Correio B

DOCUMENTÁRIO

Cotidiano Terena

Curta-metragem retrata o dia a dia da Aldeia Urbana Marçal de Souza; produção conta com recursos da Lei Paulo Gustavo e tem previsão de lançamento para 19 de abril de 2025, Dia Nacional dos Povos Indígenas

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A cultura indígena e a inclusão digital ganham um novo fôlego com o projeto “Vémo’um”(“nossa voz”, na língua terena), que está mexendo com a rotina da Aldeia Urbana Marçal de Souza, em Campo Grande. O projeto, idealizado pela gestora cultural Maria Auxiliadora Bezerra e pela atriz Thaís Umar, no fim de semana captou imagens que estarão em documentário de curta-metragem, além de ter realizado oficinas de cinema e fotografia com moradores da comunidade.

Com 15 minutos de duração, o documentário tem lançamento previsto para o dia 19 de abril de 2025, em celebração ao Dia Nacional dos Povos Indígenas. A primeira parte do curta-metragem foi gravada recentemente, nos dias 14 e 15, e contou com depoimentos de oito moradores da comunidade, representando diferentes fases da vida conforme a idade de cada um.

“A gente já gravou a primeira parte do documentário. Agora, faremos filmagens de alguns detalhes apenas e partir para a edição”, explica Thaís, que acompanhou as gravações e pôde constatar a dedicação dos moradores.

“Dentro e fora de cena, vi o empenho de cada um. Pudemos contar como trazem relatos muito potentes sobre a vivência na aldeia, em temas como identidade, memória e os desafios de ser indígena em um contexto urbano”, conta a atriz e diretora.

ALUNOS NO SET

O documentário aborda temas como identidade indígena urbana, a importância das línguas nativas, a inclusão no mercado de trabalho artístico e o papel das mulheres artesãs. Inclusive, alunos que estiveram nas oficinas puderam participar também do set de gravações para ver na prática o conhecimento estudado. Sâmara Figueiredo, uma das alunas das oficinas, acabou sendo selecionada para executar a função de entrevistadora diante das câmeras.

“Foi uma honra ser convidada para ser entrevistadora. É mais um desafio superado”, diz a jovem.

“As oficinas vieram como um complemento para valorizar a cultura indígena e ampliar a voz das comunidades. Então, os cursos vieram para agregar conhecimento em audiovisual na formação de adolescentes e adultos, proporcionando noções de filmagem, fotografia e edição que podem ser aplicadas em projetos futuros”, destaca Thaís.

O Memorial da Cultura Indígena Cacique Enir Terena, um ponto simbólico para a comunidade, é parte central do curta, evidenciando a riqueza cultural e histórica da região. A gestora do espaço cultural, Maria Auxiliadora Bezerra, conta que a iniciativa nasceu de uma preocupação com os jovens da aldeia.

“A ideia surgiu de uma conversa com a Thaís por conta de uma preocupação minha enquanto mãe e mulher, especialmente com a juventude. Vivemos em uma realidade em que o mundo virtual é muito presente para eles. Queremos ressaltar a importância da ocupação desse espaço digital pelos jovens, que têm aptidão e precisam ocupar esse lugar. O projeto é também uma forma de dar voz à comunidade, com cerca de 80 jovens vivendo na aldeia”, diz Maria Auxiliadora.

As oficinas foram uma experiência enriquecedora para os participantes, como destaca Kauê B. Escobar, jovem da comunidade.

“Eu já fiz alguns trabalhos, como campanhas, casamentos e aniversários, mas ainda estou no início na fotografia e na edição. Aprendi técnicas como enquadramento e troquei experiências com os colegas. Isso soma muito para mim”, relata Kauê.

FORTALECIMENTO

Já o ator Breno Moroni, roteirista e preparador de elenco do curta, ressalta o impacto do projeto na formação de novos artistas e no fortalecimento da cultura indígena.

“O puramente artístico é colocar o indígena como músico, ator, cinegrafista. A ideia é fomentar artistas, e não apenas consumidores de arte. Além disso, o audiovisual é uma poderosa ferramenta de denúncia e documentação. Ensinamos o básico das funções no cinema – direção, captação de som, etc. – para que cada um descubra sua melhor função”, afirma Breno.

“Vémo’um” é financiado pela Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura (MinC) do governo federal, por meio de edital operado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), que integra a Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc).

A iniciativa, segundo os responsáveis pelo projeto, reafirma o compromisso de toda a equipe com a valorização da diversidade cultural e deixa um legado de inclusão digital e artística para a comunidade indígena.

Além de Thaís Umar (diretora e produtora) e Breno Moroni (roteirista e preparador de elenco), estão na equipe do projeto: Antônio Lopes, diretor de fotografia e editor de vídeo; Rodrigo Bezerra, operador de áudio e editor de áudio; Bruno Henrique de Oliveira e Kauê Escobar, assistentes de filmagem; Sâmara Figueiredo, entrevistadora; e Ana Malheiro, maquiadora.

O curta conta ainda com os seguintes convidados: Ana Carla Malheiro, Gerson Jacobina, Giulia Gabriela Rodrigues, Itamar Xunati, Josias Ramires, Jucimara Pereira, Lisio Lili, Maria Auxiliadora Bezerra e Silvana de Albuquerque.

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Felpuda

A terceirização da saúde que vem sendo discutida em Campo Grande está ...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (20)

20/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Paulo Coelho - escritor brasileiro

"Não desista. Geralmente é a última chave do chaveiro que abre a porta”.

 

FELPUDA

A terceirização da saúde que vem sendo discutida em Campo Grande está parecendo clássico de futebol, com torcida organizada e tudo, e com os olhos da população, atentos para saber quem conquistará a vitória. De um lado, a Prefeitura de Campo Grande tentando convencer que a sua jogada é a melhor para as necessidades das pessoas e do outro os dribles são ainda maiores. Enquanto isso, os dois lados jogam para a plateia, o caos vai se instalando fora dos gramados, com o setor enfrentando momentos de extremas dificuldades. Seria cômico, se não fosse trágico.

Diálogo

Perspectiva

O Dia das Mães deste ano deverá injetar R$ 452,6 milhões na economia de Mato Grosso do Sul, segundo pesquisa do IPF-MS e Sebrae-MS. Apesar de leve queda de 3,3% na intenção de consumo, o volume se mantém próximo ao de 2025.

Mais

Do total, R$ 234,7 milhões devem ser gastos com presentes e R$ 217,8 milhões, comemorações. A pesquisa indica que 64,17% dos consumidores pretendem comprar presentes, com gasto médio de R$ 242,94, enquanto 66,08% devem celebrar a data, com gasto médio de R$ 218,95.

DiálogoDra. Maria José Maldonado e Dr. Guilherme Maldonado

 

DiálogoJo Holley e Armin Schwander

Mornas

Com 20 deputados apoiando o governo do Estado, as sessões na Assembleia Legislativa de MS estão mornas no que se relaciona a discussões de projetos, mesmo os mais polêmicos. A oposição, restrita a quatro deputados, três do PT e um do Novo, até que esboça uma certa reação, mas acaba “engolida” pela base governista. O que se tem visto são discussões de assuntos menos relevantes, daqueles que geram bate-boca para tentar sensibilizar o eleitor.

Puxando

O aval de Lula ao pedido de empréstimo do governo do Estado de R$ 1,2 bilhão ao Bird e aprovado pelo Senado, está sendo defendido pelos petistas como um grande feito do governo federal. A discussão ocorreu na Assembleia, até que alguém lembrou que se não fosse a capacidade de endividamento do Estado, isso não seria possível. Dizem que a fase por lá é a tese do “copo com água pela metade”: está meio vazio ou está meio cheio.

Solitário

O Psol sairá mesmo sem estar aliançado a partidos do mesmo campo ideológico, preferindo enfrentar as urnas, “na cara e coragem” como na maioria das outras ocasiões. Apesar disso, apoiará a provável pré-candidatura de Lula à reeleição. O pré-candidato ao governo do Estado Lucien Rezende se identifica como “pequeno produtor rural” e já foi secretário de Desenvolvimento de Ribas de Rio Pardo. Já o pré-candidato ao Senado é Jonas Carlos da Conceição, o Beto do Movimento ou Beto sem Terra.

Aniversariantes

Eudiley Proença,
Dr. José Kimei Wanderley Tobaru,
José Carlo Tenório,
Dr. Geraldo Resende Pereira,
Fábio Rezek Silva,
Inara Maria Correa Peixoto de Azevedo,
Luciana Ferrari Ledesma,
Eliane de Oliveira,
Aguida Salem,
Aparecido José do Carmo,
Mauro Abrão Siufi,
Vilma Carlos Nantes Silveira,
Sônia de Oliveira Paulino dos Santos,
Sérgio Pedrossian de Abrantes,
Pe. Reginaldo Nascimento Padilha,
Dra. Kamilla Amaral Gonçalves,
Ariel Morilhas Corrêa da Costa,
Guilherme Tabosa,
Karen Recalde Rodrigues,
Carmen Marina do Nascimento Gomes,
Cezar Mafus Maksoud,
Dr. Denis Cleiber Myashiro Castilho,
Junichi Ono,
Carlos Augusto Martinez dos Santos,
Adrianus Lodevicus Maria Vosters,
Edem Luiz Sleimam,
Fernando José Oliveira de Moraes Cardoso,
Jair Alves de Souza,
Zulma Ferreira Nantes,
Pedro Ribeiro de Assunção,
João Rosa Ferreira,
Marcelo Galiano Fernandes,
Edinho Neves,
Leopoldo Ramão Aguero,
Talita Machado Nogueira Guimarães,
Graziele Carneiro,
Luciene Barbosa Anastacio da Silva,
Cristina Aparecida Ferreira da Silva,
Jessika(Jehh) Pazini de Castro,
Andréa Roselle de Souza Medeiros,
Dra. May Melke Amaral Penteado Siravegna,
Urbano Aloysio Rihl,
Dorival Barbosa Campos,
Luiza Soares de Melo,
Ivanete Cruz Lopes,
Ailton Tanaka,
Ozane Moraes Gomes,
José Mauro de Campos,
Tereza Venécia de San Fulgêncio,
Zeli Loubet de Almeida,
Bráulio Cândia,
Sandra Maria Amorim dos Santos Baltha,
Cléber Navas,
Rogério Santiago de Mello,
Francisca Souza Nepomuceno,
Jacy Fonseca Andrade Pinho,
Joana Camila Santiago de Mello,
Juliana Peixoto,
Antônio Clementino da Silva,
Lázaro Sandim,
Reinaldo Antonio de Queiroz,
Dr. Francisco Gomes Rodrigues,
Dra. Maria Lúcia Nakamatsu,
Genoveva Witake Quintella,
Júlio César de Oliveira,
Alda de Jesus Garcia Brown,
Gilberto Salermo,
Elias Martinez,
Letícia Coelho Novaes,
Ernani Fortunati,
Sandra Vieira Nunes,
Carolina Silva,
Mário Sérgio Vieira,
Aislan Felipe da Silva,
Maria Auxiliadora Nunes,
Carlota Maria Lopes,
Maria Aparecida de Sales,
Antonino Gauto Rios,
Marcos Otávio Bezerra Brates,
José Carlos Barbosa,
Aurinete Florência da Silva,
Odair Jaques dos Santos,
Orozimbo Garcia Decenzo,
Helga Livis Lopes,
Dra. Maiza dos Santos Viegas,
Tatiana Rodrigues de Souza,
Dorival Gonçalves,
Paulo Eduardo Palermo Martins,
Maria de Freitas,
Carlos Takumi,
Félix Fernando Santiago de Mello,
Pedro Bezerra da Silva,
Sônia de Aquino Grisoste Barbosa,
Dr. Jeoli Medeiros da Cunha,
Luiz Antônio Ruiz Filipe,
Antônio Marcos da Silva,
Everton Will,
Luis Hervê Castilho,
João Belarmino Figueiredo,
Elison Yukio Miyamura,
Flavia Roberta Ayres Filipini,
Thaís Pereira Rihl Vergitz,
Claudinei Antonio Poletti,
Ariana Mourão Borges. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

Saúde Correio B+

Outono acende alerta para gripe e alergias respiratórias em crianças  

Pediatra reforça importância da vacinação precoce diante do aumento da circulação do vírus influenza em 2026

19/04/2026 14h30

Outono acende alerta para gripe e alergias respiratórias em crianças     

Outono acende alerta para gripe e alergias respiratórias em crianças      Foto: Divulgação

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A queda das temperaturas marca o início de um período previsível e, muitas vezes, subestimado na saúde infantil. É no outono que a circulação do vírus influenza começa a subir no Brasil.

Dados históricos do Ministério da Saúde mostram que, no Brasil, a circulação do vírus influenza se intensifica no outono, com pico entre abril e junho, mantendo-se elevada durante o inverno.

Em 2026, o cenário acendeu um alerta internacional, com aumento da circulação do vírus influenza A (H3N2) e início precoce da temporada em alguns países. Não significa, necessariamente, um surto mais grave, mas reforça a importância da preparação e da prevenção.

Por isso, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é clara: antecipar a proteção das crianças e dos grupos de risco, como idosos, pacientes crônicos e gestantes.

A pediatra e docente do curso de Medicina do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba), Dra. Lívia Franco, reforça a vacinação precoce contra a gripe como a melhor estratégia, chamando atenção para o grupo mais vulnerável: as crianças, especialmente as menores de cinco anos.

“Nessa faixa etária, o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. Soma-se a isso a maior exposição em ambientes coletivos, como escolas e creches, além de comportamentos típicos da infância, como levar mãos e objetos à boca e o contato físico frequente. Muitas vezes, são as crianças que levam o vírus para casa, transmitindo inclusive aos avós, outro grupo vulnerável”, alerta.

Essa combinação favorece a transmissão e aumenta o risco de complicações. A influenza, inclusive, não é um quadro leve por definição. A doença pode evoluir para pneumonia e síndrome respiratória aguda grave e, quanto menor a criança, maior o risco. “Por isso, a vacinação é a principal forma de prevenção”, enfatiza.

A campanha de vacinação contra a gripe no Brasil realizada pelo Ministério da Saúde na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), tem início previsto para o fim de março, com ampliação ao longo das semanas nas unidades básicas de saúde (UBSs). O Instituto Butantã deve entregar 70 milhões de doses com o objetivo de garantir proteção antes do aumento expressivo de casos.

Isso porque a vacina leva, em média, duas semanas para gerar resposta imunológica adequada. Porém, na rede privada, a vacina fica disponível ao longo do ano. Outro ponto que deve ser reforçado é que a vacinação deve ser realizada anualmente.

“O vírus influenza é mutante, por isso a vacina é reformulada todos os anos, justamente para acompanhar as novas cepas em circulação” explica a pediatra Dra. Lívia Franco. Neste ano, a vacina do SUS inclui cepas atualizadas do vírus influenza, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde.

Vacina do SUS e da rede privada: há diferenças, mas ambas protegem

No Brasil, a vacina oferecida gratuitamente nas UBS é a trivalente, que protege contra três cepas do vírus (geralmente dois tipos A, como H1N1 e H3N2, e um tipo B). Na rede privada, a versão mais comum é a tetravalente, que inclui uma cepa adicional de influenza B.

A Dra. Lívia Franco esclarece que na prática, ambas são eficazes e seguras, e a escolha não deve ser um impeditivo para a vacinação. “Estar vacinado é o que realmente reduz o risco da doença e complicações. Outro ponto que preciso enfatizar é que a vacina não causa gripe, pois é produzida com vírus inativado. Não tem capacidade de provocar a doença.”

Os casos em que a criança “fica gripada” após a vacinação, costumam ter outras explicações: infecção prévia ainda sem sintomas, exposição ao vírus antes do tempo necessário para proteção ou até mesmo um resfriado causado por outros vírus, caracterizando um resfriado.

“E, mesmo quando a infecção acontece após a vacinação, o quadro tende a ser mais leve, com menor risco de evolução grave”, esclarece a médica.

Também é importante destacar que gripe e resfriados são doenças diferentes, com sintomas distintos. A gripe costuma surgir de forma súbita, a criança apresenta febre alta, dores no corpo, dor de cabeça, prostração, queda no estado geral e crianças pequenas ainda podem apresentar vômitos e recusar alimentos.

Já o resfriado é mais leve, progressivo, com sintomas predominantemente nas vias aéreas superiores, como coriza e congestão nasal, e menor impacto no organismo, com duração menor.

Cuidados e sinais de alerta

Os cuidados em ambos os casos incluem hidratação, controle da febre com medicação prescrita, repouso e lavagem nasal frequente com soro fisiológico. A medicação apenas alivia os sintomas e não é capaz de eliminar o vírus do organismo, mas a avaliação médica é necessária se surgirem sinais de alerta, como dificuldade para respirar, sonolência excessiva, recusa alimentar ou piora da febre e da prostração.

“Neste caso é preciso procurar ajuda médica imediatamente, principalmente no caso de crianças, idosos e gestantes”, alerta Lívia.

Segundo orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) a distinção entre gripe e resfriado é importante, pois no outono há outros fatores envolvidos: as alergias e a asma que são as outras protagonistas da estação.

Rinite alérgica e asma também aumentam no outono, e frequentemente confundem os pais por causa dos sintomas semelhantes.  Coriza persistente, espirros, nariz entupido e tosse seca podem não ser infecção, mas uma resposta do organismo a algum agente alérgeno.

A estação favorece esse cenário: ambientes mais fechados, tempo seco, menor ventilação e o uso de cobertores, casacos e edredons guardados aumentam a exposição a ácaros e poeira. Em crianças com histórico de alergia ou asma, isso se traduz em piora dos sintomas e maior risco de crises.

“Por isso, os cuidados devem ser habituais: higienizar roupas de frio antes do uso, manter ambientes ventilados, a casa limpa e, principalmente, seguir corretamente o tratamento de controle indicado pelo pediatra da sua criança faz toda diferença. Prevenir é fundamental”, orienta Lívia Franco.

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