Correio B

diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

Continue lendo...

Agatha Christie - escritora inglesa

Aquilo que uma pessoa realmente é só fica aparente quando vem o teste, ou seja, no momento em que se fica firme sobre os próprios pés ou se tomba".

FELPUDA

Áudio antigo voltou a ser lembrado em rodas de conversas mais reservadas e vem servindo de exemplo para mostrar como figurinha, ao subir em um tijolinho, se mostra como se estivesse acima de tudo e de todos.

Na tal conversa vazada, ele determina ao colega usar método para burlar fiscalização sobre assinaturas de ponto de alguns servidores "escolhidos a dedo". Na época, quando o fato veio a público, foram colocados panos quentes, mas agora é tema dos, digamos, entendimentos. E dê-lhe!

De fora

O "estrangeirismo" poderá vir a ser prática adotada em alguns importantes órgãos para preenchimentos de vagas,que não são muitas, visando dar andamento a projetos pensados pelos titulares. Nos bastidores, os comentários são muitos e dizem que convites já foram feitos para técnicos qualificados de São Paulo, de Minas Gerais e de Goiânia. Sabe-se que o sonho de algumas das cabecinhas coroadas é bater o martelo antes do fim do mês de janeiro.

Flashes

Proposta no Senado estabelece que seja comemorado anualmente, em 8 de janeiro, o Dia Nacional da Resistência Democrática (para condenar as manifestações que aconteceram em Brasília).
Proposições oportunistas dessa natureza são tidas como aquelas que servem para que os proponentes ganhem seus 15 minutos de fama. Aliás, quem "resistiu" mesmo foi uma gráfica, para não levar calote de mais de R$ 160 mil por dívida de campanha eleitoral de quem apresentou o projeto.

Cresceu

No ano passado, houve recorde na prática de atos envolvendo os serviços de testamentos, inventários e partilhas, e a continuidade do crescimento do número de casamentos e de uniões estáveis, segundo a 4ª edição do Relatório Anual Cartório em Números, publicação que traz os dados de todas as 13.440 unidades distribuídas pelo Brasil. Os números de uniões estáveis e de casamentos homoafetivos aumentaram, registrando mais de 132 mil e quase 12 mil, respectivamente.

Mais

Ainda vivendo os reflexos da pandemia no País, os Cartórios de Registro Civil brasileiros registraram um total de 1.361.822 óbitos, e o menor número de nascimentos 2.354.305 desde o início da série histórica do Registro Civil, em 2002. Os testamentos realizados em Cartórios de Notas nunca atingiram patamares tão altos no Brasil, superando a marca dos 33,5 mil. Foram abertos mais de 213 mil inventários, número recorde desde 2007, quando tal procedimento passou a ser realizado em cartório.

Jussara Pettengill, Gilcleide dos Santos Alves, Vera Saad e Sandra Salomão

Alexandre Furmanovich e Jessica Neuhaus

Pirulito

Depois de muitos biquinhos e mise-en-scène de alguns dos seus integrantes, o PT regional, enfim, acabou aceitando cargos do segundo escalão na administração do tucano Eduardo Riedel. O encontro foi só alegria, com bandeira branca hasteada e todos os participantes fumando o cachimbo da paz. Os petistas foram brindados com o setor de agricultura familiar e com outros na área da cidadania. O partido terá, assim, cargos em duas secretarias de Estado, e o "levante político" acabou com a aceitação dos espaços no governo, tipo "sem querer querendo".

Continência

O governador Eduardo Riedel, apesar do "bombardeio" que sofreu de setores petistas nos últimos dias, não cedeu a titularidade de nenhuma secretaria. Assim, aquele partido terá de se contentar com secretarias-executivas, mas os indicados, evidentemente, estarão subordinados e terão de prestar contas aos secretários.

Sem crise

Com o entendimento entre seu governo e o PT, Riedel mata dois coelhos com uma só cajadada: aplaca os ímpetos de possível oposição ferrenha em MS contra sua administração e abre canal de entendimento
com o governo federal, no que se relaciona à liberação de recursos e de investimentos em obras. Na bancada federal do Estado, dois dos oito integrantes são da sigla petista, e no Legislativo estadual são três.

Aniversariantes

Muriel Medeiros Chaves,

Roberto Hashioka Soler,

Fabíola Stephanini,

Gustavo Mota Calarge,

Dr. Jaime Caldeira Jhunyor,

Darcy Vargas de Lima Pinho

da Silva,

Joaquim Kosei Nakamatsu,

Abel Teodoro da Silva,

Juliano Aparecido da Silva Barreiro,

Aide Casuyo Hoshi,

João Batista de Arruda,

Mariângela Santos Nunes da Cunha,

Alex Barbosa Santana,

Paulo Augusto Ramos,

Homero Rocha Lemos,

Luiza Guimarães de Araújo,

Jutair Grossmann,

Taiko Wagatuma Otsubo,

Carlos Alberto de Carvalho,

Idalina Pinheiro Martins,

Soiva Dias Aquino,

Paulo Echeverria Neto,

Fábio Coutinho Anache,

Haroldo Picoli Junior,

Jorge Saboungi Sleiman,
Gilberto Borges Martins,

Acir Kauas,

Luci Micharki Giummarresi,

Ataíde Ortiz,

Mariana Chaves Lamy Afato,

Jefferson Antiquera Tino,

Maria Isabel Albuquerque,

Nelson Kawano,

Claire Aparecida de Freitas,

Dulce Ribeiro de Oliveira,

Jair de Oliveira Chita,

Fabiano Flôres Azevedo,

Elizabeth Cardoso de Oliveira,

Vilma Martins Vidal,

Beatriz Miyasato de Souza,

José Maria de Mello Júnior,

Maria das Graças de Oliveira,

Patrícia Kelly Gonçalves,

Paulo de Souza,

Maria Lúcia Sampaio,

João Paulo Barcelos Esteves,
Dr. Alonso Resende do Nascimento,

Alfredo Alves Ferreira,

Manuel Pacheco,

Mário de Azevedo Sampaio,

Roberto Carlos de Souza,

Cornelio Reis Costa Junior,

Elayne Silva Viana,

Marcelo Augusto Silveira,

Ruben Orro,

Inez Zanin,

Alziro Massayki Kakuta,

Adriana Lopes Moura,

Liane Tavares Barbosa,

Adir Brandão de Oliveira,

Godofredo Pereira,

Meridiane Tibulo Wegner,

Paula Mendonça Correia,
Zélia Amaral Gomes Parron Maria,

Mirtes Cardoso,

Luiz Claudio Martins Fernandes,

Margarete Keiko Kaku,

Timara Hernandes Medeiros,
Luiz Carlos Pecantet,

Dr. Sérgio de Matos Lopes,

Bruno Eduardo Peixoto Lupoli,

Ismar Guedes Ribeiro dos Santos,

Vania Cristiane de Souza,

Everton Luís Revay,

Antonio Messias de Oliveira,

Elton Ortiz Vieira,

Joilson Barata Monteiro,

Armando Suarez Garcia,

Douglas Siqueira Artigas,

Edson Moraes Chaves,

Neilo Nunes Barbosa,

Carolina Ferreira Nunes,

Antonio Ezequiel

Inácio Barbosa,
Lorena Assis Pereira,
Júlia Silva Mendes,

Rodrigo Teixeira Souza,

Ada Siqueira Lopes,

Sônia Viana Sampaio,

Regina Pires Pereira,

Ana Marly Ribeiro,

Eduardo Mombrum de Carvalho, Fernando Luís dos Reis,

Renilda Chaves,

Graziela de Souza Lopes,

Ademir Silva,

Darlene Oliveira Pereira,

Rosa Helena da Rocha,

Luísa Monteiro,

Adélia Borges de Souza,

Fátima Batista,

José Luiz de Souza Lima,

Mário Márcio Teixeira,

Celso Guimarães Lima,

Valdir Menezes,

Andressa Moreira,

Geovane Mendes Ortiz,

Paulo Jorge de Brito Ribeiro,

Maria Aparecida Menezes,

Suzane Silva,

Tânia Ribeiro.

Colaborou Tatyane Gameiro

 

EM CAMPO GRANDE

Com show gratuito, Paulo Simões celebra 50 anos do hino afetivo "Trem do Pantanal"

Com show gratuito e versão inédita em Campo Grande, apresentação no Sesc Teatro Prosa marca início de retrospectiva da carreira e reforça a canção como símbolo cultural sul-mato-grossense

15/04/2026 08h40

"Trem do Pantanal" foi eleita, em 2001, a música mais representativa de Mato Grosso do Sul Mariana Piell/Arquivo

Continue Lendo...

Um dos maiores clássicos da música brasileira com raízes no Centro-Oeste completou meio século em 2025 e a celebração será em grande estilo. Amanhã, o cantor e compositor Paulo Simões sobe ao palco do Sesc Teatro Prosa para o show “Trem do Pantanal – 50 anos”, apresentação gratuita que marca o início de uma retrospectiva de sua trajetória artística.

Com procura intensa, os ingressos se esgotaram em tempo recorde, mas o público ainda tem uma chance de acompanhar o espetáculo por meio de uma lista de espera, que será aberta às 18h, no próprio local.

O show promete reunir canções que ajudam a contar a história da música sul-mato-grossense, com destaque para “Trem do Pantanal”, composição que atravessou décadas e fronteiras até se consolidar como um verdadeiro “hino afetivo” do Estado.

Para a ocasião, Simões prepara uma versão inédita da música, gravada ao vivo no Teatro do Mundo, em 2023, além de arranjos especiais que dialogam com diferentes momentos de sua carreira.

“Nós estamos caprichando para vocês comemorarem conosco os 50 anos daquela música que o público fez chegar até aqui”, afirma o artista, que se apresenta acompanhado por um time de músicos experientes: Gilson Espíndola (direção musical e violão), Romário Amorim (violões), Luciano de Sá (baixo), Marcellus Anderson (acordeom), Miguelito Barrera (bateria) e Layne Paes (backing vocal).

Nascida no trem

"Trem do Pantanal" foi eleita, em 2001, a música mais representativa de Mato Grosso do SulCom Geraldo Roca, Paulo Simões compôs a canção durante uma viagem de trem a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia - Foto: Divulgação

A história de “Trem do Pantanal” começa em 1975, durante uma viagem de trem rumo a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Foi nesse trajeto que Paulo Simões e Geraldo Roca compuseram os primeiros versos da canção, inicialmente batizada de “Todos os Trilhos da Terra”.

Em cerca de meia hora, ainda dentro do vagão, surgiu a base de uma música que ganharia novos significados ao longo do tempo.

Inspirada na história de um amigo que precisou fugir da repressão durante a ditadura militar brasileira, a canção narra a trajetória de um “fugitivo da guerra”. Apesar disso, o público passou a ressignificá-la e interpretá-la como uma espécie de ode ao Pantanal e à cultura sul-mato-grossense.

Com o passar dos anos, “Trem do Pantanal” ultrapassou o contexto original e tornou-se um marco da música brasileira.

A primeira gravação foi feita pela cantora Diana Pequeno, em 1982, mas foi na voz de Almir Sater que a canção ganhou projeção nacional. No mesmo período, também foi interpretada por Sérgio Reis, ampliando ainda mais seu alcance.

Hoje, a música soma mais de 100 regravações, incluindo versões de artistas como Maria Bethânia, Ivan Lins, Michel Teló e Sandy e Junior. Em 2001, foi eleita, por votação popular, a canção mais representativa de Mato Grosso do Sul, consolidando-se como um “hino não oficial” do Estado.

Caminho trilhado

Curiosamente, a trajetória até o reconhecimento não foi imediata. Em sua primeira apresentação, no teatro O Tablado, no Rio de Janeiro, a música não teve boa recepção.

Posteriormente, ao ser inscrita em um festival em Mato Grosso do Sul, foi desclassificada sob a alegação de conteúdo “subversivo”, reflexo do contexto político da época.

Décadas depois, o cenário é completamente diferente. A canção não apenas conquistou o público como passou a integrar o repertório simbólico do Estado, sendo executada em eventos culturais e esportivos, muitas vezes em substituição ao próprio hino oficial.

Para os compositores, o sucesso inesperado reforça a capacidade da arte de ganhar novos significados. A música que nasceu de uma experiência pessoal e política acabou se transformando em um retrato emocional coletivo, atravessando gerações.

O artista

A carreira de Paulo Simões é marcada pela versatilidade e pela capacidade de dialogar com diferentes estilos. Nascido no Rio de Janeiro e criado em Campo Grande, o artista construiu uma obra que equilibra tradição regional e influências urbanas.

"Trem do Pantanal" foi eleita, em 2001, a música mais representativa de Mato Grosso do Sul“Trem do Pantanal” se popularizou nacionalmente na voz de Almir Sater - Foto: Divulgação

Ao longo das décadas, firmou parcerias importantes com nomes como Almir Sater e Renato Teixeira, com quem compôs sucessos como “Sonhos Guaranis” e “Comitiva Esperança”. Também trabalhou com artistas como Zezé Di Camargo e Luciano e Sérgio Reis, ampliando o alcance de suas composições.

Sua discografia inclui um compacto, um LP, cinco CDs solo, além de coletâneas e participações em projetos coletivos. Entre eles, destacam-se os trabalhos com o grupo Chalana de Prata e o projeto Violas Pantaneiras, que reforçam sua conexão com a música regional.

Em 2017, o artista foi indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa, com “D de Destino”, parceria com Sater e Teixeira, um reconhecimento internacional de sua relevância artística.

Desde a infância, Paulo Simões esteve exposto a uma ampla variedade de referências musicais. Entre elas, nomes como Dalva de Oliveira, Lupicínio Rodrigues e Roberto Carlos, além de artistas internacionais como The Beatles, Bob Dylan e The Rolling Stones.

Essa diversidade de influências contribuiu para a construção de uma linguagem musical própria, que mistura o universo caipira fronteiriço com elementos urbanos e contemporâneos. O resultado é uma obra marcada por melodias sofisticadas e letras poéticas, capazes de dialogar com diferentes públicos.

Circuito musical

O show no Teatro Sesc Prosa integra um projeto maior, realizado em parceria com o Sesc-MS, que prevê um circuito musical pelas principais cidades ao longo da antiga ferrovia Noroeste do Brasil. A proposta é levar a celebração dos 50 anos de “Trem do Pantanal” a diferentes públicos, reforçando o vínculo entre música, território e memória.

Para a apresentação em Campo Grande, a orientação é que o público chegue cedo. A lista de espera será organizada por ordem de chegada a partir das 18h, e o espetáculo começa pontualmente às 19h.

>> Serviço

Show “Trem do Pantanal – 50 anos”

Local: Teatro Sesc Prosa.
Endereço: Rua Anhanduí, nº 200.
Data: amanhã.
Horário: às 19h.
Entrada gratuita (lista de espera a partir das 18h).

Assine o Correio do Estado

Felpuda

Quem brilhou na visita do presidenciável Flávio Bolsonaro a Campo Grande... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta quarta-feira (15)

15/04/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

Continue Lendo...

Guimarães Rosa - escritor brasileiro

"O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”.

Felpuda

Quem brilhou na visita do presidenciável Flávio Bolsonaro a Campo Grande foi a dupla formada por Riedel e Azambuja, e sem precisarem pisar em ovos e muito menos deixar magoados esse ou aquele. O trio “desfilou” por Campo Grande no estilo “a cada sorriso um espoucar de flash”, marcando terreno, a cinco meses das eleições. Quem desde início esteve acompanhando o “andar da carruagem” já percebeu que, na política, ainda prevalece o ensinamento: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Se isso fosse levado a sério, tudo seria diferente. E como, hein?!

Diálogo

"De frente"

A ex-secretária de Cidadania, Viviane Luiza, mal chegou ao partido e assumiu a presidência do PSDB Mulher. Com um currículo que dispensa apresentações, há quem diga que ela vem para fazer uma campanha que deverá “bater de frente” com a da deputada federal Camila Jara (PT).

Mais

Ela afirma ser de origem da periferia de Campo Grande e se recorda que quando ia para escola pública, sua mãe colocava sacolinhas de plásticos em seus pés para não sujar os ônibus e nem o centro da cidade, com a poeira ou o barro do Bairro Aero Rancho.

DiálogoTaiany Radde Schmitt - Foto: Arquivo pessoal

 

Diálogo Alesssandra Pirotelli - Foto: Thiago Mattos

No comando

A vinda de Flávio Bolsonaro (PL) a Campo Grande contribuiu para que o campo da centro-direita e a direita entendessem que em Mato Grosso do Sul o condutor do processo eleitoral está nas mãos do ex governador Azambuja (PL). O acordo que fez antes das eleições municipais com o ex-presidente Bolsonaro, de que assumiria o comando do PL, visando reeleger o governador e o maior número de parlamentares afinados com as propostas mais conservadoras, está sendo levado a efeito. Resta esperar para conferir.

Pés no chão

Na disputa eleitoral em MS, Flávio Bolsonaro terá do seu lado o governador Riedel em busca da reeleição e o vice, que deverá ser novamente Barbosinha, além de Reinaldo Azambuja como pré-candidato ao Senado para uma das vagas, enquanto a outra não deixará de ser do grupo político formado por PL e União Progressista (PP e União Brasil). As chapas proporcionais têm nomes com potencial de votos muito grande. É só não deslumbrar...

Poeira

Com a possibilidade cada vez menor de ser o nome indicado para disputar a segunda vaga ao Senado, a vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira estaria sonhando com outra situação: a de ser pré-candidata a deputada estadual. Ela não pensa na Câmara Federal porque estaria, obviamente, atrapalhando os planos do marido, o deputado Rodolfo Nogueira. Nos meios políticos, fala-se que ela terá que “comer muita poeira” para formar base a cinco meses das eleições.

Aniversariantes

Bruno Galeano Mourão;
Alfredo Zamlutti Neto;
Dra. Daniela Barbosa Gemperli;
Luiz Henrique Volpe Camargo;
Evandro Rodrigues Higa;
Genésio Mendes da Silva;
Lucilo Ramos de Oliveira;
Manoel Marcelino de Andrade;
Narciso Zulim;
Waldi Hugo Braucks;
Bianca Fernandes;
Alessandro Soalheiro Barbosa;
Luciano Gomes Bitencourt;
Osvaldo Barbosa da Silva;
Duilio Ramires Junior;
Mário Fumio Oshiro;
Luiz Nazareno Teixeira;
Cláudio José Benites;
Roberval Machado Fossati;
Terezinha Alves Macedo;
Edith Lemos de Aquino;
Delso José de Souza;
José Fernando Gervasio;
Dr. Maurilio Ferreira Azambuja;
Maria Augusta Bernardes;
Uilson Moralles;
Dr. Takahiro Molikawa;
Giullian de Moraes Rios;
Adalgisa Silva Nery;
Dr. Frederico Luiz de Freitas Júnior;
Francisco Eduardo de Carvalho;
João Edilson de Oliveira Rocha;
Cleydimar Teles Echeverria;
Dr. Antônio Thiers;
Katty de Paula Kague;
Lori Alice Gressler;
Pe. Osvaldo Scotti;
Valter Ozlo Simioli;
Luiz Alberto do Amaral Assy;
Lincoln Alves Corrêa;
Waldir Brasil do Nascimento;
Aroldo Gutierres do Amaral;
Maria de Lourdes Arguello de Moraes;
Rita de Cássia Calixto Massuda;
Mariana Castanheira;
Dr. Marcus Antônio de Santos Siqueira;
Dr. Frederico Guilherme Militão;
Elizabeth Beatriz Furlan;
Dr. Francisco Ribeiro Marcondes;
Elzi Garcia Salgado;
Diego Saran;
José Rosa da Silva;
Augusto Ferreira de Castro;
Laucídio Nogueira;
Sônia Elizabeth Silva;
Francisca Pimenta;
Evelin Fernandes Barbosa;
Plodinio de Aragão;
Tetumaru Shirakura;
Emidio Ramão Recalde;
Roseane Wassouf Cândéa;
João da Mata Corrêa Filho;
Emerson Sanches Pellicionni;
Luiz Ricardo Meura;
Athanagildo Lúcio de Almeida;
Darvino Moro;
Lucianne Valéria Pina Bluma;
Geraldo Duarte Ferreira;
Eduardo Naglis Ferzeli;
Moacir Kohl;
Ivonete de Paula Escobar;
Jocy Tania de Azevedo;
Jaime Yoshinori Oshiro;
Dorival Pirota Gonçalves;
Luis Martins de Carvalho;
Valcir Franco de Santana;
Hilário Vicente Pereira;
Mário Jonas Kulczynskyi;
Irene Silva Garcia;
Matilde Savalla Lefevre;
Nicola Humsi Rayes;
Léia Elizabeth de Souza;
Marinete Vivan;
Wagson Marques Lima;
Indiara Ribeiro de Souza;
Benedito Fernando de Oliveira;
Mauricio Manzali;
Wellington Reis dos Santos;
Ivalcir Aguilher Miranda;
Waldemar Pereira Durães;
Valeska Campos Seba de Camillo;
Sebastião Alves de Moraes;
Ricardo Purine Pelegrino;
Arlindo Garcia Junqueira;
Farid Yunes Solominy;
Alberto Victorio da Costa;
Guilherme Rifon Garcia;
Cláudio Eduardo Vasques Ferreira;
Lucélia Constantino de Oliveira;
Mariana Bergamini;
Lucianne Spindola Neves;
Mayra Ferreira de Queiroz Garcia;
Sandra Regina Simão de Brito;
Fernando Mauro Franca Renesto;
Kelly Regina Alves de Souza;
Ewerton Luiz da Costa Gassi;
Jussara da Silva Portilho;
Fabricio Braun;
Marimea de Souza Pacher Bello;
José Roberto Guarnieri;

Colaborou Tatyane Gameiro

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).