Correio B

ENTREVISTA

Cinco perguntas para Tony Ramos, atualmente no ar em duas reprises de novelas

Enquanto aguarda a próxima novela de João Emanuel Carneiro, o ator reaparece em dose dupla em tramas de Manoel Carlos

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Os quase 60 anos de televisão de Tony Ramos lhe deram uma gigantesca bagagem sobre os meandros dos bastidores de tevê. Ao longo das décadas, o ator de 72 anos viu o setor se transformar inúmeras vezes. Por isso mesmo, ao se deparar com as recentes alterações de mercado experimentadas pelo “boom” das séries e dos serviços de “streaming”, Tony garante que o espaço das novelas, produto o qual o consagrou no vídeo, seguirá intacto por muitos anos ainda. “Sou um grande defensor da bandeira dos folhetins. O folhetim é uma identidade universal. Está presente nas séries americanas, nórdicas ou japonesas. Nunca fui blasé com relação às novelas. Se você olhar uma série como ‘Homeland’, com seus quase 100 episódios, não há um que não se amarre no próximo. A diferença é o formato, que não é diário. Há uma camaradagem com o espectador de novela, que também vê o seu cotidiano ali. Por isso que a reprise de ‘Fina Estampa’ dá 37 pontos, e ‘Totalmente Demais’ também vai bem”, defende o ator, que voltou ao ar como o culto Miguel de “Laços de Família”, no “Vale a Pena Ver de Novo”, 20 anos após a exibição original, e também como o saxofonista Téo de “Mulheres Apaixonadas”, do canal Viva. “O Maneco (Manoel Carlos) é dono de histórias atemporais. Fiz gêmeos em ‘Baila Comigo” e, se colocarem no ar de novo ou refizerem, vai ser uma história do presente. A atemporalidade é o que conduz as obras do Maneco”, completa.

Na obra dirigida por Ricardo Waddington, Miguel é um culto e charmoso dono de uma livraria no Leblon. Viúvo e pai de dois filhos, ele se apaixona por Helena, papel de Vera Fischer, mas precisa lidar com a conturbada vida amorosa da protagonista, que se vê dividida entre Edu, de Reynaldo Gianecchini, e Pedro, interpretado por José Mayer. “Ele renuncia ao amor por um ato de nobreza. Então, eu não podia passar nenhum sentimento de decepção, ódio ou ranço. Isso não tinha relação com o personagem. Fazer o bonzinho é mole até a página dois. Da página três para frente pode ficar piegas, perigoso ou não convencer. Tive muito de trabalhar o silêncio no Miguel”, relembra. De folga das novelas desde o fim de “O Sétimo Guardião”, Tony está escalado para a próxima trama das nove assinada por João Emanuel Carneiro, que tem estreia indefinida por conta da pandemia do novo coronavírus. Os dois já trabalharam juntos em “A Regra do Jogo”, de 2015. “O João é um autor muito ousado, arrojado e atrevido. Quando vi a ideia da nova novela dele, pensei: ‘a ideia é inacreditável. De onde brota isso tudo?’ (risos). Ele vai fundo em uma série de discussões”, elogia.

P – Como você recebeu a notícia de que “Laços de Família” iria voltar ao ar? 

R – Eu acho que foi uma escolha muito feliz da emissora. Depois desse estrondoso sucesso que foi “Êta Mundo Bom!”, vem uma novela com outra proposta e uma reflexão das mais variadas sobre o cotidiano. Ser simples é de uma dificuldade absoluta. Em “Laços de Família”, tive momentos lindos. A preparação com o Flavinho Silvino, que faz meu filho na novela, foi muito especial. O Miguel estava inserido em um núcleo especial. Ele era dono de uma livraria e editora. Vinha ao encontro com o que eu sempre pratiquei e pratico. Sem contar o texto do Maneco. Era de uma textura particular.

P – Além de “Laços de Família”, você também esteve em outras obras de Manoel Carlos, como “Baila Comigo”, “Felicidade” e “Mulheres Apaixonadas”. Como é sua relação com o autor? 

R - O Maneco é um homem que veio do teatro, um grande observador do cotidiano das pessoas. Já conheço muito a obra dele e sempre soube dessa observação cotidiana dele. Ele senta no seu canto da Livraria Argumento, no Leblon, e fica observando tudo. Ele tem um olhar com um filtro de criatividade. O Maneco é um literato, um homem bem informado e culto. Cada autor tem um jeito, o Maneco tem um olhar mais longo através da janela. Por isso as cenas tinham uma duração maior. Eu recebia cenas de cinco páginas e pensava: “vou ficar quietinho no meu canto, decorando”. Acho essa reprise uma chance de rever uma bela história, fazer uma releitura e revisitar um texto que faz muito bem aos ouvidos.

P – A trama de “Laços de Família” iniciou as gravações no Japão. Quais lembranças você carrega dessa viagem? 

R – A gente fez uma viagem longa pelo Japão. Acho que fizemos cenas de uns 20 capítulos. Vários capítulos, inclusive, iam chegando, durante a viagem, através de fax. Estávamos eu, Vera Fischer, Carol (Dieckmann) e Julia Feldens. Gravamos no interior, gravamos em um trem bala. Fomos para Kyoto e estivemos em um templo budista lindíssimo. Essa viagem ao Japão foi ótima para o meu personagem. O Japão fornece muito material naturalmente. Aliás, foi lá que conheci máscara pela primeira vez (risos). Todo mundo no metrô usava máscara, uma preocupação de não contaminar ninguém. Uma disciplina absoluta. 

P – Recentemente, você também voltou ao ar em “Mulheres Apaixonadas”, que é exibida pelo canal Viva. Como está sendo revisitar esses dois trabalhos simultaneamente?

R – É delicioso rever esses projetos juntos. Mas é bem difícil estabelecer qualquer paralelo entre eles. Eles têm um choque dramático. O Miguel era um homem que nunca tinha superado o acidente em que a mulher morreu, se apaixona pela Helena (Vera Fischer) e não é correspondido naquele momento. Ele tinha um ato muito nobre de renunciar ao amor que ele sentia por aquela mulher. O Téo era um sujeito blasé com a vida, muito rico e que descuidava do casamento dele. Ele só acorda para a vida quando entra em coma a partir daquele famoso tiroteio da Dias Ferreira. Eram sujeitos opostos, mas que tive um prazer idêntico de fazer.

P – Você está com quase 60 anos de carreira e segue bastante ativo. Além de estar no ar em duas reprises, também está escalado para a próxima novela do João Emanuel Carneiro. O que ainda o motiva a aceitar novos papéis?

R – Sou uma pessoa que tenho prazer com a minha profissão. Gosto de estar atuando e estar entre meus colegas de cenas. Sei que todas as noites têm, pelo menos, 50 milhões de brasileiros que esperam o melhor possível de mim. Tudo isso independentemente de dor de cabeça, unha encravada ou qualquer problema pessoal. Sou grato pela minha trajetória. Esses meus estímulos para seguir trabalhando e, de vez em quando, um vinho tinto, porque ninguém é de ferro (risos). Daqui a pouco vou estar aposentado ou trabalhando menos, vem uma rapaziada boa por aí. Vou para o teatro, fazer Shakespeare para sempre ou fazer uma novela de vez em quando. 

Cinema

Longa-metragem filmado na Morada dos Baís, "Lydia" resgata a trajetória da artista de MS

Longa-metragem filmado na Morada dos Baís, "Lydia" resgata a trajetória da artista sul-mato-grossense e, a partir de sua autobiografia, transforma memória, espiritualidade e rebeldia em uma narrativa não linear que mistura o real com a ficção

11/05/2026 08h30

Gravações do longa ocorrem majoritariamente na Morada dos Baís, onde as artes de Lídia e elementos de época ajudam a contar a história

Gravações do longa ocorrem majoritariamente na Morada dos Baís, onde as artes de Lídia e elementos de época ajudam a contar a história Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Entre paredes antigas, móveis garimpados, afrescos desgastados pelo tempo e memórias que atravessam décadas, a Morada dos Baís voltou a respirar a presença de sua moradora mais enigmática.

É nesse espaço histórico de Campo Grande que ganha forma “Lydia”, longa-metragem de ficção produzido pela Pólofilme e inspirado na obra literária “História de T. Lídia Baís” (1960), escrita pela própria artista sob o pseudônimo de Maria Tereza Trindade.

Dirigido por Ricardo Câmara, com codireção de Mariana Villas-Bôas, o filme mergulha nas memórias, contradições, espiritualidade e processos criativos de Lídia Baís, uma mulher que rompeu padrões sociais no início do século 20 e construiu uma obra artística singular em um território ainda distante dos grandes centros culturais brasileiros.

Com filmagens iniciando nesta semana e com encerramento previsto para junho, o longa conta com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, e apoio institucional da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande, que cedeu a Morada dos Baís e o Museu José Antônio Pereira como locações.

No elenco, nomes consagrados da cena sul-mato-grossense e nacional dividem espaço para reconstruir a trajetória da artista: Beatrice Sayd, Alzira E, Ney Matogrosso, Ana Brun – vencedora do Urso de Prata no Festival de Berlim –, além de Breno Moroni, Gisele Sater, Antônio Salvador, Bianca Machado e participações especiais de Duda Mamberti, Jéssica Barbosa Cauim e Zahy Tentehar.

Além da direção e do elenco, a equipe criativa reúne nomes como Joel Yamaji na direção-assistente, Alziro Barbosa na fotografia, Fabianne Rezek na direção de produção e Mariana Sued no figurino.

O roteiro é assinado por Melina Delboni, enquanto a produção leva a assinatura de Joel Pizzini e Juliana Domingos.

UMA MULHER SURREAL

Nascida em Campo Grande em 1900, Lídia Baís cresceu em uma família tradicional sul-mato-grossense, mas escolheu um caminho distante daquele reservado às mulheres de sua época. Enquanto o destino esperado era o casamento e a vida doméstica, ela decidiu seguir pela arte.

Entre viagens ao Rio de Janeiro, Paris e Alemanha, a artista circulou entre intelectuais e modernistas importantes do século passado. Conviveu com o pintor surrealista Ismael Nery, com o poeta modernista Murilo Mendes e com os irmãos pintores Henrique Bernardelli e Rodolfo Bernardelli.

Apesar da proximidade com nomes hoje consagrados, Lídia permaneceu durante décadas à margem da história oficial da arte brasileira. Realizou apenas uma exposição em vida, em 1929, no Rio de Janeiro, e acabou transformando o espaço doméstico em território criativo.

Na casa da família, pintou murais, escreveu textos, compôs músicas e desenvolveu uma linguagem artística própria, atravessada pela espiritualidade, o surrealismo e o expressionismo.

Para Ricardo Câmara, a trajetória da artista representa uma parte essencial da história cultural sul-mato-grossense.

“A Lídia Baís é uma história das artes de Mato Grosso do Sul. Ela pode ser considerada a mãe de todos os artistas sul-mato-grossenses. Uma mulher que nasceu em 1900, acompanhou todo o século 20 e esteve ao lado de alguns dos principais artistas brasileiros da década de 1920”, afirma o diretor.

Segundo ele, a ideia do filme nasceu durante a pandemia, quando teve contato mais profundo com a biografia da pintora. “Quando li o livro sobre a Lídia, pensei imediatamente que precisávamos fazer um filme sobre ela. Era uma história muito potente, muito cinematográfica”, relembra.

MEMÓRIA E INVENÇÃO

Embora inspirado em fatos reais, “Lydia” não pretende seguir o caminho tradicional das cinebiografias lineares. A proposta narrativa abraça a subjetividade e a fragmentação das memórias.

A codiretora Mariana Villas-Bôas explica que o filme nasce justamente da autobiografia escrita pela própria artista, uma obra que mistura realidade, fabulação e autorrepresentação.

“A autobiografia dela já é uma ficção sobre ela mesma. A gente vê a Lídia como uma multiartista, quase uma performance. Para nós, esse livro já é uma obra de arte”, afirma.

No longa, o eixo principal da narrativa acontece em 1929, ano da exposição da artista no Rio de Janeiro. A partir daí, diferentes tempos se sobrepõem. A infância, a juventude e a velhice de Lídia aparecem entrelaçadas em uma construção não linear.

“O filme é sobre memória. Não existe uma preocupação de contar a história cronologicamente. O tempo funciona como funciona a memória: você olha um objeto e imediatamente é levado para outra época da sua vida”, explica Ricardo.

A artista será interpretada em diferentes fases por Maria Alice Bispo (infância), Beatrice Sayd (fase adulta) e Alzira E (velhice).

A LÍDIA EM NÓS

Responsável por interpretar Lídia na fase adulta, Beatrice Sayd descreve a personagem como um mergulho emocional intenso. A atriz afirma que encontrou uma identificação imediata com a pintora. “Ela me representa. Acho que representa todas nós, mulheres. Esse lado da arte, da resistência, da coragem de enfrentar tudo para seguir os próprios sonhos”, diz.

Para a atriz, interpretar Lídia exige muito mais do que reproduzir trejeitos ou características físicas. O processo passa por compreender os conflitos internos da artista e transformá-los em humanidade.

“Cinema é simplicidade, mas chegar na simplicidade é muito difícil. Estou em processo ainda. Cada descoberta muda a forma como eu vejo a personagem”, conta.

Beatrice relata que um dos maiores desafios tem sido compreender a complexidade psicológica de Lídia. “Ela era uma mulher muito intensa, muito espiritualizada, inquieta. Pintava, escrevia, compunha, estava sempre criando alguma coisa. Acho que existe ali uma complexidade emocional muito grande”, afirma.

A atriz também estabelece paralelos entre sua trajetória e a da pintora. Assim como Lídia, ela deixou Campo Grande para seguir carreira artística ainda jovem. “Eu saí de casa aos 18 anos para ser atriz. Quando penso no que a Lídia fez nos anos 1920, numa Campo Grande que nem luz elétrica tinha direito, é impressionante”, pontua.

ROMPIMENTO COM A TRADIÇÃO

Outro personagem importante da narrativa é o pintor Henrique Bernardelli, interpretado por Breno Moroni. Mestre da protagonista, Bernardelli representa o embate entre a pintura acadêmica tradicional e as vanguardas modernas que começavam a surgir na Europa. “Ele acreditava que a pintura existia para retratar a realidade exatamente como ela é. Já a Lídia caminhava para o surrealismo, para uma arte mais subjetiva”, explica o ator.

Gravações do longa ocorrem majoritariamente na Morada dos Baís, onde as artes de Lídia e elementos de época ajudam a contar a históriaFoto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Moroni afirma que o filme trabalha essa relação de maneira afetuosa, mas também conflituosa. “Havia respeito mútuo. Ele não a via como aluna, mas como discípula. Só que, aos poucos, ela começa a se rebelar artisticamente”, pontua.

Durante a entrevista, o ator também refletiu sobre o apagamento histórico sofrido por Lídia Baís. “Ela foi esquecida por ser mulher, por ser do interior, por ser uma artista que não se encaixava nos padrões. Mas ela entrou para a história da arte de verdade, e isso é uma fama que atravessa o tempo”, avalia o artista.

Moroni traça ainda um paralelo entre os conflitos enfrentados pela artista e os debates atuais sobre tecnologia, linguagem e transformação artística. “O novo sempre assusta. A Lídia rompeu padrões até dentro da arte, que já era rebelde por natureza”, destaca.

FAMÍLIA ACIMA DE TUDO

No filme, o patriarca Bernardo Baís será interpretado por Duda Mamberti. Figura importante na história de Campo Grande, o personagem aparece como um homem empreendedor, moderno para sua época, mas ainda preso às expectativas tradicionais sobre o papel feminino.

“Ele queria que a filha se casasse, tivesse filhos, seguisse o comportamento esperado para uma mulher daquele tempo”, explica o ator.

Ao mesmo tempo, Bernardo é retratado como um homem que admirava a arte e incentivava a educação da filha, ainda que em conflito com suas escolhas. “Ele brigava com ela, mas continuava financiando os estudos. Era um homem duro para os negócios, mas muito amoroso com os filhos”, aponta o ator.

Para Mamberti, o filme também tem a capacidade de ampliar o reconhecimento cultural do Estado. “Vai abrir uma janela enorme para a obra da Lídia e mostrar que Mato Grosso do Sul não é só agro, Aqui também existe arte, cultura e história”, destaca.

HISTÓRIA VIVA

Grande parte da força estética de “Lydia” nasce das próprias locações escolhidas para as filmagens. A Morada dos Baís, onde a artista viveu, se transforma em personagem central da narrativa.

Segundo Mariana Villas-Bôas, o espaço foi apropriado de maneira simbólica e afetiva pela equipe. “As paredes descascadas, os afrescos antigos, os objetos, tudo isso traz uma camada de tempo muito importante para o filme”, afirma.

A codiretora destaca que muitos elementos aparentemente surrealistas presentes no cenário partem de relatos reais sobre o cotidiano da artista. “As gaiolas, os animais empalhados, os objetos espalhados, tudo isso existia. Parece ficção, mas vinha da forma como ela enxergava o mundo”.

Já o Museu José Antônio Pereira será utilizado para representar a infância de Lídia, trazendo uma dimensão mais rural e ligada à natureza.

Felpuda

Enquanto alguns pré-candidatos folgam nas redes sociais, acreditando...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (11)

11/05/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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SILVANA DUBOC - ESCRITORA BRASILEIRA

"A vida cobra cedo ou tarde as dívidas acumuladas e pessoas que se julgam vencedoras acabam encurraladas. A vida não perdoa quem usa da vida de terceiros para se tornar o primeiro”.

 

FELPUDA

Enquanto alguns pré-candidatos folgam nas redes sociais, acreditando que existe só essa raia para se posicionar e conquistar lugar no pódio dos eleitos, os, digamos, mais antigos estão “correndo o trecho” na tentativa de sensibilizar o eleitor. Um deles conta que pegou carona em uma aeronave e, como chegou adiantado, descendo em pista de terra, não havia ninguém a esperá-lo. Ao avistar uma pessoa passando num trator, não teve dúvida em pegar carona e entrar triunfalmente na cidade “a bordo da máquina”, sob olhares de surpresa de todos. “Causar” foi pouco...

Diálogo

Curiosidade

Realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) e publicada pelo Correio do Estado, pesquisa mostra uma curiosidade na espontânea: enquanto Riedel aparece com 10,33% na preferência popular, o deputado Henrique Catan tem índice de 0,13%.

Mais

O parlamentar empata com Carlos Roberto Massa, o apresentador Ratinho, que tem propriedade em Mato Grosso do Sul e nem sonha em disputar qualquer cadeira aqui por essas bandas. Já o petista Fábio Trad pontua com 1,40%.

DiálogoVanessa Juliana Rosendo Correia da Silva e Marisa Serrano

 

DiálogoCássia Giacon Vian

Projeto

A movimentação das peças no tabuleiro eleitoral neste ano não estão sendo feita de maneira aleatória, explica político enfronhado com as discussões. A jogada está sendo pensada já para 2030, que terá eleições. Na ótica de certo grupo político, o importante é fazer com que os principais postos estejam nas mãos, para que, assim, possam dar continuidade ao projeto de poder que começou a ser construído em 2014 e que não deverá sofrer interrupção.

“Atropelando”

Quem anda causando mal estar entre os seus colegas de Legislativo é o deputado José Orcírio, por não cumprir o rito de uma sessão. Ele interrompe os pronunciamentos, bate-boca com os deputados que estão defendendo suas propostas, ironiza e ataca a base aliada do governo de Riedel, enfim, seria o “quinta série fora de hora”, como vem sendo chamado. Dia desses, usou o mesmo sistema com o presidente da Casa e levou “puxão de orelha”. A continuar assim, poderá ser enquadrado pelo regimento que ele atropela.

Golpe

A Justiça de Campo Grande condenou um homem por “estelionato sentimental” contra uma aposentada de 73 anos. A decisão determinou o pagamento de R$ 150,9 mil por danos materiais e R$ 15 mil por danos morais. Segundo o processo, a vítima transferiu dinheiro, vendeu o único imóvel e contraiu dívidas durante o relacionamento, sob promessa de devolução. O juiz apontou abuso de confiança e exploração da vulnerabilidade emocional.

Aniversariantes

Maria Olga Solari Mandetta,
Ana Luiza Barros Buainain,
Luiz Alberto Maksoud Rahe (Tetê),
Adriana Vasconcellos Almeidinha,
Patrice Koester dos Santos Pereira,
Dr. Edenir Leite Silva,
Flavio Aparecido da Silva,
Tacachi Iquejiri,
Zilda Adelaide Macedo da Costa,
Thamara Jeleilate Rezek,
Dra. Suely Sugui Fujii,
Marcelo Zauith,
Juliana Zampieri Geraldo,
Tereza Maria da Conceição da Silva,
Adilson Dias,
Maria Helena Suyama,
Flávio Cesar de Souza Freitas,
Arlei Sawaris Neto,
Silvana Amorim,
Sueli Sayuri Higashi,
Thiago Augusto Rocha Lemos,
Maximo Ballatore Holland,
Rafael Nunes Gratão,
Adriano Hany Reis Isoud,
Roberto Ferreira de Carvalho,
Amadeu Dias Figueiredo Júnior,
Vera Regina Drago Fernandes,
Nozemar Marques Machado,
Heliomar Klabunde,
José Geraldo Rodrigues Neto,
Vanessa Quinhones Oliveira,
Patrícia Marques Magalhães,
Neri Benevides Olarte,
Tânia Mara Cândia,
Lairton Saltiva,
Airthon Barbosa Ferreira,
Vera Lúcia Marques da Costa,
Ellen Machado dos Santos,
Lorna Nantes d’Avila,
Anabela Martins de Jonas,
Marlucia Mesquita Chaia,
Antônio de Araújo Chaves,
Ivan Bruno Szochaleyicz,
Angelo Dela Bianca Segundo,
Euza Lima Santana,
José Batista de Pontes,
Dra. Veridiana Lia Nicolatti,
Edmea Thaines Moreira,
Rubens Amaral de Mello,
Carlos Haguiuda,
Leandro Thomé Gomez,
Neusa Siena Balardi,
Luis Fernando Ennes de Miranda,
Oriovaldo Lino Leite,
Ivan Neri dos Reis,
Antonio Ferreira de Vasconcelos,
Marcelo Bonfim Azambuja,
Luciana Modesto Nonato,
Paulo Moreira de Oliveira,
Marcel Chacha de Melo,
Mario Márcio Ferreira Vida,
Jandir Trindade Soares,
Antonio Alderete,
Mário César dos Pires,
Joilce Silveira Campos,
Ayrthon Barbosa Ferreira,
Robson Marçal,
Tereza Alessandra Aquino de Medeiros,
Dr. Roberto Almeida de Figueiredo,
Matilde Diogo Chama,
Fabio Rodrigo Antonieto,
João Bosco Ferreira Satolani,
Andrea Costa Silva,
Otair de Paula e Souza,
Tânia Marli Viecili,
Willian Madalosso,
Farao Vieira de Matos,
Marcelo Souza Medeiros,
Guilherme Fontoura Joaquim,
Thiago Soares Fernandes,
Antonio Della Senta,
Andréia Martins Teixeira,
Fernanda de Paula Bento Olartechea,
Flavia da Silva Machado,
Marlene Bezerra da Silva,
Neide Mendes dos Santos,
Walmir Oliveira de Souza,
Maria Cecília Arantes,
Luiza Amélia do Nascimento,
Cláudio João Hahn,
Luciane D’Agosto Freitas Larranhaga,
Derlene Mendonça de Araújo,
Rinaldo José Figueiredo Dantas,
Marcelo Riquelme Ferreira de Castro Barros,
Renan da Cunha Soares,
Elcilande Serafim de Souza,
Orlando Silveira Martins Junior,
Thiago Mendonça Paulino,
Izabela Hermosilha de Paula,
Marcos Pereira Araújo,
Ismael Fernandes Urunaga,
Luciano Montalli,
Sérgio Antonio Rodrigues Novo,
Modesto Luiz Rojas Soto,
Doralice Marcuzo de Souza,
Paulo Sérgio Rocha Gimenes,
Shirlei Silva de Sousa,
Ervaldo Meira. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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