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Carolina Amaral - Ela é uma das estrelas da série "O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu" da Disney

"O "Coro" é o grande divisor de águas da minha carreira. É meu maior papel em um projeto audiovisual".

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Com iniciação artística na dança, a atriz Carolina Amaral se viu desperta para os talentos que tinha ainda criança, aos sete anos, quando as aulas de ballet e jazz a levaram também para as de canto e violão e, tempos depois, para as de interpretação. Com quase 10 anos de carreira e trabalhos no teatro e audiovisual, é na série “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu”, que chegou ao Disney+, sob a direção de Miguel Falabella, também idealizador, que ela celebra sua estreia grandiosa no streaming.

 Colecionando participações em montagens acadêmicas de musicais como "Hairspray", “Mamma Mia”, “Cats”, “Annie” e “Legalmente Loira”, a atriz fez sua estreia profissional no musical “Meninos e Meninas”, mas foi só após entrar para o Estúdio Broadway, da diretora e coreógrafa Fernanda Chamma, onde integrou o elenco de “Megera Domada”, “Marias do Brasil” e “Heathers O Musical”, que ela se sentiu realmente parte deste mercado.

Já em 2019 estrelou “Conectados, o Musical” e, mais recentemente, dividiu o palco com o ator e autor Lucas Papp na peça “O Anjo de Cristal”, na pele da desafiadora Isadora, uma prostituta de luxo em busca de seus sonhos.

Caroline Amaral é a Capa do Correio B+ desta semanaCarolina Amaral é a Capa do Correio B+ desta semana - Foto Carlos Salles

E é também em busca dos sonhos que vive sua nova personagem, Antonia, considerada pela artista o divisor de águas de sua trajetória.

Uma jovem talentosa, justa, forte e convicta de seus valores, que sai do interior em busca de melhores oportunidades em São Paulo, e se divide entre o trabalho de garçonete e o desejo de ser atriz, que a levam a enfrentar os mais diversos obstáculos, sem nunca perder as esperanças ou se deixar corromper.

Assim como na vida real de Carolina, driblar as frustrações dos “nãos” e buscar o tão sonhado “sim” faz parte do processo, e tudo muda para Antonia após ser aprovada em um teste da Companhia Estável de Teatro Musical, dos célebres Renato Milva (Miguel Falabella) e Marita Bell (Sara Sarres).

“Antonia é uma personagem muito densa e complexa e com grande importância na trama, por isso é uma grande responsabilidade interpretá-la. Ela tem uma bagagem de vida que eu não tenho, e isso fez de cada pedacinho dessa construção, um processo desafiador e delicioso, e que chegou depois de uma fase tão triste, que foi a pandemia. Foi uma oportunidade linda, e com certeza é o trabalho mais especial da minha vida. Estou trabalhando com pessoas que sempre admirei, em uma série global, e que une as três áreas que sou apaixonada e estudo desde criança: o canto, a interpretação e a dança”, conta ela, que considera ainda o trabalho com Falabella um duplo sonho realizado.
 

Apesar de considerar este o seu grande momento no audiovisual, Carolina soma alguns outros trabalhos entre as câmeras como: “Carinha de Anjo”, do SBT,  a série “Bugados”, do Gloob, e “Turma da Mônica Jovem”, personagem que teve suas próprias redes sociais e interagiu com os fãs durante dois anos, como parte de uma ação especial para o lançamento do live-action criado pela Maurício de Sousa Produções e Bossa Nova Films.

Carol em Turma da Mônica Jovem Carol em Turma da Mmônica Jovem - Divulgação


A atriz ainda poderá ser vista em 2023 como Princesa Leopoldina no filme “Madame Durocher”, dirigido por Dida Andrade e Andradina Azevedo e estrelado por Sandra Corveloni, Mateus Solano e grande elenco.

O Correio B+ entrevistou Carol com exclusividade para o Caderno e ela fala sobre a nova série da Disney ao lado do renomado Miguel Falabella, carreira e sua estreia em 2023.


CE - Você sempre soube que queria ser artista?

CA - Sempre tive alma de artista. Adorava fazer shows, desde muito pequena, para os meus familiares. Fazia todos ficarem sentados durante horas, colocava uma música e performava para eles, sempre em um improviso.

Também imitava os personagens do Zorra Total, era apaixonada pela Lady Kate. Minha irmã fazia aulas de  jazz no clube que éramos sócias, eu ficava vidrada nas apresentações. Eu tinha cinco anos, só aceitavam crianças a partir de seis.

Um dia, a apresentação estava demorando muito pra começar no teatro do clube, e eu simplesmente subi ao palco e fiquei dando estrelas, dançando e cantando.

Finalmente, comecei aos seis anos nas aulas de jazz e me encontrei na dança.

Aos oito, comecei no coral da escola, onde me apaixonei pelo canto. Aos doze, comecei a estudar interpretação e nunca mais parei, foi o lugar que mais me acolheu e mais me identifiquei, ali me concretizei artista!

CE - Apesar da pouca idade você já coleciona algumas experiências, especialmente voltadas para o público jovem, tanto no audiovisual quanto no teatro. Como é para você estar nesse universo?

CA - Fico muito feliz de poder já ter integrado produções incríveis, onde encontrei pessoas muito talentosas e generosas que me ensinaram tanto. Eu estudei e estudo muito para isso.

Amo fazer parte de trabalhos direcionados para jovens e crianças, todos nós já fomos marcados por algum filme, série, peça de teatro, que levamos conosco durante anos e anos.

É lindo poder fazer parte de narrativas que marcam e ensinam jovens em sua formação e crescimento.

CE - Trabalhar para crianças e adolescentes é um desafio? Você tem preocupações diferentes na construção das suas personagens?

CA - Com certeza. Trabalhar para crianças e adolescentes é uma responsabilidade dobrada. Tenho que me atentar muito, tanto nas minhas escolhas como atriz, como na minha postura pessoal e nas redes sociais.

Elenco da série da Disney - Divulgação

CE - Em "O Coro", Antonia é uma garota que demonstra preservar seus valores na busca por seus sonhos. A Carolina também é assim? Onde vocês se parecem mais?

CA - O que acho mais bonito e valioso na personalidade da Antonia, é o quanto ela não se rende a situações favoráveis se tiver que abdicar de seus valores pessoais, mesmo que a distancie de realizar seus sonhos.

É uma garota muito íntegra.

Me aproximo em diversos pontos da personagem, e esse também é um deles.

Nunca me distanciei de quem eu sou para conquistar nada, gosto de seguir os caminhos justos.

Outro ponto que me aproxima muito da Antonia é a nossa determinação. Estudo muito e busco incansavelmente alcançar meus objetivos e sonhos.

CE - Logo no início da trama, é possível ver Antonia sendo vítima de uma injustiça em um teste. Já sentiu, alguma vez, algo parecido na vida real? Como lida com isso?

CA - Já senti sim, mas por outros motivos. Infelizmente, o meio artístico é cheio de pessoas egóicas. Muita gente, não só nessa área, almeja apenas o próprio crescimento e usa outras pessoas de degraus ou as descarta facilmente.

Já tive a má sorte de cruzar com alguns assim pelo caminho, mas também tive muita sorte com artistas generosos que encontrei.

No início, é muito difícil lidar, pois sonhos estão envolvidos, mas com o tempo, fui me calejando e entendendo que preciso dar o meu melhor, sempre, em qualquer oportunidade e que o resto se encaminha.

CE - A série estreou recentemente e pode ser vista em mais de 40 países. Considera este um trabalho divisor de águas na sua carreira? Qual a importância deste alcance para você?

CA - Sem dúvida nenhuma, “O Coro, Sucesso Aqui Vou Eu” é o grande divisor de águas da minha carreira.

É meu maior papel em um projeto audiovisual. Além disso, une as três áreas as quais sou apaixonada e estudo desde pequena, canto, dança e interpretação. Além de ter um gênio como o Miguel Falabella encabeçando o projeto.

E ainda é da Disney, empresa que sempre sonhei em trabalhar.

Não teria como ser mais especial que isso.

O nosso trabalho, feito com muito amor e entrega, chegará em mais de quarenta países, seremos dublados em 19 idiomas, é um alcance surreal.

Nunca imaginei que uma narrativa, que eu tenho o prazer enorme de contar e integrar, chegaria em tanta gente. Às vezes fica difícil de acreditar, é um sonho vivido de olhos abertos.

Ao lado de Miguel Falabella - Divulgação

CE - Na trama sua personagem tem a trama atrelada à do personagem de Miguel Falabella, que é também o idealizador e diretor da série. Como foi a experiência de trabalhar com ele?

CA - O Miguel é um artista multifacetado, um gênio.

Para nossa sorte, ele dirige, escreve, idealiza e atua na série.

Miguel é um artista generoso, faz questão de ensinar e compartilhar suas experiências com todos que estão ao seu redor. Só de sentar para conversar quinze minutos com o Miguel, já é transformador. Trabalhar com ele foi uma escola.

Eu divido cenas com ele, é um momento muito marcante  e especial na minha carreira. Sempre o admirei e almejei trabalhar ao seu lado. É inenarrável o tamanho do aprendizado que foi estar em seu lado nessa série.

CE - Este é seu primeiro trabalho no streaming, mas se divide também entre os palcos. Tem preferência por algum gênero? Há algo que ainda deseje fazer?

CA - Teatro e audiovisual, ao mesmo tempo que são gêneros distantes, se aproximam muito. A verdade da história contada está em jogo em ambos.

Claro que a dinâmica de trabalho dos dois é completamente diferente, mas o que me move é poder contar uma história. Amo fazer os dois e espero levá-los em paralelo até meu último dia de trabalho nessa vida.

Carolina Amaral - Divulgação

CE - Sobre projetos futuros. Algo que possa adiantar?

CA - O meu próximo trabalho é o longa metragem “Madame Durocher”, que deve estrear apenas no final de 2023.

É um projeto dirigido pelos talentosos Dida Andrade e Andradina Azevedo.

Conta a história da primeira mulher aceita na Academia de Medicina Brasileira. É um filme lindo e potente. Nele, vivo a personagem Princesa Leopoldina, grávida de Dom Pedro terceiro.

SAÚDE

Doação de leite humano: o que toda lactante precisa saber

No Dia Mundial da Doação de Leite Humano, saiba como coletar, armazenar e transportar para que o alimento chegue com segurança aos bebês internados em UTIs neonatais

19/05/2026 08h30

Além de alimentar, o leite materno fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves

Além de alimentar, o leite materno fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves Magnific

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Celebrado no dia 19 de maio, o Dia Mundial da Doação de Leite Humano chama atenção para um gesto capaz de salvar vidas todos os dias dentro das unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatais. O leite materno doado é essencial para recém-nascidos prematuros e bebês internados que, muitas vezes, não conseguem ser amamentados diretamente pelas mães.

No Brasil, referência mundial na área, a solidariedade das lactantes mantém funcionando a maior rede de bancos de leite humano do planeta.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem uma estrutura considerada modelo internacional no incentivo, na coleta, no processamento e na distribuição de leite humano. Ainda assim, os estoques dependem de doações constantes para atender à demanda crescente dos hospitais.

Cada frasco doado pode alimentar diversos bebês internados e contribuir diretamente para a recuperação deles, reduzindo riscos de infecções, complicações intestinais e mortalidade neonatal.

Apesar da importância do ato, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como doar, quais cuidados tomar durante a coleta e de que forma o leite deve ser armazenado e transportado.

Especialistas reforçam que a informação correta é uma das principais ferramentas para ampliar o número de doadoras e garantir que o alimento chegue com segurança aos recém-nascidos.

Como funciona

A doação pode ser feita por mulheres saudáveis que estejam amamentando e produzindo leite além das necessidades do próprio bebê. Após o cadastro em um banco de leite humano, a lactante recebe orientações sobre higiene, coleta e armazenamento.

O leite doado passa por um rigoroso processo de análise e pasteurização antes de ser destinado aos hospitais. Por isso, seguir corretamente os protocolos definidos pela Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RBLH) é indispensável para preservar as propriedades nutricionais e imunológicas do alimento.

Entre as recomendações mais importantes está o armazenamento adequado. O leite materno pode permanecer congelado por até 15 dias sem perder suas características essenciais, desde que seja mantido em condições apropriadas de higiene e refrigeração.

Outro ponto fundamental é o descongelamento. Muitas pessoas não sabem, mas o uso do micro-ondas é contraindicado. O aquecimento inadequado pode destruir proteínas, anticorpos e nutrientes importantes presentes no leite humano. O método recomendado é o banho-maria com o fogo já desligado, garantindo que o alimento mantenha sua segurança biológica e qualidade nutricional.

Recipientes

Um detalhe que costuma gerar dúvidas é o tipo de recipiente aceito pelos bancos de leite e hospitais. As regras podem variar de acordo com a instituição de destino.

Nos hospitais públicos, normalmente há preferência por potes de vidro com tampa plástica esterilizados. Já em hospitais particulares algumas unidades permitem o uso de recipientes plásticos específicos desenvolvidos para armazenamento de leite materno.

Por isso, antes de iniciar a coleta, é importante que a família entre em contato com o banco de leite ou hospital escolhido para verificar quais recipientes são aceitos. Essa checagem evita desperdícios e garante que o transporte ocorra dentro das normas sanitárias exigidas.

Além da embalagem, o transporte também precisa ser realizado com cuidado. O leite deve permanecer refrigerado até chegar ao local de coleta, evitando alterações de temperatura que possam comprometer sua qualidade.

Facilitadores

Embora a doação seja um ato de solidariedade, a rotina da amamentação pode ser cansativa, especialmente nos primeiros meses após o parto. Neste cenário, acessórios desenvolvidos com apoio de especialistas têm ajudado mulheres a manterem a produção de leite de forma mais confortável, prática e segura.

Entre os itens que vêm facilitando o dia a dia das lactantes está a bomba tira-leite elétrica. O equipamento permite retirar o leite excedente de maneira rápida, silenciosa e confortável, reduzindo o desconforto e ajudando a manter a produção sem causar estresse adicional à mãe.

A tecnologia também auxilia no armazenamento. Os sacos próprios para leite materno, utilizados principalmente em hospitais particulares, são desenvolvidos para evitar vazamentos e contaminações externas durante o transporte. Como já vêm esterilizados e prontos para uso, tornam o processo mais simples e seguro.

Outro acessório bastante utilizado são os absorventes de seio, que ajudam a manter a região seca entre as sessões de coleta. Além de proporcionar conforto, eles auxiliam na proteção contra a proliferação de bactérias e irritações na pele.

É importante ressaltar, no entanto, que o uso desses produtos não substitui os cuidados básicos de higiene. Antes da coleta, é essencial lavar bem as mãos, prender os cabelos, utilizar recipientes esterilizados e realizar a ordenha em um ambiente limpo.

Remédio natural

A importância da doação vai muito além da alimentação. O leite humano funciona como uma espécie de “medicamento natural” para recém-nascidos internados, especialmente os prematuros extremos.

Rico em anticorpos, vitaminas, enzimas e fatores imunológicos, o alimento fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves, como enterocolite necrosante, infecções respiratórias e sepse neonatal.

Em muitos casos, poucas gotas já fazem diferença. Bebês prematuros têm o estômago extremamente pequeno e recebem quantidades mínimas por alimentação. Isso significa que uma única doação pode beneficiar vários recém-nascidos ao longo do tratamento hospitalar.

Além dos benefícios físicos, o leite humano também contribui para o desenvolvimento neurológico e emocional dos bebês, favorecendo o crescimento saudável durante os primeiros meses de vida.

Quem pode doar?

De maneira geral, qualquer mulher saudável que esteja amamentando e tenha produção excedente pode se tornar doadora. É necessário não fazer uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação e seguir as orientações fornecidas pelo banco de leite.

O primeiro passo é procurar a unidade mais próxima para realizar o cadastro e receber as instruções corretas. Muitas instituições oferecem acompanhamento individual para esclarecer dúvidas e orientar sobre técnicas de coleta e armazenamento.

Também é importante lembrar que a doação não prejudica a alimentação do próprio bebê. O organismo materno tende a ajustar a produção de leite conforme a demanda, e a retirada frequente pode até estimular a lactação.

Como doar?

As mulheres interessadas em doar podem consultar os pontos de coleta e bancos de leite disponíveis por meio do site oficial da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (www.rblh.fiocruz.br), que reúne informações sobre cadastro, orientações e locais de atendimento em todo o País.

O processo é simples, totalmente seguro e pode ser feito sem sair de casa, já que as unidades realizam coleta domiciliar.

Bancos de leite em Campo Grande

> Banco de Leite Humano (HRMS) – o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul tem um banco de leite que fornece o kit (vidro, touca e máscara) e faz a coleta diretamente na casa da doadora.

Telefone: (67) 3378-2715.
Endereço: Av. Engenheiro Luthero Lopes, nº 36 – Aero Rancho.

> Banco de Leite Humano Irmã Maria José Machado (Santa Casa): localizado na Santa Casa de Campo Grande, também conta com equipe para suporte e coleta domiciliar.

Telefone: (67) 3322-4174 ou WhatsApp (67) 98472-5256.
Endereço: Rua Eduardo Santos Pereira, nº 88 – Centro.

> Banco de Leite Humano do Hospital Universitário (Humap-UFMS/Ebserh) – funciona como centro de referência estadual para bancos de leite e recebe doações de mães lactantes.

Telefone: (67) 3345-3027 ou WhatsApp (67) 99633-2510.
Endereço: Av. Senador Filinto Müller, nº 355 – Vila Ipiranga.

Diálogo

Político que não escondia suas convicções esquerdistas... Leia na coluna de hoje (19)

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (19)

19/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cecília Meireles - escritora brasileira

"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda".

FELPUDA 

Político que não escondia suas convicções esquerdistas, adotou recuo quando tentou galgar importante cargo,  mas acabou vendo suas pretensões sendo soterradas, tanto é que perdeu o "rumo e o prumo". Passada a borrasca eleitoral da época, juntou os cacos e está em nova empreitada como pré-candidato, porém voltou a mostrar suas garras, atacando, ironizando, debochando daquele que lhe estendeu a mão "direita".O dito-cujo tem demonstrado, em suas redes sociais, que nunca deixou de ser raposa, e sim estava disfarçado de ovelha. Corre o risco de pegar o caminho da roça.

DiálogoBruno Rezende/Divulgação UEMS

Em parceria com a University of Birmingham, da Inglaterra, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) realizará o programa "Immerse Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy", que promoverá uma imersão interdisciplinar no Pantanal sul-mato-grossense entre os dias 31  de maio e 11 de junho. O programa reunirá estudantes e pesquisadores brasileiros e britânicos em atividades de campo, debates científicos e diálogos interculturais voltados aos desafios das mudanças climáticas, da bioeconomia e do desenvolvimento sustentável.
O roteiro da imersão inclui atividades em Campo Grande, Bonito, Aquidauana, Anastácio e comunidades indígenas da região pantaneira. Entre os destaques da programação estão as atividades desenvolvidas na Unidade Universitária de Aquidauana da UEMS, considerada estratégica para a pesquisa aplicada em sustentabilidade, conservação do solo, agroecologia, piscicultura e reflorestamento de espécies nativas do Pantanal. 

DiálogoStudio Vollkopf
 
DiálogoArquivo Pessoal

É cada uma...

Com prejuízo histórico de R$ 5,8 bilhões em 2025 e rombo preliminar de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, os Correios estão sendo "empurrados" para os bolsos dos campo-grandenses. Projeto da vereadora do PT, Luiza Ribeiro, propõe priorizar a contratação da empresa pela Prefeitura de Campo Grande e que, obviamente, vai pagar tal "parceria" com recursos dos impostos pesadíssimos que o contribuinte é obrigado a recolher. Como diria vovó, "Nada como viver numa cidade sem problemas!"

Arroubo

Os pré-candidatos da direita à Presidência da República, depois do arroubo do ex-governador Romeu Zema que saiu "atirando" em Flávio Bolsonaro tão logo vazou o áudio da conversa do liberal com Daniel Vorcaro, estão evitando comentar o assunto. Já Lula foi econômico em seus comentários sobre o assunto, afirmando que se trata de "um caso de polícia". Na análise de um filiado do PL, esse é o tipo de problema que pode ocorrer tudo. Inclusive, nada.

Golpe

Golpistas estão usando falsas ofertas de emprego. As mensagens chegam por WhatsApp, e-mail e redes sociais, prometendo salários altos e com poucas exigências. Depois, os criminosos pedem dinheiro para cursos, exames médicos ou solicitam documentos pessoais e dados bancários. A Federação Brasileira dos Bancos alerta para que os interessados confirmem a procedência das vagas em sites oficiais. 

Aniversariantes 

José Paulo Delmondes;
Nanci Nishiyama Balardin;
Helton Verão Lopes;
Elza Souza Lima Mansano;
Dr. Anízio Bispo dos Santos;
Adão Gonçalves Lemes Filho;
Carlos Roberto Ferreira de Moraes;
Ivair Pedro do Amaral;
Ferdinando José Urizar;
José Ferreira de Carvalho Filho;
Nilson Gonçalves de Oliveira;
Roberto Mitio Harada;
Valdir Caramalac de Almeida;
Oscar Higa;
Luiz de Matos Carvalho da Cunha;
José Roberto de Almeida;
Luís Fernando de Barros Fontolan;
Adelma Coelho Koyama;
Vilma Areco Gonçalves;
Milton Higashi;
Adriana Oliveira dos Santos de Queiroz;
João Pedro Mendes Fontoura;
Dra. Ana Cristina Wanderley Xavier Giacomini;
Dr. Ovídio Pereira;
Francisca Felisbela (Bela) de Barros;
Ana Maria Rios de Figueiredo;
Werther Catarinelli;
Ruane Gomes;
Maria Rebeca de Morais Abdala;
Laura Cavalieri;
Valdete Xarão Jorge;
Tânia Elizabete Vinholi Gonçalves;
Francisco Aguado;
Meire Mary Okabayashi;
Sônia Arantes;
Márcio de Souza Gualberto;
Jussara Kurrle Feller;
Dr. Erton Reis Fonseca;
Ivo Fidêncio Maia;
Valdemir Pacheco;
Miyashiro Kaná;
Ariana Foletto Nunes;
Dr. Reinaldo Oshiro;
Kelly Andrade Castillo;
Dr. Eduardo Machado Rocha;
Felipe Kenji Alves Kurose;
Karla Roa;
Marcelo Campos Belo;
Lenir Garcia Gonçalves;
Flávio Salomão Cândia;
Antônio de Pádua Vasconcelos;
Edna Dias Pompeu;
Ismael José Nogueira;
Renato Jorge Ferreira;
Maria Raquel Gomes;
Eny de Godoy Alves;
Altamiro de Oliveira Dias;
Aurea Rodrigues;
Pedro Liberato da Rocha;
Marta Mariani de Macedo Monteiro;
Carla Cristina Assis;
Rubens Medeiros;
Aidê Santos Rosa;
Dilma Aparecida Rodrigues Leite;
Antônio Coelho de Oliveira;
Carlos Alberto Cristaldo Estigarribia;
Daniele Paes de Abreu Raghiant;
Pedro Ramalho;
Celso Cavalheiro;
Ivo de Souza Martins;
José Antônio Paulino;
Kátia Gea Sanches Garcia;
José Leão Ribeiro;
Priscila Maciel de Souza;
Fábia Campos Belo;
Cleuza Guimarães do Nascimento;
Vera Lúcia de Almeida Ortiz;
Valdeci Eurames Barbosa;
Nilson Antonio Ribeiro;
Eraldo Dias de Castro;
Claudério Luiz Anton;
Gilson da Gama Jambeiro Filho;
Italo Saldivar Dueck;
Maria Tereza Rubia de Macedo;
Nelia Calves de Ávila Cintra;
Rosângela Gregório dos Santos;
Gissele Mougenot Pontes;
Claudinei da Silva;
Sérgio Luiz Ramos;
Mônica Aparecida Anchieta Curado Both;
Carlos Alberto Spinelli Júnior;
Wagner Cavalcanti Garcia;
Christiane Possik Salamene;
Livia Maria Rocha Falcão;
Elaine Cristina Silva Stuani;
Natalia Ravagnani Santos;
Juliana Alves de Lima Matera;
Elizabete Bagordakis Pinto;
Claudia Andréia Moreira;
Tatiane Romero;
Roberto Albuquerque Bertoni;
Karen Marcela Silva Legnaro Leone;
Mari Suse Finotti Ono;
Lauro Moreira Scholer;
Adhemar Kendi Kashiyama;
Luiz Henrique Almeida Zanin;
Itacir Molossi;
José Boris Davidoff Neto.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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