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Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Benjamin Constant escritor francês

A maior parte dos homens, em política como em tudo,
atribui os resultados das suas imprudências à firmeza dos seus princípios”.

FELPUDA

E não é que tchurminha da mesma panelinha, que andava sumida que só, surgiu com gás novo
e até fazendo “cobranças” para que haja repressão contra aqueles que não comungam com suas ideias, que, aliás, deixaram rastro de problemas, inclusive policiais,
em passado não muito distante, em nível nacional. O mais interessante, para não dizer outra coisa, é o “currículo” de cada uma das figurinhas, que já incentivaram, com toda estrutura, aquilo que hoje repudiam. Vai vendo...

Espaços

Três ministérios estão como “coração de mãe”, pois funcionarão no mesmo prédio. No caso, as recém-criadas pastas da Pesca e Aquicultura, de Desenvolvimento Agrário e de Agricultura Familiar ficarão
nas dependências do Ministério da Agricultura e Pecuária
(o órgão perdeu a denominação de Abastecimento nessa
nova gestão).

A definição de espaços já ocorreu, depois da reunião dos que comandarão cada um desses setores.


Elas

No Senado, a bancada feminina deverá iniciar a legislatura, em 1º de fevereiro, com 15 parlamentares, o maior número de mulheres exercendo mandatos naquela Casa em toda a história.

O crescimento é resultado da chegada de quatro suplentes, que substituirão membros nomeados para ministérios do novo governo.

No quadro atual, a projeção é que o PL e o PSD tenham a maioria, mas nenhum dos partidos deverá contar com mais de 14 senadores.

Segundo o Ministério do Turismo, a picanha conquistou o 2º lugar da lista de 100 melhores comidas tradicionais do mundo, conforme divulgação da premiação Tasteatlas Awards 2022.

A carne bovina brasileira é conhecida internacionalmente, exportando 25% da sua produção anual de 9,7 milhões de toneladas.

Outra iguaria que aparece na lista, na 29ª posição, é a famosa comida típica caipira vaca atolada (combinação de carne e mandioca) O prato faz parte da culinária sul-mato-grossense.

Foto: Mauricio Pokemon

Olha só!

Na política, quando alguém que tem mandato está por baixo e com trabalho inexpressivo, a recomendação é que “invente alguma coisa” com o objetivo de aparecer e ganhar algum tempo sob os holofotes.
Um dos truques mais manjados é o de se propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e, assim, jogar para a plateia.

O mais engraçado é que essa prática manjada começa a fazer parte do dia a dia de quem se elegeu defendendo uma “nova política”. Sei...

Cadeira

Com um pé praticamente dentro do Tribunal de Contas de MS, o ex-secretário especial Sérgio de Paula não conseguiu, porém, cruzar a porta de entrada, diante do rebuliço policial e jurídico que agitou aquela
Corte Fiscal no fim de 2022.

Desfalcado de conselheiros titulares das cadeiras para que entendimentos do tucanato fossem concluídos, visando abrir espaço, o órgão está no estilo “esperar para ver no que vai dar”.
E o “quase futuro conselheiro” segue no mesmo compasso.

De boa

Enquanto aguarda passar a borrasca lá no TCE, Sérgio de Paula está no cargo de secretário-executivo do Escritório de Relações Institucionais e Política no Distrito Federal, órgão da Casa Civil. Ele foi coordenador da campanha do hoje governador Eduardo Riedel no interior de MS.

Como diz o dito popular: “Quem tem padrinho, não morre pagão”.

Ignez Charbel Stephanini / Arquivo Pessoal

Luma Costa e Leonardo Martins / Foto: Iude Richele e Fe Candy

Aniversariantes

Angélica Kudiess (Kika),

Salvador Dodero,

Talita Zoccolaro Papa Muritiba,

Levi Faustino Ratier,

Kedma Cristiane Silva Coelho Galvão,

Euridio Ben Hur Ferreira,

Moisés Lemes de Queiroz,

Hugneia Anunciação Freitas Guedes dos Santos,

José Edson Fernandes,

Sérgio Luiz Pereira,

Newton José Oliveira Garcia,

Reinaldo Orlando Nascimento de Araújo,

Dalva de Azevedo Lino,

Ronaldo Rodrigues,

Samuel Felipe de Azevedo Nass,

Gercilene Souza Carvalho,

Celso Aragão dos Santos,

Marília Eliana Martins,

Nercilio Severino Dias,

Sebastião Otácio de Oliveira,

Dra. Maria Letícia Lomonaco

Lucas Santos,

Silene Carvalho,

Helinaldo de Souza Nunes,

Fernanda Rodrigues,

Isadora Galharte de Andrade,

João José Furlanetto Rubio,

Diogenes Martins Junior,

Juliana Nascimento Lima,

Ronaldo da Silva Cruz,

Jocelito Krug,

Luiz Sávio Bastos,

Rodolfo Quevedo,

Ana Jordão,

Sumaia Maria Soster,

Sebastião Ventania,

Gelson Andrade Moreira,

Adriana Carla Soares Aragão,

Ubaldina Garcia Lemos,

Gilson Chaia,

Rubens Aquino de Oliveira,

José Lustosa do Nascimento,

Américo Oliveira Rezende,

Roberta Wanderley da Costa Marques,

Afrânio Rodrigues Ferreira,

Valderes Grande,

Galiana Pereira Ribeiro Carpes,

Edgar Alexandre de Figueiredo,

Higino Gomes Rachel,

Alexandra Pandim da Costa,

Terezinha Fernandes Mendes,

José Francisco da Silva Filho,

Higino Manoel de Figueiredo Maciel,

Vera Lucia Mathias,

Celso Cardoso Remicio,

Meire França Monteiro,

Romildo Arguelho,

Júlio Delfino da Silva,

Heloisa de Souza Pacheco,

Wellington Barbosa Pereira,

Marco Antonio Moraes de Lacerda,

Marly Monteiro de Morais Gonçalves,

Maria Izabel Conrado Higino,

Plinio João Kleinschimitt,

Lauriane Ribeiro de Almeida,

Waldeir Lopes Nogueira,

Darci Lopes,

Joel da Silva Rocha,

Américo Basilio Nogueira,

Chimenne da Veiga Ribas,

Anézio Batista Magalhães Júnior,

Antonio Dorsa,

Fábio Korndoerfer Monteiro,

Higinio Nunes de Souza,

Jeferson Luiz Maciel Salgado,

Marcelo José de Melo,

Marli Araujo de Carvalho,

Antônio de Pádua Dutra de Souza,

Gessi de Freitas Almeida Filho,

Zuleica da Costa Pereira,

Maristela Ishibashi Toko de Barros,

Carlos Alberto Souza Gomes,

Neuza Mendes,

Roberto Faustino Ney,

Gustavo de Almeida Freitas Borges,

Luiz Afonso de Freitas Gonçalves,

Khalid Sami Rodrigues Ibrahim,

Silvio Vieira Martini,

Vicente Mário de Faria Maciel,

Kelma Torezan Carrenho,

Waldir Balbuena Medeiros,

Jucileide de Souza Livrado,

Marcos Fernando dos Santos Mendes,

Volney Moreira Gonçalves,

Elisa Maria Prado,

Mário Sérgio Barbosa Lemos,

Lélia Monteiro da Silva,

Selene da Costa Pacheco,

João Carlos Veiga da Rocha,

Rosana de Almeida e Souza,

Samira Pereira da Silva,

Telma Gomes Mendes,

Maria das Graças Morais,

Antônio Márcio Batista,

Manoel Carvalho de Lima.

Colaborou Tatyane Gameiro


 

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Cinema Correio B+ - Especial Dia dos pais

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar

Entre o trauma herdado e o amor por Henry, a paternidade sempre foi o coração da série

09/08/2026 10h00

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar Foto: Divulgação

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À primeira vista, Ted Lasso é uma série sobre futebol. Depois de alguns episódios, entendemos que o esporte é apenas o campo escolhido para falar sobre saúde mental, amizade, liderança, masculinidade e tudo o que acontece quando pessoas feridas tentam ajudar umas às outras.

Mas, olhando para a trajetória de Ted desde o início, talvez exista uma história ainda mais central: a de um homem tentando aprender a ser pai sem repetir a dor que recebeu do próprio pai.

Até aqui, mais do que futebol, Ted Lasso apresentou diferentes maneiras de ser pai e de carregar aquilo que recebemos deles. Jamie Tartt cresceu sob a violência e a humilhação de um pai abusivo. Rebecca precisou elaborar a relação com um pai mulherengo e emocionalmente ausente.

Nate passou boa parte da vida tentando conquistar o reconhecimento de um pai exigente, silencioso e incapaz de demonstrar orgulho pelo filho, uma falta que alimentou sua insegurança e o levou pelo arco mais doloroso da série. Sam Obisanya encontrou em Ola um pai carinhoso, presente e capaz de orientá-lo sem controlar suas escolhas.

Higgins, muitas vezes relegado ao papel cômico, é também um dos pais mais afetuosos e estáveis da história. Roy Kent tornou-se uma espécie de tio-pai para Phoebe, criada pela irmã solteira, oferecendo à sobrinha a presença, a proteção e a escuta que ele próprio nem sempre sabe demonstrar aos adultos.

E, no centro de tudo, está Ted: filho de um homem que morreu cedo demais e pai de um menino de quem teme estar igualmente ausente.

Ted é apresentado como alguém incansavelmente disposto a acolher. Ele escuta, observa, perdoa e encontra uma palavra de incentivo até para quem o despreza. Sua positividade parecia, no início, quase uma característica natural, como se ele simplesmente tivesse nascido mais generoso, paciente e otimista do que o restante de nós. Mas, quando conhecemos sua história com o próprio pai, entendemos que aquela luz também escondia uma ferida.

A série revelaria depois que aquela luz também escondia uma ferida. Quando Ted tinha 16 anos, seu pai morreu por suicídio. O segredo aparece na segunda temporada, durante o processo terapêutico com a dra. Sharon, e muda nossa percepção sobre tudo o que havíamos visto antes.

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltarTed Lasso mostra que ser pai também é saber voltar - Divulgação

Ted não tenta salvar as pessoas apenas porque é bondoso. Ele aprendeu muito cedo o que acontece quando alguém sofre em silêncio e ninguém consegue alcançá-lo a tempo.

Sua dedicação aos outros nasce, em parte, de uma promessa íntima: nunca permitir que alguém próximo se sinta tão sozinho quanto seu pai provavelmente se sentiu.

Há beleza nisso, mas também uma armadilha. Ted se torna tão competente em cuidar dos problemas alheios que demora a reconhecer os próprios.

Ajuda atletas, colegas e até adversários, enquanto atravessa ataques de pânico, o fim do casamento e a distância do filho com um sorriso que nem sempre corresponde ao que sente.

Por isso, não diria que Ted é um pai exemplar porque nunca falha. Durante boa parte da série, ele vive em outro continente e sabe o quanto sua ausência custa a Henry.

Sua grande qualidade como pai está justamente em não fingir que essa distância não importa. Ele tenta escutar o filho, percebe sua tristeza e, finalmente, aceita que o sucesso profissional já não compensa tudo o que está perdendo.

No fim da terceira temporada, Ted está no auge. Conquistou o respeito da torcida, transformou o AFC Richmond e construiu na Inglaterra uma família afetiva que o ama profundamente. Ainda assim, escolhe ir embora. Não porque tenha fracassado, mas porque compreende que nenhuma vitória devolveria os anos que deixasse de viver ao lado de Henry.

A última imagem daquela fase não mostra Ted levantando uma taça. Mostra-o à beira do campo, treinando o time do filho no Kansas. A escolha de voltar encerrou a temporada que parecia ser a última e reafirmou que, para ele, o maior sucesso nunca esteve realmente no futebol.

A quarta temporada, porém, apresenta um desafio ainda mais interessante. Ted está novamente perto de Henry, trabalhando longe do futebol e tentando ajudá-lo a se tornar a melhor versão de si mesmo.

Quando recebe o convite para voltar ao Richmond e treinar a nova equipe feminina, sua primeira reação é hesitar. Ele teme que aceitar signifique repetir a ausência que tentou corrigir.

É sua mãe, Dottie, quem oferece uma perspectiva diferente: também é importante para um menino ver o pai fazer algo que ama. A frase desloca toda a questão. Ser um bom pai não deveria exigir que Ted desaparecesse como indivíduo, abandonasse sua vocação ou transformasse a presença em sacrifício permanente.

O novo caminho será construído com Henry, e não longe dele. Ao final do primeiro episódio, Ted considera a mudança para Londres com o filho e Michelle, integrando família e trabalho de uma maneira que antes parecia impossível.

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltarTed Lasso mostra que ser pai também é saber voltar - Divulgação

Talvez seja esse o passo mais difícil para alguém que cresceu marcado pela perda do pai. Ted passou a vida acreditando que amar significava permanecer disponível para salvar os outros.

Primeiro, precisou aprender que não conseguiria salvar todo mundo. Depois, que deveria estar presente para o filho. Agora, começa a descorir que estar presente não significa deixar de viver.

A paternidade de Ted não é construída pela autoridade. Ele não precisa ser o homem que possui todas as respostas, esconde a tristeza ou vence qualquer dificuldade sozinho. Ao contrário, sua maior força aparece quando admite medo, procura ajuda, pede desculpas e muda de direção.

Ele também oferece a Henry algo que o próprio pai não conseguiu lhe deixar: a possibilidade de falar sobre a dor antes que ela se transforme em silêncio.

Neste Dia dos Pais, talvez por isso Ted Lasso seja uma figura tão comovente. Não porque represente um modelo perfeito, mas porque mostra que a paternidade também pode ser uma reparação.

Ted não pode mudar o que aconteceu com seu pai, nem apagar o impacto daquela perda. Pode, porém, interromper a repetição. Pode voltar. Pode ficar. E, desta vez, pode levar o filho com ele.

Feliz Dia dos Pais!

Gastronomia Correio B+

Aprenda a fazer uma costelinha suína na cerveja

Uma receita saborosa para fazer para a família e amigos

09/08/2026 09h00

Aprenda a fazer uma costelinha suína na cerveja

Aprenda a fazer uma costelinha suína na cerveja Foto: Divulgação

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COSTELINHA SUÍNA NA CERVEJA 

Ingredientes: 

  • 1,2 kg de costelinha suína (cortada em ripas) 
  • 4 dentes de alho amassados 
  • 1 cebola grande em rodelas 
  • 1 colher de sopa de mostarda 
  • 1 colher de sopa de molho inglês 
  • 1 colher de sopa de mel (ou açúcar mascavo) 
  • 1 lata de 350 ml de cerveja (pilsen ou escura, conforme preferência) 
  • 1 colher de chá de páprica doce ou defumada 
  • 1 folha de louro 
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto 
  • Azeite ou óleo para dourar 

Modo de preparo: 

Comece temperando a costelinha em uma tigela grande, misture com o alho, sal, pimenta, páprica, molho inglês, mostarda, mel e a folha de louro. Cubra com a cerveja e deixe marinar por pelo menos duas horas, ou de um dia para o outro na geladeira.

Aqueça um fio de óleo em uma panela grande ou em uma assadeira funda, retire a carne marinada e reserve o molho e doure bem a costelinha, reserve. Na mesma panela, adicione a cebola e refogue até dourar, volte a carne para o recipiente e despeje a marinada por cima.

Tampe a panela e deixe cozinhando em fogo baixo por cerca de 40 a 50 minutos, mexendo algumas vezes até a carne ficar macia e o molho encorpado. Se desejar, pode finalizar no forno pré-aquecido a 220°C por 20 minutos, com a carne e o molho em uma assadeira, para caramelizar e criar uma crosta. Sirva.  

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