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Capa: Dani Gondim está na terceira temporada do Bake Off Brasil Celebridades no SBT

A atriz é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana. "Gravar o Bake Off Celebridades foi uma das melhores experiências da minha vida"

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Dani Gondim participou da terceira temporada do famoso reality de gastronomia “Bake Off Celebridades”, exibido pelo SBT. Com 30 anos, a cearense começou a estudar teatro aos 8.  Mas foi em 2016 que ganhou destaque nacional ao dar vida à vilã da novela infanto-juvenil “Carinha de anjo” também no SBT.

Em seu currículo ainda constam algumas participações na TV como no sucesso da TV Globo “Malhação”, em 2012, e em “Bom sucesso”, em 2022 também na Globo. Em 2017, esteve em “Cúmplices de um Resgate”, na emissora de Silvio Santos.

Recentemente, rodou o curta “Nuvens de Chantilly”, com direção de Marcoz Gomez, que vai começar a percorrer festivais. Além de atuar, escreveu a música tema do projeto, dirigiu, produziu e esteve no elenco do clipe da canção.

Dani Gondim é modelo desde os 12 anos, e já desfilou para grandes marcas e posou para revistas de moda destaques no mundo como Elle, Vogue, Glamour Italia, entre outras.

Paralela à vida artística, é embaixadora do Instituto Povo do Mar , em Fortaleza, Ceará (sua cidade natal). 
A ONG tem a finalidade de garantir o acesso à educação, ao esporte, às artes, à cultura para o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social nas comunidades locais. E todo fim de ano, Dani apresenta as Lives do Instituto para arrecadações on-line.

Ela ainda dá palestras para crianças e jovens que sonham em seguir uma vida artística mais sustentável e equilibrada.

Como surgiu seu interesse pelas artes cênicas? Quando começou a estudar teatro aos 8 anos em Fortaleza, sua cidade, já pensava em seguir a carreira ou era apenas um passatempo?

"Eu sempre me vi artista, só não tinha o entendimento de que isso poderia ser uma profissão tendo em vista minhas referências familiares que seguiram uma linha mais “convencional”.

Nem chegava a ser um sonho porque não via outras possibilidades. Um pouco mais para frente e com muitas portas de oportunidades abertas, realizei que era uma profissão tão séria como qualquer outra, que requer dedicação, estudo e disponibilidade física e emocional", explica.

Dani esteve recentemente conosco aqui no B+ compartilhando com a gente sua famosa receita do bolo que fez no Bake Off , o"Tapete Vermelho", prometeu voltar e olha ela aí com a gente em nossa Capa exclusiva da semana do Caderno falando sobre carreira, vida de modelo, padões de beleza, trabalhos e novos projetos.

Dani Gondim é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Luís Morais - Diagramação: Denis Felipe/Denise Neves


CE - Você tem uma trajetória como atriz e estrelou a novela Carinha de Anjo, no SBT. Como é trabalhar para crianças e adolescentes?
DB -
Eu sempre falei que era uma novela infanto-juvenil e, depois de muito tempo produzindo, entendi que era além disso. Carinha de Anjo é uma novela familiar que invade o ambiente por completo: filhos, pais, avós, tios, todo mundo reunido para assistir e aprender. Foi extremamente gratificante entender que meu trabalho trazia entretenimento e ensinamentos para tantas casas. 

CE - Hoje, com a diversidade de streaming e novas mídias surgindo, acha que fazer novelas ainda é importante pra carreira de atores no Brasil acontecer?
DG-
Acho que tudo é importante. Meu desejo seria passar por todas as etapas e janelas da atuação. Até para nosso entendimento como atores. Mas, sem dúvidas, a novela brasileira ainda é uma grande porta de entrada para a “fama” e o poder que ela carrega. 

CE - Dani Gondim está com 30 anos de idade. Esse número pesou de alguma forma pra você como mulher? E como modelo (já que se trata de uma carreira que a idade costuma limitar)?
DG -
 Curiosa essa pergunta porque ao mesmo tempo que seria um primeiro passo para a maioria das profissões, como modelo já é quase uma aposentadoria, ao menos nos veículos fashionistas tradicionais. 

Mas, respondendo de forma clara, eu sinto falta de um pedaço da moda que meu corpo e minha idade já não fazem mais parte e, ao mesmo tempo, me vi atuando em tantas áreas artísticas ao longo da minha profissão que essas transições foram naturais.

Não teve um corte, existiram passagens, suaves, com visitações, idas e vindas, até que fosse posto o que está hoje.  Uma observação; temos vários exemplos de modelos 30+ 50+ 70+ fazendo belíssimos trabalhos na moda. E alguns países que trabalhei até preferem essas modelos. São trabalhos diferentes, mas importantes para a comunicação com todo o público consumidor. 

Dani Gondim - Foto: Luís Morais

CE - Trabalhando como modelo desde os 12 anos, como você lida com a sua vaidade?
Qual o limite dela?
DG -
 Eu sempre digo que minha vaidade dificilmente ultrapassa meu conforto com duas exceções: o trabalho e “a celebração do outro” (um aniversário, um casamento, sempre tento me adequar ao que o dono do evento deseja para aquele momento. Nada a mais, nada a menos— um vestido de gala é inadequado para um aniversário na praia da mesma forma que um biquíni não caberia em um casamento formal).

CE - Já recorreu ou pretende recorrer a algum procedimento estético?
DG - 
Já sim e hoje tenho o privilégio de ser acompanhada por um profissional (Fabiano Magacho) que entende e respeita que não quero me transformar. Apenas cuidar para que meu corpo, meu cabelo, minha pele me sirvam de forma eficiente para minha vida pessoal e profissional. 

CE - Ainda muita nova você começou a trabalhar, inclusive fazendo desfiles no exterior. O que perdeu e o que ganhou com essa vida?
DG -
 Voltando para minha cidade e ouvindo as histórias de minhas amigas eu entendo que deixei de viver uma adolescência “normal”.

Minha família sempre deu grande valor aos compromissos profissionais e a fruta não caiu longe da árvore. Eu tinha uma dedicação e empenhos que não são comuns para meninas nessa idade. Em quase 20 anos de profissão não deve caber em uma mão a quantidade de vezes que me atrasei para um trabalho. 

Os louros são colher os frutos de uma vida financeira estável ainda jovem e de forma independente. É como se os anos de vida fossem atropelados e agora que estão todos fervendo no trabalho eu me encontro em um lugar de mais paz e tranquilidade usufruindo do que foi plantado e podendo “escolher” com mais segurança os próximos passos da vida profissional. 

Dani em gravação da final - Divulgação SBT

CE - Em tempos de discussão sobre machismo, feminismo, acha que em 2023 ainda existe o preconceito sobre o talento de pessoas impactado pela beleza?
DG -
 A beleza é um facilitador, assim como dinheiro, fama... São formas de poder e o poder abre portas. O conceito de beleza estipulado é cruel e excludente e isso sim precisa ser transformado, mas acho que seria uma ilusão dizer que suas opções não se expandem quando se está dentro dos “padrões de beleza” de cada época. 

CE - Você é uma das finalistas do Bake Off celebridade, do SBT. Como foi fazer o programa?
DG - 
Gravar o Bake Off Celebridades foi uma das melhores experiências da minha vida. Me vi em um lugar de exposição, sem controle da minha imagem, sem controle do tempo e levada diversas vezes a exaustão. E, junto a esse turbilhão de sentimentos, me vi cercada de uma equipe gigantesca e extremamente generosa. Foi um grande presente. 

          Dani Gondim foi finalista do Bake Off Brasil - Divulgação SBT


CE - Você é competitiva?
DG - 
Competitiva até o talo. Um dos meus trabalhos internos esse ano é resgatar de onde tirei essa necessidade de me provar. Se digo um sim profissional, eu dou tudo de mim para que seja excelente e a frustração quando isso não acontece é enorme. 

CE - O que ainda não realizou na carreira?
DG - 
Vou pensar em uma resposta mais direta para essa pergunta. Mas sei que quero usar o poder que meu trabalho traz para contribuir com mudanças positivas no mundo, ajudar outras pessoas a alcançarem uma vida digna. A forma de conquistar isso eu ainda não sei qual é. Mas estamos plantando sementes, talvez os frutos venham mais fortes e eficientes. 

CE - E qual seu momento mais marcante?
DG -
 Profissionalmente, estrelar um filme que tem minha música autoral na trilha foi muito gratificante. Não vejo a hora de assistir nas telonas essa exibição. 

Pessoalmente, a morte de meu avô. Um mundo interno foi transformado e começou um silêncio que eu não sabia que existia. Entender a finitude física e como ela é separada da sensorial. É como se a alma permanecesse quando o corpo já não está presente. Acho que só depois disso eu verdadeiramente me vi adulta. A dor adulta dói mais profunda e perdura por mais tempo. 

CE - Quais os próximos projetos de Dani Gondim na vida e na arte?
DG - 
Atuar, apresentar, compor, estamos com esses três braços engatilhados para que nosso ano continue produtivo. Continuo fazendo minhas aulas, preparando meus roteiros e produzindo nossos conteúdos para entregar nossa arte. E com o fim do Bake off, agora aguardo a estreia do nosso filme no meio do ano, junto com outras duas músicas e já começamos as novas gravações para um próximo projeto que logo mais será divulgado.

Dani Gondim é modelo desde os 12 anos de idade - Divulgação

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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