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Ator morre de embolia pulmonar durante ressonância magnética

Ator morre de embolia pulmonar durante ressonância magnética

terra

12/12/2011 - 15h10
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O corpo do ator Rodolfo Bottino seguirá na tarde desta segunda-feira (12) para o Rio de Janeiro, em um voo comercial. Ainda não se sabe se ele será cremado ou enterrado.

Bottino, que tinha 52 anos, faleceu neste domingo (11), em Salvador, depois de não resistir a uma embolia pulmonar sofrida durante um exame de ressonância magnética, preparatório para uma cirurgia de quadril. Ele estava na capital baiana na casa de parentes.

Galã da televisão nos anos 1980, Bottino chegou ao sucesso como o Lauro da minissérie Anos dourados, exibida pela TV Globo em 1986. Ele também atuou em novelas, filmes e espetáculos teatrais.

Em 2006, o ator enfrentou um câncer no pulmão. Dois anos depois, ao completar 50 anos, revelou ser portador do vírus da Aids desde a década de 90.

Diálogo

A onda de furtos de materiais metálicos ganhou mais um alvo em... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (4)

04/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Arthur Schopenhauer - Filósofo alemão

"A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos”.

FELPUDA

A onda de furtos de materiais metálicos ganhou mais um alvo em Campo Grande: os hidrômetros antigos. Depois de “produtos” com cobre, alumínio, latão e bronze, agora os equipamentos de medição de água também entraram na mira dos criminosos. O problema é que as ações já não são apenas durante a madrugada. Segundo moradores, os furtos estão sendo praticados também à luz do dia, em diferentes regiões da cidade, aumentando a sensação de insegurança e impotência diante da escalada das ocorrências. Quem tem os cavaletes com os aparelhos fora das residências, que tome muito cuidado.

DiálogoReprodução

 

A partir de 2027, fãs dos Beatles poderão acessar um destino mais do que exclusivo. O prédio em que a banda fez sua última apresentação pública antes de se separar, localizado na Savile Row, número 3,  que terá seus sete andares ocupados por exposições rotativas. Tombado como patrimônio histórico, o prédio foi uma das primeiras sedes da empresa da banda, a Apple Corps Ltd, e serviu como principal base de trabalho dos Beatles nos seus anos finais — foi lá que eles gravaram seu último álbum juntos, Let It Be. O museu, oficialmente intitulado The Beatles at 3 Savile Row, irá reunir diversos objetos que marcaram a trajetória do grupo, materiais de arquivo inéditos, uma loja com produtos oficiais licenciados e uma recriação do estúdio original onde Let it Be foi gravado. Detalhes das exposições ainda não foram revelados, mas, segundo McCartney, o museu promete uma experiência completa. Apesar de terem se separado em 1970, os Beatles mantiveram o controle do prédio até 1976, quando ele foi vendido. Em 2025, o local foi comprado de volta.

Diálogo Pimpa Arruda - Foto: Studio Vollkopf

 

Diálogo Thayene Aguilera - Foto: Arquivo Pessoal

Fagulhas

Na avaliação de políticos mais antenados, o PL precisará ampliar sua base de alianças para sustentar pré candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Nos bastidores, a análise é de que o PT intensifica ataques para desgastar o projeto eleitoral do liberal, especialmente após as discussões envolvendo o Banco Master. A leitura é que o senador dependerá de mais apoio para fortalecer sua estratégia e enfrentar as narrativas da esquerda. Resta esperar para ver.

Voos

Amigo de longa data do ex-presidente Jair Bolsonaro, o primeiro suplente a senador Tenente Portela, vice-presidente do PL, continua prestigiado. A sua filha Ana Portela, vereadora de Campo Grande, assumiu a presidência do PL Mulher de Mato Grosso do Sul. Em 2024, Ana foi eleita com apoio de Bolsonaro e,nessa esteira de amizade do seu pai, tentará conquistar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Homenagem

Os vereadores aprovaram projeto de lei que dá o nome de Praça Juvêncio César da Fonseca ao espaço público situado na Vila dos Ferroviários. A área é delimitada pela Avenida Euler de Azevedo e pelas ruas Clodoaldo Hugueney Sobrinho, Isidoro Grinfelder e Padre Valentim. De autoria do vereador Ronilço Guerreiro, a proposta presta homenagem ao ex-vereador, ex-prefeito de Campo Grande e ex-senador Juvêncio César, reconhecido por sua trajetória na política sul-mato-grossense.

ANIVERSARIANTES 

Francisco Bertoncelo Neto;
Sylvia Odinei Cesco da Silva;
Dr. Marcelo Pedra Tognini;
Angela Soares Holzmann;
Ricardo Malta;
Cléa Marques de Sousa;
Dinorah Aguiar Nogueira;
Francisco Cezário de Oliveira;
Milton José de Paula;
Neli Alle Tavares;
Paulo Sidney de Freitas;
Roberto Roman Rasakis Borgonha;
Dra. Vitória Leda Branches Formighieri;
Rafael Petinari;
Maria de Lourdes Goulart;
Albenah Garcia Filho;
Antonio Facholli;
Patricia Simone Bernardo Ezequiel;
Neusa Oshiro;
Zilá Araújo Philbois;
Evelyse Ferreira Cruz Oyadomari;
Nelson Sulzer;
Dr. Justiniano Barbosa Vavas;
Martha Fernandes Dias Tomazoni;
Maria Margarida Ferreira Morais Flor;
César Augusto Progetti Paschoal;
Elias Antônio Polese;
Aderli Lappe do Prado;
Jorge Duran Dantas;
Maria Carmen Aral;
Silvia da Costa Frias;
Gilson Rodrigues das Neves;
Magno da Costa Justino;
Gustavo Costa Fico;
Mirthô Villas Boas Braga;
Abel Vieira de Melo (Maurício);
Lucimara Vitor;
Maria Helena Guimarães Bachi;
Eva Regina Ferreira de Britto;
José Ferreira de Menezes Filho;
Ivone Amâncio Bezerra de Souza;
Pedro Deodato Manvailler;
Fátima das Graças Vaz Vilela;
Roberto Fernandes Martins;
Dr. Sérgio Lopes Padovani;
Moacir Freitas;
Antônio João de Jonas;
Lucas Mesquita Ribeiro;
David Jose Medalha;
Nádia Maria de Arruda;
Marcelo de Castro Fernandes;
Carlos Pereira de Oliveira;
Joaquim Francisco Costa;
Waldir Rosa e Silva;
Márcio Luiz Cardoso;
Amélia do Nascimento;
Leila Dittmar Raghiant;
Damião Pedro Pinheiro;
Aparecido Alves de Oliveira;
Antônio Carlos Medeiros Rodrigues;
Ana Maria de Oliveira e Souza;
Thiago Augusto de Oliveira;
Ivahir Luiz de Campos;
Fernando Paciello Junior;
Nathália Pontes de Souza;
Edgard Marinho;
Solange Amaral Conde;
Cassius Marcelus da Cruz Bandeira;
Ana Maria Rezende;
Sílvia Helena Corrêa;
Pedro Henrique Pontes;
Emmanuel Mitidiero;
Marcelo Inácio de Souza;
Odmar Mathias;
Dilson Rodrigues de Abreu;
Hércules Arce;
Ermelia Schick Mariano;
Tatiana da Silva Gimenes;
Nelson Alves Rodrigues;
Daniel Oliveira;
Iris Salgado Silva;
Cassius André Arzamendia;
João Batista de Freitas;
Sidnei Souza de Oliveira;
Poliana Flôres;
Roberta Cáceres da Silva;
Sueli Barreto Silva;
José Roberto Felippe Arcoverde;
Waldivino Sampaio;
Maurio Cesar Bencice;
Dr. Eric Augusto Guerra Abid;
Silvia Cristina Alves Dias;
Érica Valente;
Paulo Renato de Oliveira Barbosa;
Ernisio Del Carlo Pereira;
Lilian Missae Hoshino Yokoyama;
Sirlene Mendes Sugiura;
Angelita Maas;
Andressa Dias Pavim;
Edna Bacarji Jardim;
Renato Augusto de Mello Couto;
Mariane Vieira Rizzo;
Rafael Coimbra Jacon;
Celso Roberto Villas Boas Oliveira Leite;
Graziela Eilert Barcellos;
Tatiana Boschetti Medeiros;
Lindaura de Abreu Bonelli;
Alexandra Lima Wink;
Loriana Ágata Potrich.

Lançamento

Livro transforma drama do suicídio indígena em poesia e reflexão em MS

Nova obra de Américo Calheiros será lançada na Academia Sul-Mato-Grossense de Letras e busca ampliar o debate sobre a realidade enfrentada pelos povos originários

03/06/2026 17h28

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Em meio aos desafios enfrentados pelos povos indígenas em Mato Grosso do Sul, o escritor, poeta e teatrólogo Américo Calheiros lança na próxima terça-feira (9) o livro “Suicígena”, obra que utiliza a poesia como instrumento de reflexão sobre o suicídio indígena e as condições sociais que afetam essas comunidades.

O evento será realizado às 19 horas, na sede da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL), em Campo Grande, com entrada gratuita.

A publicação nasceu a partir da inquietação do autor diante dos índices de suicídio entre indígenas registrados no Estado.

Dados do Relatório de Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), apontam que Mato Grosso do Sul registrou, em 2022, uma média de 24 suicídios para cada 100 mil habitantes indígenas.

O índice é três vezes superior ao registrado na população brasileira em geral, que foi de oito casos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Foi diante desse cenário que Calheiros decidiu transformar a preocupação em literatura. O título da obra é um neologismo criado pelo próprio autor a partir da fusão das palavras “suicídio” e “indígena”.

Segundo ele, a proposta do livro vai além da abordagem do suicídio, alcançando também aspectos culturais, históricos e sociais relacionados aos povos originários.

“É a síntese perfeita do espírito do livro, cuja ideia surgiu à medida que fui tomando contato, pela imprensa, desse fato e também das precárias condições de vida dos indígenas, que são o imediato pano de fundo dessa situação e fator determinante para a perda da vontade de viver dessas populações”, explica o escritor.

Foto: Divulgação

Poesia como instrumento de conscientização

Embora seja a primeira vez que Américo Calheiros se dedica diretamente à temática indígena em sua produção literária, o autor considera fundamental ampliar a discussão sobre o assunto nos espaços culturais, educacionais e políticos.

Para ele, os povos indígenas continuam enfrentando preconceitos, discriminação e dificuldades históricas que impactam diretamente sua qualidade de vida. A obra surge como uma tentativa de sensibilizar a sociedade para essa realidade.

“A sociedade mundial tem uma dívida incomensurável com os povos originários. As vozes indígenas já estão dizendo o que precisam e o que querem, só precisam, efetivamente, ser ouvidas. Se a minha poesia contribuir, ainda que minimamente, para essa causa, fico feliz”, afirma.

Obra busca provocar reflexão

A apresentação do livro foi escrita pela escritora e ensaísta Ana Maria Bernadelli, integrante da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Para ela, a obra se destaca pela forma direta com que aborda uma questão social complexa.

A expectativa do autor é que a publicação contribua para manter o tema em evidência e incentive o fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção, valorização e promoção da qualidade de vida dos povos originários.

Segundo Bernadelli, os poemas não procuram suavizar a dor retratada, mas provocar reflexão sobre os impactos da exclusão, da perda de território e das dificuldades enfrentadas pelas comunidades indígenas ao longo da história.

“A poesia contida na obra não busca o consolo fácil nem a metáfora ornamental. Ela é lâmina afiada, e brasa sobre a pele da indiferença. O poeta Américo Calheiros, ciente da responsabilidade de sua voz, transforma em palavra o luto e a dor dos indígenas que, despojados de suas terras, de seus deuses e de sua dignidade, veem na morte seu último refúgio”, define Ana Maria Bernadelli.

Lançamento

O lançamento de “Suicígena” acontece na próxima terça-feira, 9 de junho, a partir das 19 horas, na sede da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, localizada na Rua 14 de Julho, nº 4.653, Bairro Altos do São Francisco, em Campo Grande. O evento é aberto ao público e terá entrada gratuita.

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