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Capa B+: Entrevista exclusiva com a jornalista Leda Nagle, ícone da televisão brasileira

Celebrando 50 anos no jornalismo, Leda Nagle comanda o podcast "Os Nagle" ao lado do filho Duda Nagle na plataforma do Youtube.

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Celebrando 50 anos no jornalismo, Leda Nagle, um ícone da televisão brasileira comanda agora o podcast "Os Nagle" ao lado do filho Duda Nagle na plataforma do YouTube.

No projeto, a dupla faz entrevistas através do olhar de suas gerações. Em paralelo, a mineira de Juiz de Fora segue com o canal que leva o seu nome, desde 2017, também no Youtube. Lá ela conversa com grandes nomes da música, das artes, do esporte, da política e da medicina. 

Com passagens por jornais e revistas nacionalmente conhecidas por seus trabalhos na TV, Leda lançou o "Bom Dia Rio", e foi também entrevistadora e apresentadora do Jornal Hoje durante 13 anos, sendo todos na Rede Globo.

Ela ainda apresentou o Jornal da Manchete, na extinta emissora, fez o programa "Agenda" no SBT/Rio e comandou o "Leda Nagle com certeza", na Tv Educativa. Além disso, por 21 anos, foi editora-chefe e apresentadora do badalado "Sem Censura", na hoje TV Brasil. 

Em sua trajetória, Leda Nagle também lançou dois livros de entrevistas: "Leda Nagle Com Certeza Melhores Momentos", e "Leda Nagle de Minas para o Mundo." Empresária, ela ainda assina collabs com grandes marcas de roupas e de óculos.

Em entrevista exclusiva ao Correio B+ desta semana, a jornalista Leda Nagle fala sobre seu sucesso na TV, carreira no jornalismo, atuação nas redes sociais, seu novo podcast ao lado do filho Duda Nagle que foi nossa Capa da semana passada no Correio e novos projetos. Para nós do Correio B+ é uma honra ter Leda Nagle como Capa no ano em que o jornal Correio do Estado completa 70 anos.

A jornalista Leda Nagle é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Marco Máximo - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves 

CE - Leda, impossível falar com você e não lembrar de tantos anos como estrela do jornalismo nacional na TV. Fale de momentos marcantes dessa sua grande trajetória pra gente?
LN -
 Vou destacar dois tempos. O "Jornal Hoje" nos anos 80 e o "Sem Censura" durante quase 21 anos,. O "Hoje" porque foi onde descobri a Tv, o jornalismo ao vivo e porque adorava o programa e principalmente a ´possibilidade de ser das primeiras jornalistas de televisão a fazer entrevistas mais longas (as do "Hoje" de sábado) que não eram comuns naquela época, quando entrevistas de cinco, seis, sete minutos causavam espanto. Foi uma experiência muito importante na minha vida porque sempre gostei de fazer entrevistas, ouvir histórias e compartilhar elas.

Por isso, também O "Sem Censura" foi tão importante porque reuniu cinco, seis pessoas por dia, durante quase 21 anos, todos os dias para conversar, trocar ideias, dar opiniões livres sobre os mais diferentes assuntos, credos, histórias sem preconceito.

CE - Na sua trajetória tem uma passagem até pela Revista Capricho. Como você avalia sua carreira nessas cinco décadas de profissão?
LN - 
Eu gosto da minha carreira, me orgulho dela. Eu sempre quis ser jornalista. Desde muito nova, adolescente ainda, enfrentei uma oposição forte do meu pai, mas consegui realizar meu projeto e no fim ele ficou orgulhoso do meu trabalho. Gosto da minha profissão, da minha história. Comecei no jornalismo escrito em Juiz de Fora onde nasci e me formei na Universidade Federal de Juiz de Fora.

Trabalhei na Revista Capricho, escrevi artigos e entrevistas para a então moderna Revista Nova, trabalhei durante um bom tempo no Segundo Caderno do Jornal O Globo onde me fortaleci como entrevistadora e depois descobri a Tv, e me apaixonei por ela como jornalista, editando reportagem, depois sendo repórter e apresentadora. Enfim, acho que estou seguindo meu sonho e o Youtube, hoje, é parte dele.

CE - Você está há alguns anos com um canal de entrevistas no Youtube. Como foi fazer essa transição? Teve receio de desbravar a internet, já que você foi das grandes jornalistas pioneiras a fazer essa migração, como tem sido o resultado?
LN - 
Na verdade, esta transição foi um pouco forçada pela não renovação do meu contrato no Sem Censura. Meu filho Duda, que já vinha me dizendo que precisava ter um canal no Youtube, foi o grande responsável por esta virada. Ele me sugeriu fazer o canal, foi meu primeiro entrevistado em 2017 e de lá pra cá, entre erros iniciais (diziam do Youtube como nos primeiros tempos da TV que as entrevistas deveriam ser curtas) e muitos acertos fui construindo este canal de comunicação, sem o qual eu não saberia viver hoje.

Gosto imensamente da possibilidade que o Youtube dá de ouvir as mais variadas pessoas com com mais  liberdade  ainda que a tv  permitia, com tempo absolutamente livre, com ideologias variadas e ampliadas. Gosto muito desta liberdade, hoje sou minha própria chefe, compartilho ideias com o Duda sempre, mas me sinto mais livre do que jamais me senti profissionalmente e gosto muito do resultado. Acho até que trabalho mais do que noutros veículos mas como gosto muito de trabalhar me sinto feliz.

Leda comamnda o Podcast 'Os Nagle' - Divulgação

CE - No auge da sua experiência, o que teria feito de diferente? E do que mais se orgulha?
LN - 
Me orgulho da minha história, da minha transição do jornalismo impresso pro jornalismo da tv, e da transição da tv para o Youtube. Esta transição me orgulha muito porque eu estava naquele ano de 2017 com 66 anos e mudar de formato, assumir uma coisa tão nova (para mim naquela época a internet era outro mundo) tão diferente de tudo que eu já tinha experimentado foi uma passo que acho corajoso e me deixa feliz que esteja sendo bem sucedido e me realize profissionalmente.

CE - Atualmente, além do canal do Youtube, você tem um podcast ao lado de seu filho Duda Nagle chamado 'Os Nagle'. E como tem sido trabalhar em família, fazer essa troca de informações e experiências entre gerações?
LN -
 Essa experiência de entrevistar junto com o Duda, nesta nova parceira agora frente às câmeras era um sonho antigo que estamos viabilizando e está muito prazeroso. São dois olhares: mãe, filho, pai e avó, homem e mulher, duas visões diferentes de gerações diferentes (Duda com 41 anos, eu com 73 anos) sobre uma mesma pessoa, pensando no legado e na história de cada entrevistado, pensando e repensando valores e experiências. Está sendo divertido e rico ao mesmo tempo, concordamos e discordamos numa relação muito saudável e muito agradável.

CE - E fale um pouco mais sobre Os Nagle: Como surgiu a ideia? Como tem sido o retorno de seus expectadores? Em tempo de tantos podcasts, qual o diferencial de vocês?
LN -
 O nosso diferencial são as nossas diferenças e nossa cumplicidade. O retorno dos nosso expectadores tem sido muito bom e os entrevistados também têm demonstrado gostar do formato e da nossa proposta.

CE - Em pleno ano de 2024, estamos cada vez mais conectados e necessitados de tecnologia. Como é sua adaptação para essa nova em que a informação chega muito mais rápida e com maior alcance? Como é dar conta de estar sempre atualizada nesse novo mundo?
LN -
 Quando eu troquei o jornalismo impresso pela TV foi exatamente essa rapidez com que a informação poderia chegar até as pessoas que me fascinaram e até hoje me fascinam. Essas tecnologias permitem isso cada dia mais.

Estou cada vez mais conectada e isso não só me atualiza como me dá prazer. Gosto muito da tecnologia, mas nem sempre dou conta dela totalmente e gostaria de saber mais e mais como aproveitar as possibilidades que ela oferece. Afinal minha geração tem que se esforçar muito pra se atualizar mas poder descobrir, avançar, achar novos caminhos sempre foi das mais atividades preferidas.

Ao lado do filho Duda Nagle e da neta Zoe - Divulgação

CE - Nas redes sociais, você sempre se mostra muito caseira e participativa na convivência com sua neta Zoe. Como é a Leda Nagle avó? 
LN -
 Eu adoro ser avó da Zoe. Na verdade, nunca imaginei que fosse tão bom ser avó. É um amor extraordinário (ok, sei que é lugar comum) mas, é um amor novo, diferente, que me deixa mais plena. É muito bom acompanhar as descobertas, as conclusões e opiniões da Zoe. Me atualizam, me renovam e me fortalecem como pessoa.  É muito estimulante poder ajudar a Zoe a descobrir caminhos, valores e compor com ela e com o Duda a minha vida. Tenho realmente um amor profundo pelos dois e nosso caminhar juntos é muito alegre, feliz e rico como experiência de vida.

CE - O que move a jornalista Leda Nagle?
LN -
 A vontade de viver, o prazer de trabalhar, o amor pelo Duda e pela Zoe, o carinho das pessoas que me abordam nos lugares e demonstram gostar do meu trabalho. Enfim, a realização do meu sonho de adolescente de ser jornalista, tudo somado me faz feliz e me faz querer fazer mais.

CE - Quais os próximos projetos?
LN -
 Ampliar o leque das entrevistas do Youtube, fazer séries especiais de entrevistas com empreendedores, com sertanejos, com gente que faz o bem sem olhar a quem. Enfim, mais do mesmo, sempre projetos voltados para entrevistas .

Leda no Sem Sensura - TV Cultura - Divulgação

 

História

Escritor prepara nova edição de livro nos 50 anos de Mato Grosso do Sul

O jornalista e fotógrafo Paulo Renato Coelho Netto busca financiamento para concretizar obra que reúne história, cultura, paisagens e o novo ciclo econômico de Mato Grosso do Sul

02/04/2026 09h00

Forte Coimbra (1999), no Pantanal, é uma das diversas paisagens fotografadas por Paulo Roberto ao longo da feitura do livro

Forte Coimbra (1999), no Pantanal, é uma das diversas paisagens fotografadas por Paulo Roberto ao longo da feitura do livro Fotos: Paulo Renato

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Às vésperas dos 50 anos de criação do Estado, a terceira edição do livro “Mato Grosso do Sul”, do jornalista e fotógrafo Paulo Renato Coelho Netto, surge como um marco editorial que busca organizar, interpretar e projetar a imagem de MS em múltiplas dimensões – histórica, cultural, geográfica e econômica.

A obra, iniciada em 1988, ganha agora uma edição comemorativa, aprovada pelo Ministério da Cultura e com apoio do governo do Estado. Prevista para ser lançada no segundo semestre de 2027, coincidindo com o cinquentenário da divisão do antigo Mato Grosso, a publicação revisita o passado e aponta o futuro de um território em constante transformação. No entanto, para o projeto ser realizado, falta apenas um detalhe: financiamento via Lei Rouanet.

ESTADO EM TRANSFORMAÇÃO

O projeto se propõe a ser um grande painel interpretativo de Mato Grosso do Sul. Desde suas primeiras edições, publicadas em 2000 e 2004, a obra já se destacava pelo caráter investigativo e a profundidade documental, reunindo informações sobre turismo, cultura, história, geografia e economia, sempre acompanhadas por registros fotográficos feitos pelo autor.

Enquanto as duas primeiras edições focaram a bovinocultura e as lavouras, a terceira edição amplia esse escopo, ao incorporar o que Paulo Renato define como a “terceira onda” do Estado: a industrialização e a consolidação da Rota Bioceânica.

“Além do momento histórico do cinquentenário, senti a necessidade de registrar esse novo ciclo. A Rota Bioceânica vai ligar o Atlântico ao Pacífico e abrir caminhos não só econômicos, mas também culturais para a América Latina”, afirma o autor.

ACESSIBILIDADE

Uma das principais novidades desta edição é o formato trilíngue, com o livro sendo publicado em português, inglês e espanhol, enquanto nas duas primeiras edições o livro foi publicado apenas em português e inglês. 

A versão impressa do livro será um sofisticado coffee table book, pensado como livro de arte. “Mato Grosso do Sul merece este formato de luxo no cinquentenário”, pontua Paulo Renato. 

Haverá também uma versão digital gratuita, com o mesmo conteúdo, além de audiolivro nos três idiomas. A proposta é democratizar o acesso ao conhecimento. “Qualquer pessoa, em Mato Grosso do Sul ou em qualquer lugar do mundo, poderá acessar gratuitamente o e-book. Isso resolve uma questão que sempre me marcou nas viagens: as pessoas queriam saber onde encontrar o livro”, explica.

Essa preocupação com a acessibilidade não é nova. Em 2014, a obra já havia sido adaptada para audiolivro pelo Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos (Ismac), com apoio da Petrobras, garantindo o acesso de pessoas com deficiência visual.

CAMINHO PERCORRIDO

A construção do livro é também uma jornada física. Para as duas primeiras edições, o autor percorreu mais de 12 mil quilômetros pelo Estado, entre viagens de carro e barco, incluindo uma expedição ao Forte Coimbra, no Pantanal. Para a nova edição, a expectativa é de somar mais 6 mil km.

As viagens não são apenas deslocamentos geográficos, mas mergulhos em histórias, culturas e paisagens. “O que mais me marcou foram as pessoas. Me impressionou o nível de curiosidade que existe sobre o próprio lugar onde nascemos ou escolhemos morar”, relata.

Entre os novos destinos da terceira edição estão a Serra do Amolar, cavernas da Serra da Bodoquena, o Morro do Paxixi e a região de Alcinópolis, conhecida por seus sítios arqueológicos com pinturas rupestres que remontam a milhares de anos. Também integra o roteiro a ponte em construção que ligará Porto Murtinho, no Brasil, a Carmelo Peralta, no Paraguai, peça-chave da Rota Bioceânica.

Para o autor, o maior objetivo da obra é, desde a primeira edição, mostrar para o sul-mato-grossense um Estado que ele desconhece. “A fotografia que ilustra a capa das duas primeiras edições, por exemplo, foi feita em Costa Rica, que fica a 339 km a nordeste de Campo Grande.

É um lugar maravilhoso, com cânions, cachoeiras, corredeiras, grutas, orquidários naturais e chapadas desconhecidas. Estive lá há 28 anos e ainda pouco se fala sobre Costa Rica”, aponta o autor.

IDENTIDADE

Ao longo de quase quatro décadas acompanhando o desenvolvimento do Estado, Paulo Renato destaca um elemento central: a diversidade. Segundo ele, Mato Grosso do Sul é um mosaico cultural, formado por influências de diferentes regiões do Brasil e do mundo.

“Temos uma mistura única. Crianças crescem comendo comida japonesa enquanto japoneses fazem churrasco com mandioca. Tem gente do Brasil inteiro construindo Mato Grosso do Sul. Temos italianos, alemães, espanhóis, africanos, paraguaios, bolivianos, foragidos venezuelanos, haitianos, sírios e libaneses, além de uma diversidade interna riquíssima de povos nativos”, observa.

Essa pluralidade de povos indígenas e da herança de grupos pré-históricos é tema que será aprofundado na nova edição, com base em pesquisas acadêmicas e colaboração de especialistas. Nas edições anteriores, houve contribuições importantes, como do poeta Manoel de Barros, que foi entrevistado e homenageado na obra, e textos do ambientalista Frans Krajcberg, sobre preservação ambiental, e do historiador Henrique Spengler, sobre os povos originários da região.

“O historiador, pesquisador e artista plástico campo-grandense Henrique Spengler [1958-2003] escreveu e denominou esses povos nas primeiras edições. Seu texto, exclusivo para as duas primeiras edições, vai constar na terceira e em todas novas que eu fizer”, afirma Paulo Renato.

CONSTRUÇÃO TEXTUAL

Forte Coimbra (1999), no Pantanal, é uma das diversas paisagens fotografadas por Paulo Roberto ao longo da feitura do livroCapa das edições bilíngues de 2000 e 2004; fotografia foi feita em Costa Rica em 1999

Com formação em Jornalismo, o autor adota uma abordagem que combina apuração rigorosa com narrativa acessível. Ele define seu estilo como jornalismo literário, buscando traduzir informações complexas em textos compreensíveis para todos os públicos.

“Sempre que termino de escrever me pergunto se uma criança de oito anos de idade vai entender. Se sim, consegui meu objetivo. Se não, refaço até chegar neste nível de compreensão”, afirma.
Esse compromisso com a clareza contribuiu para que as primeiras edições do livro se tornassem referência bibliográfica oficial, sendo distribuído em escolas e incluído em guias de pesquisa histórica.

PARA SAIR DO PAPEL

Apesar da relevância cultural e histórica, a realização da terceira edição depende de captação de recursos via Lei Rouanet. O projeto foi aprovado pelo Ministério da Cultura e busca patrocinadores que possam investir com dedução integral do Imposto de Renda.

Segundo Paulo Renato, o apoio vai além do incentivo financeiro. “Ao apoiar, a marca passa a integrar um projeto de alto valor de pertencimento para o sul-mato-grossense, associando-se diretamente ao marco histórico do cinquentenário. A empresa posiciona-se como agente ativo na preservação e difusão da memória e identidade de Mato Grosso do Sul, em um projeto consolidado, com validação técnica do Ministério da Cultura e apoio institucional do governo de Mato Grosso do Sul”, explica.

A proposta ainda inclui exclusividade por segmento de mercado.

Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, iniciativas como essa são fundamentais: “Trabalhos dessa natureza ajudam a organizar e difundir a imagem do Estado, ampliando o acesso da população e projetando Mato Grosso do Sul para além de suas fronteiras”.

E, ao que tudo indica, essa não será a última edição. “Não pretendo parar”, diz Paulo Renato. “Enquanto houver histórias para contar e caminhos para percorrer, esse projeto continua”, finaliza.

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Felpuda

Alguns assessores de agentes públicos estão adotando a prática de "se...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (2)

02/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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PAULO COELHO - ESCRITOR BRASILEIRO

"Sempre que possível, seja claro. Mas que sua clareza não seja o motivo para ferir os outros”.

 

FELPUDA

Alguns assessores de agentes públicos estão adotando a prática de “se fingir de morto” quando contatados para prestar qualquer tipo de informação. A tchurminha que se enquadra nesse perfil é aquela que para não encontrá-la basta ir ao local de trabalho, ao menos deixa transparecer que a situação é essa. Não se sabe se tem gente desconhecendo o significado de servidor público (barnabé, no popular) ou se está com o rei na barriga. Mas, não custa mais uma vez lembrar: essa tarefa tem prazo de validade e quem não é visto, por desejo ou circunstâncias, não é lembrado. Portanto...

Novo endereço

A partir do dia 6, a Justiça Eleitoral de Campo Grande passará a atender no Memorial da Cultura, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 559, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Mais

A mudança visa facilitar o acesso da população aos serviços eleitorais, já que o local está situado na região central da cidade, bem como em razão da grande demanda de atendimentos.

Sistema alemão, conhecido como CloudFisher, foi instalado no Marrocos e transforma névoa em água potável ao capturar microgotículas do ar em montanhas próximas ao Saara, abastecendo vilarejos rurais com uma tecnologia baseada em vento, gravidade e captação atmosférica. De acordo com dados divulgados pela Wasserstiftung, organização alemã associada ao projeto, a instalação localizada no Monte Boutmezguida, reúne 31 coletores e cerca de 1.686 metros quadrados de área de malha. Quando não há neblina, a captação é reduzida ou inexistente, o que torna o armazenamento e a gestão local aspectos centrais do sistema. Em dias com neblina intensa, a produção pode alcançar cerca de 37 mil litros, enquanto médias de longo prazo são expressas em litros por metro quadrado de malha ao ano. O funcionamento depende de manutenção regular.

DiálogoUlysses Serra

 

DiálogoRoberta Maia Broder

Pode ser...

O governador Riedel não descarta a possibilidade de ter novamente o atual vice-governador Barbosinha como companheiro de chapa à reeleição. Assegurou, porém, que as convenções partidárias de julho é que oficializarão todas as pré-candidaturas. Vale lembrar que, nas eleições de 2024, Riedel foi anunciar o nome de Barbosinha como seu vice um dia antes da convenção. Nos meios políticos, dizem que a escolha foi acertada.

De Ferrari

Pelo altíssimo porcentual de diferença de preços dos produtos típicos da Páscoa em Campo Grande, há quem esteja dizendo que têm “coelhinhos querendo usar Ferrari para entregar ovos de chocolate”. O Procon MS fez pesquisa que identificou índice, mais de 118%, em 12 estabelecimentos. Foram os ovos de Páscoa infantis, de 80 gramas, que puxaram a maior variação de preços da pesquisa: 118,3%.

Variações

Pesquisadores do Procon MS também foram às peixarias e apuraram que o filé de salmão registrou a maior variação entre os produtos pesquisados (82%), com preço médio de R$ 111,72 o quilo. O bacalhau saithe, por sua vez, teve 43% de diferença no valor pago pelo consumidor final. As menores oscilações foram entre os peixes de água doce, sendo as maiores registradas no quilo do filé de pintado de cativeiro (33%) e na costelinha de pacu (31%). Os valores estão disponíveis no site www.procon.ms.gov.br/ noticias.

Aniversariantes

Dr. George Takimoto,
Dra. Maria Aparecida Albuquerque Arroyo,
Dr. Omar Francisco do Seixo Kadri,
Marijane Velasco de Souza,
Carlos Augusto Borges (Carlão),
Maysa Andrade Leite de Barros,
Raphael Maia Valente,
Falvio Missao Fujii,
Leda Mara Bertoloto Nunez,
Drª Keila Maria Lima Miguel Lorenzi,
Elias Guerra da Silva Junior,
Jorge de Abreu Rodrigues,
Marcelo Pereira da Silva,
Pedro de Toledo Filho,
Rose Mary Rocha Medina,
Sandro Alberto Ricci,
Viviane Martins Fernandes,
Adriana Arguello Coutinho,
Mauren Lilia Leite Furlanetto Rubio,
Josivam Martins da Silva,
Sizue Okimura de Faria,
Dr. Maurício Antônio Pompilio,
Ingrid Chappaz,
Arlindo Almeida de Rezende,
Adilson Bolonheis de Mello,
Lira Dequech,
Éder Flávio Benites Ramos,
Kelen Lopes Gomes,
Ana Paula Nunes da Cunha,
Lucas Costa da Rosa,
Daniela Mangieri Pithan,
Gisânia (Gisa) Marciano,
Auxiliadora Braga Moreno,
Adalgiza Kamiya,
Robson Dantas,
Marco Corrêa Neves,
Hilda Reis,
Adeilton Feliciano do Prado,
Dra. Eny Cleide de Mendonça Sartori Nogueira,
Luiz Antônio de Souza Ojeda,
Cícero Barbosa de Souza,
Ciro César Vilanova Maia,
Aloisio Ribeiro Souto,
Nilo Rodrigues de Oliveira,
Moacir Alves Fialho Júnior,
Haroldo Kawano,
Viviane Michel Ibrahim,
Walter Gomes,
Aroldo Ferreira Corrêa,
Théo de Freitas,
Jorge Almeida Jabrayan,
Adriana Ximenes,
Dr. Paulo Sérgio Monteiro,
Márcia Cristines Rocha,
Waldemar Gomes Santana,
Josefa Sanches Nakayama,
Deair Pereira Vargas,
Sandra Araújo de Oliveira,
Lídia Maria Albuquerque,
Edson Antônio de Freitas,
Cleide Milanesi,
Aluísio Alvarenga,
Seomar Kury Marques,
Carlos Alberto Rodrigues Morruda,
Carlos Albanesi,
Celso Pilegi,
Maria Neuza Pedra dos Santos,
Carolina Drago Fernandes,
Dr. Sergio Augusto Delgado Perdigão,
Celia Maria Zacharias,
Maria da Conceição Alves dos Santos,
Paulo Henrique da Cruz Lima,
Rômulo do Amaral,
Neide Leite da Silva,
Ronaldo Porto Alegre Tomasi,
Alysson Vasconcelos Leite,
Cézar José Cáceres,
Alcidio Duarte,
Pedro Antonio Felicio,
Espedito Soares de Souza,
Hélio Ferreira da Silva,
Rosely Teresinha Rodrigues Ramos,
Ana Claudia Mazzuquelle Marcon dos Santos,
Weimar Zoratte,
Rafael Midon Gimenes Vieira,
Gilton Bonfim Ferreira Jatobá,
Antonio Manoel Geronimo,
Cleir Edson Pereira de Deus,
Maria Santa Medina,
Ana Cristina Baruffi,
Oneide de Fátima Toniazzo,
Daniella Londero Silva,
Carla Maria Curi Vieira Delmas,
Maria Aparecida Santos,
Janaína Prescinato Miranda,
Nair Rosa dos Santos,
Aline Fernandes Antunes Soares,
Luisane Steffenon,
Sônia da Silva de Lima,
Kelly Cristina Duarte Cruz,
Cícero Vilela de Mello,
Edivalda da Silva Aguero,
Auzenira da Silva Milan,
Danyelle Bezerra Terhorst,
Odil Cleris Toledo Puques,
Raquel Otano de Andrade Portioli

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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