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Carol Costa - "Em 2022 fiz quatro personagens diferentes. É um presente para uma atriz"

Abrilhantando o segundo ato de "Anastasia - O Musical", a atriz encara sua 4ª personagem em um ano e celebra um 2022 de muitas conquistas e transformações.

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O ano de 2022 foi de grandes experiências para a atriz e bailarina Carol Costa, que se dividiu entre diferentes papéis e se viu diante da necessidade de enfrentar muitas transformações, pessoais e profissionais.

Ela foi do presídio feminino de Cook County à Terra do Nunca, passando muito rapidamente pela saudosa Vila do Chaves e chegando à iluminada Paris, onde vem brilhando como a Condessa Lily, de “Anastasia - O Musical”, seu novo musical em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, e que revisita após 12 anos.

Sem descansar dos palcos, a artista que começou o ano realizando o sonho de estrelar “Chicago”, adiado por dois anos em função da pandemia, celebrou não só sua primeira protagonista (Roxie Hart) em 12 anos de carreira no teatro musical, como também somou mais uma indicação à prêmio para sua coleção, dessa vez como Melhor Atriz no Bibi Ferreira, que, em 2021, a consagrou Melhor Atriz Coadjuvante pelo trabalho como Chiquinha, em “Chaves - Um Tributo Musical”, tal qual antecipou o Destaque Imprensa Digital.

Carol em "CHICAGO" - Foto divulgação

Desprendida do universo da corista assassina, ela literalmente voou ‘até a segunda estrela à direita’ para dar vida à lúdica Wendy, na última temporada de “Peter Pan - O Musical da Broadway”.

Deu tempo ainda de matar as saudades da filha do Seu Madruga, em uma apresentação especial do “Circo do Chaves”, da mesma produtora do musical, e agora pode ser vista em trajes luxuosos na companhia da Imperatriz Viúva, e do ex-membro da Corte Real, Vlad Popov, com quem vive uma divertida e tórrida relação de amor.

Agora, ao lado do grande amigo Tiago Abravanel, com quem mantém uma amizade há mais de 12 anos, ela divide cenas divertidas e românticas que movimentam o segundo ato. Essa é a primeira vez que a dupla, que já compartilhou inúmeros momentos, divide o palco, outro sonho antigo que ela realiza em 2022.
“Trabalhar com o Tiago é o maior presente! Nós já tínhamos esse desejo há anos e o processo foi maravilhoso".

Se preparando para conquistar a marca de 25 espetáculos na carreira, Carol, que já integrou o elenco de produções como “A Madrinha Embriagada”, “Hebe, O Musical”, “My Fair Lady”, “Os Produtores”, “Annie, O Musical”, “As Cangaceiras - Guerreiras do Sertão” entre outros, segue em cartaz com “Anastasia - O Musical” pelos próximos meses, mantendo sempre as portas abertas para novas audições, mas mirando também no audiovisual, gênero que deseja estudar mais e conhecer em 2023.

A atriz Carol Costa é a Capa do Correio B+ desta semana, e com exclusividade ela fala sobre o sucesso do musical "Anastácia" em cartaz em São Paulo, papéis desafiadores em sua carreira esse ano e novos projetos.

Carol é a nossa Capa do Correio B+ desta semana - Foto Adriano Dória - Diagramação Denis Felipe

  

CE - Carol, como você se descobriu no teatro musical?
CC- 
Quando mais jovem ganhei uma bolsa de estudos para fazer o curso de menestréis do Oswaldo Montenegro. Ali tive contato com artistas, cantores, bailarinas e atores e atrizes de diversos lugares do Brasil. Na oficina a gente unia todas as ferramentas para contar a história.

Na época montamos o espetáculo 'Noturno'. Logo depois comecei a trabalhar com shows da Disney em São Paulo e tive contato com artistas - e hoje amigos - que já faziam teatro musical. Todas essas experiências me despertaram a vontade de aprender, estudar mais e me arriscar no mercado de teatro musical.

CE - A dança te levou a ele?
CC - 
Com toda certeza. A dança me levou a muitos lugares incríveis. Através da dança eu ingressei no teatro musical porque sempre fui muito disciplinada e boa profissional. Sempre exigi muito de mim mesma. No meu primeiro musical eu passei porque era muito boa bailarina e já amava atuar.

Mas eu ganhava menos que todo elenco porque não passei no teste de canto. Só fiquei sabendo disso depois. No segundo musical eu passei para ser swing ( plot que cobre todos os papéis do ensemble feminino e até masculino, se precisar). Eu não sabia nem como pegar numa partitura e lembro que eram poucas as pessoas que tinham paciência para explicar ou auxiliar.

Com essas experiências eu entendi que precisaria me esforçar e lutar muito pra crescer na profissão e não deixar que me rotulassem ou que me colocassem em 'caixinhas'. Então a bailarina foi estudar mais e mais…

CE - É um diferencial que você tem, dançar profissionalmente?
CC - 
Acredito que sim. Um diferencial e um chamado. Entrei na aula de ballet aos 6 anos porque tinha o pezinho caído para dentro e entrei na vaga da minha prima, que saiu na época. Estudei ballet clássico até os 18 anos, quando me formei profissionalmente pela escola de dança Petite Danse.

Foi essencial para a minha formação artística e pessoal também. Aos 15 anos tive aquela crise de adolescência e não queria mais fazer ballet, pois exige muita abdicação, mas sempre tive uma rede protetora de mestres que me auxiliaram nesse caminho e não me deixaram desistir.

Hoje agradeço a cada uma dessas pessoas. Se eu tivesse abandonado o ballet eu não seria a mesma artista completa que sou hoje. A dança me abre portas e me coloca em espaços e oportunidades que outros artistas não têm, simplesmente por não dominarem a dança.
 

Com a amiga e colega Cláudia Raia - Divulgação

CE - Esse ano você viveu quatro intensos personagens, como está sendo pra você 2022?
CC -
 Pessoalmente foi um ano difícil e continuo na busca por algumas respostas pessoais. Assim como todos, acredito eu. Depois de dois anos de pandemia não somos mais as mesmas pessoas… Mas profissionalmente foi maravilhoso e só tenho a agradecer.

Sempre que estou na coxia, à espera de entrar em cena, dou aquela olhadinha pra cima e mentalizo "Deus obrigada por estar aqui". Tive lindas e grandiosas oportunidades. Vivi quatro personagens completamente diferentes entre si, com camadas e atmosferas diferentes. Para uma atriz isso é um presente!

CE - Você estrelou 'Chicago' e foi até indicada a prêmio como Melhor Atriz. Foi uma realização?
CC - 
Foi a maior de todas. Protagonizar um musical desse porte, conhecido e famoso mundialmente pelas suas diversas montagens, premiações e o icônico filme… Uma responsabilidade enorme e que devorei com todas as minhas forças, entregando tudo o que eu podia.

O sonho de toda, ou quase toda, atriz de teatro musical é dar vida a Velma ou Roxie, que são duas personagens completas. Digo que não esperei dois anos de pandemia para fazer esse musical, mas sim que esperei a vida toda e nem sabia… Colhi lindos frutos e continuo…

CE - Como se sente atuando em produções mundiais tão importantes?
CC - 
Me sinto honrada e privilegiada. Sou dedicada, estudiosa e disciplinada. Mas sei que a vida é feita de oportunidades, e que no meio com centenas de talentos, nem todos têm a mesma chance; muitos as vezes não conseguem nem chegar a uma audição. É preciso ter vocação também, pois talento só não basta.

Prêmio Bibi Ferreira 2021 - Divulgação

CE - Esse ano qual foi o seu maior desafio?
CC - 
Me equilibro entre a vida pessoal, que tomou alguns rumos diferentes, e a vida profissional, que decolou lindamente por quatro universos muito diferentes. Roxie, Wendy, Chiquinha e agora a Condessa Lily. Essas personagens me mantiveram firme no meu propósito com a arte e me iluminaram durante todo o caminho percorrido em 2022.

CE - E a preparação para Chicago, foi intensa?
CC - 
Muito! Com a chegada da pandemia eu acabei ganhando dois anos para me preparar. E o que deveria ser relaxado acabou se intensificando. Estudei, mergulhei em filmes, séries e documentários, além das diversas versões do musical.

Emagreci e engordei algumas vezes com o adiamento da produção. Fiz aulas de ballet e jazz, voltadas para o estilo do musical, e aulas de canto intensificadas; além de fazer um trabalho com personal e endocrinologista. Com o início dos ensaios, em novembro do ano passado, toda essa rotina se intensificou ainda mais até a nossa grande estreia, depois foi só manter o ritmo ao longo da temporada.

CE - Como você vê o teatro musical no país hoje?
CC - 
Crescendo, graças a Deus! Criando mais e mais oportunidades não só para os artistas que estão no palco, mas para os que estão por trás, no backstage, desde o pipoqueiro lá na rua.

O mercado do teatro musical movimenta e gera centenas de empregos o ano inteiro, e o mais incrível é que tenho visto a formação e criação de musicais autorais brasileiros. Nosso. Contando a nossa história. Não perdemos em nada para Broadway...

Carol Costa - Foto Adriano Dória

CE - Agora em Anastásia, como foi todo o processo até o palco?
CC -
 Rápido e intenso. Menos de dois meses de ensaios e com um Covid no meio. Peguei Covid duas semanas antes da estreia, bem naquela semana que estamos pegando resistência e fazendo corridos da peça. A semana mais importante...

Mas fora isso, foi desafiador pegar intimidade com essa história e essa personagem, que é tão distante da minha realidade. É desafiador descobrir as camadas dessa personagem em tão pouco tempo de ensaios. Tivemos cinco semanas para levantar a peça toda. Eu fui conhecendo o musical e estudando ao longo dos ensaios.

Eu nem sonhava que esse musical viria para o Brasil, e muito menos que eu teria a possibilidade de fazer teste para essa personagem, a Lily. Existe toda uma questão de perfil e etarismo quando se monta um elenco.

É um quebra cabeça, onde às vezes, um personagem depende do perfil do outro. E quando fui encorajada pela produção a testar, percebi que a Lily tinha  tudo  a ver comigo nos quesitos do que é preciso entregar em cena. Dança, humor, sensualidade, potência, criatividade, despudor…

CE - O Tiago é muito seu amigo, como está sendo atuar com ele?
CC - 
Um presente! O maior! Eu e Ti já tínhamos esse desejo de trabalhar juntos há muitos anos. E o Universo é tão maravilhoso que nos uniu agora nos palcos, com esse presente que é o casal Lily e Vlad.

Eu havia feito audição com uns seis atores e a produção não tinha decidido nada. Esperei ansiosamente por três semanas,  acho, mas não veio nenhuma resposta. Como os criativos estrangeiros já tinha ido embora eu fui fazer teste por vídeo com mais três atores e para a minha surpresa, o Ti estava entre eles.

Um dia antes do nosso vídeo, o Tiago estava se casando no papel. Uma correria. Rs. Fora a agenda lotada de compromissos… Fui para a casa dele perto da meia noite, estudamos juntos, escolhemos roupa, ensaiamos cena, dança, e as músicas que ele precisava apresentar.

Gravamos os vídeos e enviamos com muita expectativa. Dois dias depois recebemos o sim individualmente. Numa chamada de vídeo ele me contou que foi aprovado. De fato os ensaios foram rápidos, porém intensos. Em cena, o Ti conta a história desde o início, então fiquei observando a construção dele para entender por onde a minha personagem iria e como seria o reencontro desse casal.

Foi divertido, leve e libertador, diria que até nostálgico por um lado, porque já vivi alguns momentos muito especiais com ele, e esse é mais um. Com ele sempre me sinto segura, dentro e fora do palco.

Carol Costa - Divulgação

CE - Para quem for assistir ao espetáculo Anastásia oq esperar?
CC - 
Figurinos deslumbrantes, cenários de brilhar os olhos, músicas lindíssimas, além de aventura, romance e comédia. E, de presente, um trecho do ballet Lago dos Cisnes no meio da peça. Eu assisto literalmente de camarote e amo essa parte. (Não sei nem se podia contar essa surpresa rs.)

CE - Como foi concorrer no Bibi Ferreira junto com atrizes tão consagradas?
CC - 
Um reconhecimento lindo. Consequência de muito estudo e dedicação. Atrizes essas que são inspirações pra mim. Receber a indicação ao lado dessas mulheres é maior que qualquer troféu.

CE - Uma inspiração pra você…
CC - Tenho muitas que já falei em diversas entrevistas, como Cláudia Raia e Jarbas Homem de Melo, que são importantes na minha formação como artista. Aliás, muito do que faço no Palco é inspirado neles e em tudo que já aprendi os vendo fazer.

Eles assistiram a peça e logo depois recebi um áudio cheio de amor e orgulho. Mas hoje quero destacar também a Giovanna Rangel, que faz a Anastasia no nosso musical e divide camarim comigo. Uma jovem dedicada e que me faz lembrar todos os dias, com o seu frescor, como é mágico estar em cena fazendo o que se ama.

Ela vibra com todas as conquistas, cada recadinho carinhoso do público, cada reconhecimento que recebe. Já estive nesse lugar de protagonismo há pouco tempo e sei o valor. Com ela tenho me realizado da mesma maneira. Ela encara o ofício assim como eu. Com respeito, dedicação e os pezinhos no chão.

CE - Novos projetos?
CC - 
Sigo com 'Anastasia' por mais um tempinho. Há também um musical que acabou sendo adiado, porém não posso dizer ainda - talvez em 2024 aconteça... Até lá, quero muito fazer audiovisual e vou me dedicar para isso. Torcendo para que 2023 seja O ano!

Carol em "Anastácia" - Divulgação

Diálogo

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (26)

26/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Leandro Karnal - Escritor brasileiro

"Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas”.

FELPUDA

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de andar com os olhos bem abertos. Adversários da esquerda já estão batendo às portas da Justiça Eleitoral para denunciar propagandas dos desafetos. Entre as reclamações estão até painéis com dimensões consideradas fora do padrão. A disputa parece ter ganho um novo instrumento: a fita métrica eleitoral. Pelo jeito, tem gente procurando milímetro por milímetro “irregularidade monumental”. E na eleição, até o tamanho do painel pode virar munição para uma boa briga jurídica.

Diálogo

Romaria

O escritório político de Reinaldo Azambuja tem recebido uma sucessão de lideranças interessadas em reafirmar apoio à candidatura ao Senado. Prefeitos e outras figuras políticas vêm passando pelo local em demonstrações públicas de alinhamento com o projeto eleitoral.

Mais

A movimentação revela uma campanha que procura consolidar apoios antes da reta decisiva. Azambuja, experiente na política, evita adotar o discurso de vitória antecipada. Sabe que alianças e pesquisas ajudam, mas é o último voto depositado na urna que efetivamente define o resultado.

Diálogo Luciene Orsi Abdul Ahad e Jorge Abdul Ahad - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoIzabella Andrade - Foto: Arquivo Pessoal

Poço

Em MS, tem candidato a deputado disputando eleição como se o orçamento público fosse um poço sem fundo. Na falta de propostas realmente novas, aparecem promessas para todos os gostos. O problema é que boa parte delas depende de recursos, convênios e liberações que não acontecem simplesmente porque o candidato prometeu. Há projetos que exigem longa peregrinação pelos gabinetes. Portanto...

Cobrança

O deputado estadual Pedro Caravina colocou na pauta um problema ambiental que vem preocupando, há muito tempo, municípios da região do Rio Pardo: a proliferação de macrófitas aquáticas. A cobrança é por explicações sobre a abertura das comportas da Usina Mimoso e o deslocamento da vegetação para áreas de Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Caravina quer saber quais critérios técnicos foram utilizados para a operação e se os impactos ambientais estão sendo considerados. 

Aqui, não!

Moradores e comerciantes do Bairro Amambaí lotaram audiência pública promovida pela Câmara Municipal  de Campo Grande, para discutir a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua na região. A proposta prevê a mudança para o antigo prédio da Secretaria de Assistência Social. Durante a audiência, moradores protestaram e manifestaram preocupação com a segurança e os possíveis impactos.

ANIVERSARIANTES 

  • Carlos Alberto Peratelli,
  • Dr. Luiz Antônio Saab,
  • Dra. Isabella Miotello Ferrão, 
  • Dr. Oclécio Assunção Júnior, 
  • Yuri Andreis Boeira, 
  • Antônio Benjamim Correa da Costa,
  • Clóvis Martins,
  • Edgar Andrade D´Avila,
  • Eloina Yanez Brites,
  • Moezis José dos Santos,
  • Jorge Ono,
  • Inêz Geralda de Magalhães Madureira,
  • Marli Gauto Viliagra,
  • Edson Sanches,
  • Christian Maluf Victório,
  • Aroldo José de Lima,
  • Gilberto Veiga de Souza,
  • Tauana Montier Onça Bortolini, 
  • Tatiana Decarli,
  • José Roberto Tedeschi,
  • Dra. Rejane Alves de Arruda,
  • Aloysio Moreira Salles,
  • Caetano Rottilli, 
  • Thiago Rieger Silverio dos Santos,
  • Afonso Basso,
  • Dr. Hélinton Moura Lutz, 
  • Francisco Carlos Brasil Leite,  
  • Suely Aparecida Morilla Alves,
  • Eduardo Ferreira dos Santos,
  • Maria de Fátima Vieira Andrade,
  • Seiki Miiji, 
  • Antônio Cavalcante, 
  • Hélvio Rodrigo Gonçalves,
  • Alexandre Morais Cantero, 
  • Ricardo Aparecido da Silva,
  • Silvia Regina da Silva,
  • Laura Menzio,
  • Sérgio Retumba Carneiro Monteiro,
  • Moacir da Silva Queiroz,
  • Janethe Leite Cardoso,
  • Maria de Fátima de Souza,
  • Genésio Rodrigues Corrêa,
  • Aristides Brun,
  • Dinalva Garcia Lemos de Morais Mourão, 
  • Karla Marchitto Jacob Farias, 
  • Sônia Virgínia Moreira,
  • Pedro Franco Neto,
  • Vera Lúcia Nogueira,
  • Alcides Landfelt da Silva,
  • Sueli Alves Braga,
  • Altevir Soares de Alencar,
  • Sônia Maria Avelino Duarte,
  • Luiz Ferreira de Alencastro, 
  • Elizabeth Kioko Kohatsu,
  • Lutiane Machado Romero,
  • Dr. Benjamin Ramos, 
  • Maria de Fátima Camparin,
  • Sirley de Albuquerque,
  • Ricardo Luiz Silveira,
  • Luiza Francisca Oliveira,
  • Wilson de Paula Souza,
  • Bruno Vieira Antunes,
  • Clóvis Trindade Rocha,
  • João Tadeu Gonçalves,
  • Maria Luiza Pereira Franco,
  • Francisca da Silva Tôrres, 
  • Eliane Yamazato,
  • Danilo Mandetta Júnior, 
  • Dr. Agliberto Marcondes Rezende,
  • Kleber Pinheiro da Silva,
  • Ramão Gilberto Valiente,
  • Mauricio Vieira Gama,
  • Edson Andrade da Vila,
  • Victor Scarpellini,
  • Luiz Braz de Oliveira,
  • Francisco Muniz Soares,
  • Francisco Silva de Freitas,
  • Julio Cesar Gonçalves da Silva,
  • Adelaide Fernandes,
  • Eva Maria Barbosa,
  • Evelin Flávia Alves da Silva, 
  • Zeferina de Souza Montenegro 
  • de Camargo,
  • Alberto Magno Ribeiro Vargas,
  • Michelly de Souza Andrino,  
  • Neuri Paulo Gasparetto,
  • Ligia Toma,
  • Anna Cristina Barros Toledo Giurizatto,
  • Paulo Ricardo de Oliveira Reghin,
  • Luiz Yasunaka,
  • Glória Segrillo Faker,
  • Gustavo Rodrigues Nacasato,
  • Dr. Marcelo Oliveira dos Santos,
  • Márcio Rômulo dos Santos Saldanha, 
  • Valéria Martins dos Santos,
  • Ariane Marques de Araújo,
  • Elaine Maria dos Santos,
  • Arlindo Murilo Muniz,
  • Camila Morena Kudo da Silva,
  • Ana Paula Gaspar Melim,
  • Daniel Martins Ferreira Neto,
  • Armando de Oliveira, 
  • Regina Célia Goya,
  • Ana Cristina Castilho Sanchez,
  • Roberto Lorenzoni Neto,
  • Carlos Cesar Girardi Ferreira,
  • Norma Aquino Castro,
  • Arildo Loper.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Cultura

Show do pagodeiro Ferrugem abre a 25ª edição do Festival de Inverno de Bonito

Evento começa amanhã e vai até domingo, reunindo shows nacionais, teatro, dança, cinema, artes visuais, artesanato e atrações regionais em uma edição que celebra os 25 anos do festival

25/08/2026 08h30

Ferrugem

Ferrugem Foto: Divulgação

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De amanhã até domingo, Bonito recebe a 25ª edição do Festival de Inverno de Bonito (FIB), que neste ano aposta em uma programação diversificada, gratuita e espalhada por diferentes espaços da cidade.

Celebrando um quarto de século de história, o festival reunirá grandes nomes da música brasileira, espetáculos de dança e teatro, exposições, feira de artesanato, atividades formativas, cinema e atrações voltadas para toda a família.

A proposta é transformar novamente o principal destino de ecoturismo do Estado em um grande palco a céu aberto, onde a arte dialoga com a natureza, a memória e a identidade cultural brasileira.

O cantor Ferrugem abre a sequência de grandes shows nesta quinta-feira. Considerado um dos principais representantes do samba e do pagode da atualidade, o artista carioca deve levar ao palco sucessos como “Pirata e Tesouro”, “Pra Você Acreditar”, “Climatizar” e “Até que Enfim”.

No dia seguinte, será a vez de Léo Foguete. O pernambucano se tornou um dos fenômenos mais recentes da música brasileira após o sucesso de “Última Noite”, em parceria com Nattan, que dominou as plataformas digitais em 2024. Com apenas 22 anos, o cantor conquistou milhões de ouvintes e figura entre os artistas mais populares do País.

Encerrando a programação nacional já anunciada, Seu Jorge sobe ao palco neste sábado. Dono de uma carreira consolidada na música e no cinema, o artista é reconhecido por misturar samba, soul, MPB e ritmos afro-brasileiros em um repertório que reúne sucessos como “Burguesinha”, “Mina do Condomínio”, “Carolina” e “Amiga da Minha Mulher”.

ALÉM DOS SHOWS

Ao longo de sua trajetória, o Festival de Inverno de Bonito se consolidou justamente por oferecer uma programação que contempla diversas linguagens artísticas. Neste ano, essa característica será mantida com uma agenda que pretende ocupar diferentes espaços da cidade.

O público poderá acompanhar apresentações de dança, espetáculos teatrais, intervenções artísticas, exposições de artes visuais e atividades ligadas à cultura popular. A programação também contará com oficinas e ações formativas voltadas para artistas, estudantes e interessados em produção cultural.

Outra atração confirmada é uma edição especial do Cine Câmara, iniciativa que amplia o diálogo entre o audiovisual e a comunidade por meio da exibição de filmes e debates.

A tradicional feira de artesanato também retorna ao festival, reunindo artesãos de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. O espaço costuma ser uma vitrine para trabalhos que valorizam matérias-primas locais, saberes tradicionais e a identidade cultural sul-mato-grossense.

As atividades destinadas ao público infantil e familiar também devem ocupar lugar de destaque na programação.

ARTE LOCAL

Outra característica que faz do Festival de Inverno de Bonito uma referência nacional é a valorização da produção cultural sul-mato-grossense.

A presença dos artistas locais não apenas fortalece a cena cultural do Estado, como também promove intercâmbio entre diferentes linguagens e gera oportunidades de circulação para profissionais da cultura.

Segundo o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, a expectativa é de que a edição comemorativa seja uma das maiores da história do festival.

“O Festival de Inverno de Bonito é um dos maiores patrimônios culturais do nosso estado. Estamos preparando uma edição que une grandes atrações nacionais à força da nossa produção artística regional, promovendo cultura, turismo e desenvolvimento econômico. A expectativa é de receber milhares de visitantes e proporcionar experiências inesquecíveis para quem vive e para quem visita Mato Grosso do Sul”, afirma.

25 anos 

Criado com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e fortalecer a produção artística regional, o Festival de Inverno de Bonito tornou-se uma das principais vitrines culturais do Centro-Oeste brasileiro.

Ao longo de 25 edições, o evento recebeu artistas de diferentes gerações e estilos, promoveu encontros entre criadores de diversas áreas e ajudou a consolidar Bonito não apenas como destino de natureza, mas também como referência cultural.

A edição deste ano traz como conceito a ideia de que a arte nasce de muitos lugares e se manifesta de diferentes formas, conectando pessoas, territórios e histórias.

A proposta aparece também na identidade visual do festival, que tem como símbolo o udu-de-coroa-azul, ave típica da região e associada à biodiversidade local.

A escolha reforça a relação entre cultura e meio ambiente, uma das principais características do evento desde sua criação.

TURISMO

Além do impacto cultural, o Festival de Inverno de Bonito é um dos períodos mais movimentados do ano para a economia local.

Durante os dias de programação, hotéis, pousadas, restaurantes, bares, agências de turismo e o comércio registram aumento na demanda, impulsionando a geração de renda e empregos temporários.
Para o prefeito de Bonito, o festival fortalece uma vocação que já faz parte da identidade do município.

“Bonito tem uma vocação natural para receber pessoas do mundo inteiro, e o Festival de Inverno fortalece ainda mais essa identidade. É um evento que movimenta a economia, gera oportunidades para empreendedores locais e valoriza nossa cultura. Estamos felizes em receber mais uma edição desse grande encontro entre arte, natureza e comunidade”, destaca.

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