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ECOTURISMO

Bonito ganha Bosque das Araras, com 250 árvores nativas em uma área de 2 mil m²

Iniciativa acontece na segunda-feira, mesmo dia da abertura da COP30; em parceria do fotógrafo e ambientalista Mário Barila (projeto Água Vida) com a Rio Sucuri Ecoturismo, a Chácara Boa Vida e a Fundação Neotrópica do Brasil

Araras-canindé e araras-vermelha podem ser avistadas em várias regiões de Mato Grosso do Sul, inclusive em Campo Grande; as espécies terão refúgio e alimento em árvores como o jacarandá, o amendoim-de-arara e a copaíba no novo espaço a ser inaugurado

Araras-canindé e araras-vermelha podem ser avistadas em várias regiões de Mato Grosso do Sul, inclusive em Campo Grande; as espécies terão refúgio e alimento em árvores como o jacarandá, o amendoim-de-arara e a copaíba no novo espaço a ser inaugurado - Foto: Divulgação / Projeto Água Vida

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No mesmo dia da abertura da COP30, na segunda-feira (10), em Belém (PA), o município de Bonito sediará o plantio de 250 árvores nativas, entre elas, jacarandá-mimoso, sete-copas, amendoim-de-arara, baru e copaíba.

A iniciativa será realizada em uma área de mais de 2 mil metros quadrados, no atrativo turístico Rio Sucuri Ecoturismo, onde ficará o Bosque das Araras, um espaço que deverá se tornar refúgio natural para as araras e outras aves da fauna pantaneira, ampliando as áreas de proteção e de nidificação dessas espécies, frequentemente ameaçadas pela perda de seus habitats.

Fundador do projeto Água Vida, o fotógrafo e ambientalista Mário Barila é o idealizador da ação, que une reflorestamento e educação ambiental. O local será visitado por crianças das escolas de Bonito, que poderão observar as aves livres em seu ambiente natural.

O objetivo é criar um habitat permanente, onde as araras e as demais aves encontrem alimento, abrigo e segurança, fortalecendo a reprodução e a conservação das espécies.

“Quando plantamos uma árvore, plantamos também a esperança de ver a natureza se refazer. O Bosque das Araras será um símbolo do que podemos alcançar com união e propósito”, afirma Mário Barila, que há mais de uma década lidera o projeto Água Vida em ações de reflorestamento e conscientização ambiental no Pantanal e em outros biomas brasileiros.

PROJETO COLETIVO

As mudas utilizadas no plantio serão doadas pela Chácara Boa Vida, da viveirista Élida Aivi, e o plantio ocorrerá em conjunto com a Fundação Neotrópica do Brasil. A parceria reforça a continuidade de um trabalho desenvolvido há anos.

foto PROJETO ÁGUA VIDA arara2

O projeto Água Vida já havia doado insumos para a criação de um viveiro voltado à produção de árvores que servem de alimento e abrigo às araras, e agora as mudas cultivadas ali retornam à natureza, dando origem ao novo bosque.

O Bosque das Araras nasce, portanto, como um projeto coletivo e contínuo, que integra comunidades, educadores e ambientalistas em torno de um mesmo propósito: proteger o Pantanal e garantir um futuro para as espécies que fazem parte da identidade brasileira.

Barila aproveitará a ação e sua passagem por Bonito para produzir novas fotos para o projeto Água Vida, cuja comercialização contribui para o financiamento das ações socioambientais realizadas nos diferentes biomas do País.

ÁGUA VIDA

Criado em 2014 pelo fotógrafo e ambientalista Mário Barila, o Água Vida tem como objetivo desenvolver e realizar ações em prol da preservação ambiental, da educação ecológica e do resgate da cidadania, destacando a importância vital da água para a vida no planeta. 

As iniciativas são financiadas pela venda das fotos de Barila e por doações de parceiros, garantindo a continuidade de projetos em diferentes biomas brasileiros.

Economista de formação, Mário Barila se dedicou à fotografia, sua paixão desde a adolescência, e ao se aposentar aprofundou seus estudos com o renomado fotógrafo Araquém Alcântara, conhecido por retratar a fauna e flora do Brasil.

Sensibilizado com as questões ambientais e sociais observadas em suas viagens pelo País e o exterior, Barila utiliza a fotografia como ferramenta de conscientização ambiental, registrando espécies ameaçadas, a realidade das comunidades locais e a luta pela preservação da vida e do planeta.

Os interessados em conhecer mais sobre as atividades do projeto Água Vida e contribuir com suas ações podem acessar o site projetoaguavida.com.br ou o perfil no Instagram @mariobarilafilho.

SAÚDE

Nutricionista explica como alimentação, sono, estresse e saúde intestinal têm influência no peso

Nutricionista explica como alimentação, sono, estresse e saúde intestinal influenciam a inflamação crônica de baixo grau e orienta quais hábitos realmente ajudam o organismo a se recuperar após períodos de excessos

22/07/2026 08h30

Alimentação saudável, qualidade do sono, manejo do estresse, atividades físicas e rotina equilibrada são essenciais para reduzir a inflamação do organismo

Alimentação saudável, qualidade do sono, manejo do estresse, atividades físicas e rotina equilibrada são essenciais para reduzir a inflamação do organismo Pexels

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Depois de um fim de semana repleto de churrasco, doces, bebidas alcoólicas ou mesmo após uma viagem em que a alimentação saiu da rotina, é comum ouvir reclamações sobre sensação de inchaço, cansaço, dificuldade de concentração e até a impressão de que o corpo “demora para voltar ao normal”.

Embora muita gente atribua esses sintomas apenas ao excesso de comida, eles podem estar relacionados a um fenômeno cada vez mais discutido pela ciência: a inflamação silenciosa.

Também conhecida como inflamação crônica de baixo grau, essa condição acontece quando o organismo mantém o sistema imunológico constantemente ativado, mesmo sem haver uma infecção ou lesão evidente.

O processo costuma passar despercebido por muito tempo, mas pode comprometer o funcionamento do corpo e favorecer o desenvolvimento de doenças metabólicas e cardiovasculares.

A nutricionista funcional e integrativa Luanna Caramalac explica que esse tipo de inflamação é diferente da resposta natural do organismo a uma gripe ou um machucado.

“A inflamação silenciosa ou inflamação crônica de baixo grau é um estado em que o organismo permanece constantemente ativando o sistema imunológico, mesmo sem uma infecção aparente. Diferentemente da inflamação aguda, que é uma resposta natural e temporária do corpo, essa inflamação é persistente e pode favorecer o desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e até alguns transtornos autoimunes”, afirma.

Segundo ela, justamente por não provocar sintomas intensos no início, muitas pessoas convivem durante anos com esse processo sem perceber que algo está errado.

DEMORA NA RECUPERAÇÃO

A sensação de peso que permanece por dias após períodos de exagero não é causada apenas pelo aumento temporário da ingestão de calorias. De acordo com a especialista, normalmente esses momentos concentram diversos fatores capazes de desencadear respostas inflamatórias.

“Esses períodos reúnem excesso de açúcar, álcool, alimentos ultraprocessados, poucas fibras, noites maldormidas, desidratação e estresse. Tudo isso altera a microbiota intestinal, favorece retenção de líquidos, aumenta a resistência à insulina e dificulta a recuperação do organismo”, explica.

Como consequência, surgem sintomas como barriga inchada, indisposição, sensação de peso, alterações no humor e menor disposição para realizar as atividades do dia a dia.

Embora muitas pessoas recorram a dietas extremamente restritivas ou jejuns prolongados para “compensar” os excessos, essa estratégia nem sempre ajuda o organismo.

“O corpo já possui órgãos especializados em desintoxicação, como fígado, rins, intestino e pele. Depois de um período de excessos, o melhor caminho é voltar à rotina saudável, priorizar alimentos naturais, boa hidratação, sono adequado e atividade física. Medidas muito restritivas podem aumentar o estresse metabólico e dificultar ainda mais a recuperação”, orienta.

SINTOMAS IGNORADOS

Um dos principais desafios da inflamação silenciosa é justamente identificar seus sinais. Como eles costumam aparecer de forma gradual, acabam sendo encarados como algo normal da rotina.

Entre os sintomas mais frequentes estão: cansaço persistente; dificuldade para emagrecer; barriga inchada; alterações intestinais; dores nas articulações; dores de cabeça frequentes; dificuldade de concentração; sono não reparador; e maior frequência de infecções.

Segundo Luanna Caramalac, muitas pessoas acreditam estar saudáveis simplesmente porque não receberam um diagnóstico de doença.

“Muitas convivem diariamente com esses sintomas sem perceber que eles podem indicar um desequilíbrio metabólico”, diz.

Ela relata que é bastante comum pacientes procurarem atendimento apenas por estarem cansados ou por não conseguirem perder peso e descobrirem que esses sintomas fazem parte de um quadro maior.

“Durante a avaliação clínica, associamos histórico, hábitos de vida, sintomas e exames para identificar possíveis causas como alterações intestinais, resistência à insulina, excesso de gordura visceral, deficiências nutricionais ou outros desequilíbrios que favorecem a inflamação crônica. O objetivo é entender a origem do problema, e não apenas aliviar os sintomas”, pontua.

INTESTINO É PROTAGONISTA

Nos últimos anos, a ciência tem reforçado a importância da saúde intestinal para o funcionamento de praticamente todo o organismo. Não por acaso, a nutricionista costuma afirmar que o intestino é a base da saúde.

Ela explica que cerca de 70% das células do sistema imunológico estão concentradas nessa região do corpo, responsável por atuar como uma barreira entre o ambiente externo e o organismo.

“Quando a microbiota está desequilibrada e a permeabilidade intestinal aumenta, substâncias que não deveriam atravessar essa barreira acabam estimulando respostas inflamatórias”, explica.

Por isso, cuidar da microbiota intestinal é considerado uma das principais estratégias para reduzir processos inflamatórios.

Entre os hábitos que favorecem esse equilíbrio estão o consumo regular de frutas, verduras, legumes, alimentos ricos em fibras e uma alimentação predominantemente natural.

ALÉM DA ALIMENTAÇÃO

Apesar de a alimentação desempenhar papel central na prevenção da inflamação silenciosa, ela não é o único fator envolvido.

Segundo Luanna Caramalac, dormir pouco, viver sob estresse constante, ser sedentário, fumar, consumir álcool em excesso e manter uma rotina desorganizada também contribuem para manter o organismo em estado inflamatório.

Por isso, ela destaca que saúde não depende apenas da alimentação.

“A saúde não depende apenas do que colocamos no prato, mas também da qualidade do sono, do manejo do estresse, da atividade física e do equilíbrio da rotina”, afirma a nutricionista.

O QUE FUNCIONA

Quando se fala em alimentação anti-inflamatória, muitas pessoas procuram um alimento específico ou um suplemento milagroso. No entanto, a especialista ressalta que não existe uma solução isolada.

Segundo ela, o conceito envolve um padrão alimentar equilibrado e sustentável.

Entre os alimentos que devem estar presentes com frequência estão frutas, verduras, legumes, proteínas de qualidade, azeite de oliva, castanhas, peixes ricos em ômega 3 e alimentos ricos em fibras.

Ao mesmo tempo, é importante reduzir o consumo de ultraprocessados, açúcar, bebidas alcoólicas em excesso e gorduras de baixa qualidade.

“A consistência vale muito mais do que soluções milagrosas”, enfatiza.

O tempo necessário para o organismo voltar ao equilíbrio também varia de pessoa para pessoa.

“Pessoas metabolicamente saudáveis costumam se recuperar em poucos dias ao retomarem hábitos equilibrados. Já quem apresenta obesidade, resistência à insulina, alterações intestinais ou doenças crônicas pode levar mais tempo, porque o organismo já convive com um estado inflamatório prévio”, destaca.

CUIDAR DA CAUSA

Na avaliação da nutricionista, a principal mudança de mentalidade necessária é abandonar a busca por soluções imediatas e compreender que a saúde é construída diariamente.

Ela defende que sintomas como cansaço constante, dificuldade para emagrecer ou desconfortos intestinais não devem ser encarados como algo normal, mas como sinais de que o organismo precisa de atenção.

“A principal mudança é entender que saúde não se constrói com soluções rápidas, mas com hábitos consistentes. Não basta procurar um remédio para aliviar o sintoma sem investigar por que ele apareceu”, enfatiza.

Para a especialista, quando alimentação, intestino, sono, atividade física e controle do estresse passam a ser tratados em conjunto, é possível reduzir a inflamação silenciosa e prevenir o surgimento de doenças.

“O corpo sempre dá sinais antes de adoecer de forma mais grave. Quando tratamos a causa, cuidando da alimentação, do intestino, do sono, do estresse e do estilo de vida como um todo, reduzimos a inflamação e promovemos uma saúde mais duradoura e preventiva”, conclui.

Diálogo

As convenções terminam em 5 de agosto e junto com elas acabará a fase dos... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (22)

22/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Simone de Beauvoir - escritora francesa

"Por vezes a palavra representa um modo mais hábil de se calar do que o silêncio”.

FELPUDA

As convenções terminam em 5 de agosto e junto com elas acabará a fase dos sorrisos ensaiados. Os pré-candidatos finalmente vestirão a armadura de candidatos oficiais para disputar o cobiçado “lugarzinho ao sol”. O prêmio? Quatro anos de mandato no Executivo e nos Legislativos, ou oito anos no Senado. Daí em diante, as espadas deixam as bainhas e a guerra será sem munição de festim. Vêm denúncias, traições, fogo amigo e velhos aliados descobrindo que sempre foram adversários. No palco da política, a elegância dura até o primeiro ataque. Depois, cada um salva a própria pele. E sai debaixo!...

Diálogo

No bolso

A Justiça de Campo Grande mandou um recado claro a agressores: violência doméstica também pesa no bolso. Além da condenação criminal, homem terá de pagar R$ 10 mil por danos morais à ex-companheira e indenizar o celular destruído durante as agressões.

Mais

A sentença reforça que a responsabilização civil independe da penal e que o dano moral, nesses casos, é presumido. Um entendimento que fortalece a proteção às vítimas e amplia as consequências para quem insiste em transformar o lar em cenário de violência.

DiálogoJussara Palieraqui Pettengill, comemorando mais um ano de vida hoje - Foto: Regina Aoki

 

DiálogoLuisa Moysés - Foto: Arquivo Pessoal

Lupa

Depois do recesso, a Assembleia Legislativa de MS analisará projeto que promete colocar lupa nas filas da saúde. A proposta cria regras para dar transparência à distribuição de consultas, exames, cirurgias e leitos do SUS. Tudo muito bem detalhado, com rastreabilidade, registros eletrônicos, etc e tal. A iniciativa chega justamente após as investigações sobre supostas interferências na liberação de vagas. Como costuma acontecer, o cadeado aparece quando a porta já foi arrombada.Pode?

Retrato

Os vereadores encerraram o primeiro semestre com número que chama a atenção: das 24.673 indicações encaminhadas à Prefeitura, cerca de 9 mil foram apenas para pedir tapa-buracos. Na média, são quase 1,6 mil solicitações por mês, um retrato fiel das condições da malha viária de Campo Grande. O levantamento mostra que o principal “interlocutor” entre moradores e Executivo continua sendo o asfalto esfarelado. Impressionante! Para não dizer outra coisa...

Desafio

A Comissão de Obras da Câmara levou o secretário da Sisep à mesa para cobrar mais frentes de tapa-buracos, após reclamações da população. O compromisso foi ampliar os serviços em todas as regiões da Capital. Diante do cenário, nem cabe recorrer ao velho ditado de que “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Em Campo Grande, água e buracos já convivem naturalmente pelas ruas, tipo “dupla dinâmica”.  Afe!

ANIVERSARIANTES 

Jussara Palieraqui Pettengill,
Tatiana Haas da Fonseca,
Jorge Selem,
Andréa Gregório,
Dr. Guilherme Gobbi Neto,
Maria Fernanda Gregório,
Anselmo Tamanaha,
Gustavo Fontoura Carlana,
José Hipólito Pereira,
Daiany de Albuquerque Proença,
Marco Antônio Vicente de Carvalho,
Ramão Amado Ocampos,
Sidney Nantes da Silva,
Marcelo Santos Porto,
Silvania Beatriz Schuster,
Ida Terezinha Menezes Petinari,
José Mauro Freitas,
Mauro Lúcio Abdalla Júnior,
Arcendino Bertan,
Arthur Galvão Serra,
José Henrique de Souza Nascimento,
Dr. Sirlei Paulo Queiroz,
Igor Zardo e Silva de Abreu,
Patrícia Siqueira Bettoni,
René Kawano,
Dra. Francisca Duarte Nogueira,
João Sebastião do Couto,
Daniela Guimarães Silva,
José Nilton da Silva Santos,
Lucia de Almeida,
Sonia Maria Dias Coelho Benites,
Luiz Kawano,
José Cleto Gonçalves,
Vera Maria Freire Ribeiro,
Oilso Rio Criado,
Laurentino Pavão de Arruda,
Neusa Dias Junqueira,
Zélia Bonfim das Virgens,
Irimar Carvalho Costa,
Carlos Alberto Gusmão,
Evelyn Silveira Pereira,
Silvio Silva,
Jonas Barbosa Garcia,
Maria Coelho,
Carolina Gomes Assis,
Yasmin de Castro Trindade Violin,
Mariana Batista Arruda,
Gilcleide Antunes Barbosa,
Leila Maria Souza,
Marília Oliveira Neves,
Lucila Ramos Rodrigues,
Marines Godoy Falcão,
Gustavo Antonelli Vidal,
Izarina Rezende Marques,
Marilisa Santiago Knapik,
Carmen de Almeida Turini,
Alexandre Souza Soares,
Daniela Souza Soares,
Antônio João Ortiz,
Jeanet Alves Zielasko Garcia,
Waldemira Domiciano Fernandes,
Laura Aju Miyazato,
Antônio Alves dos Santos,
João Jacinto Neves Neto,
José Cabreira,
Walter Dourado de Andrade,
Ivan Gonçalves dos Santos,
Diniz Ferreira Azuaga,
Kathia Ritsuko Kavanami Suzuki,
Natanael Pereira do Lago,
Greicy Mara França Queiroz Costa,
Denise Jardim Pedrosa,
Vanderlei Leandro da Silva,
Cleberson Baez de Souza,
Naire Costa Cunha Silva,
Gentil Tomaz dos Santos,
Valter Tenório da Costa,
Eliza Cristina Mosca Queiroz,
Eduardo Cabral Kretsch,
Vanda Sousa Campos,
Claudionor de Freitas Queiroz,
Jane Brune Cardoso,
Adriano Henrique Jurado,
Wisnton Ramão Albres Garcia,
Ana Adele de Gonzaga Pitarelli,
Francieli Schmitz,
Anelise Almeida Castro,
Marcelino Fernandes Colino,
Ana Flávia Mambelli,
Mayara Paim Patel,
Célia Regina Bernardo da Silva,
Gilmar Simioli,
Rosa Maria Araujo Silveira,
Cristhina D’elia Luciano,
Nelson Gonçalves Brandão,
Márcia Gonçalves Mastroyannis,
Denise Cristina Adala Benfatti Leite,
Fernando Isa Geabra,
Liz Leide Costa d’Abadia,
Isabela Quevedo Gomes,
Lucinéia Ortega Santa Terra Assuiti,
Luzia Guerra de Oliveira Rodrigues Gomes,
Maize Herradon Ferreira,
Cinthia Noemi Ambe Lopez Nascimento,
Mario Sidnei Corradi,
Fernando Sommer,
Paula Tavares de Godoy Ferrucci,
Maria José Jardim Machado,
Juliane Aquino Brum.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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