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Gastronomia Correio B+

Clima de Copa do Mundo: receitas de petiscos para curtir os jogos do Brasil

Opções práticas e saborosas para entrar no clima da Copa

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Com a Copa do Mundo de futebol se aproximando, crie a oportunidade perfeita para entrar no clima dos jogos e reunir amigos e família. Pensando nisso, a Água Doce Sabores do Brasil e o Divino Fogão apresentampara o B+  sugestões de petiscos para torcer durante as partidas, principalmente dos jogos do Brasil.

PASTEL DE PALMITO

Ingredientes:

  • 2 tomates
  • 100ml de azeite extravirgem
  • 600 gramas de palmito picado
  • Salsa a gosto
  • 250ml de leite
  • 50 gramas de cebola picada
  • 30 gramas de alho picado
  • Sal a gosto
  • 100 gramas de amido de milho
  • 1kg de massa de pastel

Modo de preparo:

Em uma panela quente, coloque o azeite, a cebola, o alho e deixe fritar. Em seguida, acrescente o palmito, o tomate, a salsa e refogue por 10 minutos. Verifique o sal e mexa até que o palmito esteja macio. Dissolva o amido de milho no leite, misture ao refogado e mexa até engrossar. Retire do fogo e reserve até esfriar. Abra a massa do pastel, no formato ideal para o petisco (8 cm x 5 cm), recheie e frite. Se preferir, utilize outros recheios de sua escolha.

Rendimento: 40 unidades.

Pão Três Queijos - Divulgação

PÃO TRÊS QUEIJOS

Ingredientes:

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • 1 xícara de chá de polvilho doce
  • 50 gramas de queijo meia-cura ralado grosso
  • 50 gramas de queijo parmesão ralado
  • 50 gramas de queijo canastra ou gouda
  • 3 ovos
  • 360ml de água
  • 60ml de óleo
  • 1 colher de chá de sal
  • Óleo a gosto para untar as mãos

Modo de Preparo:

Primeiramente, pré-aqueça o forno a 200ºC. Separe duas assadeiras médias antiaderentes.

Coloque a água e o óleo numa panela pequena e leve ao fogo médio para ferver. Enquanto isso, numa tigela grande, misture os polvilhos com o sal e assim que a mistura de água e óleo ferver, despeje aos poucos sobre a mistura para escaldar, mexendo bem com uma colher até incorporar todo o líquido. Com a massa já morna, adicione os queijos ralados e misture bem.

Em uma tigela pequena, quebre um ovo de cada vez e junte à massa. Misture vigorosamente a cada adição, para incorporar cada ovo totalmente, de preferência com a espátula.

Para modelar os pães de queijo: coloque um pouco de óleo num pires para untar as mãos; com uma colher, retire uma porção da massa e enrole do tamanho de uma bola. Transfira o pão de queijo modelado para a assadeira untada e repita com o restante deixando espaço de 4 cm entre cada um, pois eles crescem ao assar. Leve ao forno por cerca de 40 minutos, até crescer e dourar.

Rendimento: 19 porções

 

Beleza Correio B+

Depilação a laser em pele negra: o que você precisa saber antes de começar

Especialista explica como identificar o fototipo, escolher a tecnologia adequada e adotar cuidados

25/04/2026 15h30

Depilação a laser em pele negra: o que você precisa saber antes de começar

Depilação a laser em pele negra: o que você precisa saber antes de começar Foto: Divulgação

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Hoje o laser é cada vez mais procurado para diferentes regiões do corpo, impulsionado pela otimização do tempo na rotina e por deixar para trás o uso de lâminas e ceras, métodos que costumam causar desconforto, irritação e sensibilidade na pele.

Esse movimento reflete a busca por soluções mais práticas e duradouras e ajuda a explicar o crescimento do setor: de acordo com a Global Market Insights, em relatório divulgado em 2024, o mercado de depilação a laser deve crescer a uma taxa anual de 18,4% até 2032. Apesar da popularização do procedimento, ainda circulam nas redes sociais mitos de que o tratamento “sempre dói” ou “sempre queima” em pele negra, o que gera receio e desinformação.

Segundo a coordenadora responsável técnica Tálona Nayla de Marco, da LypeDepyl, rede referência em depilação a laser e pioneira na despigmentação de tatuagens e sobrancelhas, o primeiro passo para garantir um tratamento seguro é a avaliação individual. “Antes de qualquer sessão, é fundamental identificar o fototipo de pele, uma classificação que considera o tom da pele e a forma como ela reage ao sol”, explica.

De forma simples, os fototipos variam do I (mais claras) ao VI (mais escuras). As peles negras costumam se enquadrar entre os fototipos IV, V e VI, que apresentam maior concentração de melanina. “Isso não impede o uso do laser, mas exige ajustes específicos no tipo de equipamento, na intensidade e nos intervalos das sessões para reduzir o risco de escurecimentos e sensibilizações”, orienta a especialista.

Por que o fototipo influencia no resultado?

A melanina, pigmento responsável pela coloração da pele, também absorve parte da energia emitida pelo laser. Na prática, parâmetros inadequados podem estimular a pele em excesso, aumentando o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.

“Quando o fototipo é respeitado, o laser atua com mais precisão no pelo, preservando a pele ao redor”, explica Tálona. Para quem passa pelo tratamento, isso se traduz em mais segurança e melhores resultados ao longo do processo.

Nem todo equipamento é indicado para todos os tons de pele. Em peles negras, tecnologias que concentram a ação no folículo piloso e apresentam menor dispersão de calor na superfície cutânea oferecem mais segurança.

“O objetivo é tratar o pelo sem estimular excessivamente a melanina, diminuindo o risco de queimaduras ou alterações no tom”, pontua a profissional. Para o paciente, isso representa mais conforto e menor chance de efeitos indesejados.

Atenções antes e depois

Algumas medidas simples impactam diretamente o resultado final. Antes das aplicações, é recomendado evitar exposição solar, suspender o uso de produtos irritantes e manter a área tratada saudável. Após o procedimento, manter a região bem hidratada é importante, já que a hidratação fortalece a barreira cutânea, reduz a sensibilidade e favorece uma recuperação mais rápida. O uso de produtos calmantes também ajuda a prevenir escurecimentos. “Essas orientações reduzem o risco de desconfortos após o tratamento”, conclui.

Cinema Correio B+

Michael: o filme evita polêmicas e transforma a vida de Jackson em espetáculo Filme impressiona

Poucos projetos recentes chegaram ao cinema com tanta expectativa acumulada quanto Michael. Não é apenas mais uma cinebiografia, mas um filme que carrega a promessa de dar forma definitiva a um dos nomes mais incontornáveis da cultura pop.

25/04/2026 14h00

Michael: o filme evita polêmicas e transforma a vida de Jackson em espetáculo Filme impressiona

Michael: o filme evita polêmicas e transforma a vida de Jackson em espetáculo Filme impressiona Foto: Divulgação

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Uma missão que quase todos antecipavam ser impossível, mesmo diante do comprometimento do diretor Antoine Fuqua em não excluir nenhum tema sensível. O filme passou por anos de regravações e revisões de roteiro, apenas para chegar às telas exatamente como muitos temiam: tão controlado que não parecia precisar de tanto esforço para chegar a esse resultado.

O filme foca na música e na singularidade de Michael Jackson enquanto artista e sabe traduzir isso em cena com uma força que atravessa gerações. Para quem não viveu o auge de sua carreira, funciona como introdução.

Para quem acompanhou aquele período, funciona como um retorno direto à experiência de vê-lo dominar palco, imagem e som com um controle quase absoluto. No fim, é também uma sucessão de grandes momentos musicais.

Há algo que o filme reafirma com clareza: Michael não era apenas um sucesso. Ele era uma exceção.

A precisão vocal, o domínio corporal, a construção estética de cada fase, a capacidade de transformar música em evento visual. Tudo isso aparece de forma consistente e, em alguns momentos, impressionante.

O problema não está no que o filme mostra.

Está no que ele escolhe simplificar.

A trajetória inicial, da infância em Indiana ao fenômeno dos Jackson 5, é tratada de maneira acelerada, quase protocolar, como se fosse apenas uma etapa obrigatória antes de chegar ao que realmente interessa. A narrativa avança por blocos musicais que privilegiam o reconhecimento imediato, mas sacrificam a construção dramática.

Essa lógica se repete ao longo de todo o filme.

Figuras centrais na vida de Michael surgem de forma reduzida ou praticamente ausente. Janet Jackson sequer é mencionada. Diana Ross aparece rapidamente, sem que sua influência seja de fato elaborada. Relações que poderiam oferecer densidade acabam tratadas como pano de fundo.

Até mesmo a passagem de Michael pelo cinema aparece apenas de forma indireta, em referências discretas que passam despercebidas para quem não já conhece sua trajetória.

Em vez disso, o roteiro concentra seu conflito em um único eixo: o pai.

Joseph Jackson se torna o grande antagonista, e a narrativa se organiza em torno da tentativa de Michael de romper esse domínio. É um recorte legítimo, mas limitado. Ao concentrar o conflito nesse ponto, o filme deixa escapar outras tensões igualmente importantes, tanto no campo pessoal quanto no profissional.

Há, portanto, uma redução de complexidade que vai além das controvérsias mais conhecidas. Nem mesmo aspectos posteriores que ajudaram a definir os anos finais do artista, como o uso de analgésicos após o acidente da queimadura, são abordados. São ausências que o filme sequer sugere.

Isso não impede que ele funcione em outros níveis.

A recriação de época é precisa, há cuidado estético, e o elenco sustenta o interesse mesmo quando o roteiro não avança. Nia Long e Colman Domingo trazem densidade aos seus papéis, enquanto Jaafar Jackson, em sua estreia, surpreende ao ir além da reprodução gestual e alcançar momentos de real presença em cena.

Ainda assim, permanece a sensação de que o filme se mantém dentro de um limite muito bem definido.

Como se soubesse exatamente até onde pode ir. Essa impressão se confirma na decisão estrutural mais importante da narrativa. O filme escolhe encerrar sua trajetória antes do ponto em que a história de Michael Jackson se torna mais complexa, quando as acusações passam a redefinir sua imagem pública.

Sem sequer mencionar esse momento, não há enfrentamento. Há uma interrupção.

E essa interrupção diz muito, porque o objetivo do filme parece ser preservar a memória de Michael como ele e sua família gostariam. Michael não tenta resolver a contradição que define seu personagem.

A partir dessa escolha, ele funciona como uma celebração. Um reencontro com o impacto cultural e artístico de alguém que redefiniu o que significa ser uma estrela pop.

Mas essa decisão tem um custo. Porque, ao evitar o desconforto, o filme também abre mão da complexidade que faria dessa história algo verdadeiramente singular.

E talvez seja por isso que a experiência seja tão ambígua.

O filme emociona, impressiona, envolve. E, ainda assim, deixa uma sensação de incompletude difícil de ignorar. É difícil sair da sessão sem cantar, sem lembrar, sem reconhecer que, independentemente de qualquer narrativa, Michael Jackson continua sendo um fenômeno que o cinema ainda tenta alcançar.

Mas, ao menos por enquanto, ainda não consegue decifrar.

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