Correio B

CARNAVAL

Confira o calendário oficial da folia em Campo Grande

"O carnaval de blocos de rua de Campo Grande tem seus lugares, seus pertencimentos, suas identidades e suas memórias", afirmou Silvana Valu, no evento de lançamento da agenda momesca que reuniu 13 agremiações e uma pequena multidão no Bar do Zé

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Ao som de uma charanga, com instrumentos de sopro e percussão típicos do Carnaval, o clima de folia tomou conta do entorno do Bar do Zé, na manhã de sábado.

Músicos animaram o público que se reuniu dentro e fora do bar para acompanhar o lançamento oficial do calendário do carnaval de rua de Campo Grande, promovido pelo Aglomerado de Blocos de Carnaval de Rua (ABC).

A abertura do evento foi feita por Thallysson Perez, presidente do ABC, e Silvana Valu, idealizadora do Cordão Valu, que deram início simbólico à temporada carnavalesca reunindo representantes dos 13 blocos associados. Durante a abertura, Silvana Valu destacou o caráter coletivo da festa.

“Carnaval é coletivo, Carnaval é urbano, Carnaval tem que ser feito no Centro e também nos bairros. O carnaval de blocos de rua de Campo Grande tem seus lugares, seus pertencimentos, suas identidades e suas memórias. Estamos aqui para dizer que vamos ocupar os espaços, sim, e que essa festa é nossa, é de vocês, é de todo mundo. Começou o Carnaval!”, afirmou.

FORTALECIMENTO

Representando os blocos mais jovens, Aly Ladislau, do Bloco Eita!, celebrou a entrada no ABC após dois anos de trajetória.

“É uma realização e também uma consolidação do trabalho que a gente vem fazendo. A gente nasceu com a vontade de fazer carnaval de rua, com charanga, música popular e diversão para a população”, afirmou.

Para ele, a criação do ABC foi fundamental para o crescimento do movimento. “A associação nasce da vontade de organizar, dialogar com o poder público e mostrar que o Carnaval movimenta cultura, lazer e também a economia da cidade. Isso fortalece todo mundo”, completou.

DIREITO AO LAZER

O lançamento também deu espaço ao Bloco Nada Sobre Nós Sem Nós, formado por pessoas com deficiência. Para o presidente do bloco, Damião Zacarias Souza da Silva, o nome traduz a essência do projeto.

“Representa a nossa luta e o nosso direito ao lazer. Mostra para a sociedade que a gente pode e deve estar junto, ocupando os espaços da festa”, afirmou.

Criado em 2018, o bloco ainda é novidade para parte do público. “Muita gente pergunta como participar. A resposta é simples: é só chegar junto, respeitar o espaço de cada um e somar. A folia se forma com sorriso no rosto e alegria compartilhada”, destacou.

REGGAE E FORRÓ

A diversidade de ritmos ficou evidente com a presença do Bloco do Reggae, representado por Diego Fernandes da Silva, o Manciba. Para ele, levar o reggae para as ruas amplia o sentido da festa. “Carnaval de capital é diversidade. O reggae traz mensagens de paz, amor, justiça e igualdade – coisas que a gente precisa muito”, afirmou.

Segundo Manciba, o repertório do bloco é pensado para provocar reflexão e bem-estar. “São músicas que fazem as pessoas pensarem além da festa, se elevarem como seres humanos. Quem participa de um bloco de reggae sai mais feliz e com outra visão”, completou.

Representando os blocos que encerram o Carnaval no Enterro dos Ossos, o fundador do Bloco Forrozeiros MS, Rubens Cordeiro, reforçou a importância da diversidade rítmica dentro da programação. “Quando a associação foi criada, a gente já estava junto. Fazer parte do ABC é somar forças para fortalecer o Carnaval.

O forró é cultura nacional, assim como o samba, e está aqui para ampliar e fortalecer essa festa”, disse.
Segundo ele, o bloco consolidou o forró como parte da identidade carnavalesca da cidade.

“Hoje o forró já virou tradição dentro do carnaval de rua de Campo Grande. O Forrozeiros ocupa a Esplanada Ferroviária e mostra que o Carnaval pode ser diverso, dançante e acolher diferentes públicos”, afirmou.

O AGLOMERADO

Criado em 2024, o ABC reúne atualmente 13 blocos e atua de forma coletiva para fortalecer o carnaval de rua de Campo Grande, garantindo diversidade, organização e acesso democrático à cultura. Integram a associação: Cordão Valu, Capivara Blasé, Farofolia, Farofa com Dendê, Forrozeiros MS, Ipa Lê Lê, Bloco do Reggae, Nada Sobre Nós Sem Nós, Só Love, Bloco As Depravadas, Calcinha Molhada, Subaquera e Bloco Eita!

Este ano a organização recebe apoio da senadora Soraya Thronicke, dos deputados federais Beto Pereira, Camila Jara e Vander Loubet, dos vereadores Luiza Ribeiro e Jean Ferreira e assinam como correalizadores dos eventos a Fundac, representando a Prefeitura Municipal de Campo Grande, e a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, representando o governo do Estado.

CALENDÁRIO OFICIAL – CARNAVAL DE RUA 2026

> 7 de fevereiro

  • Bloco As Depravadas – Bar do Zé, na Rua Barão do Rio Branco, nº 1.213, às 9;
  • Bloco Calcinha Molhada – Praça Aquidauana, na Rua Aquidauana, nº 28, às 16h;
  • Bloco Nada Sobre Nós Sem Nós – Arena do Horto Florestal, na Avenida Fábio Zahran, nº 316, às 15h.

> 8 de fevereiro

  • Farofa com Dendê – Monumento Maria Fumaça, na Esplanada Ferroviária, às 14h.

> 13 de fevereiro

  • Bloco do Reggae – Monumento Maria Fumaça, na Esplanada Ferroviária, às 15h;
  • Bloco Farofolia – Esplanada Ferroviária, na Rua Doutor Temístocles, nº 103, às 16h;
  • Bloco Só Love – Esplanada Ferroviária, na Rua General Melo, nº 91, às 16h.

> 14 de fevereiro

  • Bloco do Reggae – Monumento Maria Fumaça, na Esplanada Ferroviária, às 15h;
  • Cordão Valu – Esplanada Ferroviária, às 15h;
  • Bloco Ipa Lelê – Avenida Mato Grosso, nº 68, às 16h.

> 15 de fevereiro

  • Bloco Capivara Blasé – Esplanada Ferroviária, às 14h.

> 16 de fevereiro

  • Bloco Capivara Blasé – Esplanada Ferroviária, às 14h;
  • Bloco Ipa Lelê – Avenida Mato Grosso, nº 68, às 16h;
  • Bloco Subaquera – Rua Abdala Roderbourg, nº 692, na Vila Margarida, às 16h.

> 17 de fevereiro

  • Cordão Valu – Esplanada Ferroviária, às 15h.

> 21 de fevereiro

  • Bloco Eita! – Monumento Maria Fumaça, na Esplanada Ferroviária, às 14h;
  • Bloco Forrozeiros MS – Esplanada Ferroviária, na Rua Doutor Temístocles, às 17h.

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Moda

Atelier Kakô apresenta sua coleção Verão 2027 com peças inspiradas em Gil Carlos de Camillo

Desfile de lançamento da coleção Verão 2027 do Atelier Kakô valoriza a produção sul-mato-grossense e traz para a passarela peças inspiradas em croquis de obras e construções históricas de Gil Carlos de Camillo

22/10/2026 09h00

Arquitetura local inspira modelos de ternos, camisas, vestidos de seda, calças, capas e mais

Arquitetura local inspira modelos de ternos, camisas, vestidos de seda, calças, capas e mais Foto: Divulgação/ Matt Studios

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Hoje, a partir das 19h em Campo Grande, o Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo torna-se passarela para a apresentação da coleção Verão 2027 do Atelier Kakô, uma runway com peças de seda e linho criadas pela estilista Claudia Ferraz e inspiradas em construções históricas e obras do arquiteto Gil Carlos de Camillo. 

Em uma verdadeira união entre moda e a arquitetura que inclusive está fortemente presente na identidade urbana sul-mato-grossense, a marca de alta-costura inspira-se nos croquis de obras desenhados pelo arquiteto.

Batizada de Gil de Camillo Verão 2027, o desfile de lançamento que apresenta a coleção é produzido por Márcia Marinho Produções e conta com direção de passarela de Anderson Alves, com projeto do evento assinado pela arquiteta Débora Nazareh. 

Formado pela faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da Universidade de São Paulo (FAU-USP), o profissional nascido no estado paulista deixou sua marca e tornou-se parte da identidade urbana de Mato Grosso do Sul.

Agora, suas edificações ganham vida pelas mãos da estilista Claudia Ferraz, coordenadora de estilo e diretora criativa do Atelier Kakô, uma marca sul-mato-grossense de moda premium especializada em alfaiataria e loungewear que tem produções autorais e toda uma valorização de matérias-primas naturais.

Kakô indica que as fachadas, detalhes de edifícios projetados, traços, linhas e volumes que foram projetados inicialmente por Gil de Camillo aparecem reinterpretados e agora aparecem na forma de estampas exclusivas. Segundo a estilista, todo esse estilo do arquiteto percorre a superfície dessas peças e ajuda a criar novos desenhos sobre o corpo. 

Ao Correio do Estado, Kakô comenta sobre como é equilibrar essa característica intrínseca da moda de ditar novas tendências, muitas vezes revisitando o clássico que pode ser carregado de estilos mais tradicionais e formas consolidadas. Ela comenta que está no DNA da marca essa fusão de tecidos naturais, sustentabilidade, arte e a criação de peças atemporais com um toque contemporâneo.

"Dentro do atemporal a gente encontra o clássico, que é o que nunca sai de moda. O linho é uma matéria-prima que permite com que a gente trabalhe com ele de forma muito tradicional", afirma.

PARA VER DA FILA A

Segundo a profissional, a coleção Gil de Camillo Verão 2027 aparece como uma verdadeira homenagem a Campo Grande, transportando as obras que compõem a identidade urbana da Cidade Morena para esse universo da haute couture (termo francês para alta-costura).

Com duas décadas de experiência no mercado, este se trata do terceiro desfile promovido pela estilista, que tem como assinatura essa característica de levar a arte e a cultura sul-mato-grossense para o universo da moda de luxo. Nesse sentido, Kakô anota passagem por grifes nacionais e participação em projetos ligados ao São Paulo Fashion Week, além de coleções próprias e colaborativas.

Claudia é especialista em Gestão de Marcas de Luxo (do inglês Luxury Brand Management) com capacitação pela Paris School of Business, na França, sendo inclusive docente em diversos cursos, workshops e palestras.

À frente do Atelier Kakô desde 2022, nessa espécie de missão em desenvolver um trabalho que conecte moda, arte, arquitetura e design em uma verdadeira união com identidade regional, munindo-se de parcerias com nomes da arte sul-mato-grossense para alcançar seus objetivos, ela indica que essa inspiração e estudo para a criação da Coleção Gil de Camillo Verão 2027 começou ainda em 2023.

"A pesquisa dessa coleção começou há três anos. Interpretamos na moda as famosas e históricas construções do nosso Estado, assinadas por Gil de Camillo, esse expoente da arquitetura do Estado, filho do Rubens Gil de Camillo", cita a estilista. 

Ou seja, para abrilhantar o catwalk desta noite, a passarela traz as criações do arquiteto, aplicados em lenços e nos mais diversos cortes de roupas, como em modelos de ternos, camisas masculinas, vestidos de seda, calças de seda, bem como em capas e muitas outras versões, como bem cita a estilista, dignos obviamente de serem apreciados da front row.

IDENTIDADE REGIONAL

Como bem reforça a organização do desfile, a apresentação da coleção Gil de Camillo Verão 2027 aparece como um verdadeiro movimento de transformação da criatividade regional em valor.

Em outras palavras, esse desfile aproxima diferentes segmentos do mercado de luxo, sendo também uma abertura de possibilidades para a arte, a cultura, o design e os talentos que existem regionalmente em Mato Grosso do Sul.

Cláudia complementa que a base do princípio da marca Kakô é trazer essa alfaiataria purista, em que o estilista valoriza exatamente o design das linhas e um acabamento premium. "Então, são linhas clássicas, mas que a gente traz para o contemporâneo", diz. 

A estilista relembra que a marca iniciou na pandemia, e desde as primeiras coleções que eram pijamas de seda, para o dia a dia e estampados com obras de arte da própria mãe, Zila Soares , a Kakô trabalha com assimetrias que apareciam também em ternos, blazers de linho, etc. 

"As calças de alfaiataria em linho e essa linha mais loungewear em seda, que a gente chama que é uma roupa, o homewear, o loungewear, que é essa roupa de circular dentro de casa. Você pode estar chique com uma peça de linho, um terno que você consegue circular num casamento, evento ou numa recepção dentro de casa". 

Segundo a profissional, todo o lifestyle da marca sempre esteve conectado com arquitetura, nascendo na pandemia pensando nessa figura que estava de olho na casa, no bem-estar do lar.

"Essa mulher que quer sentar numa poltrona, que tem esse cuidado com a decoração e com objetos de arte, essa conexão que eu faço dessa mulher que veste a minha marca", destaca.

Para Cláudia, quando surge o olhar de transportar a estamparia presente na arquitetura para o mundo da moda e os tecidos em geral, os traços de Gil de Camillo são considerados por ela "extremamente contemporâneos e elegantes". Kakô ainda destaca semelhanças entre o olhar da estilista e o que enxerga o arquiteto ao visualizarem ambos um resultado final quando ainda há apenas o traçado de uma nova peça. 

"A gente faz essa mesma mistura. Ele também parte do princípio do desenho à mão, começa no processo artesanal, na criação autoral. A nossa conexão é com um arquiteto que trabalha muito com o urbanismo, regional, nacional, ele aproveita a cidade, a natureza no projeto dele, o que tem no espaço, no entorno, ele coloca uma pirâmide que você consegue ficar conectada com o pôr do sol. Então, os projetos do Gil São pensados para uma arquitetura brasileira, assim como eu penso quando trago uma roupa clássica com uma estampa brasileira", reflete.

Kakô destaca que essa conexão de valores simbólicos é o que importa na construção da marca e nessas colabs artísticas, são os pesos de processos criativos para a marca que fazem sinergia com todo o DNA sobre aproveitar o que há de melhor na arte local.

Sobre colocar um patrimônio cultural na estamparia, ela explica que ainda no processo de passar as linhas de Gil para a caneta nanquim, ao passar para o tecido, dependendo do traço, é possível dar vida a peças mais streetwear, que ficam evidentes nos pretos e brancos da coleção, por exemplo.

"No linho, ele tem os traços dos prédios, que dão a impressão de uma roupa mais streetwear. Aí trazemos para seda, nos vermelhos e cinzas, os traços mais elegantes, refinados, linhas limpas do projeto do Gil que colocamos em peças mais loungewear e elegantes. É uma união de várias características, mas que o conceito e a intenção se afinam dentro dos próprios valores, de onde elas nascem, do propósito. Então, esse é o meu intuito como estilista, é trazer projetos que estão conectados com a nossa realidade, com a nossa realidade regional brasileira, mas que tem uma linguagem universal", conclui.

Diálogo

Nem El Niño, nem "Super". Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (22)

22/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Caio Fernando Abreu - Escritor brasileiro

"Nada em mim foi covarde, nem mesmo as desistências: desistir, ainda que não pareça, foi meu grande gesto de coragem”.

FELPUDA 

Nem El Niño, nem “Super”. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), não houve em Campo Grande  nenhum sinal do fenômeno climático invocado pela prefeitura para justificar o estrago de recernte temporal. Pelo visto, o tal “Super El Niño” só se manifestou nos discursos, em mais uma tentativa de maquiar o caos institucionalizado. O Inmet explicou o episódio: “Do ponto de vista meteorológico, a chuva de quinta-feira (15) foi resultado da presença de uma massa de ar quente, úmida e instável combinada à atuação de cavados (áreas de baixa pressão alongadas)”.

Aí...

“Todo o padrão descrito favoreceu a intensificação da instabilidade atmosférica, contribuindo para formação de nuvens de tempestade, que resultaram na chuva intensa em curto intervalo de tempo e alguns acumulados  mais expressivos.”

Mais

Isso, acompanhados rajadas de vento, além de raios sobre áreas de MS, que acabaram provocando impactos em algumas localidades. Traduzindo: foi tempestade, com causa  explicável. Já a desculpa, essa sim, chegou com intensidade bem acima da média...

DiálogoFoto: Divulgação

A partir de hoje (22) até o dia 30, o Sesc Teatro Prosa recebe seis encontros gratuitos do Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras, reunindo escritores, poetas e artistas de diferentes regiões do Brasil para apresentações e conversas com o público. A abertura será às 19h, com Midria, de São Paulo. Dia 23, também às 19h, a convidada é Tina Ribeiro, do Piauí. Camila Costa (foto), do Rio de Janeiro, encerra o Circuito de Oralidades no sábado (24), às 16h. As três apresentações propõem diferentes formas de experimentar a literatura para além da leitura convencional. Na semana seguinte, o foco passa para os encontros entre autores. No dia 28, às 19h, Simone Mota, do Rio de Janeiro, e Valéria Silva, do Piauí, participam de uma conversa mediada pelo escritor sul-mato-grossense Henrique Pimenta. No dia 29, às 19h, será a vez de Lilia Guerra, de São Paulo, e Tácio Pimenta, do Tocantins, dividirem o encontro, com mediação de Febraro de Oliveira, de MS. A programação termina dia 30, também às 19h, com Estrela Ruiz Leminski, do Paraná, e Renato Negrão, de Minas Gerais, em conversa conduzida por Marcelle Saboya Ravanelli, de MS. A programação é gratuita, com ingressos disponíveis pelo Sympla.

DiálogoDra. Celina Frota - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoDaniela Cachich - Foto: Divulgação

Na espera

O Conselho Nacional de Justiça prolongou por mais alguns dias a angústia do ex-presidente do Tribunal de Justiça de MS, Sérgio Martins. Ele  está sendo julgado por suspeita de venda de sentença e já declarou  que não fez parte de qualquer esquema de negociação judicial. Martins poderá perder o cargo numa eventual condenação. 

De sola

As lideranças da direita de MS sentiram o baque da chacoalhada e entraram de sola na campanha de Flávio Bolsonaro. Só na Capital, dia 17, quase 5 mil carros foram adesivados pela tropa comandada por Reinaldo Azambuja. 

Confusão

A discussão sobre a operação tapa-buraco em Campo Grande acabou em confusão. Um servidor da prefeitura tomou cartazes, rasgou aos gritos e acabou sendo retirado à força pela segurança da Câmara Municipal. O servidor é ligado a prefeita e contra a criação da CPI Tapa-Buraco. 

Provocação

Nos bastidores do debate dos presidenciáveis na Band, os ex-ministros  da Fazenda, Fernando Haddad, e a do Planejamento, Simone Tebet, papeavam descontraidamente até a chegada do deputado federal Nikolas Ferreira. O parlamentar bolsonarista chegou perto deles e fez um vídeo chamando-os de “desempregados”. Simone não gostou do que ouviu, fechou a cara e saiu de perto, deixando Haddad sozinho.

ANIVERSARIANTES

  • Dr. Fábio Fernando Helmer, 
  • Izadora Marques Pina Bulhões Moreira,
  • José Carlos Chinaglia,
  • Maria Angelica Leguzamon, 
  • Lúcio Hisashi Tokikawa,
  • Gil Marcos Saut,
  • Anézia Higa Avalos,
  • Ricardo Macedo Saab da Rosa,
  • Edemir Marques Machado,
  • Leonardo Disconzi Martins,
  • Pedro Zanetti,
  • Vera Jane Tavares Marques,
  • Sérgio Stateri,
  • Nadir Vilela Gaudioso,
  • Tamia Takagi, 
  • Hélio Marino Weber,
  • Damião Carlos de Andrade,
  • Marcos César Américo dos Reis, 
  • Cláudia Márcia Picolli, 
  • Vinicius Gonçalves de Assunção Bermudes, 
  • Orlando Pimpim Lima, 
  • Flávio Esgaib Kayatt, 
  • Isabela Queiroz Nunes Coelho,
  • Walkiria Neves,
  • Ramão Mendes,
  • Thiago Oliveira Couto,
  • Mário Soares,
  • Roberson Luiz Moureira,
  • Nercy Soares dos Santos,
  • Dr. Geraldo de Carvalho,
  • Guaracy Boschilia,
  • Annete Vargas,
  • Márcio Antônio Portocarrero,
  • André Luciano Prechi,
  • Eliane Aparecida de Oliveira Sandin,
  • Celina Maura Siufi,
  • Maritônio Barreto de Almeida,
  • Matheus Chaves Neto,
  • Marcos Lírio Zanette,
  • Dilmar da Silva Leite,
  • Paula Helena Gomes Nunes,
  • Adão Rodrigues Antunes,
  • Edson de Souza Braz,
  • Marcos Luiz Sória,
  • Otávio Augusto Trad Martins, 
  • João Seda Neto,
  • Marcelo Barbosa Fonseca,
  • Ivonete de Oliveira Parron,
  • João Rocha Pinto,
  • Helena Marly Makaron da Fonseca,
  • Vera Ruth Abdo Villalba,
  • Najla Vilacqua,
  • Holney de Oliveira Souza,
  • Luis Felipe Azambuja,
  • Valesca Mangeri Sender Maroni,
  • Carlos Alberto Moura,
  • Luis Martins de Assis Filho,
  • Maria Luiza de Moraes,
  • Zuleika Lima Gonçalves,
  • Malvina Vanda Szukala,
  • Wilson Alves Pereira,
  • Maria Helena Domingues,
  • Silvana Mariotti,
  • Dainay Maria Mendonça Gomes,
  • Lidia de Oliveira Ferreira,
  • Fátima Aparecida Paulino,
  • Roberto Teixeira dos Santos,
  • Matheus Macedo Cartapatti, 
  • José Roberto Feltrim Peres,
  • Diana Stuhler,
  • Edimar Paes da Silva,
  • Marco Antonio Stuani,
  • Sérgio Ramires Gimenez,
  • Geraldo Martins Ribeiro,
  • Cláudio Gouvêa Assumpção,         
  • Christiane Santander Lopes,
  • Isadora Rocha Zaneti, 
  • Cristiano Kurita,
  • Paulo Gonçalves Pinto,
  • Fernando Bortolotti Gonçalves,
  • Joaquim Gonçalves da Cruz,  
  • Florisvaldo Souza Cayres,
  • Eduardo de Paula Mendonça,  
  • Carlos José Camilo de Carvalho,
  • Jean Haeffner Machado,
  • Fernanda Gonçalves,    
  • José Antonio Cardoso,
  • Juarez Moreira Fernandes Junior, 
  • Juliana da Silva Alencar,
  • Wilson Porfirio Gime,
  • Karina Ruzzon,
  • Mariângela Brandão Vilela,
  • Marlei Rocha de Souza Rees,
  • Rui Antonio Rodrigues de Moraes,
  • Odair Donizete Ribeiro,
  • Patricia Ribeiro Azambuja,
  • Tainá Silva do Espírito Santo,
  • Pedro Rodrigues de Paula,
  • Renato César Bezerra Alves,
  • Thiago Marques Pereira de Rezende,
  • José Carlos Franquelino,
  • Ubirajara de Melo,
  • Mário Márcio Teixeira Lemos,
  • Lenita Moraes Ribeiro,
  • Carolina Carvalho Gonçalves,
  • Elaine da Cruz Bandeira,
  • Beatriz Ribeiro da Silva,
  • Samira Lopes Reis,
  • Neuza Maria Marinho.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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