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Carolina Amaral - Ela é uma das estrelas da série "O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu" da Disney

"O "Coro" é o grande divisor de águas da minha carreira. É meu maior papel em um projeto audiovisual".

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Com iniciação artística na dança, a atriz Carolina Amaral se viu desperta para os talentos que tinha ainda criança, aos sete anos, quando as aulas de ballet e jazz a levaram também para as de canto e violão e, tempos depois, para as de interpretação. Com quase 10 anos de carreira e trabalhos no teatro e audiovisual, é na série “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu”, que chegou ao Disney+, sob a direção de Miguel Falabella, também idealizador, que ela celebra sua estreia grandiosa no streaming.

 Colecionando participações em montagens acadêmicas de musicais como "Hairspray", “Mamma Mia”, “Cats”, “Annie” e “Legalmente Loira”, a atriz fez sua estreia profissional no musical “Meninos e Meninas”, mas foi só após entrar para o Estúdio Broadway, da diretora e coreógrafa Fernanda Chamma, onde integrou o elenco de “Megera Domada”, “Marias do Brasil” e “Heathers O Musical”, que ela se sentiu realmente parte deste mercado.

Já em 2019 estrelou “Conectados, o Musical” e, mais recentemente, dividiu o palco com o ator e autor Lucas Papp na peça “O Anjo de Cristal”, na pele da desafiadora Isadora, uma prostituta de luxo em busca de seus sonhos.

Caroline Amaral é a Capa do Correio B+ desta semanaCarolina Amaral é a Capa do Correio B+ desta semana - Foto Carlos Salles

E é também em busca dos sonhos que vive sua nova personagem, Antonia, considerada pela artista o divisor de águas de sua trajetória.

Uma jovem talentosa, justa, forte e convicta de seus valores, que sai do interior em busca de melhores oportunidades em São Paulo, e se divide entre o trabalho de garçonete e o desejo de ser atriz, que a levam a enfrentar os mais diversos obstáculos, sem nunca perder as esperanças ou se deixar corromper.

Assim como na vida real de Carolina, driblar as frustrações dos “nãos” e buscar o tão sonhado “sim” faz parte do processo, e tudo muda para Antonia após ser aprovada em um teste da Companhia Estável de Teatro Musical, dos célebres Renato Milva (Miguel Falabella) e Marita Bell (Sara Sarres).

“Antonia é uma personagem muito densa e complexa e com grande importância na trama, por isso é uma grande responsabilidade interpretá-la. Ela tem uma bagagem de vida que eu não tenho, e isso fez de cada pedacinho dessa construção, um processo desafiador e delicioso, e que chegou depois de uma fase tão triste, que foi a pandemia. Foi uma oportunidade linda, e com certeza é o trabalho mais especial da minha vida. Estou trabalhando com pessoas que sempre admirei, em uma série global, e que une as três áreas que sou apaixonada e estudo desde criança: o canto, a interpretação e a dança”, conta ela, que considera ainda o trabalho com Falabella um duplo sonho realizado.
 

Apesar de considerar este o seu grande momento no audiovisual, Carolina soma alguns outros trabalhos entre as câmeras como: “Carinha de Anjo”, do SBT,  a série “Bugados”, do Gloob, e “Turma da Mônica Jovem”, personagem que teve suas próprias redes sociais e interagiu com os fãs durante dois anos, como parte de uma ação especial para o lançamento do live-action criado pela Maurício de Sousa Produções e Bossa Nova Films.

Carol em Turma da Mônica Jovem Carol em Turma da Mmônica Jovem - Divulgação


A atriz ainda poderá ser vista em 2023 como Princesa Leopoldina no filme “Madame Durocher”, dirigido por Dida Andrade e Andradina Azevedo e estrelado por Sandra Corveloni, Mateus Solano e grande elenco.

O Correio B+ entrevistou Carol com exclusividade para o Caderno e ela fala sobre a nova série da Disney ao lado do renomado Miguel Falabella, carreira e sua estreia em 2023.


CE - Você sempre soube que queria ser artista?

CA - Sempre tive alma de artista. Adorava fazer shows, desde muito pequena, para os meus familiares. Fazia todos ficarem sentados durante horas, colocava uma música e performava para eles, sempre em um improviso.

Também imitava os personagens do Zorra Total, era apaixonada pela Lady Kate. Minha irmã fazia aulas de  jazz no clube que éramos sócias, eu ficava vidrada nas apresentações. Eu tinha cinco anos, só aceitavam crianças a partir de seis.

Um dia, a apresentação estava demorando muito pra começar no teatro do clube, e eu simplesmente subi ao palco e fiquei dando estrelas, dançando e cantando.

Finalmente, comecei aos seis anos nas aulas de jazz e me encontrei na dança.

Aos oito, comecei no coral da escola, onde me apaixonei pelo canto. Aos doze, comecei a estudar interpretação e nunca mais parei, foi o lugar que mais me acolheu e mais me identifiquei, ali me concretizei artista!

CE - Apesar da pouca idade você já coleciona algumas experiências, especialmente voltadas para o público jovem, tanto no audiovisual quanto no teatro. Como é para você estar nesse universo?

CA - Fico muito feliz de poder já ter integrado produções incríveis, onde encontrei pessoas muito talentosas e generosas que me ensinaram tanto. Eu estudei e estudo muito para isso.

Amo fazer parte de trabalhos direcionados para jovens e crianças, todos nós já fomos marcados por algum filme, série, peça de teatro, que levamos conosco durante anos e anos.

É lindo poder fazer parte de narrativas que marcam e ensinam jovens em sua formação e crescimento.

CE - Trabalhar para crianças e adolescentes é um desafio? Você tem preocupações diferentes na construção das suas personagens?

CA - Com certeza. Trabalhar para crianças e adolescentes é uma responsabilidade dobrada. Tenho que me atentar muito, tanto nas minhas escolhas como atriz, como na minha postura pessoal e nas redes sociais.

Elenco da série da Disney - Divulgação

CE - Em "O Coro", Antonia é uma garota que demonstra preservar seus valores na busca por seus sonhos. A Carolina também é assim? Onde vocês se parecem mais?

CA - O que acho mais bonito e valioso na personalidade da Antonia, é o quanto ela não se rende a situações favoráveis se tiver que abdicar de seus valores pessoais, mesmo que a distancie de realizar seus sonhos.

É uma garota muito íntegra.

Me aproximo em diversos pontos da personagem, e esse também é um deles.

Nunca me distanciei de quem eu sou para conquistar nada, gosto de seguir os caminhos justos.

Outro ponto que me aproxima muito da Antonia é a nossa determinação. Estudo muito e busco incansavelmente alcançar meus objetivos e sonhos.

CE - Logo no início da trama, é possível ver Antonia sendo vítima de uma injustiça em um teste. Já sentiu, alguma vez, algo parecido na vida real? Como lida com isso?

CA - Já senti sim, mas por outros motivos. Infelizmente, o meio artístico é cheio de pessoas egóicas. Muita gente, não só nessa área, almeja apenas o próprio crescimento e usa outras pessoas de degraus ou as descarta facilmente.

Já tive a má sorte de cruzar com alguns assim pelo caminho, mas também tive muita sorte com artistas generosos que encontrei.

No início, é muito difícil lidar, pois sonhos estão envolvidos, mas com o tempo, fui me calejando e entendendo que preciso dar o meu melhor, sempre, em qualquer oportunidade e que o resto se encaminha.

CE - A série estreou recentemente e pode ser vista em mais de 40 países. Considera este um trabalho divisor de águas na sua carreira? Qual a importância deste alcance para você?

CA - Sem dúvida nenhuma, “O Coro, Sucesso Aqui Vou Eu” é o grande divisor de águas da minha carreira.

É meu maior papel em um projeto audiovisual. Além disso, une as três áreas as quais sou apaixonada e estudo desde pequena, canto, dança e interpretação. Além de ter um gênio como o Miguel Falabella encabeçando o projeto.

E ainda é da Disney, empresa que sempre sonhei em trabalhar.

Não teria como ser mais especial que isso.

O nosso trabalho, feito com muito amor e entrega, chegará em mais de quarenta países, seremos dublados em 19 idiomas, é um alcance surreal.

Nunca imaginei que uma narrativa, que eu tenho o prazer enorme de contar e integrar, chegaria em tanta gente. Às vezes fica difícil de acreditar, é um sonho vivido de olhos abertos.

Ao lado de Miguel Falabella - Divulgação

CE - Na trama sua personagem tem a trama atrelada à do personagem de Miguel Falabella, que é também o idealizador e diretor da série. Como foi a experiência de trabalhar com ele?

CA - O Miguel é um artista multifacetado, um gênio.

Para nossa sorte, ele dirige, escreve, idealiza e atua na série.

Miguel é um artista generoso, faz questão de ensinar e compartilhar suas experiências com todos que estão ao seu redor. Só de sentar para conversar quinze minutos com o Miguel, já é transformador. Trabalhar com ele foi uma escola.

Eu divido cenas com ele, é um momento muito marcante  e especial na minha carreira. Sempre o admirei e almejei trabalhar ao seu lado. É inenarrável o tamanho do aprendizado que foi estar em seu lado nessa série.

CE - Este é seu primeiro trabalho no streaming, mas se divide também entre os palcos. Tem preferência por algum gênero? Há algo que ainda deseje fazer?

CA - Teatro e audiovisual, ao mesmo tempo que são gêneros distantes, se aproximam muito. A verdade da história contada está em jogo em ambos.

Claro que a dinâmica de trabalho dos dois é completamente diferente, mas o que me move é poder contar uma história. Amo fazer os dois e espero levá-los em paralelo até meu último dia de trabalho nessa vida.

Carolina Amaral - Divulgação

CE - Sobre projetos futuros. Algo que possa adiantar?

CA - O meu próximo trabalho é o longa metragem “Madame Durocher”, que deve estrear apenas no final de 2023.

É um projeto dirigido pelos talentosos Dida Andrade e Andradina Azevedo.

Conta a história da primeira mulher aceita na Academia de Medicina Brasileira. É um filme lindo e potente. Nele, vivo a personagem Princesa Leopoldina, grávida de Dom Pedro terceiro.

Música

Oswaldo Montenegro está de volta a Mato Grosso do Sul em sua nova turnê

Menestrel da MPB retorna aos palcos com nova montagem do espetáculo que marcou sua trajetória; apresentação em Campo Grande será em setembro, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo

18/08/2026 08h15

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas Foto: Divulgação

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Aos 70 anos de vida e de trajetória artística, Oswaldo Montenegro revisita um dos espetáculos mais emblemáticos de sua carreira. O cantor, compositor, músico e diretor retorna aos palcos com uma nova versão de “A Dança dos Signos”, fenômeno que atravessou gerações e que agora ganha uma turnê comemorativa com elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas.

Em Campo Grande, a apresentação está marcada para o dia 26 de setembro, sábado, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo. A montagem promete unir canções conhecidas do público a uma experiência visual renovada, mantendo como eixo central a proposta de utilizar os signos do zodíaco como ponto de partida para falar sobre diferenças, encontros e convivência.

“A Dança dos Signos” transforma os 12 signos em personagens de uma narrativa que busca refletir sobre a diversidade das personalidades e a maneira como as pessoas se relacionam. Ao longo do espetáculo, Oswaldo Montenegro estabelece uma conversa direta com a plateia e alterna músicas, histórias, brincadeiras e homenagens a nomes importantes da música brasileira e internacional.

UM ESPETÁCULO

A apresentação começa com uma das músicas mais conhecidas do repertório do artista: “A Lista”. Antes de seguir para a proposta central do espetáculo, ele compartilha com o público uma história pessoal relacionada à escolha da canção para abrir a apresentação.

A partir daí, começa a travessia por “A Dança dos Signos”. Entre um signo e outro, Montenegro conduz a narrativa de maneira intimista, conversando com a plateia e introduzindo situações bem-humoradas. O roteiro também abre espaço para referências a grandes compositores e intérpretes da música mundial.

Cada signo recebe uma identidade musical própria. Para escorpião, por exemplo, aparece “A Palo Seco”, de Belchior, enquanto aquário é associado à obra de Tom Jobim, com “Eu Não Existo sem Você”. Áries recebe citações instrumentais de “Your Song”, de Elton John.

Já libra e gêmeos são atravessados por referências a nomes como John Lennon, Paul McCartney, Bob Dylan e Chico Buarque. As homenagens se juntam a músicas da própria trajetória de Oswaldo Montenegro, entre elas, “Incompatibilidade”, um dos clássicos associados à carreira do artista.

EXPERIÊNCIA VISUAL

A montagem deste ano também incorpora recursos tecnológicos que ampliam a dimensão teatral da apresentação. Um grande painel de LED integrado ao palco passa a fazer parte da narrativa, exibindo participações virtuais, jogos de sombras e coreografias que dialogam com os músicos durante o espetáculo.

A tecnologia, nesse caso, aparece como complemento à linguagem construída por Montenegro ao longo de sua trajetória. A intenção é de aproximar o teatro poético, característica presente em diversos trabalhos do artista, de uma experiência audiovisual contemporânea.

O resultado é uma montagem que procura preservar a essência de “A Dança dos Signos”, mas atualiza sua forma de apresentação para a turnê que marca os 70 anos de Oswaldo Montenegro.

PARCERIA MUSICAL

No palco, o artista estará acompanhado por músicos que fazem parte da construção da atmosfera do espetáculo. Um dos principais destaques é a presença de Madalena Salles, parceira do cantor na música e na vida, que participa da apresentação tocando flauta.

A relação dos dois é também incorporada à dinâmica cênica. A dupla protagoniza esquetes e diálogos bem-humorados, criando momentos de interação que ajudam a quebrar a distância tradicional entre artista e público.

A formação conta ainda com o multi-instrumentista Alexandre Meu Rei e com a violoncelista Janaína Salles. O conjunto de instrumentos contribui para uma sonoridade que combina as canções de Oswaldo com diferentes referências musicais apresentadas ao longo da narrativa.

A viola de 12 cordas de Montenegro ocupa lugar de destaque na apresentação. O instrumento, associado à identidade musical do artista, acompanha sua voz e se soma à flauta, ao violoncelo e aos demais elementos musicais da montagem.

SETE DÉCADAS

A nova turnê de “A Dança dos Signos” chega aos palcos em um momento simbólico da carreira de Oswaldo Montenegro. Aos 70 anos, o artista aproveita a ocasião para revisitar uma obra que se tornou uma das marcas de sua trajetória.

A escolha do espetáculo para a comemoração também estabelece uma espécie de encontro entre passado e presente. De um lado, estão as músicas e histórias que ajudaram a consolidar a carreira do compositor, de outro, uma montagem renovada, com recursos tecnológicos e uma estrutura pensada para levar o espetáculo a uma nova geração de espectadores.

O retorno de “A Dança dos Signos” também recupera uma característica recorrente no trabalho de Montenegro: a mistura de música e dramaturgia. O artista construiu parte importante de sua trajetória transitando por diferentes linguagens, aproximando canções, poesia, teatro e narrativa.

Essa combinação está presente na nova montagem, que não se limita à apresentação musical. A conversa com a plateia, os diálogos entre os integrantes do elenco, as referências a outros artistas e as projeções no palco fazem parte da experiência.

METÁFORA

Embora o título remeta diretamente à astrologia, a proposta do espetáculo vai além das características atribuídas tradicionalmente aos signos.

O zodíaco é utilizado como uma espécie de painel para discutir a convivência entre pessoas diferentes. A partir dos signos, o espetáculo propõe uma reflexão sobre personalidades, afinidades, conflitos e encontros.

A ideia é justamente tratar as diferenças não como obstáculos, mas como parte da riqueza das relações humanas. Cada signo funciona como uma porta de entrada para uma história, uma música ou uma situação, formando um mosaico que procura representar a diversidade das experiências humanas.

Por isso, a apresentação também pode ser compreendida como uma celebração da convivência. A astrologia é o ponto de partida, mas o destino da narrativa está nas relações entre as pessoas.

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanasFoto: Divulgação

Serviço

  • Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos”
  • Data: dia 26 de setembro (sábado).
  • Horário: às 20h.
  • Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

Os ingressos podem ser adquiridos no estande do Comper Jardim dos Estados, ao lado de O Boticário, de segunda-feira a sábado, das 13h às 18h30min. Informações e atendimento pelo WhatsApp (67) 99296-6565.
Também é possível comprar pela internet pelo site www.pedrosilvapromocoes.com.br.

Diálogo

Pesquisas eleitorais circulam discretamente entre algumas lideranças com... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (18)

18/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Graciliano Ramos - escritor brasileiro

"Quando se quer bem a uma pessoa a presença dela conforta. Só a presença, não é necessário mais nada".

FELPUDA

Pesquisas eleitorais circulam discretamente entre algumas lideranças com números bem diferentes dos divulgados ao público. Curiosamente, certos institutos parecem dominar uma matemática bastante peculiar. Sabem exatamente quando somar alguns pontos a um candidato. E, com a mesma habilidade, retirar outros de quem incomoda. Tudo, claro, dentro das margens da "estatística" de erros. Os motivos dessa aritmética seletiva seguem um mistério. Só os inocentes coelhinhos, sem dentes afiados e nem garras ameaçadoras, ainda fingem não ter descoberto as razões.

Sem desgastes

O PSD chega às eleições de 2026 com participação bem mais modesta do que projetava, mas terá como principal espaço na chapa majoritária uma suplência ao Senado. 

Mais

No caminho, a legenda ficou sem um deputado estadual e também o vice-governador, pois ambos se filiaram ao Republicanos. As mudanças, porém, ocorreram sem atritos públicos.

DiálogoFoto: Divulgação

O fotógrafo Roberto Higa será o homenageado especial da sessão solene em comemoração aos 127 anos de Campo Grande, no próximo dia 25. Reconhecido por registrar, ao longo de décadas, a história da Capital e de MS, Higa recebeu a Medalha Destaques da Década Juvêncio César da Fonseca. Emocionado, o fotógrafo lembrou que acompanha o trabalho do Legislativo desde os anos 1970. Durante a solenidade de aniversário da cidade também serão entregues os títulos de Cidadão Campo-Grandense, Cidadão Benemérito e a Medalha do Mérito Legislativo José Antônio Pereira a personalidades que contribuem para o desenvolvimento de Campo Grande.

Diálogo Fátima e Dr. José Luiz Mikimba - Foto: Miguel Palácios

 

Diálogo Larissa Sequeira - Foto: Arquivo Pessoal

Se...

A possibilidade de Reinaldo Azambuja se tornar ministro de eventual governo de Flávio Bolsonaro agitou os bastidores políticos de MS. Isso porque, se acontecer, a vaga no Senado seria ocupada pelo primeiro suplente,Nelson Trad Filho. A hipótese abriu nova frente de especulações entre grupos políticos. Assim, as conversas já tratam dos possíveis efeitos dessa mudança no tabuleiro eleitoral. Mas como ainda tem muita água para passar debaixo da ponte... 

Cadeiras

O Ministério Público de MS encaminhou à Assembleia Legislativa projeto que cria 454 novos cargos, entre efetivos e comissionados. A proposta prevê impacto orçamentário anual de R$ 83,83 milhões. Do total de vagas, 354 são cargos em comissão e 100 são efetivos de analista. Segundo o MPMS, as nomeações serão gradativas e a despesa permanecerá dentro do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Na lista

Decidido a retornar às benesses de um mandato parlamentar, o ex-deputado estadual Maurício Picarelli (PRD) tenta agora uma vaga na Câmara Federal. Depois de oito anos na Assembleia Legislativa de MS, ficou um período afastado da vida parlamentar. Em 2024, tentou voltar à política disputando uma cadeira de vereador em Campo Grande, mas não teve sucesso. Agora, aposta novamente nas urnas e coloca seu nome na disputa por uma vaga em Brasília. Integra, assim, a lista de "ex" da política que tentam voltar ao palco iluminado da vida pública.

ANIVERSARIANTES 

  • Eduardo Souza Leal,
  • Guilherme Molento,
  • Aguinaldo Oliveira,
  • Gelasio Roque Lani, 
  • Egles Violin, 
  • Aimar Marques Ribeiro,
  • Dirceu Gabriel Merlin,
  • Ivo Antunes Coitinho,
  • Antonio Conceição de Souza,
  • Higa Nabukatsu, 
  • Márcia Tomi Fuzita,
  • Zoenir do Carmo Fernandes 
  • da Silva,
  • Vera Márcia de Almeida Senefonte,
  • Felix Fernandes Brites,
  • José Cláudio Soares da Silva,
  • Andresa Vasconcelos,
  • Elio Feranti,
  • Izabel Christina Müller Colpani,
  • Aquiles de Jesus Giordano,
  • Nayara Ferreira Bernardino,
  • Nilo Francisco Muller,
  • Leonardo Furtado Loubet, 
  • Samia Roges Jordy Barbieri, 
  • Hectore Ocampo Filho, 
  • Zelir Antonio Maggioni, 
  • Lúcio Martins Lisboa, 
  • Natália Rondon Bachega, 
  • Jarbas Magno Miranda,
  • Frederico Fukagawa,
  • Inivaldo Gisoato, 
  • Joaquim Rodrigues Lopes,
  • Bruna Oliva,
  • Andrezza Monteiro Perez,
  • Carlos Antonio Marcos Pascoal,
  • Edson Luiz da Silva Pinheiro,
  • Jéssica Felix de Rezende,
  • José Fogaça de Souza,
  • Emerson Oliveira Delmonde,
  • Luciano Matos Sanches,
  • Maruce Yonamine,
  • Arlindo Leite de Figueiredo,
  • Luciano Guitierrez Brandão,
  • Renato Costa Brum,
  • Antonia Sabrina Ferreira,
  • Aury Schneider,
  • Rodrigo Jabrayan, 
  • Ighor Alves Gomes da Silva,
  • Luiz Carlos Louzano,
  • Patrícia Rohwedder Guimarães,
  • Júlio Flori Jorge,
  • Marília Leite Langassner,
  • Lucinei Marrissoni,
  • Eny Mara Alves Sá,
  • Otony Souza,
  • Ilda Borges de Barros,
  • Osvaldo Ortiz,
  • Fernando Carlos de Luna,
  • Helena Carretoni,
  • Altamiro Leal,
  • Maura Andrea do Amaral,
  • Eneida da Silva Gomes,
  • Pamela Flores Cardin,
  • Rodolpho Succhi Neto,
  • Luciano Bordignon Conte,
  • Antônio Edson Alves,
  • Luiz Sérgio Costa Ferreira,
  • José Carlos Marques,
  • Mônica Barbosa Batista,
  • Guilherme Pasculli Barcellos, 
  • Elida Fernanda dos Santos, 
  • Margareth Gonçalves,
  • Osmar Martins dos Santos,
  • Maria de Lourdes da Silva Soares,
  • João Batista Ferreira dos Santos,
  • Lucila Alves de Araújo,
  • Heitor Gomes da Silva,
  • José Antônio Leite Marques,
  • Marlos Henrique Teixeira,
  • Licinio Lanteri de Almeida,
  • Samia Almeida Roca,
  • Maria Luiza de Araújo Barbieri,
  • Isadora Borges de Rosa Silva,
  • Patrícia Feitosa de Lima,
  • Cleuza Trajado Budid, 
  • Pedro Luiz dos Santos,
  • Maria da Conceição Prado, 
  • Luiz Carlos de Menezes Leal, 
  • Giovanne Shoei da Silva Arakaki,
  • Washington Nogueira Ramos,
  • Alexandre Luis Alves Guilherme,
  • Gelson Guimarães,
  • Maria Inês Branco Pucci,
  • Anne Grubert Fernandes,
  • Marina de Oliveira Kroll Leite,
  • Marisa Pinheiro Cavalcanti,
  • Ricardo Cardoso Gurgel,
  • Sérgio Coleti,
  • Liliana Simionatto,
  • Lívia Inara Akamine,
  • Andrea Pereira Nardon Braga,
  • Carla Roberta D'Amore,
  • Altamiro Rezende do Nascimento,   
  • Cristiane Gazzotto Campos,
  • Tatiana Pereira Goes, 
  • Deocleciano Guerreiro Gonçalves,
  • Maria Elisabete Freitas Assunção,
  • Jefferson Yamada,
  • Celso Stahl,   
  • Fábio Ricardo Trad, 
  • Leila Custódia Lima Scudeller,
  • Marcelo Cantizani Azambuja.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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