Correio B

DIVERSÃO EM FAMÍLIA

Cinco filmes para assistir com as crianças

Veja opções de filmes que não são de animação, mas com classificação livre para ver em família

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No mundo do entretenimento, encontrar opções de filmes que agradem tanto crianças quanto adultos pode ser um desafio. Enquanto as animações costumam dominar as telonas, existem diversas produções com classificação indicativa livre que oferecem diversão para toda a família.

O Correio do Estado reuniu cinco dicas de filmes que não são de animação, mas que trazem mensagens valiosas sobre amizade, coragem e imaginação.

Desde clássicos atemporais até aventuras modernas, essas sugestões prometem garantir momentos divertidos em família em uma noite de cinema perfeita.

Todos estão disponíveis em streamings.

Cinco filmes para assistir em família:

A fantástica fábrica de chocolates

A fantástica fábrica de chocolates

A Fantástica Fábrica de Chocolate gira em torno de Charlie Bucket, um garoto pobre que vive com sua família em uma pequena casa. Ele sonha em visitar a misteriosa fábrica de chocolate de Willy Wonka, um excêntrico chocolatier.

Quando Wonka anuncia um concurso em que cinco bilhetes dourados são escondidos em barras de chocolate, Charlie fica determinado a encontrar um deles. Para sua alegria, ele consegue um bilhete e é convidado a visitar a fábrica, junto com as outras crianças sortudas: Veruca Salt, Augustus Gloop, Violet Beauregarde e Mike Teavee.

Dentro da fábrica, eles descobrem um mundo mágico repleto de doces incríveis e invenções surpreendentes. No entanto, as falhas de cada criança levam a consequências cômicas e inesperadas. A

o longo da visita, Charlie aprende sobre valores como humildade e bondade, enquanto Willy Wonka enfrenta seus próprios desafios pessoais.

O filme tem três versões, sendo a clássica de 1971, a versão de Tim Burton de 2005 e o musical Wonka de 2023.

Onde assistir: Max

Matilda

Matilda

Matilda é uma adaptação da obra de Roald Dahl que conta a história de Matilda Wormwood, uma garotinha brilhante e talentosa, mas que vive em uma família que não a compreende e a trata com negligência.

Enquanto seus pais, sempre absortos em suas próprias vidas, a ignoram, Matilda descobre o amor pelos livros e se torna uma leitora voraz.

Após uma série de estranhos eventos ocorridos em casa, quando Matilda descobre que possui poderes mágicos, seu pai resolve enviá-la à escola. O local é controlado com mão de ferro pela diretora Agatha Trunchbull, o que faz com que Matilda apenas se sinta bem ao lado da professora Honey, que tenta ajudá-la o máximo possível.

Com sua inteligência e habilidades telecinéticas, Matilda decide enfrentar os desafios que surgem, usando sua criatividade e coragem para proteger seus amigos e transformar sua própria vida.

Onde assistir: Netflix, Prime Vídeo, Max

Uma noite no museu

Uma noite no museu

A trilogia Uma Noite no Museu traz uma mistura de aventura, comédia e história, centrada em Larry Daley, um guarda noturno que descobre que as exposições do Museu de História Natural ganham vida durante a noite. No primeiro filme, Larry enfrenta desafios cômicos e emocionantes enquanto tenta proteger as relíquias e manter a ordem no museu. 

Nas sequências, Uma Noite no Museu 2 e Uma Noite no Museu: O Segredo da Tumba, a trama se expande com novos personagens e locais.

Com um elenco de peso, incluindo Ben Stiller, Robin Williams, Rami Malek e Owen Wilson, a trilogia não só entretém, mas também oferece lições sobre amizade, coragem e a importância da história. Cada filme é uma celebração da imaginação e da diversão, fazendo com que tanto crianças quanto adultos se apaixonem por essas aventuras noturnas.

Onde assistir: Disney+

As crônicas de Nárnia

Lúcia, Susana, Edmundo e Pedro são quatro irmãos que vivem na Inglaterra, em plena 2ª Guerra Mundial. Eles vivem na propriedade rural de um professor misterioso, onde costumam brincar de esconde-esconde.

Em uma de suas brincadeiras eles descobrem um guarda-roupa mágico, que leva quem o atravessa ao mundo mágico de Nárnia.

Este novo mundo é habitado por seres estranhos, como centauros e gigantes, que já foi pacífico mas hoje vive sob a maldição da Feiticeira Branca, Jadis, que fez com que o local sempre estivesse em um pesado inverno.

Sob a orientação do leão Aslam, que governa Nárnia, as crianças decidem ajudar na luta para libertar este mundo do domínio de Jadis.

Onde assistir: Disney+

Turma da Mônica: Laços

     

Turma da Mônica: Laços é um filme baseado na famosa série de quadrinhos de Mauricio de Sousa. A história gira em torno de Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali, quatro amigos inseparáveis que vivem diversas aventuras na infância.

Quando o cachorro de estimação de Cebolinha, o Floquinho, desaparece, ele se junta aos amigos para a emocionante missão de encontrá-lo. Ao longo da busca, o grupo enfrenta desafios e obstáculos que testam sua amizade e coragem.

Eles exploram a vizinhança e se deparam com personagens icônicos dos quadrinhos, enquanto lidam com o que significa ter laços de amizade verdadeiros.

O filme é uma celebração da infância, da lealdade e do valor da amizade, trazendo à vida os queridos personagens de forma divertida e emocionante, encantando tanto crianças quanto adultos.

Onde assistir: Globoplay

    

Moda Correio B+

Fashion Rio: Recomeçar. Resistir. Retornar.

Enraizado na memória, reimaginado para o presente.

04/04/2026 18h00

Fashion Rio: Recomeçar. Resistir. Retornar.

Fashion Rio: Recomeçar. Resistir. Retornar. Foto: Divulgação

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Houve um tempo em que o Rio não apenas inspirava a moda brasileira, ele a conduzia. À frente do calendário, com o mar como pano de fundo e a leveza como linguagem, o Fashion Rio não era só um evento, era atmosfera, identidade e movimento. E então, silêncio, mas toda pausa carrega intenção.

O primeiro movimento é recomeçar. Quando o Fashion Rio surgiu no início dos anos 2000, foi sob a visão de Eloysa Simão que ele ganhou forma e direção. Mais do que criar um evento, ela estruturou uma plataforma que posicionou o Rio de Janeiro como polo criativo da moda brasileira, um contraponto complementar à força industrial que se consolidava em São Paulo com o São Paulo Fashion Week.

O Rio falava outra língua, uma língua solar, autoral e sensorial. Ali, nomes como Oskar Metsavaht (Osklen), Lenny Niemeyer, Blue Man e Patricia Viera ajudaram a construir uma identidade que misturava sofisticação e natureza, urbano e orgânico. Desfiles ao ar livre, integração com a paisagem, uma estética que não separava moda de estilo de vida, mas o tempo exige ajustes.

Mudanças no mercado, reposicionamentos estratégicos e a concentração de investimentos em São Paulo fizeram com que o Fashion Rio entrasse em um hiato. Não foi um fim, foi um intervalo. Um espaço necessário para recalibrar propósito em um cenário que já não era o mesmo.

Recomeçar não é ausência, é preparação! Então chegamos ao segundo movimento: Resistir. Mesmo fora do calendário oficial, a essência do Fashion Rio nunca desapareceu. Ela resistiu na estética brasileira, na valorização do feito à mão, na narrativa de uma moda que não se separa da cultura. Projetos como o Rio Moda Rio surgiram como tentativas de reativar essa energia. Mais do que eventos, eram sinais: o Rio ainda tinha algo a dizer, e tinha!

Fashion Rio: Recomeçar. Resistir. Retornar.Fashion Rio: Recomeçar. Resistir. Retornar. - Divulgação

A moda brasileira começou a olhar mais para dentro: sustentabilidade, ancestralidade, brasilidade como potência e não como clichê. O que antes era cenário passou a ser discurso, e o que era estilo virou posicionamento. Resistir, aqui, não foi permanecer igual, foi evoluir sem perder essência. E então, finalmente, chegamos ao terceiro movimento: Retornar.

Em 2026, o Fashion Rio retorna sob a direção de Paulo Borges, desta vez, não como origem, mas como gesto de rearticulação. Sua entrada marca um novo capítulo, trazendo a experiência de quem consolidou o São Paulo Fashion Week como referência internacional, mas o desafio aqui é outro: não construir do zero, e sim reinterpretar um legado. Não se trata de repetir o passado, mas de traduzi-lo para o presente.

O novo momento aponta para uma moda mais consciente, mais conectada com território, diversidade e impacto. O Rio volta não só como cenário, mas como protagonista de uma narrativa que mistura cultura, arte, sustentabilidade e economia criativa.

Se antes o Fashion Rio era sobre imagem, agora é também sobre mensagem. Se antes era sobre tendência, agora é sobre identidade. Retornar não é nostalgia. É direção.

No fim, assim como no vestir, eventos também comunicam quem somos e para onde vamos. O Fashion Rio ressurge em um momento em que a moda brasileira busca coerência entre discurso e prática, entre estética e propósito, e talvez essa seja sua maior força agora.

A pergunta já não é se o Fashion Rio ainda tem relevância, a pergunta é: estamos prontos para enxergar o Rio e a moda brasileira sob essa nova luz?

Fashion Rio: Recomeçar. Resistir. Retornar.Gabriela Rosa - Consultora de Imagem e Estilo - Divulgação

 

Saúde Correio B+

Especialista fala sobre os cuidados que mães atípicas precisam ter com a própria saúde

Psiquiatra infantil destaca que, para atender melhor às necessidades dos filhos, essas mães também precisam olhar para o próprio bem-estar

04/04/2026 16h30

Especialista fala sobre os cuidados que mães atípicas precisam ter com a própria saúde

Especialista fala sobre os cuidados que mães atípicas precisam ter com a própria saúde Foto: Divulgação

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Felizmente, o conhecimento sobre o autismo e outras condições do neurodesenvolvimento está cada vez mais disseminado na sociedade. Hoje, especialmente quando se trata de crianças neurodivergentes, ambientes como as escolas se preparam melhor para atender suas necessidades e promover inclusão.

Apesar desses avanços, a realidade das chamadas mães atípicas, termo utilizado para definir mulheres que cuidam de filhos com condições como autismo ou outras neurodivergências, ainda é pouco discutida, especialmente no que diz respeito à sobrecarga física e emocional enfrentada no dia a dia.

Grande parte das discussões públicas costuma se concentrar nas estratégias de cuidado e inclusão das pessoas neurodivergentes. No entanto, quando o tema envolve quem acompanha esse processo desde a infância, muitas vezes falta espaço para refletir sobre os desafios enfrentados por essas mães.

Sobre a saúde da mãe atípica

De acordo com Luana Gomez, psiquiatra infantil do Hospital HSANP, muitas mães atípicas vivem em um estado constante de vigilância para atender às necessidades dos filhos, o que pode desencadear problemas como ansiedade, depressão e exaustão física e mental, especialmente quando não há uma rede de apoio estruturada.

“Uma mãe atípica precisa estar constantemente atenta às necessidades do filho, o que pode gerar um nível elevado de estresse. Em alguns casos, simples notificações no celular ou ligações acabam se tornando gatilhos para episódios de ansiedade, mesmo em momentos que deveriam ser de descanso, algo que já é escasso na rotina dessas mães”, explica.

A participação ativa da mãe é fundamental para o desenvolvimento da criança, especialmente no manejo de comportamentos desafiadores e no estímulo à autonomia, independência e funcionalidade. Esses aspectos são importantes para que, no futuro, a pessoa tenha mais facilidade de se integrar em diferentes ambientes, como o escolar e o profissional.

Ao mesmo tempo, é essencial que essas mulheres também busquem cuidado para si mesmas. Quando a rotina se torna totalmente centrada nas demandas do filho, o desgaste emocional pode afetar não apenas a saúde da mãe, mas também a qualidade do cuidado oferecido à criança.

Rede de apoio

“Ninguém prepara uma mulher para ter um filho neurodivergente. Por isso, quando uma mãe se sente cansada ou estressada, isso não significa que ela ama menos o filho, mas sim que muitas vezes não há espaço para o autocuidado e, em muitos casos, existe uma ausência completa de rede de apoio”, acrescenta a especialista.

Essa rede de apoio pode ser formada por familiares, amigos, outras mães atípicas e, principalmente, por profissionais de saúde que acompanhem tanto o desenvolvimento da criança quanto o bem-estar emocional da mãe.

“Para que a criança neurodivergente tenha a melhor qualidade de vida possível, especialmente nas fases mais importantes do desenvolvimento, é fundamental que a saúde emocional de quem cuida dela também esteja preservada. Esse cuidado não é sobre mudar quem essas mães são ou exigir que sejam ainda mais fortes, mas sobre ajudá-las a recuperar aspectos da própria vida que muitas vezes precisaram deixar de lado diante de uma rotina tão exigente”, finaliza Luana Gomez.

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