Milão não é apenas uma cidade que produz moda. Ela produz narrativa. É ali que o vestir deixa de ser tendência para se tornar linguagem política, econômica e cultural. Ao sediar cerimônias, eventos midiáticos e o centro nervoso dos Jogos, a cidade reforça a ideia de que, em 2026, os uniformes olímpicos importam tanto quanto os pódios.

Essa centralidade explica a presença marcante de marcas italianas e internacionais nos Jogos, não como patrocinadoras silenciosas, mas como autoras de identidade nacional.

A Itália veste a si mesma com a EA7 Empório Armani, linha esportiva de uma das casas mais emblemáticas do país. O resultado são uniformes minimalistas, em tons claros, quase arquitetônicos. Armani não grita: sugere. E essa contenção estética traduz perfeitamente a imagem que a Itália deseja projetar, sofisticação sem ostentação.

No caso do Brasil, a escolha da Moncler como parceira oficial é reveladora. Nascida nos Alpes e transformada em símbolo de luxo técnico, a marca conecta performance, frio extremo e desejo. Ao vestir o Time Brasil, Moncler não apenas empresta tecnologia térmica, mas insere o país em um imaginário europeu de montanha e excelência, algo impensável décadas atrás.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoBrasil - Divulgação

Fora da Itália, outras marcas reforçam essa leitura cultural do vestir olímpico. A Ralph Lauren continua vestindo os Estados Unidos como quem constrói um filme de época: tricôs patrióticos, casacos clássicos e nostalgia como estratégia de poder.

O Canadá, com a Lululemon, aposta no athleisure como identidade nacional contemporânea: funcional, confortável, exportável.

Já a Mongólia talvez ofereça o gesto mais radical, com uniformes assinados pela Goyol Cashmere, inspirados no traje tradicional deel. Em vez de seguir Milão, a Mongólia leva sua própria história até ela, provando que moda olímpica também pode ser resistência cultural.

Se os Jogos fossem sediados em uma cidade sem tradição estética, tudo isso seria ruído. Em Milão, vira mensagem coerente. A cidade legitima o uniforme como objeto cultural, o atleta como corpo narrativo e a moda como instrumento de diplomacia simbólica.

O Comitê Olímpico Internacional escolheu a Itália porque precisava de credibilidade, infraestrutura e estabilidade. Mas escolheu Milão porque precisava de sentido. Em uma era saturada de imagens, a capital da moda oferece algo raro: coerência entre forma e conteúdo.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoRalph Lauren - Divulgação

Os Jogos de Inverno de 2026 mostram que o futuro olímpico passa também por histórias mais bem vestidas. Em Milão, cada costura comunica pertencimento, cada tecido carrega estratégia e cada uniforme se torna um manifesto silencioso.

No fim, a Itália não foi escolhida apenas para sediar os Jogos. Foi escolhida porque sabe, como poucos países, que vestir é uma forma sofisticada de governar o imaginário.

Milão, moda e o novo imaginário olímpicoGabriela Rosa é consultora de imagem e estilo, fala sobre moda e comportamento e é idealizadora da Dolce Far Moda - Divulgação

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia.

A carta desta semana é o Dez de Copas. Considerada uma das mais felizes do Tarô, sua presença como regente do período promete trazer leveza, harmonia e, quase inevitavelmente, um sorriso ao seu rosto.

08/02/2026 12h00

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia.

A energia do Tarô da semana entre 09 e 15 de fevereiro. Período de leveza e harmonia. Foto: Divulgação

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O Dez de Copas é transbordante, abundante e radiante, trazendo sentimentos que todos desejamos e gostamos de experimentar.

Por mais ilusória que a carta Dez de Copas possa parecer, aprendo cada vez mais que ela não é algo que precisamos esperar para vivenciar. Sinto essa energia ao sair da academia, depois de um bom treino, ou quando “I Want It That Way”, dos Backstreet Boys, começa a tocar.

É uma sensação tão boa quanto estar apaixonado, mas não tem a ver com estar com alguém. Aqui, quem ocupa o primeiro lugar é o amor que cultivo por mim.

É claro que um bom relacionamento com outra pessoa pode proporcionar essa mesma sensação — mas a verdadeira magia, a verdadeira celebração, acontece quando mergulhamos nas profundezas de nós mesmos.

A vida familiar tem sido uma fonte de alegria nos últimos tempos? Alguém, recentemente, surpreendeu você com uma felicidade maior do que esperava? Poucas cartas do Tarô irradiam tanta alegria quanto esse conjunto de cálices dourados do Dez de Copas, arcano regente da semana.

Na imagem, um homem e uma mulher contemplam o horizonte. Abraçados pela cintura, ambos erguem um dos braços em um gesto de acolhimento e abertura ao futuro.

À frente deles, estende-se uma paisagem harmoniosa: uma casa acolhedora entre arbustos e árvores verdejantes, sob um céu azul límpido. Ao lado, duas crianças dançam de mãos dadas, enquanto, acima da cena, um arco-íris se forma no céu, sustentando dez taças douradas.

O Dez de Copas traduz a ideia do “e viveram felizes para sempre”, clássica frase dos contos de fadas, quanto o Dez de Copas. Na ilustração da carta, as figuras retratadas não vestem roupas luxuosas ou sofisticadas. Isso não é acaso. Copas é o naipe das emoções, e aqui a felicidade não está ligada à aparência, ao status ou às conquistas materiais. A carta reafirma uma verdade essencial: a verdadeira felicidade nasce de dentro.

Se existe um leve tom melancólico nessa imagem, talvez seja o lembrete de que os arco-íris são, em parte, ilusão — e que a felicidade, embora profunda, é também uma experiência transitória na jornada humana. Ainda assim, o Dez de Copas nos convida a reconhecer, valorizar e viver plenamente esses raros e preciosos momentos de plenitude quando eles se revelam.

O Dez de Copas fala das recompensas emocionais da vida. Conhecida como a carta do “casamento e da família”, ela está muito mais ligada às pessoas que fazem parte da nossa jornada do que às conquistas materiais. Algumas dessas pessoas fazem parte da nossa vida por nascimento, mas a maioria é escolhida por afinidade, amor e conexão.

Essa carta também fala de comunidade. Por indicar crescimento espiritual, pode apontar para a sua comunidade espiritual — pessoas que, de forma ativa ou silenciosa, contribuíram para o seu desenvolvimento interior.

Para quem tem uma visão mais esotérica ou metafísica, o Dez de Copas é conhecido como a carta da família da alma. Nessa perspectiva, existe um vínculo — quase como um contrato espiritual — firmado com a família de origem, com o propósito de aprender determinadas lições necessárias à evolução da alma. O arco-íris presente na carta simboliza justamente esse pacto espiritual.

Por isso, hoje, o Dez de Copas convida você a olhar além das coisas materiais que possui — ou acredita precisar — para ser feliz. Essa carta pede que você observe aquilo que realmente traz plenitude, satisfação emocional e uma profunda sensação de paz interior. Lembre-se: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.” (Carlos Drummond de Andrade)

O Dez de Copas simboliza felicidade, alegria e plenitude emocional, especialmente no âmbito dos relacionamentos e da vida familiar. Ele revela uma abundância de amor construída ao longo do tempo — um amor que agora transborda e é compartilhado, expandindo ainda mais o seu coração.

Essa carta costuma surgir quando você está cercado por pessoas queridas, com quem mantém vínculos fortes, verdadeiros e profundos. Há admiração mútua, apoio sincero e a sensação de que, juntos, vocês se incentivam a alcançar o melhor de si. Ver aqueles que você ama prosperarem e viverem com alegria se torna, para você, uma das maiores fontes de felicidade.

Não é à toa que o Dez de Copas também é conhecido como a carta da “família feliz”. As tensões se dissipam, os conflitos dão lugar ao entendimento e o amor circula com naturalidade entre todos.

Ele pode aparecer em leituras que indicam encontros familiares, feriados, celebrações ou simples momentos de convivência, nos quais é possível desacelerar, relaxar e criar memórias leves e felizes, fortalecendo laços que sustentam emocionalmente.

No campo amoroso, o Dez de Copas é um presságio extremamente positivo. Pode anunciar tanto o florescimento de um relacionamento novo e satisfatório quanto a consolidação de um vínculo duradouro, marcado por compromissos importantes como noivado, casamento ou a formação de uma família. Há a sensação de um amor profundo e verdadeiro — aquele que faz acreditar em encontros de alma, parcerias destinadas a caminhar juntas.

Quando o Dez de Copas surge, você vive um período de paz, harmonia e amor, no qual sonhos e desejos encontram espaço para se realizar. É um convite para pausar, reconhecer e valorizar tudo o que foi construído até aqui. Ao seguir o seu coração e confiar na sua intuição, você criou uma vida pautada por conexões verdadeiras e felicidade genuína.

Por fim, o Dez de Copas encoraja você a continuar seguindo o seu coração e a confiar na sabedoria da sua intuição para conduzi-lo em direção ao que está alinhado com o seu Bem Maior. Suas emoções são bússolas poderosas: quando algo lhe traz alegria, nutra isso; quando algo soa desalinhado, permita-se recuar.

Deixe que a intuição guie suas escolhas e busque caminhos que ressoem com seus valores e tragam realização profunda — não aqueles que atendem às expectativas alheias, mas os que fazem sentido para a sua alma.

A família retratada no Dez de Copas é como qualquer outra. Eles têm questões a resolver, trabalho a cumprir, filhos para criar e rotinas que organizam — e às vezes engessam — o dia a dia. Há amor naquela casa, mas também existem discussões, desentendimentos e pequenos conflitos que precisam ser acolhidos e resolvidos. Nada é perfeito. E, ainda assim, algo essencial acontece.

O Dez de Copas pede abertura emocional. Abrace quem você ama. Diga o quanto essas pessoas são importantes. Reconheça o amor que já existe ao seu redor — e faça algo consciente para ampliá-lo. "Em tempos de provação, não há nada como a família." - Provérbio birmanês.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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