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Capa B+: Entrevista exclusiva com a jornalista Leda Nagle, ícone da televisão brasileira

Celebrando 50 anos no jornalismo, Leda Nagle comanda o podcast "Os Nagle" ao lado do filho Duda Nagle na plataforma do Youtube.

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Celebrando 50 anos no jornalismo, Leda Nagle, um ícone da televisão brasileira comanda agora o podcast "Os Nagle" ao lado do filho Duda Nagle na plataforma do YouTube.

No projeto, a dupla faz entrevistas através do olhar de suas gerações. Em paralelo, a mineira de Juiz de Fora segue com o canal que leva o seu nome, desde 2017, também no Youtube. Lá ela conversa com grandes nomes da música, das artes, do esporte, da política e da medicina. 

Com passagens por jornais e revistas nacionalmente conhecidas por seus trabalhos na TV, Leda lançou o "Bom Dia Rio", e foi também entrevistadora e apresentadora do Jornal Hoje durante 13 anos, sendo todos na Rede Globo.

Ela ainda apresentou o Jornal da Manchete, na extinta emissora, fez o programa "Agenda" no SBT/Rio e comandou o "Leda Nagle com certeza", na Tv Educativa. Além disso, por 21 anos, foi editora-chefe e apresentadora do badalado "Sem Censura", na hoje TV Brasil. 

Em sua trajetória, Leda Nagle também lançou dois livros de entrevistas: "Leda Nagle Com Certeza Melhores Momentos", e "Leda Nagle de Minas para o Mundo." Empresária, ela ainda assina collabs com grandes marcas de roupas e de óculos.

Em entrevista exclusiva ao Correio B+ desta semana, a jornalista Leda Nagle fala sobre seu sucesso na TV, carreira no jornalismo, atuação nas redes sociais, seu novo podcast ao lado do filho Duda Nagle que foi nossa Capa da semana passada no Correio e novos projetos. Para nós do Correio B+ é uma honra ter Leda Nagle como Capa no ano em que o jornal Correio do Estado completa 70 anos.

A jornalista Leda Nagle é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Marco Máximo - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves 

CE - Leda, impossível falar com você e não lembrar de tantos anos como estrela do jornalismo nacional na TV. Fale de momentos marcantes dessa sua grande trajetória pra gente?
LN -
 Vou destacar dois tempos. O "Jornal Hoje" nos anos 80 e o "Sem Censura" durante quase 21 anos,. O "Hoje" porque foi onde descobri a Tv, o jornalismo ao vivo e porque adorava o programa e principalmente a ´possibilidade de ser das primeiras jornalistas de televisão a fazer entrevistas mais longas (as do "Hoje" de sábado) que não eram comuns naquela época, quando entrevistas de cinco, seis, sete minutos causavam espanto. Foi uma experiência muito importante na minha vida porque sempre gostei de fazer entrevistas, ouvir histórias e compartilhar elas.

Por isso, também O "Sem Censura" foi tão importante porque reuniu cinco, seis pessoas por dia, durante quase 21 anos, todos os dias para conversar, trocar ideias, dar opiniões livres sobre os mais diferentes assuntos, credos, histórias sem preconceito.

CE - Na sua trajetória tem uma passagem até pela Revista Capricho. Como você avalia sua carreira nessas cinco décadas de profissão?
LN - 
Eu gosto da minha carreira, me orgulho dela. Eu sempre quis ser jornalista. Desde muito nova, adolescente ainda, enfrentei uma oposição forte do meu pai, mas consegui realizar meu projeto e no fim ele ficou orgulhoso do meu trabalho. Gosto da minha profissão, da minha história. Comecei no jornalismo escrito em Juiz de Fora onde nasci e me formei na Universidade Federal de Juiz de Fora.

Trabalhei na Revista Capricho, escrevi artigos e entrevistas para a então moderna Revista Nova, trabalhei durante um bom tempo no Segundo Caderno do Jornal O Globo onde me fortaleci como entrevistadora e depois descobri a Tv, e me apaixonei por ela como jornalista, editando reportagem, depois sendo repórter e apresentadora. Enfim, acho que estou seguindo meu sonho e o Youtube, hoje, é parte dele.

CE - Você está há alguns anos com um canal de entrevistas no Youtube. Como foi fazer essa transição? Teve receio de desbravar a internet, já que você foi das grandes jornalistas pioneiras a fazer essa migração, como tem sido o resultado?
LN - 
Na verdade, esta transição foi um pouco forçada pela não renovação do meu contrato no Sem Censura. Meu filho Duda, que já vinha me dizendo que precisava ter um canal no Youtube, foi o grande responsável por esta virada. Ele me sugeriu fazer o canal, foi meu primeiro entrevistado em 2017 e de lá pra cá, entre erros iniciais (diziam do Youtube como nos primeiros tempos da TV que as entrevistas deveriam ser curtas) e muitos acertos fui construindo este canal de comunicação, sem o qual eu não saberia viver hoje.

Gosto imensamente da possibilidade que o Youtube dá de ouvir as mais variadas pessoas com com mais  liberdade  ainda que a tv  permitia, com tempo absolutamente livre, com ideologias variadas e ampliadas. Gosto muito desta liberdade, hoje sou minha própria chefe, compartilho ideias com o Duda sempre, mas me sinto mais livre do que jamais me senti profissionalmente e gosto muito do resultado. Acho até que trabalho mais do que noutros veículos mas como gosto muito de trabalhar me sinto feliz.

Leda comamnda o Podcast 'Os Nagle' - Divulgação

CE - No auge da sua experiência, o que teria feito de diferente? E do que mais se orgulha?
LN - 
Me orgulho da minha história, da minha transição do jornalismo impresso pro jornalismo da tv, e da transição da tv para o Youtube. Esta transição me orgulha muito porque eu estava naquele ano de 2017 com 66 anos e mudar de formato, assumir uma coisa tão nova (para mim naquela época a internet era outro mundo) tão diferente de tudo que eu já tinha experimentado foi uma passo que acho corajoso e me deixa feliz que esteja sendo bem sucedido e me realize profissionalmente.

CE - Atualmente, além do canal do Youtube, você tem um podcast ao lado de seu filho Duda Nagle chamado 'Os Nagle'. E como tem sido trabalhar em família, fazer essa troca de informações e experiências entre gerações?
LN -
 Essa experiência de entrevistar junto com o Duda, nesta nova parceira agora frente às câmeras era um sonho antigo que estamos viabilizando e está muito prazeroso. São dois olhares: mãe, filho, pai e avó, homem e mulher, duas visões diferentes de gerações diferentes (Duda com 41 anos, eu com 73 anos) sobre uma mesma pessoa, pensando no legado e na história de cada entrevistado, pensando e repensando valores e experiências. Está sendo divertido e rico ao mesmo tempo, concordamos e discordamos numa relação muito saudável e muito agradável.

CE - E fale um pouco mais sobre Os Nagle: Como surgiu a ideia? Como tem sido o retorno de seus expectadores? Em tempo de tantos podcasts, qual o diferencial de vocês?
LN -
 O nosso diferencial são as nossas diferenças e nossa cumplicidade. O retorno dos nosso expectadores tem sido muito bom e os entrevistados também têm demonstrado gostar do formato e da nossa proposta.

CE - Em pleno ano de 2024, estamos cada vez mais conectados e necessitados de tecnologia. Como é sua adaptação para essa nova em que a informação chega muito mais rápida e com maior alcance? Como é dar conta de estar sempre atualizada nesse novo mundo?
LN -
 Quando eu troquei o jornalismo impresso pela TV foi exatamente essa rapidez com que a informação poderia chegar até as pessoas que me fascinaram e até hoje me fascinam. Essas tecnologias permitem isso cada dia mais.

Estou cada vez mais conectada e isso não só me atualiza como me dá prazer. Gosto muito da tecnologia, mas nem sempre dou conta dela totalmente e gostaria de saber mais e mais como aproveitar as possibilidades que ela oferece. Afinal minha geração tem que se esforçar muito pra se atualizar mas poder descobrir, avançar, achar novos caminhos sempre foi das mais atividades preferidas.

Ao lado do filho Duda Nagle e da neta Zoe - Divulgação

CE - Nas redes sociais, você sempre se mostra muito caseira e participativa na convivência com sua neta Zoe. Como é a Leda Nagle avó? 
LN -
 Eu adoro ser avó da Zoe. Na verdade, nunca imaginei que fosse tão bom ser avó. É um amor extraordinário (ok, sei que é lugar comum) mas, é um amor novo, diferente, que me deixa mais plena. É muito bom acompanhar as descobertas, as conclusões e opiniões da Zoe. Me atualizam, me renovam e me fortalecem como pessoa.  É muito estimulante poder ajudar a Zoe a descobrir caminhos, valores e compor com ela e com o Duda a minha vida. Tenho realmente um amor profundo pelos dois e nosso caminhar juntos é muito alegre, feliz e rico como experiência de vida.

CE - O que move a jornalista Leda Nagle?
LN -
 A vontade de viver, o prazer de trabalhar, o amor pelo Duda e pela Zoe, o carinho das pessoas que me abordam nos lugares e demonstram gostar do meu trabalho. Enfim, a realização do meu sonho de adolescente de ser jornalista, tudo somado me faz feliz e me faz querer fazer mais.

CE - Quais os próximos projetos?
LN -
 Ampliar o leque das entrevistas do Youtube, fazer séries especiais de entrevistas com empreendedores, com sertanejos, com gente que faz o bem sem olhar a quem. Enfim, mais do mesmo, sempre projetos voltados para entrevistas .

Leda no Sem Sensura - TV Cultura - Divulgação

 

Entre Costuras & CuLtura - Moda Correio B+

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência

As grandes marcas compreenderam algo fundamental: elas não vendem apenas produtos, elas vendem histórias, experiências e emoções.

21/06/2026 15h00

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência Foto: Divulgação

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Durante muito tempo, acreditamos que o luxo estivesse no objeto, na etiqueta da marca ou no valor da compra. Mas o luxo contemporâneo parece estar nos conduzindo para outro lugar.

Recentemente, a influenciadora digital Elisa Zarzur compartilhou em suas redes sociais a experiência de escolher seu vestido de noiva na Dior, em Paris. O conteúdo rapidamente chamou a atenção do público, não apenas pelo vestido, mas por tudo o que envolvia aquele momento.

Mais do que uma prova de roupa, o que se viu foi um ritual cuidadosamente construído. A atmosfera acolhedora, o atendimento impecável, a expectativa criada em torno da escolha e, principalmente, as emoções compartilhadas transformaram aquela experiência em algo memorável.

O vestido, naturalmente, possui sua importância, mas o que permanece na memória não é apenas o tecido, o corte ou a assinatura do estilista. O que fica é a forma como alguém foi recebido, acolhido e conduzido ao longo daquela jornada.

As grandes marcas compreenderam algo fundamental: elas não vendem apenas produtos, elas vendem histórias, experiências e emoções.

A sensação de exclusividade, o cuidado com cada detalhe e o sentimento de ser visto, compreendido e valorizado criam uma conexão muito mais duradoura do que qualquer objeto.

Essa lógica ultrapassa o universo da moda e se estende por todo o mercado premium.

Os melhores hotéis não vendem apenas hospedagem; oferecem hospitalidade. Os grandes restaurantes não servem apenas refeições; criam lembranças. As maisons de luxo não comercializam apenas produtos; constroem universos de desejo capazes de despertar emoções e gerar pertencimento.

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiênciaQuando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência - Divulgação Vogue

Hoje, o produto é apenas uma parte da equação,a verdadeira diferenciação está na experiência.

Em um mundo cada vez mais acelerado, automatizado e impessoal, o luxo passou a ser aquilo que não pode ser reproduzido em escala: o tempo dedicado, a atenção genuína, o cuidado com os detalhes e a capacidade de transformar uma simples compra em uma história que será lembrada por muitos anos.

Por fim, deixo aqui uma reflexão: 

quando recordamos os momentos mais especiais da nossa vida, lembramos do que compramos ou de como nos fizeram sentir?

Como criar uma experiência verdadeiramente memorável

1. Personalize cada interação

Pessoas gostam de se sentir únicas. Chamar alguém pelo nome, conhecer suas preferências e antecipar necessidades cria conexão imediata.

2. Cuide dos detalhes invisíveis

Muitas vezes, o que encanta não é o que está à vista, mas aquilo que foi pensado antes mesmo de ser solicitado.

3. Invista no atendimento humano

Tecnologia agiliza processos, mas empatia, escuta e atenção continuam sendo insubstituíveis.

4. Crie momentos, não apenas entregas

Uma compra, uma refeição ou uma hospedagem podem se transformar em experiências quando existe emoção envolvida.

5. Faça as pessoas se sentirem importantes

O maior luxo dos nossos tempos talvez seja justamente este: ser visto, ouvido e valorizado de forma genuína.

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiênciaQuando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência - Divulgação

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 23 e 28 de junho. Momento de boas parcerias e conquistas.

Sob a regência do Três de Ouros, o período é marcado por construção e prosperidade. A carta favorece especialmente a vida profissional, indicando reconhecimento, aperfeiçoamento, boas parcerias e conquistas que se constroem por meio da colaboração.

21/06/2026 12h00

A energia do Tarô da semana entre 23 e 28 de junho. Momento de boas parcerias e conquistas.

A energia do Tarô da semana entre 23 e 28 de junho. Momento de boas parcerias e conquistas. Foto: Divulgação

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O Três de Ouros inaugura uma semana marcada pela construção de bases sólidas. É uma carta que fala sobre crescimento consistente, expansão, ganhos financeiros e criação de oportunidades favoráveis. Também favorece o reconhecimento na carreira, o fortalecimento da reputação profissional e o início de projetos que ainda passarão por aperfeiçoamentos, mas que já demonstram grande potencial de sucesso.

Na ilustração da carta do Três de Ouros, vemos um artesão dedicado ao seu trabalho enquanto dialoga com um monge e um arquiteto sobre a construção de um templo. Cada personagem desempenha um papel essencial: um executa, outro inspira e o terceiro planeja. Nenhum deles, sozinho, seria capaz de concluir a obra.

Seu principal ensinamento é simples: ninguém constrói algo verdadeiramente grandioso sozinho.

Esta é a carta da colaboração inteligente. Ela mostra que diferentes talentos, experiências e perspectivas, quando reunidos em torno de um objetivo comum, produzem resultados muito maiores do que qualquer esforço individual seria capaz de alcançar.

É uma semana para trocar ideias, ouvir opiniões, aceitar contribuições e reconhecer o valor das pessoas que caminham ao seu lado. “Reunir-se é um começo, permanecer juntos é um progresso, e trabalhar juntos é um sucesso.” (Henry Ford)

À medida que suas habilidades se desenvolvem e seus projetos ganham dimensão, saber pedir ajuda deixa de ser um sinal de fraqueza e passa a ser uma demonstração de sabedoria. O artesão representado na carta domina sua arte, mas confia ao arquiteto a visão do projeto e aos demais colaboradores aquilo que não lhe cabe realizar.

O verdadeiro crescimento acontece quando compreendemos que dividir responsabilidades fortalece, em vez de diminuir, nossa contribuição.

Vale refletir: o que pode ser delegado, compartilhado ou automatizado para que você concentre sua energia naquilo que realmente faz de melhor? Em quais áreas insistir em fazer tudo sozinho tem consumido tempo, energia e comprometido seus resultados?

Construir uma obra sólida não depende apenas de trabalhar mais, mas de direcionar seus talentos com consciência, propósito e ao lado das pessoas certas.

O Três de Ouros também anuncia uma fase rica em aprendizado. Novos conhecimentos, habilidades e experiências surgem para impulsionar seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Mais do que adquirir informações, a carta convida você a colocá-las em prática com dedicação, disciplina e comprometimento. O sucesso nasce justamente da combinação entre talento, estudo e trabalho consistente.

Outro aspecto importante desta energia é a humildade. O ego perde espaço para a cooperação. Todos têm algo a ensinar e algo a aprender. Quando existe abertura para o diálogo, respeito pelas diferenças e disposição para construir em conjunto, os obstáculos deixam de ser barreiras e se transformam em oportunidades de evolução.

O Três de Ouros é a carta do aperfeiçoamento, mas não da perfeição. Seu convite é abandonar a cobrança excessiva e reconhecer o quanto você já evoluiu. Em vez de fixar o olhar no que ainda falta, observe o caminho percorrido e tudo o que já foi construído.

Sempre haverá espaço para crescer, aprender e se desenvolver e é justamente essa abertura para o aprendizado que torna possível a verdadeira evolução.

Pergunte a si mesmo: quais habilidades estou desenvolvendo neste momento? Tenho valorizado meu progresso ou apenas comparado minhas capacidades às dos outros? A comparação constante pode criar a falsa sensação de que nunca somos bons o suficiente, quando, na realidade, cada pessoa possui seu próprio ritmo de crescimento.

O Três de Ouros lembra que os erros fazem parte do processo. Mais do que obstáculos, eles são professores indispensáveis. Toda maestria nasce da experiência, da prática e das inúmeras tentativas que antecedem o sucesso. Errar não significa fracassar; significa aprender.

Quanto maior a disposição para experimentar, ajustar e recomeçar, maior será o domínio sobre aquilo que se deseja conquistar.

Se existe ansiedade para que determinada fase termine logo, esta carta convida à desaceleração. Talvez o Universo esteja pedindo que você extraia um ensinamento essencial antes de seguir adiante. Nem toda aprendizagem é técnica ou acadêmica.

Muitas vezes, a maior lição diz respeito à maturidade, à paciência, à confiança ou à forma como você encara os próprios desafios. O Três de Ouros sempre aponta para uma área da vida que pede refinamento, dedicação e crescimento contínuo.

Por isso, tenha paciência com o seu processo. Valorize cada pequena conquista e permita que o tempo faça sua parte.

Em muitos casos, esta carta também anuncia o início de uma nova fase de estudos, o desenvolvimento de uma habilidade ou a aquisição de conhecimentos que terão impacto duradouro no futuro. É um excelente momento para retomar projetos, investir em cursos, aprofundar competências e reencontrar a paixão por aquilo que desperta seu verdadeiro interesse.

Além do aprendizado, o Três de Ouros simboliza a capacidade de transformar ideias em realidade. Na imagem tradicional da carta, um artesão trabalha diante de um projeto arquitetônico apresentado por dois monges. O desenho da construção representa a visão que antecede a realização: primeiro nasce o planejamento; depois vêm o aperfeiçoamento, a execução e, por fim, a obra concluída.

A carta ensina que sonhos se concretizam quando há organização, dedicação e colaboração. Os melhores resultados surgem da união entre talento, preparo e trabalho coletivo. Quando cada pessoa contribui com o que tem de melhor, projetos ganham força, ideias florescem e o sucesso deixa de ser uma possibilidade para se tornar uma consequência natural.

Conhecer os próprios talentos é um passo importante. Saber no que você se destaca e reconhecer suas habilidades fortalece a confiança e revela o caminho que pode levá-lo mais longe. Mas o Três de Ouros lembra que existe um limite para aquilo que conseguimos construir sozinhos. Há momentos em que crescer significa justamente ampliar horizontes, dividir responsabilidades e permitir que outras pessoas contribuam para a realização de um objetivo maior.

Quando esta carta surge como carta regente, ela anuncia uma oportunidade de colaboração. O convite não é provar sua autossuficiência, mas compreender que alguns resultados só alcançam sua máxima expressão quando diferentes talentos trabalham em sintonia. É hora de deixar o ego de lado e abraçar um propósito coletivo.

Isso pode significar ouvir novas perspectivas, pedir orientação, compartilhar recursos ou reunir pessoas com competências complementares às suas. Pense em uma grande orquestra: cada instrumento possui sua própria beleza, mas é a harmonia entre todos que cria uma obra capaz de emocionar.

Da mesma forma, projetos verdadeiramente grandiosos raramente são fruto do esforço isolado de uma única pessoa.

Se você deseja expandir seus horizontes, talvez seja o momento de formar sua equipe. Não tenha receio de admitir que não sabe tudo — ninguém sabe. Reconhecer as próprias limitações não diminui sua competência; ao contrário, demonstra maturidade e inteligência.

Quando você identifica seus pontos fortes e aceita que outras pessoas podem suprir aquilo que lhe falta, cria espaço para que todos cresçam juntos.

O Três de Ouros ensina que a verdadeira força de um grupo está na complementaridade. Cada pessoa oferece um olhar, uma experiência e um talento únicos, enriquecendo a construção coletiva. O aprendizado deixa de ser individual e passa a ser compartilhado, fortalecendo vínculos de confiança, respeito e cooperação.

Esta carta nos lembra que grandes realizações raramente são obra de uma única mão. Elas nascem do encontro entre pessoas comprometidas com um mesmo propósito, dispostas a dividir responsabilidades, celebrar conquistas e superar desafios lado a lado. Quando cada um contribui com o melhor de si, o resultado final se torna maior, mais sólido e mais significativo do que qualquer conquista individual poderia alcançar.

Nem sempre é simples trabalhar em grupo ou chegar a um consenso sobre o caminho a seguir. Mas esta carta convida à diplomacia, à estratégia e ao equilíbrio. Talvez o meio-termo não seja apenas uma alternativa, mas a solução mais inteligente. Em vez de enxergar tudo em preto e branco, ela sugere a abertura para uma terceira via — uma nova perspectiva capaz de integrar diferenças e ampliar resultados.

O Três de Ouros representa a alegria de celebrar uma conquista sabendo que ela não foi construída sozinho. É aquele momento em que você compartilha o resultado com orgulho — inclusive nas redes sociais — e faz questão de agradecer, marcar e reconhecer cada pessoa que ajudou a transformar uma ideia em realidade.

O Três de Ouros, no amor, fala de admiração, respeito e orgulho pelo que é construído a dois. Há a sensação de pertencimento e de que cada gesto é reconhecido, fortalecendo o vínculo.

É uma carta que valoriza a parceria: o amor cresce quando há troca, apoio mútuo e compromisso em construir algo em conjunto. Mais do que acaso, trata-se de uma relação cultivada no dia a dia, em que a felicidade nasce do reconhecimento e da colaboração entre os dois.

Para os (as) solteiros (as), indica abertura para um encontro baseado em admiração e afinidade real. Alguém que enxerga seu valor de forma consistente e desperta o desejo de construir, juntos, algo com respeito, troca e crescimento mútuo.

No campo financeiro, o Três de Ouros indica que a prosperidade tende a ser construída de forma gradual e consistente. Não se trata de ganhos inesperados, mas de recompensas que surgem como consequência direta da competência, da disciplina e da qualidade do trabalho realizado.

Também favorece negociações, sociedades, clientes importantes, novos contratos, investimentos em qualificação profissional e projetos capazes de gerar retornos duradouros. Quanto mais sólida for a base construída agora, maiores serão os frutos colhidos no futuro.

O Três de Ouros, no trabalho, fala de colaboração, reconhecimento e construção conjunta de resultados consistentes. É uma carta que destaca o valor do trabalho em equipe e da troca entre diferentes habilidades, mostrando que o melhor resultado nasce quando cada um contribui com o que faz de melhor.

Ela indica um momento de crescimento profissional por meio de parcerias, projetos coletivos ou ambientes em que há cooperação e aprendizado mútuo. Aqui, o talento individual ganha força quando somado ao dos outros.

Também aponta para reconhecimento: o seu esforço tende a ser visto e valorizado, especialmente quando há comprometimento e disposição para evoluir em conjunto. É uma energia de progresso sólido, construído passo a passo, com apoio, diálogo e senso de propósito compartilhado.

O que emerge agora é um chamado à colaboração e ao desenvolvimento de habilidades. Este é um momento para valorizar o trabalho em equipe e buscar espaços onde você possa contribuir com seus talentos, ao mesmo tempo em que aprende com os outros. A carta incentiva a abertura ao feedback construtivo e ao aprimoramento contínuo, sugerindo a participação em grupos, cursos ou projetos alinhados aos seus interesses.

Conversas com colegas e pessoas inspiradoras podem trazer novos insights e ampliar sua visão. Ao se envolver ativamente em iniciativas colaborativas, você não apenas fortalece suas competências, mas também constrói conexões significativas que podem abrir caminhos importantes no futuro. É um período de crescimento guiado pela cooperação e por uma visão compartilhada.

Estamos em plena temporada de Copa do Mundo e o futebol nos lembra, dentro de campo, o que também vale no dia a dia do trabalho: talento individual pode decidir uma jogada, mas são a estratégia, a inteligência coletiva e o entrosamento da equipe que constroem a vitória. Como disse Michael Jordan, ‘Talento vence jogos, mas trabalho em equipe e inteligência vencem campeonatos’.

Que seja uma semana de vitórias dentro e fora dos gramados.

Muita luz,

Ana Cristina Paixão

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