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PREPARATIVOS

Campo Grande monta estrutura inédita para receber show histórico do Guns N' Roses

Com 70% do público vindo de fora do Estado, estrutura montada do zero e desafios logísticos, Capital se mobiliza para receber o maior show de sua história

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A poucos dias de entrar definitivamente no circuito das grandes turnês internacionais, Campo Grande vive uma corrida contra o tempo para receber o aguardado show do Guns N’ Roses.

Marcada para o dia 9 de abril, no Autódromo Internacional Orlando Moura, a apresentação deve reunir entre 35 mil e 40 mil pessoas e já ultrapassou a marca de 30 mil ingressos vendidos, consolidando-se como o maior evento musical da história de Mato Grosso do Sul.

Mas, por trás da expectativa dos fãs, existe uma complexa operação logística para garantir um espaço adequado para um evento tão grande. Sem estádio ou arena à altura, foi preciso construir toda uma estrutura do zero, bem no meio da pista do Autódromo Internacional Orlando Moura.

A montagem do evento teve início na terça-feira, com a instalação de estruturas iniciais, como camarim, bangalôs e delimitação do espaço. No entanto, o palco, que faz parte da própria turnê mundial da banda, só será montado nos dias finais, com previsão de conclusão na véspera do show.

Enquanto isso, uma equipe com cerca de 40 pessoas trabalha intensamente para preparar o terreno onde toda a infraestrutura básica será instalada do zero: rede elétrica, sistema hidráulico, piso especial, áreas de circulação, camarotes e espaços de apoio.

Segundo o produtor local Valter Júnior, da Santo Show, o maior desafio é a construção de um grande evento do zero, sem nenhuma base prévia. “Aqui não tem nada. A gente está literalmente montando tudo: energia, água, piso. É um investimento alto e uma operação muito complexa”, explica.

PÚBLICO RECORDE

A expectativa de público também impõe desafios adicionais. A organização trabalha com um limite de até 40 mil pessoas, número que não será ultrapassado, para garantir conforto e segurança.

Um dado que chama atenção é a origem dos fãs: cerca de 70% do público vem de fora de Campo Grande. Há caravanas organizadas de diversas regiões do Brasil, além de presença confirmada de fãs de países vizinhos, como Argentina, Paraguai e Bolívia.

Para receber público com conforto, gramado do autódromo dará lugar a um piso especialPara receber público com conforto, gramado do autódromo dará lugar a um piso especial - Foto: Gerson Oliveira/Arquivo Correio do Estado

Esse fluxo intenso deve transformar a cidade nos dias que antecedem o evento, com aumento significativo na circulação de pessoas e na demanda por serviços.

A alta procura já impacta diretamente a rede hoteleira. Segundo a organização, praticamente não há mais vagas disponíveis na cidade, o que tem gerado preocupação para quem ainda não garantiu hospedagem.

Ao mesmo tempo, esse cenário evidencia o impacto econômico positivo do evento. Com milhares de visitantes, setores como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio devem registrar crescimento expressivo.

“Se a gente considerar 70% de um público de até 40 mil pessoas consumindo na cidade, o impacto é enorme. É restaurante cheio, salão, comércio, tudo aquecido”, destaca o produtor.

OPERAÇÃO

Uma das maiores preocupações da organização é a logística de chegada do público. Para evitar congestionamentos e tumultos, a estratégia será fracionar o fluxo de entrada ao longo de horas e até dias.

A expectativa é de que cerca de 3 mil pessoas cheguem à cidade um dia antes do evento. Pensando nisso, será montada uma área de recepção com capacidade para até 10 mil pessoas antes da abertura oficial dos portões.

A saída do público também está sendo planejada com atenção, embora a chegada seja considerada o momento mais crítico. Uma grande operação da Polícia Rodoviária Federal foi estruturada para auxiliar na organização do trânsito e garantir maior fluidez na BR-262.

A segurança do evento também contará com uma operação integrada envolvendo diferentes forças: Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e equipes privadas. O trabalho será contínuo, com atuação antes, durante e após o show.

A proposta é garantir não apenas a segurança dentro do espaço, mas também nos arredores e nas principais vias de acesso, considerando o grande volume de pessoas esperado.

CONFORTO

Com temperaturas elevadas e grande concentração de público, a organização também tem direcionado esforços para garantir o conforto dos participantes.

Entre as medidas previstas está a criação de uma área de hidratação dentro do evento, além da limitação rigorosa da capacidade de público. A ideia é evitar superlotação e proporcionar uma experiência mais segura e agradável.

“O nosso foco é que as pessoas tenham uma experiência positiva, desde a chegada até a saída”, reforça Valter Júnior.

ABRIDOR DE PORTAS

A apresentação do Guns N’ Roses pode representar um divisor de águas para Campo Grande. A expectativa da organização é de que o sucesso do evento ajude a consolidar a cidade como destino viável para grandes turnês internacionais.

Segundo Valter Júnior, já existem conversas em andamento com outras bandas, inclusive com possibilidade de atrações ainda maiores. No entanto, ele reforça que a falta de infraestrutura continua sendo um obstáculo.

“Se a gente tivesse um estádio, já teríamos vários outros shows confirmados. A cidade perde muito por não ter um espaço adequado”, afirma.

Ele também defende que o poder público passe a olhar com mais atenção para essa demanda, especialmente considerando o impacto econômico gerado por eventos desse porte.

NOITE HISTÓRICA

Integrando a turnê mundial “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”, o show promete mais de três horas de duração, reunindo clássicos que atravessam gerações.

Hits como “Sweet Child O’ Mine”, “Welcome to the Jungle”, “Paradise City” e “November Rain” devem embalar o público em uma noite que promete entrar para a história da cidade.

Antes da atração principal, o palco será ocupado pela banda Raimundos, que durante 40 minutos ficará responsável por aquecer o público com seu repertório energético.

>> Serviço

Show – Guns N’ Roses

Data: 9 de abril.
Local: Autódromo Internacional Orlando Moura.
Ingressos: on-line, pela Bilheteria Digital, e no ponto físico, no Shopping Bosque dos Ipês (terça a domingo, das 14h às 20h).

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Preservação da fauna

Projeto monitora bugios e macacos-prego no corredor do Rio Sucuriú

Nove grupos de primatas já foram identificados na região; entre eles, a família formada por Baru, Pequi e o filhote Bacuri, acompanhada ao longo das campanhas de campo

09/09/2026 08h30

Mãe e filhote bugio-preto

Mãe e filhote bugio-preto Foto: Divulgação

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No alto das árvores que formam o corredor do Rio Sucuriú, em Inocência, no leste de Mato Grosso do Sul, famílias de bugios e macacos-prego vêm sendo acompanhadas de perto por pesquisadores do projeto Sucuriú, da Arauco.

O trabalho busca entender como esses animais vivem, se deslocam e utilizam a paisagem, reunindo informações que podem contribuir para a conservação das espécies e para a manutenção da conectividade entre áreas de vegetação.

Ao todo, nove grupos de primatas já foram identificados na área monitorada pelo projeto Sucuriú. O acompanhamento é direcionado principalmente ao bugio-preto (Alouatta caraya) e ao macaco-prego-do-papo-amarelo (Sapajus cay), espécies classificadas como Vulneráveis (VU) no Brasil, categoria que indica alto risco de extinção na natureza.

“Esse é um trabalho construído ao longo do tempo. Não se trata apenas de saber se determinada espécie está presente, mas de reunir informações sobre os grupos, seus deslocamentos e as áreas que utilizam. A combinação das metodologias permite ampliar esse conhecimento e criar uma base cada vez mais consistente para as ações de conservação”, afirma Gonzalo Flores, Especialista de Biodiversidade da Arauco.

Entre os grupos que passaram a ser reconhecidos pelas equipes está uma família de bugios formada por Baru (pai), Pequi (mãe) e Bacuri (filho).

O filhote nasceu durante o período de monitoramento e recebeu o nome após uma votação que reuniu mais de 270 participantes, entre trabalhadores da obra e integrantes da comunidade externa.

Desde então, a família continua sendo reencontrada durante as campanhas. Nos registros mais recentes, Bacuri apareceu interagindo com os pais, enquanto outros filhotes do grupo foram observados em momentos de brincadeira.

As imagens ajudam os pesquisadores a acompanhar o desenvolvimento dos animais e compreender melhor a dinâmica das famílias ao longo do tempo.

“A possibilidade de reencontrar os mesmos grupos ao longo das campanhas é muito importante porque permite acompanhar essas famílias no tempo. No caso de Baru, Pequi e Bacuri, seguimos registrando o grupo e reunindo informações que ajudam a compreender sua composição, o uso da paisagem e seus deslocamentos pelo corredor do Rio Sucuriú”, explica Carolina Garcia, bióloga e responsável técnica da Sauá Consultoria Ambiental.

HABITANTES DA MATA

A vida dos bugios e macacos-prego está diretamente ligada à continuidade da vegetação. Como vivem e se deslocam predominantemente pelas árvores, essas espécies dependem da conexão entre as copas para alcançar alimento, abrigo e outras áreas utilizadas pelos grupos.

Mãe e filhote bugio-pretoPai bugio-preto - Foto: Divulgação

Por isso, saber onde os animais estão e como circulam pelo território é uma informação importante para compreender a conectividade dos ambientes ao longo do corredor do Rio Sucuriú.

Além de sua importância como parte da fauna local, os primatas exercem funções fundamentais nos ecossistemas. Ao consumirem frutos e se deslocarem entre diferentes áreas, transportam e dispersam sementes, contribuindo para a regeneração da vegetação e para a diversidade das florestas.

A dependência que possuem de ambientes florestais também faz com que sejam considerados bioindicadores, já que a presença e a dinâmica desses animais podem ajudar a revelar as condições de conservação e conectividade das áreas onde vivem.

TECNOLOGIA ALIADA

Para acompanhar os animais, as equipes combinam diferentes métodos. O trabalho inclui observação direta em campo, armadilhas fotográficas – as chamadas câmeras-trap – e drones equipados com sensores termais.

Cada ferramenta oferece uma possibilidade diferente de observação. Enquanto o acompanhamento em solo permite registrar mais detalhes sobre o comportamento e a composição dos grupos, os drones ajudam a localizar animais em regiões onde a vegetação fechada dificulta a visualização.

Os números mostram a diferença no alcance das metodologias. Em aproximadamente 25 horas de busca ativa em campo, dois grupos foram identificados. Já em cerca de 24 horas de voo, os drones localizaram sete dos nove grupos conhecidos na área monitorada: seis de bugios e um de macacos-prego.

A tecnologia, no entanto, não substitui o trabalho realizado diretamente na mata. A combinação dos métodos permite ampliar a capacidade de localizar e reencontrar os animais durante as campanhas.

Nas próximas etapas, também está previsto o uso de GPS – telemetria em macacos-prego, recurso que poderá fornecer novas informações sobre os deslocamentos da espécie.

O trabalho técnico é desenvolvido pela Sauá Consultoria Ambiental, parceira do projeto Sucuriú e integrante do Grupo de Assessoramento Técnico (GAT) do Plano de Ação Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado, Pantanal e Amazônia (PAN CERPAM), coordenado pelo ICMBio.

FAUNA DIVERSA

Embora os primatas sejam um dos principais focos do acompanhamento, o monitoramento também vem revelando a diversidade de outros animais presentes na região.

As câmeras instaladas no território já registraram espécies como tatu-canastra, anta, lobo-guará, tamanduá-bandeira e jaguatirica. Um grupo de queixadas com mais de 10 indivíduos também foi identificado.

A construção dessa base de informações permite acompanhar a fauna antes, durante e depois das intervenções previstas na região. Parte dos dados será utilizada para avaliar medidas de mitigação relacionadas às obras de captação de água e do emissário de efluentes tratados.

As intervenções exigirão alterações em trechos de vegetação próximos ao rio e podem criar descontinuidades no dossel – a camada formada pelas copas das árvores –, afetando especialmente espécies arborícolas.

Para reduzir esse impacto, estão previstas duas passagens superiores de fauna, estruturas suspensas com aproximadamente 180 metros de vão livre. A expectativa é de que elas ajudem a restabelecer a conexão entre os trechos de vegetação.

O monitoramento atual permitirá entender como os primatas utilizam a paisagem antes da implantação das estruturas, prevista para o primeiro semestre de 2027. Depois, as campanhas continuarão para verificar se os animais passam a utilizar as travessias e se elas cumprem a função de reconectar os ambientes.

Ao todo, estão previstas 20 campanhas de monitoramento ao longo de cinco anos, com quatro etapas realizadas anualmente.

RECONHECIMENTO

O uso de drones termais para localizar primatas em áreas de vegetação fechada também rendeu reconhecimento ao trabalho realizado no corredor do Rio Sucuriú. A iniciativa conquistou o Prêmio Destaques do Setor ABTCP 2026, na categoria Recursos Naturais e Bioeconomia.

Entre os pontos destacados estão o caráter não invasivo do monitoramento, o desenvolvimento de parâmetros específicos para detectar primatas e a combinação de diferentes metodologias para acompanhar os grupos e avaliar a conectividade da paisagem.

A entrega do prêmio está marcada para o dia 6 de outubro.

Diálogo

Os debates entre os candidatos ao Governo de MS estão ganhando mais... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (09)

09/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Oscar Wilde - escritor irlandês

"Egoísmo não é viver à nossa maneira, mas desejar que os outros vivam como nós queremos”.

FELPUDA

Os debates entre os candidatos ao Governo de MS estão ganhando mais espaço para ataques do que para propostas capazes de convencer o eleitor. E, como não poderia deixar de ser, Eduardo Riedel, que lidera as pesquisas, virou o principal alvo dos adversários. Enquanto as críticas se multiplicam, os compromissos apresentados continuam tão vagos que parecem feitos de fumaça. Prometem mudanças, mas quase ninguém consegue descobrir como, quando ou com quais recursos. São propostas tão abstratas que se assemelham ao vento: todos dizem que existe, mas ninguém consegue ver.

Diálogo

Ecos

Senadores e deputados federais ouvidos pelo Correio do Estado se manifestaram sobre episódio envolvendo o ministro do STF Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, relacionado à troca de mensagens atribuída aos dois. O caso ganhou diferentes interpretações.

Mais

O imbróglio tem um ministro da mais alta Corte do país e um dos personagens centrais das investigações sobre atuação do Banco Master. Como era de esperar, o assunto rapidamente ultrapassou os limites jurídicos e ganhou forte repercussão política.

DiálogoHenrique Figueiredo Dobashi, que hoje chega na casa dos 50 - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoDra. Letícia Piccinin - Foto: Arquivo Pessoal

Ilusão

Tem candidato por aí prometendo ao eleitor que, chegando a Brasília, fará e acontecerá em plenário. Só que por lá, votações seguem, em grande parte, orientações partidárias e acordos construídos pelas bancadas. A autonomia individual existe, mas tem limites bem conhecidos. Assim, prometer independência pode ser apenas uma forma de conquistar votos. O eleitor deve desconfiar de quem vende liberdade parlamentar, que nem sempre existe.

Projeto

Começou a tramitar na Assembleia Legislativa proposta que pretende tornar obrigatórias avaliações periódicas dos programas de políticas públicas de MS. A medida prevê acompanhamento dentro dos ciclos do PPA, da LDO e da LOA, com análise de custos, benefícios, eficiência e impactos sociais, econômicos e ambientais. A ideia, no papel, parece bastante interessante. O problema é que em  ano eleitoral, tal iniciativa acaba despertando desconfiança.

Impactos

O TCE-MS realizou visita institucional a Inocência para acompanhar os impactos do forte crescimento econômico do município sobre a arrecadação e os investimentos públicos. A agenda, coordenada pelo conselheiro Marcio Monteiro, incluiu reuniões com o prefeito Antonio Ângelo Garcia dos Santos e visitas a unidades da rede municipal de ensino. O município vive transformação provocada pela instalação de grande empreendimento de celulose, que elevou a arrecadação e também trouxe novas demandas.

ANIVERSARIANTES

Henrique Figueiredo Dobashi,
Alberto Pires Gonçalves,
Cláudia Mendes Saliba, 
Jackeline Akeme Yamanaka Hishie Nobu, 
Maria Helena Brancher,
Dr. Javan Ottoni Coimbra, 
Clemente Tolazzi,
Luiz Fernando Maricati,
Jaqueline Gabriel Finkler, 
Sérgio Rodrigues dos Santos,
José Lemos Monteiro,
Sérgio Oruê,
Sione Puleo Peralta,
Vanessa Santana Ferreira,
Ari Verbiske Amizo,
Raquel Massae Hosokawa,
José Ricardo Scaff,
Marcos Gunji Yamamoto,
Nair Kiyomi Sakai Arakaki,
Pamella Lauanny Rocha, 
Thiago Machado Grilo, 
Leila Fagundes Borges Teruel, 
Celina Gasparini Nachif, 
Dr. Eduardo Luiz Hindo, 
Dra. Carmen Sandra Mequi, 
Bruna Cerri, 
Donizete José Pereira,
Rumilda Pereira da Rosa Siqueira,
Oscar Luiz Pereira Brandão, 
Caroline de Abreu Figueiró, 
Fátima Barbosa Camillo, 
Emílio Cheade Ibrahim Elosta,
Fernanda Silva Martins,
Patricia de Souza Pereira Catanante,
Luiz Carlos Moreira,
Dra. Renata Aparecida Crema Botasso Tobias,
Sérgia Cardoso,
Kléber Corrêa de Souza,
Miguel Furtado de Lima,
Paulo Cezar Navega,
Leire Rodrigues de Oliveira Sayd Pinto,
Juraci Rodrigues de Carvalho,
Maria Aparecida Santana,
Dr. Luiz Alberto Lopes Verardo,
Mougli de Toledo Ribas, 
Aparecido da Cruz,
Rosa do Nascimento,
Yasukuni Kaida,
Arlete Ferreira Thomaz,
Leila Daher Moreira,
Helena Melo Sartori,
Magda de Fátima Diniz Mello,
Carla Helena Hofmann,
Jari Soares Cordeiro,
Rose Helene dos Santos,
Antônio Teófilo da Cunha,
Lenir Nascimento,
Wilma Dithmar de Souza,
Olinda Ferreira de Souza,
Ildevan Rodrigues de Souza,
Dilma Ferreira de Souza,
Fábio Ferreira de Andrade,
Helen Claudia Amorim,
Marcínio de Brito,
Tereza Cristina Brandão Nassif,
Idelfredo José de Oliveira,
Dr. Ricardo Yutaka Ota, 
Dr. Aclides Lunardi, 
José Damásio de Souza,
Mirlaine Rodrigues,
Adão Rodrigues Moreira,
Marlene Pereira de Souza,
Lidiane Dussel,
Fúlvia Teixeira,
Lorena Leite de Almeida,
Maria Salete Bueno Rios,
Terezinha Rufino,
Corina Pereira Lopes,
Teresa Cristina Moreira,
Karina Oliveira da Silva,
Rodrigo Teixeira Amaral,
Sandra Lúcia Gomes, 
Fernando Saddi Castro,
Márcia Gomes de Oliveira Tezani,
Alexandre Duarte da Silva,
Marcelo Almeida da Silva,
Nancy Gomes de Carvalho,
Caroline Simabuco Abdalla,
Amauri Aparecido da Silva,
Mione Lucas Hoscher Romanholi,
Juliana Tadano Miguita,
Viviane de Oliveira,
Letícia do Amaral Hetzel,
Liete Layza Jochins Uemura,
Elza Ornellas,
Jeanete Fernandes Moreira,        
Aparecido Scanferla,
Mário Macedo Mancini,             
Bernardo Rodrigues de Oliveira Castro,
Luiz Fernando Maia,
Sérgio Tonetto,
Maria Lúcia de Jesus Damásio,     
Derzi Matias Rodrigues,
Sandra Maria Chacha Poyer,        
Raphael de Almeida Cação,
Guilherme Azambuja Falcão Novaes,
Pedro Abdon Corrales Lopez.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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