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Capa B+: Entrevista exclusiva com a atriz Alessandra Maestrini

Ela emociona como protagonista em "O Som e a Sílaba". Minissérie baseada em peça teatral já está disponível no streaming Disney+ e encanta público. "Todo progresso é bem-vindo desde que cultive-se o terreno em direção ao bem-estar de todos os envolvidos".

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Alessandra Maestrini (47 anos) é uma atriz memorável e sempre inesquecível em todos os personagens que interpreta. Atualmente ela comemora a receptividade da minissérie "O Som e a Sílaba", disponível no streaming Disney+ dando as boas vindas à Sarah Leighton, uma jovem no espectro autista com um talento musical extraordinário.

Inspirada na obra teatral homônima de Miguel Falabella, a produção explora a jornada de Sarah em busca de seu sonho de se tornar uma estrela de ópera, enquanto lida com os desafios de ser tratada como "diferente" e "esquisita" pela sociedade. "Miguel decidiu escrever "O Som e a Sílaba" quando chegou adiantado a uma aula com Mirna Rubim (que vive Leonor Delise na série; na época, era professora de canto de ambos) e encontrou-me cantando o início da "Ária dos Sinos" de "Lakmé"", explica.

Conhecida por seu trabalho versátil e por ser uma profissional multifacetada, Alessandra interpreta uma personagem complexa e inspiradora, que aprende a transformar suas "sílabas" em emoções através da música. Maestrini se destaca como uma artista de múltiplos talentos: é atriz, cantora, compositora, poeta, diretora, produtora, dramaturga e tradutora.

"Sempre me entendi como intérprete. Fosse escrevendo, cantando, dançando, atuando... a vontade de traduzir minha percepção do mundo é desde sempre. Acredito que essa vocação já tenha vindo comigo. Isso posto, sou filha de Dona Noêmia, cujas paredes da casa são cobertas de livros, o ar ressoa a músicas fabulosas, os passeios preveem descobertas artísticas e culturais e os diálogos convidam à expressão e à criatividade", define.

Com uma voz soprano absoluta e uma tessitura de quatro oitavas, ela se consagra como cantora e intérprete de grande alcance. No teatro musical, brilhou em produções renomadas como "Les Misérables", "Ópera do Malandro" e "Yentl em Concerto", espetáculo pelo qual também recebeu o Prêmio da Música Brasileira. Além de sua atuação marcante em comédias televisivas, como o papel da empregada Bozena em "Toma Lá Dá Cá", Maestrini é também a principal versionista para o inglês das músicas de Chico Buarque.

Na minissérie, a relação entre Sarah e sua professora de canto, Leonor Delise (interpretada por Mirna Rubim), é um dos pontos altos da série. A interação entre as duas personagens, inicialmente marcada por tensão, evolui para um vínculo profundo e transformador, refletindo os desafios e as recompensas do autoconhecimento e da aceitação. Ao mesmo tempo, Leonor precisa reconciliar-se com o passado e reencontrar sua própria humanidade.

Com direção de Miguel Falabella e um elenco de destaque, "O Som e a Sílaba" não apenas marca a estreia de uma série emocionante no Disney+, mas também reafirma Alessandra Maestrini como uma artista de múltiplos talentos.

Desde sua estreia no teatro, passando pela televisão e pelo cinema, Maestrini continua a surpreender o público com seu compromisso com a arte, agora trazendo à vida uma personagem que promete emocionar e inspirar espectadores de todas as idades. No dia 30 de outubro a atriz fará uma leitura de texto de Rubem Alves no Sesc Ribeirão Preto, pois dois de seus vídeos viralizaram na internet recitando Rubem Alves. 

Alessandra Maestrini é Capa do Correio B+ desta semana, e em entrevista exclusiva ao Caderno ela fala sobre carreira, estreia, trabalhos e inspirações. Confira: 

A atriz Alessandra Maestrini é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Carlo Locatelli - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves

CE - Você poderia compartilhar um pouco sobre sua história de vida e como começou o seu contato com as artes? O que despertou em você a paixão pelo teatro e pela música?
AM -
 Sempre me entendi como intérprete. Fosse escrevendo, cantando, dançando, atuando... a vontade de traduzir minha percepção do mundo é desde sempre. Acredito que essa vocação já tenha vindo comigo. Isso posto, sou filha de Dona Noêmia, cujas paredes da casa são cobertas de livros, o ar ressoa a músicas fabulosas, os passeios preveem descobertas artísticas e culturais e os diálogos convidam à expressão e à criatividade.

CE - Você é uma artista multifacetada, atuando como atriz, cantora, compositora, diretora, entre outros. Como você consegue equilibrar todas essas diferentes expressões artísticas, e o que cada uma delas significa para você em termos de realização pessoal e profissional? Quais foram os momentos mais marcantes dessa trajetória que contribuíram para o seu desenvolvimento como artista?
AM - 
Mergulho sempre de cabeça no que estou fazendo. A mim me parece que cada expressão dessas é pilar estrutural e consequência das outras todas; está tudo sempre ali, em cada detalhe. Considero que a estreia profissional em cada linguagem: teatro, tv, cinema, canto, composição musical, versão, dança, direção, escrita, etc. seja um salto quântico por si, que também sopra brisa bem-vinda sob as asas de tudo o mais que me compõe.

CE - Falando sobre a minissérie "O Som e a Sílaba", o espetáculo foi um sucesso de bilheteria e agora no Disney + também atraindo grande público. Como foi o processo de preparação para interpretar Sarah Leighton, uma jovem no espectro autista com um talento musical extraordinário?
AM -
 Miguel decidiu escrever "O Som e a Sílaba" quando chegou adiantado a uma aula com Mirna Rubim (que vive Leonor Delise na série; na época, era professora de canto de ambos) e encontrou-me cantando o início da "Ária dos Sinos" de "Lakmé".

Saiu de lá inconformado que ninguém sabia que eu cantava ópera. Contou-nos que a obra teria como fio condutor a Música Clássica e trataria de dois temas importantes que ele andava estudando: o Autismo e a Síndrome de Savant. Li documentos sobre autismo, assisti a filmes, séries, documentários, conversei com profissionais e, especialmente, conversei muito com Júlia Balducci, jornalista, advogada e cineasta autista que faz o papel de Laura, a melhor amiga de Sarah na série. Tive também o apoio de Luisa Francesconi como preparadora vocal, Anderson Brenner como ensaiador e Carol McDavit como consultora estilística para a interpretação das árias de ópera.

 "O Som e a Sílada" - Foto: Priscila Prade

CE - A música é um elemento central na jornada de Sarah. Como você utilizou sua experiência como cantora e compositora para transmitir as emoções e nuances da personagem?
AM -
 Minha composição de Sarah, assim como a de todos os meus personagens, é estruturada e regida por um entendimento musical: tempo, ritmo, bossa, dinâmica, coloridos de tessitura, pausas, stacattos, legatos, crescendos, pianíssimos... nesta personagem, o divertido é que isso pode ser mais assumido: tudo em Sarah é música.

CE - Miguel Falabella, que dirigiu tanto a peça quanto a minissérie, é conhecido por seu estilo único de direção. Como foi a colaboração com ele durante esse projeto, especialmente na transição do teatro para a TV?
AM -
 Miguel, além de ter idealizado e escrito a peça e a série foi o Show Runner (diretor geral) da série. Ele sempre sabe muito bem o que quer e isso é o Santo Graal da Arte. Cininha de Paula e Juliana Vonlanten (diretoras da série) tinham um norte claro a ser seguido. Vê-se pelo resultado de uma linguagem tão profunda quanto acessível, tão emocionante quanto leve, tão poética quanto divertida; tão clássica quanto à frente de seu tempo, que é o que tanto se tem comentado sobre a série; ou seja: 100% Miguel Falabella.
 

Alessandra Maestrini - Foto: Carlo Locatelli

CE - Você já participou de produções teatrais icônicas como "Les Misérables" e "Ópera do Malandro". Como essas experiências moldaram sua visão sobre o teatro musical e quais lições você carrega dessas grandes produções?
AM -
 Um de meus aprendizados ao participar de grandes produções que tem décadas internacionais de sucesso foi o de respeitar a responsabilidade de cada função (diferente de produções menores, em que, boa parte das vezes, todo mundo faz um pouco de tudo). Paralelamente, aprendi que, mesmo com tanta gente com tantas responsabilidades especificamente delimitadas, a boa e velha revisão pessoal do que se vai precisar (figurinos, objetos de cena, trajetos... além, é claro, da memória dos textos, músicas, marcas, gestos e intenções) é altamente recomendável.
 

CE - Seu papel como Bozena na comédia televisiva "Toma Lá Dá Cá" é lembrado com muito carinho pelo público. Como foi transitar de personagens cômicos na TV para papéis mais dramáticos no teatro e no cinema?
AM -
 Uma das grandes graças para mim é justamente esta: surpreender. Até hoje me divirto com o espanto (no melhor dos sentidos) das pessoas ao se deparar com meu sotaque pessoal (que é o carioca), minha musicalidade e personagens absolutamente distintos, tanto da personagem icônica quanto de mim.

                                    A icônica Bozena de To Ma Lá Dá Cá - Divulgação TV Globo

CE - Por fim, ao longo da sua carreira, você conquistou reconhecimento em várias áreas da arte. Existe algum desafio ou área artística que você ainda não explorou, mas que gostaria de se aventurar no futuro?
AM - 
No momento, pouca gente conhece a minha escrita. Logo dou um jeito nisso.

CE - Prefere drama ou comédia?
AM -
 Comédia.

CE - Como vê esse crescimento do streaming no mundo?
AM - 
Todo progresso é bem-vindo desde que, paralelamente, cultive-se o terreno em direção ao bem-estar de todos os envolvidos.

CE - Você tem uma preferência por teatro, cinema ou TV?
AM -
 Teatro.

CE - Alguma referência e/ou inspiração?
AM -
 Barbra Streisand e Denise Stoklos.

CE - O que gosta de fazer nas horas que não está trabalhando
AM -
 Namorar.

Com o amigo e parceiros de palcos e trabalhos Miguel Falabella - Divulgação

SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA

Calistenia ou musculação, qual é o melhor para manter a forma?

Especialista explica como exercícios com peso do próprio corpo podem gerar hipertrofia e quais são as diferenças em relação aos treinos tradicionais de academia

18/05/2026 08h30

A calistenia exige controle corporal constante, ativando também musculaturas estabilizadoras

A calistenia exige controle corporal constante, ativando também musculaturas estabilizadoras Magnific

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A busca por saúde, força e definição muscular fez crescer o interesse por modalidades de treino que vão além da musculação tradicional. Nos últimos anos, a calistenia deixou de ser apenas uma prática alternativa para ocupar espaço entre as principais tendências do universo fitness.

Popularizada nas redes sociais por vídeos de movimentos impressionantes, como barras, pranchas e exercícios acrobáticos, a modalidade conquistou adeptos pela praticidade, baixo custo e possibilidade de ser realizada em praças, parques ou dentro de casa.

Mas, em meio à popularidade crescente, uma dúvida continua frequente entre iniciantes e até praticantes experientes: a calistenia realmente funciona para quem quer ganhar massa muscular? Ou a musculação ainda é a opção mais eficiente para hipertrofia?

Segundo o educador físico especialista em calistenia Felipe Kutianski, é possível conquistar ganhos musculares expressivos utilizando apenas o peso do próprio corpo, desde que o treino siga princípios semelhantes aos utilizados na musculação tradicional.

A diferença, de acordo com ele, está muito mais na estratégia de progressão do que no resultado final.

“A hipertrofia acontece por tensão mecânica, dano muscular e estresse metabólico. A calistenia consegue gerar esses três estímulos quando o treino é realizado próximo da falha muscular e com volume adequado”, explica o especialista.

Estímulo muscular

A calistenia é baseada em movimentos compostos, ou seja, exercícios que recrutam vários grupos musculares ao mesmo tempo. Flexões, barras fixas, agachamentos, paralelas e pranchas são alguns dos exemplos mais conhecidos.

Diferentemente da musculação, em que máquinas e pesos isolam determinados músculos, a modalidade exige controle corporal constante, ativando também musculaturas estabilizadoras.

Por muitos anos, a crença dominante foi a de que apenas a musculação permitiria ganhos significativos de massa muscular.

No entanto, estudos recentes vêm mostrando que exercícios com peso corporal podem gerar hipertrofia em níveis semelhantes aos obtidos com cargas externas, especialmente quando os treinos são executados com intensidade suficiente.

A lógica fisiológica por trás do crescimento muscular é a mesma. Para que o músculo cresça, ele precisa ser submetido a estímulos progressivos. Na musculação, isso normalmente acontece pelo aumento gradual das cargas. Já na calistenia, o processo depende de adaptações mais complexas nos movimentos.

Enquanto uma pessoa na academia pode simplesmente adicionar mais peso a uma barra ou máquina, o praticante de calistenia precisa aumentar a dificuldade de outras formas.

Isso pode acontecer pela mudança do ângulo do exercício, pelo controle mais lento da fase excêntrica do movimento (quando o músculo alonga sob tensão), pelo aumento da amplitude ou pela inclusão de peso extra no corpo.

Segundo Felipe Kutianski, esse processo exige planejamento e consciência corporal. “Quando o praticante executa muitas repetições com facilidade, é necessário modificar o ângulo do exercício, adicionar lastro, aumentar o tempo sob tensão ou ampliar a amplitude do movimento”, afirma.

Em níveis mais avançados, a modalidade deixa de ser limitada ao peso corporal puro. Muitos atletas utilizam coletes com carga, correntes e anilhas presas ao corpo para elevar a intensidade dos exercícios. De acordo com o especialista, alguns praticantes chegam a realizar barras e dips com acréscimos de 40 a 50 quilos.

Isso mostra que a calistenia não se resume apenas a exercícios básicos ou leves, como muitas pessoas imaginam. Quando bem estruturada, ela pode atingir níveis elevados de exigência física e muscular.

Hipertrofia ou funcionalidade?

Embora ambas as modalidades sejam eficientes para ganho muscular, existem diferenças no tipo de desenvolvimento físico que normalmente cada uma proporciona.

A musculação continua sendo considerada o caminho mais rápido para hipertrofia, porque permite controle preciso das cargas e isolamento muscular. Isso facilita o aumento de volume em regiões específicas do corpo, além de tornar mais simples a progressão gradual dos exercícios.

Já a calistenia costuma desenvolver um físico mais atlético, funcional e definido. Como os movimentos envolvem múltiplos músculos simultaneamente, há grande exigência de equilíbrio, coordenação e estabilização corporal.

Segundo Felipe Kutianski, o ganho muscular pode acontecer de maneira mais lenta na calistenia, mas acompanhado de outras capacidades físicas importantes. “É um ganho mais lento, porém com mais qualidade, já que existe um forte trabalho de estabilização e coordenação neuromuscular”, avalia.

Na prática, isso significa que praticantes de calistenia frequentemente apresentam grande domínio corporal, mobilidade e resistência, além de força relativa elevada (capacidade de movimentar o próprio peso com eficiência).

Popularização

O crescimento da calistenia também está ligado ao impacto das redes sociais no universo fitness. Vídeos curtos mostrando movimentos avançados, desafios físicos e transformações corporais ajudaram a popularizar a prática entre jovens e adultos que buscam alternativas mais acessíveis às academias tradicionais.

Além do apelo visual, a modalidade ganhou força por exigir poucos equipamentos. Em muitos casos, uma barra fixa e o peso corporal são suficientes para iniciar os treinos.

Esse aspecto se tornou ainda mais relevante após o período da pandemia, quando muitas pessoas passaram a procurar formas de se exercitar em casa ou ao ar livre. Praças públicas com estruturas de treino começaram a atrair praticantes de diferentes idades, fortalecendo a cultura da calistenia em várias cidades brasileiras.

Alimentação

Apesar das diferenças entre os métodos de treino, especialistas reforçam que nenhum protocolo de exercícios gera hipertrofia sozinho. A alimentação continua sendo um fator determinante para o crescimento muscular.

De acordo com Felipe Kutianski, um dos erros mais comuns observados entre iniciantes é acreditar que apenas o treino será suficiente para gerar resultados. Sem ingestão adequada de calorias e proteínas, o organismo não possui os nutrientes necessários para construir massa muscular.

“Sem superavit calórico e ingestão adequada de proteínas, o corpo não tem substrato para crescimento, independentemente da modalidade escolhida”, alerta.

Acessibilidade

Uma das principais vantagens da calistenia é a acessibilidade. Diferentemente da musculação, que normalmente depende de mensalidades, máquinas e equipamentos específicos, a modalidade pode ser praticada gratuitamente em espaços públicos ou em casa.

Isso faz com que o método seja adaptável a diferentes realidades financeiras e rotinas. Iniciantes podem começar com exercícios básicos, utilizando apenas movimentos simples, enquanto praticantes avançados conseguem elevar gradualmente a complexidade dos treinos.

Além da hipertrofia, a prática também contribui para o desenvolvimento da força funcional, mobilidade, coordenação motora e resistência muscular.

Para o especialista, a escolha entre musculação e calistenia depende muito mais dos objetivos pessoais e da identificação com a modalidade do que de uma suposta superioridade absoluta entre os métodos.

Em muitos casos, inclusive, as duas modalidades podem ser combinadas dentro de uma mesma rotina de treinamento.

Orientação profissional 

Apesar da praticidade da calistenia, especialistas alertam que o acompanhamento profissional continua importante, principalmente para iniciantes. A progressão inadequada de exercícios, a má execução técnica e o excesso de intensidade podem causar sobrecargas articulares e lesões musculares.

Por isso, antes de iniciar qualquer modalidade, a recomendação é realizar avaliação física e seguir orientações individualizadas, especialmente em casos de pessoas sedentárias ou com histórico de problemas articulares e cardiovasculares.

“É possível conquistar hipertrofia com a calistenia, desde que exista um planejamento adequado de treino e alimentação. A grande vantagem é que a prática pode ser feita em casa ou em espaços públicos, sem necessidade de equipamentos caros, sempre com orientação profissional e liberação médica quando necessária”, conclui Felipe Kutianski.

diálogo

Quem está pulando mais do que pipoca em carrinho de quermesse é a senadora... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (18)

18/05/2026 00h02

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Albert Schweitzer - teólogo alemão

"Com vinte anos todos têm o rosto que Deus lhes deu; com quarenta, o rosto que lhes deu a vida; e com sessenta, o rosto que merecem”.

Felpuda

Quem está pulando mais do que pipoca em carrinho de quermesse é a senadora Soraya Thronicke, na tentativa de se defender no Supremo Tribunal Federal (STF) de chamar o deputado federal Alfredo Gaspar, relator da CPMI o INSS, de “estuprador”. Depois de alegar que não tinha o dever de provar nada, partiu para nova estratégia: a de afirmar que tem imunidade parlamentar. Assim, tenta passar que está livre das consequências que pesam sobre os pobres mortais. Ela terá que dar explicações a respeito, diante da queixa-crime do parlamentar alagoano. Quem fala o que quer...

Atualizando

A Comissão Temporária para Reforma do Código Civil realizou, no dia 14, sua 18ª e última sessão dedicada aos temas de “direito das coisas” e “direito empresarial”. A senadora Tereza Cristina afirmou que foram consolidados consensos importantes na proposta.

Mais

Segundo ela, os debates reforçaram pontos como segurança jurídica, acesso ao crédito e autonomia do direito empresarial. E destacou que o objetivo não é preservar redações antigas ou criar um código, mas atualizar o atual.

Claudia Dibo
Ana Teresa Ferro

Avaliação

A direita tem três pré-candidatos disputando as duas vagas do Senado, enquanto o PT tem um postulante em condições de brigar pela vaga, e outro nome que é considerado “manco” . A avaliação é de um conhecedor dos bastidores, que ainda faz uma observação: Lula e o ex-presidente Bolsonaro têm totais condições de alavancar nomes e colocá-los em pé de igualdade na briga pelas cadeiras, ressaltando que poderá haver surpresas no final. A conferir.

Investigando

O Ministério Público de MS instaurou inquérito civil para apurar os recorrentes alagamentos no cruzamento das Avenidas Rachid Neder e Ernesto Geisel, em Campo Grande. A investigação busca obrigar o Município a apresentar e executar soluções definitivas de drenagem. A medida foi motivada por denúncias à Ouvidoria e pelo histórico de prejuízos materiais e riscos à vida. Dados técnicos indicam que o problema é estrutural e há insuficiência do sistema de escoamento

Conta

A Advocacia-Geral da União obteve na Justiça Federal decisão favorável ao Instituto Nacional do Seguro Social e determinou que condenado por feminicídio ressarcisse pensão por morte paga a dependente da vítima. A sentença na ação regressiva por violência contra a mulher e familiar prevê que o assassino, atualmente cumprindo pena, arque com as prestações mensais equivalentes a um salário mínimo à filha, até ela completar 21 anos de idade (março de 2040).

Aniversariantes

  • José Márcio Martins Oliveira,
  • Dra. Beatriz Helena Martins Korndorfer Maymone,
  • Dr. Rafael Silva de Almeida,
  • Dra. Maria Isabel de Matos Rocha,
  • Dr. Edson Tognini,
  • Katsumi Iceri,
  • Milton Satoshi Ishibashi,
  • Nelson José Ribeiro Gonçalves,
  • Nilo Nacao,
  • Raulindo dos Santos,
  • Bruna Bianca Larucy,
  • Tereza Goulart Lima,
  • Deoclécio Fernando Tonini,
  • Josefina Marinete Martins,
  • Thiago Arantes,
  • Platão Capurro dos Santos,
  • Alessandra Lemes Bezerra Machado,
  • Ana Cristina Jacobowski,
  • Decio Pessota Martins,
  • Dr. Olavo Gignon Guimarães,
  • Mariana Pereira Zanella,
  • José da Cruz Bandeira,
  • Mirela Jafar,
  • Sergio Alves de Rezende,
  • Júlio César de Albuquerque Setti,
  • Dra. Lilian dos Santos Lins,
  • Dra. Judith Amaral Lageano,
  • Dr. Melki Bortotto Garcia,
  • Berenice Camillo Pedroso,
  • Anna Laura Ramos de Arruda,
  • Gleysi Petroceli Arguelo,
  • Adriano Aparecido dos Santos,
  • Eliezer Gonçalves,
  • Ricardo Stefanello Vieira,
  • Paula Medeiros Maksoud,
  • Araci Zorzo,
  • Lilian Blanco Rodrigues,
  • Marilu Fernandes,
  • Judit Maria Grossal Chadid,
  • Márcia Andréia Cordeiro,
  • Janete Mara Martinho,
  • Arani Silveira de Barcelos Sobrinho,
  • Erico Pereira da Silva,
  • Carmen Lúcia Dutra de Queiroz,
  • João Francisco Volpe,
  • Edson de Oliveira Santos,
  • Lela Almeida Carneiro Monteiro,
  • Eucinda de Souza,
  • Mercedes Thomaz,
  • Osni Antônio Butzhy Andrade Netto,
  • Venâncio Morais de Souza,
  • Cinira Rondon Rosa,
  • Zacarias Duarte Passos,
  • Nadir Ferreira Matos,
  • Guilherme Riquelme Filho,
  • Ana Claudia Pitanga da Silva Barbosa,
  • Maria Lúcia Ferreira,
  • José Maria Teófilo,
  • Alci dos Santos Satiro,
  • Maria Alzira de Souza,
  • Zenir de Castro Cabral,
  • Alberto de Mattos Oliveira,
  • Arino Jorge Fernandes,
  • Cleisy Maira Paes de Souza,
  • Renata Guedes,
  • Pedro Antonio Pegolo Filho,
  • Mário Massao Kobayashi,
  • Dra. Elisa Noliko Tamazato,
  • José Ignácio Ferreira,
  • Carlos Ivan Peralta,
  • Maria Alice Albuquerque,
  • Débora Souza de Lucena,
  • Elaine Ramos Albuquerque,
  • Maiza Silva Santos,
  • Roberta Marie Masuko Alvarenga,
  • Francolino Jose de Lima,
  • Marielly Alcaraz Correa,
  • Bartolo Coelho Espinosa,
  • Fátima Grisólia Grisoste,
  • Luciano Tiago da Rocha,
  • Milton Aquino Victor,
  • Alice Helena Marchi Mendes,
  • Mariana de Barros Jallad,
  • Francisco Pontes Bernal Filho,
  • Júnior Cesar Patroni,
  • Juceli Chaves Dias,
  • Thiago Xavier de Souza,
  • Luiz Carlos Morales de Souza,
  • Dra. Ana Carolina Carli de Freitas,
  • Marisol Mendes da Silva,
  • Mario Guilhermino Páscoa,
  • Delcides Dias Junqueira,
  • Nilson de Oliveira Castela,
  • Canan Juline Perosa,
  • Silvio Luiz dos Reis,
  • Carlos Magno Pereira Junior,
  • Antonio Rodrigues Sobrinho,
  • Luiz Fernando Tadano Miguita,
  • Stelio Camargo de Miranda,
  • Rosely Pereira Maia,
  • Luciene Marina Militão dos Santos,
  • Marcelo Costa,
  • Marlene Albiero Lolli Ghetti,
  • Elias Gadia Filho,
  • Marcus Vinicius Bazé de Lima,
  • Marco Aurelio Gomes Atalla,
  • Ruth Yamashita,
  • Tatiana Schmidt.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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