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Capa B+: Entrevista exclusiva com atriz e cantora Karin Hils

Ela vai apresentar esta semana o Prêmio Bibi Ferreira de Teatro em SP, celebra seu momento na carreira no SBT e novas amizades.

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Referência na música, na dramaturgia e no cenário do teatro musical brasileiro, a cantora e atriz Karin Hils representa mais do que uma talentosa e querida artista em todo o país, pois também influencia há anos muitas mulheres, especialmente as mulheres pretas, a ocupar espaços de protagonismo com seu trabalho e forma de se expressar, o que inclui a liberdade de ousar desde as madeixas até o som que apresenta aos seus milhares de fãs.

A trajetória artística de Karin começou na pequena cidade de Paracambi, no Rio de Janeiro, ainda criança, onde a cantora já impressionava a todos pela sua voz, talento esse que a motivou a ir em busca de seus sonhos na música até que há exatos 20 anos (2002), Karin se tornou conhecida nacionalmente ao vencer o programa “Popstars”, do SBT, de onde originou o grupo “Rouge”, maior girlband da história do Brasil com milhões de discos vendidos, players e visualizações de videoclipes, além de indicações a grandes premiações, como a de “Grupo do Ano” vencido no “Prêmio Multishow” (2018).

Desde o fim da banda, a atriz e cantora trabalha na construção de um novo capítulo de sua carreira como cantora solo, explorando suas raízes musicais, gostos e experimentando diferentes caminhos dentro do pop e da black music, além de outras referências que se conectam em um som inédito. 

Como atriz, estreou na televisão na novela “Aquele Beijo” (2011) na TV Globo, e ainda na emissora, protagonizou a série “Sexo e As Negas” (2014). Mais tarde integrou o elenco da série “Pé Na Cova” (2013-2016) e na sequência interpretou a Irmã Fabiana na novela “Carinha de Anjo” (2016-2018), do SBT. Atualmente integra o núcleo principal da novela “A Infância de Romeu e Julieta”, do SBT (2023) com coparticipação do PrimeVideo (Amazon), onde interpreta sua primeira vilã-cômica.

Karin Hils é também a primeira artista preta a ser mestre de cerimônia na principal premiação do teatro musical brasileiro, O Prêmio Bibi Ferreira, onde coapresenta a 10ª edição (2023) ao lado de Miguel Falabella, no Teatro Santander, em São Paulo.

São inúmeros trabalhos na TV, teatro, cinema e streaming na trajetória da atriz e cantora que esta semana deu uma entrevista exclusiva ao Correio B+. 

Karin Hils é Capa do Correio B+ desta semana - Foto: Jeff Porto - Diagramação - Denis Felipe e Denise Neves

 CE - Quando você se descobriu como artista?
KH - 
Eu acho que desde criança eu já tinha interesse por arte mesmo que ainda naquele momento não fosse de forma profissional, algo que só começou a acontecer mais tarde, através da música. 

CE - Você é referência na música, na dramaturgia e no cenário do teatro musical brasileiro... Como você analisa a sua trajetória até aqui?
KH -
Eu tenho muita gratidão por tudo que eu construí até aqui e as pessoas com quem cruzei por esse caminho, além, lógico, do carinho do público. Sabe, eu também sempre fui muito sonhadora e isso me auxiliou na busca por torná-los realidade com muita dedicação, por vezes contrariando os estigmas e ocupando espaços. Tenho ainda várias coisas a conquistar, sempre com determinação, desafios, conquistas e também inconformidade que me fazem vivenciar experiências novas e descobrir outras vertentes como artista que está em constante movimento.  

CE - O quão importante foi Rouge pra você?
KH -
O Rouge representa o início de tudo que me fez chegar até aqui. Foi um projeto em que além do sucesso e das vivências pude aprender muito, principalmente sobre mim. O Rouge, sem dúvidas, foi o principal sucesso da minha carreira e que me fez conhecida até hoje. Tenho muito orgulho de ter conquistado esse lugar dentro do fenômeno que o Rouge foi no cenário musical brasileiro e que é lembrado até hoje. 

CE - “Alô” foi um clipe inovador e é a sua faixa mais pop e eletrônica, mas você vem acumulando experiências com pop desde que integrava o Rouge. O que “Alô” tem de diferente de tudo que você já fez?
KH -
Ele é o meu mais recente single da minha carreira solo, e marca uma fase de descoberta e experimentações musicais que fazem parte de quem eu sou como artista. Alô, assim como meus outros quatro singles que lancei, são as primeiras músicas que participei de todo processo de composição e produção, além de falarem sobre o que eu sou, o que passei e o que sinto. Ah, e essa música em especial é um pop mais dançante, urbano e contemporâneo que faz uma conexão com esse sentimento de imediatismo que todos nós temos, especialmente nas nossas relações com a tecnologia. 

Foto: Jeff Porto

 CE - Como funciona o seu processo criativo?
KH -
Eu não tenho uma fórmula exata sobre criação, mas acredito que as minha vivências, relação com a natureza, descobertas e estudos sobre assuntos diversos me fazem perceber quem sou e também me questionar sobre várias coisas. Além, lógico, da liberdade de poder mudar de opinião. Tudo isso me faz criar para meus personagens, na música e em todos aspectos de minha arte. Também sou adepta ao ócio criativo, um processo que considero importante para trabalhar a sensibilidade de uma outra maneira. 

CE - A sua estreia como vilã “A Infância de Romeu e Julieta” como você recebeu o convite para esse papel e se preparou?
KH -
Ainda durante o período de flexibilização da pandemia eu havia recebido contato do pessoal do SBT a respeito de um projeto que seria produzido pela Iris Abravanel. Tudo caminhou até que no ano passado foi consolidado o convite e a minha contratação através do diretor-geral da novela, o Rica Mantoanelli, para eu interpretar a Gláucia, tia de Romeu. Foi um presentão que recebi, poder fazer essa minha primeira vilã cômica. 

CE - Você vai apresentar a maior premiação do teatro musical esse ano, como está o coração? 
KH -
Eu me sinto muito feliz em fazer parte dessa celebração que sempre ajuda a reconhecer e a dar visibilidade à todas as áreas que fazem o teatro musical brasileiro ser o que se tornou hoje em dia, uma referência em muitas produções pelo mundo todo. Ainda mais esse ano, que além de ser a minha primeira vez, celebra também a especial marca de  10ª edição e que apresento ao lado do meu amigo, Miguel Falabella, parceiro de trabalho e vida. 

                          Karin e Miguel Falabella apresentam o Prêmio Bibi Ferreira de teatro esse ano em SP - Foto: Divulgação

 CE - Como é a sua relação com o Miguel Falabella?
KH - Nós nos conhecemos há muitos anos e a arte nos concertou de uma forma única. São muitos trabalhos juntos, na TV, teatro, streaming e teatro musical. O Miguel me deu a primeira grande oportunidade como atriz e, em paralelo, nos descobrimos grandes amigos e parceiros na vida fora dos palcos. 

CE - Você também está na série inédita da Paramount+, com a personagem Cristina, em “Marcelo, Marmelo, Martelo”, pode nos falar um pouco da sua personagem?
KH - É uma participação muito especial que fiz nessa série, onde pude reencontrar também colegas atores de outros trabalhos marcantes de minha carreira, como os de Carinha de Anjo. Esse ano tem sido especial nesse sentido de streaming também, pois além dessa série, teve O Coro, da DisneyPlus, que estreou na América Latina, e ainda a série da HBO Max, Use Sua Voz. Estou muito feliz com a estreia e repercussão desses trabalhos. 

CE - Como você concilia o trabalho com a vida pessoal?
KH - Vou te dizer que é um grande desafio conciliar as agendas e fazer tudo. Quando estou dentro de um projeto como novelas ou séries a rotina é extensa, preciso além de gravar, decorar as cenas e administrar ainda rotina para ações comerciais, de imprensa e digital. Mas na medida do possível mantenho minha rotina de exercícios físicos, cuidado com a saúde, ir a shows e retrô e também procuro viajar sempre que posso. 

Karin em Donna Summer o Musical - Foto: Divulgação

 CE - Como é a sua relação com as redes sociais e plataformas digitais hoje em dia?
KH - Sempre estou me descobrindo quanto a isso, pois tudo sempre está se transformando. Mas com certeza tenho um entendimento e relação com a redes melhor do que no passado. É uma forma importante para me posicionar e estar mais próxima do meu público. 

CE - Quem é a Karin fora dos palcos e das telinhas?
KH - Uma mulher determinada, mas também sensível e que preza pela sua liberdade apesar de gostar da simplicidade e contrariar estigmas. 

CE - Qual foi o maior aprendizado que você já teve em todos esses seus anos de carreira?
KH - Ler sempre tudo o que eu assino. 

CE - Poderia dar um conselho para quem está começando nessa carreira Karin?
KH - Persistam em seus sonhos, não deixem que te limitem ou digam o que não podem fazer. Sigam em frente, estudem e sejam protagonistas de suas histórias. 

CE - Um momento marcante de sua carreira?
KH - São vários, como ter vivenciado a Delores em Mudança de Hábito ou quando lancei o meu primeiro single solo. Porém, é inegável dizer que um dos momentos mais marcantes e transformadores, sem dúvidas, foi quando fui escolhida como uma das integrantes do Rouge.

Com a turma do Rouge - Foto: Divulgação

SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA

Calistenia ou musculação, qual é o melhor para manter a forma?

Especialista explica como exercícios com peso do próprio corpo podem gerar hipertrofia e quais são as diferenças em relação aos treinos tradicionais de academia

18/05/2026 08h30

A calistenia exige controle corporal constante, ativando também musculaturas estabilizadoras

A calistenia exige controle corporal constante, ativando também musculaturas estabilizadoras Magnific

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A busca por saúde, força e definição muscular fez crescer o interesse por modalidades de treino que vão além da musculação tradicional. Nos últimos anos, a calistenia deixou de ser apenas uma prática alternativa para ocupar espaço entre as principais tendências do universo fitness.

Popularizada nas redes sociais por vídeos de movimentos impressionantes, como barras, pranchas e exercícios acrobáticos, a modalidade conquistou adeptos pela praticidade, baixo custo e possibilidade de ser realizada em praças, parques ou dentro de casa.

Mas, em meio à popularidade crescente, uma dúvida continua frequente entre iniciantes e até praticantes experientes: a calistenia realmente funciona para quem quer ganhar massa muscular? Ou a musculação ainda é a opção mais eficiente para hipertrofia?

Segundo o educador físico especialista em calistenia Felipe Kutianski, é possível conquistar ganhos musculares expressivos utilizando apenas o peso do próprio corpo, desde que o treino siga princípios semelhantes aos utilizados na musculação tradicional.

A diferença, de acordo com ele, está muito mais na estratégia de progressão do que no resultado final.

“A hipertrofia acontece por tensão mecânica, dano muscular e estresse metabólico. A calistenia consegue gerar esses três estímulos quando o treino é realizado próximo da falha muscular e com volume adequado”, explica o especialista.

Estímulo muscular

A calistenia é baseada em movimentos compostos, ou seja, exercícios que recrutam vários grupos musculares ao mesmo tempo. Flexões, barras fixas, agachamentos, paralelas e pranchas são alguns dos exemplos mais conhecidos.

Diferentemente da musculação, em que máquinas e pesos isolam determinados músculos, a modalidade exige controle corporal constante, ativando também musculaturas estabilizadoras.

Por muitos anos, a crença dominante foi a de que apenas a musculação permitiria ganhos significativos de massa muscular.

No entanto, estudos recentes vêm mostrando que exercícios com peso corporal podem gerar hipertrofia em níveis semelhantes aos obtidos com cargas externas, especialmente quando os treinos são executados com intensidade suficiente.

A lógica fisiológica por trás do crescimento muscular é a mesma. Para que o músculo cresça, ele precisa ser submetido a estímulos progressivos. Na musculação, isso normalmente acontece pelo aumento gradual das cargas. Já na calistenia, o processo depende de adaptações mais complexas nos movimentos.

Enquanto uma pessoa na academia pode simplesmente adicionar mais peso a uma barra ou máquina, o praticante de calistenia precisa aumentar a dificuldade de outras formas.

Isso pode acontecer pela mudança do ângulo do exercício, pelo controle mais lento da fase excêntrica do movimento (quando o músculo alonga sob tensão), pelo aumento da amplitude ou pela inclusão de peso extra no corpo.

Segundo Felipe Kutianski, esse processo exige planejamento e consciência corporal. “Quando o praticante executa muitas repetições com facilidade, é necessário modificar o ângulo do exercício, adicionar lastro, aumentar o tempo sob tensão ou ampliar a amplitude do movimento”, afirma.

Em níveis mais avançados, a modalidade deixa de ser limitada ao peso corporal puro. Muitos atletas utilizam coletes com carga, correntes e anilhas presas ao corpo para elevar a intensidade dos exercícios. De acordo com o especialista, alguns praticantes chegam a realizar barras e dips com acréscimos de 40 a 50 quilos.

Isso mostra que a calistenia não se resume apenas a exercícios básicos ou leves, como muitas pessoas imaginam. Quando bem estruturada, ela pode atingir níveis elevados de exigência física e muscular.

Hipertrofia ou funcionalidade?

Embora ambas as modalidades sejam eficientes para ganho muscular, existem diferenças no tipo de desenvolvimento físico que normalmente cada uma proporciona.

A musculação continua sendo considerada o caminho mais rápido para hipertrofia, porque permite controle preciso das cargas e isolamento muscular. Isso facilita o aumento de volume em regiões específicas do corpo, além de tornar mais simples a progressão gradual dos exercícios.

Já a calistenia costuma desenvolver um físico mais atlético, funcional e definido. Como os movimentos envolvem múltiplos músculos simultaneamente, há grande exigência de equilíbrio, coordenação e estabilização corporal.

Segundo Felipe Kutianski, o ganho muscular pode acontecer de maneira mais lenta na calistenia, mas acompanhado de outras capacidades físicas importantes. “É um ganho mais lento, porém com mais qualidade, já que existe um forte trabalho de estabilização e coordenação neuromuscular”, avalia.

Na prática, isso significa que praticantes de calistenia frequentemente apresentam grande domínio corporal, mobilidade e resistência, além de força relativa elevada (capacidade de movimentar o próprio peso com eficiência).

Popularização

O crescimento da calistenia também está ligado ao impacto das redes sociais no universo fitness. Vídeos curtos mostrando movimentos avançados, desafios físicos e transformações corporais ajudaram a popularizar a prática entre jovens e adultos que buscam alternativas mais acessíveis às academias tradicionais.

Além do apelo visual, a modalidade ganhou força por exigir poucos equipamentos. Em muitos casos, uma barra fixa e o peso corporal são suficientes para iniciar os treinos.

Esse aspecto se tornou ainda mais relevante após o período da pandemia, quando muitas pessoas passaram a procurar formas de se exercitar em casa ou ao ar livre. Praças públicas com estruturas de treino começaram a atrair praticantes de diferentes idades, fortalecendo a cultura da calistenia em várias cidades brasileiras.

Alimentação

Apesar das diferenças entre os métodos de treino, especialistas reforçam que nenhum protocolo de exercícios gera hipertrofia sozinho. A alimentação continua sendo um fator determinante para o crescimento muscular.

De acordo com Felipe Kutianski, um dos erros mais comuns observados entre iniciantes é acreditar que apenas o treino será suficiente para gerar resultados. Sem ingestão adequada de calorias e proteínas, o organismo não possui os nutrientes necessários para construir massa muscular.

“Sem superavit calórico e ingestão adequada de proteínas, o corpo não tem substrato para crescimento, independentemente da modalidade escolhida”, alerta.

Acessibilidade

Uma das principais vantagens da calistenia é a acessibilidade. Diferentemente da musculação, que normalmente depende de mensalidades, máquinas e equipamentos específicos, a modalidade pode ser praticada gratuitamente em espaços públicos ou em casa.

Isso faz com que o método seja adaptável a diferentes realidades financeiras e rotinas. Iniciantes podem começar com exercícios básicos, utilizando apenas movimentos simples, enquanto praticantes avançados conseguem elevar gradualmente a complexidade dos treinos.

Além da hipertrofia, a prática também contribui para o desenvolvimento da força funcional, mobilidade, coordenação motora e resistência muscular.

Para o especialista, a escolha entre musculação e calistenia depende muito mais dos objetivos pessoais e da identificação com a modalidade do que de uma suposta superioridade absoluta entre os métodos.

Em muitos casos, inclusive, as duas modalidades podem ser combinadas dentro de uma mesma rotina de treinamento.

Orientação profissional 

Apesar da praticidade da calistenia, especialistas alertam que o acompanhamento profissional continua importante, principalmente para iniciantes. A progressão inadequada de exercícios, a má execução técnica e o excesso de intensidade podem causar sobrecargas articulares e lesões musculares.

Por isso, antes de iniciar qualquer modalidade, a recomendação é realizar avaliação física e seguir orientações individualizadas, especialmente em casos de pessoas sedentárias ou com histórico de problemas articulares e cardiovasculares.

“É possível conquistar hipertrofia com a calistenia, desde que exista um planejamento adequado de treino e alimentação. A grande vantagem é que a prática pode ser feita em casa ou em espaços públicos, sem necessidade de equipamentos caros, sempre com orientação profissional e liberação médica quando necessária”, conclui Felipe Kutianski.

diálogo

Quem está pulando mais do que pipoca em carrinho de quermesse é a senadora... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (18)

18/05/2026 00h02

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Albert Schweitzer - teólogo alemão

"Com vinte anos todos têm o rosto que Deus lhes deu; com quarenta, o rosto que lhes deu a vida; e com sessenta, o rosto que merecem”.

Felpuda

Quem está pulando mais do que pipoca em carrinho de quermesse é a senadora Soraya Thronicke, na tentativa de se defender no Supremo Tribunal Federal (STF) de chamar o deputado federal Alfredo Gaspar, relator da CPMI o INSS, de “estuprador”. Depois de alegar que não tinha o dever de provar nada, partiu para nova estratégia: a de afirmar que tem imunidade parlamentar. Assim, tenta passar que está livre das consequências que pesam sobre os pobres mortais. Ela terá que dar explicações a respeito, diante da queixa-crime do parlamentar alagoano. Quem fala o que quer...

Atualizando

A Comissão Temporária para Reforma do Código Civil realizou, no dia 14, sua 18ª e última sessão dedicada aos temas de “direito das coisas” e “direito empresarial”. A senadora Tereza Cristina afirmou que foram consolidados consensos importantes na proposta.

Mais

Segundo ela, os debates reforçaram pontos como segurança jurídica, acesso ao crédito e autonomia do direito empresarial. E destacou que o objetivo não é preservar redações antigas ou criar um código, mas atualizar o atual.

Claudia Dibo
Ana Teresa Ferro

Avaliação

A direita tem três pré-candidatos disputando as duas vagas do Senado, enquanto o PT tem um postulante em condições de brigar pela vaga, e outro nome que é considerado “manco” . A avaliação é de um conhecedor dos bastidores, que ainda faz uma observação: Lula e o ex-presidente Bolsonaro têm totais condições de alavancar nomes e colocá-los em pé de igualdade na briga pelas cadeiras, ressaltando que poderá haver surpresas no final. A conferir.

Investigando

O Ministério Público de MS instaurou inquérito civil para apurar os recorrentes alagamentos no cruzamento das Avenidas Rachid Neder e Ernesto Geisel, em Campo Grande. A investigação busca obrigar o Município a apresentar e executar soluções definitivas de drenagem. A medida foi motivada por denúncias à Ouvidoria e pelo histórico de prejuízos materiais e riscos à vida. Dados técnicos indicam que o problema é estrutural e há insuficiência do sistema de escoamento

Conta

A Advocacia-Geral da União obteve na Justiça Federal decisão favorável ao Instituto Nacional do Seguro Social e determinou que condenado por feminicídio ressarcisse pensão por morte paga a dependente da vítima. A sentença na ação regressiva por violência contra a mulher e familiar prevê que o assassino, atualmente cumprindo pena, arque com as prestações mensais equivalentes a um salário mínimo à filha, até ela completar 21 anos de idade (março de 2040).

Aniversariantes

  • José Márcio Martins Oliveira,
  • Dra. Beatriz Helena Martins Korndorfer Maymone,
  • Dr. Rafael Silva de Almeida,
  • Dra. Maria Isabel de Matos Rocha,
  • Dr. Edson Tognini,
  • Katsumi Iceri,
  • Milton Satoshi Ishibashi,
  • Nelson José Ribeiro Gonçalves,
  • Nilo Nacao,
  • Raulindo dos Santos,
  • Bruna Bianca Larucy,
  • Tereza Goulart Lima,
  • Deoclécio Fernando Tonini,
  • Josefina Marinete Martins,
  • Thiago Arantes,
  • Platão Capurro dos Santos,
  • Alessandra Lemes Bezerra Machado,
  • Ana Cristina Jacobowski,
  • Decio Pessota Martins,
  • Dr. Olavo Gignon Guimarães,
  • Mariana Pereira Zanella,
  • José da Cruz Bandeira,
  • Mirela Jafar,
  • Sergio Alves de Rezende,
  • Júlio César de Albuquerque Setti,
  • Dra. Lilian dos Santos Lins,
  • Dra. Judith Amaral Lageano,
  • Dr. Melki Bortotto Garcia,
  • Berenice Camillo Pedroso,
  • Anna Laura Ramos de Arruda,
  • Gleysi Petroceli Arguelo,
  • Adriano Aparecido dos Santos,
  • Eliezer Gonçalves,
  • Ricardo Stefanello Vieira,
  • Paula Medeiros Maksoud,
  • Araci Zorzo,
  • Lilian Blanco Rodrigues,
  • Marilu Fernandes,
  • Judit Maria Grossal Chadid,
  • Márcia Andréia Cordeiro,
  • Janete Mara Martinho,
  • Arani Silveira de Barcelos Sobrinho,
  • Erico Pereira da Silva,
  • Carmen Lúcia Dutra de Queiroz,
  • João Francisco Volpe,
  • Edson de Oliveira Santos,
  • Lela Almeida Carneiro Monteiro,
  • Eucinda de Souza,
  • Mercedes Thomaz,
  • Osni Antônio Butzhy Andrade Netto,
  • Venâncio Morais de Souza,
  • Cinira Rondon Rosa,
  • Zacarias Duarte Passos,
  • Nadir Ferreira Matos,
  • Guilherme Riquelme Filho,
  • Ana Claudia Pitanga da Silva Barbosa,
  • Maria Lúcia Ferreira,
  • José Maria Teófilo,
  • Alci dos Santos Satiro,
  • Maria Alzira de Souza,
  • Zenir de Castro Cabral,
  • Alberto de Mattos Oliveira,
  • Arino Jorge Fernandes,
  • Cleisy Maira Paes de Souza,
  • Renata Guedes,
  • Pedro Antonio Pegolo Filho,
  • Mário Massao Kobayashi,
  • Dra. Elisa Noliko Tamazato,
  • José Ignácio Ferreira,
  • Carlos Ivan Peralta,
  • Maria Alice Albuquerque,
  • Débora Souza de Lucena,
  • Elaine Ramos Albuquerque,
  • Maiza Silva Santos,
  • Roberta Marie Masuko Alvarenga,
  • Francolino Jose de Lima,
  • Marielly Alcaraz Correa,
  • Bartolo Coelho Espinosa,
  • Fátima Grisólia Grisoste,
  • Luciano Tiago da Rocha,
  • Milton Aquino Victor,
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  • Mariana de Barros Jallad,
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  • Júnior Cesar Patroni,
  • Juceli Chaves Dias,
  • Thiago Xavier de Souza,
  • Luiz Carlos Morales de Souza,
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  • Marisol Mendes da Silva,
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  • Marlene Albiero Lolli Ghetti,
  • Elias Gadia Filho,
  • Marcus Vinicius Bazé de Lima,
  • Marco Aurelio Gomes Atalla,
  • Ruth Yamashita,
  • Tatiana Schmidt.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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