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Reciclagem

Em Bonito, 100% do vidro é reaproveitado

Em Bonito, 100% do vidro descartado pela população vem sendo reaproveitado

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Referência em uma atividade altamente sustentável, a Casa do Vidro, em Bonito, criou um projeto de grande alcance ambiental e social ao garantir o reaproveitamento industrial do vidro não utilizado na confecção de peças artesanais. 

A iniciativa promove a coleta e a destinação correta do resíduo, que deixa de ser descartado no aterro sanitário.

Com isso, o material é 100% reciclado, não causa impactos negativos no meio ambiente e ainda gera emprego e renda na localidade. 

A parceria da Casa do Vidro com a prefeitura e com a Cooperativa de Catadores do Paraíso de Bonito já resultou no envio da primeira remessa de vidros a uma indústria de São Paulo, totalizando 12,4 toneladas (seis mil unidades).

“Nosso objetivo é deixar de enterrar o vidro descartado pela população de Bonito, reciclando o material não aproveitado artisticamente pela nossa empresa". 

"Futuramente, esperamos conseguir dar um destino ambientalmente adequado a todos os resíduos sólidos”, informa a empreendedora Gina Tolfo Felix, há três anos à frente da empresa.  

Na Casa do Vidro, taças quebradas são transformadas em pimenteiras e em frascos para mel; as partes superiores das garrafas de cerveja viram castiçais, outras se tornam copos e luminárias; e frascos de perfume saem dali como difusores aromáticos. 

O empreendimento é considerado uma das primeiras fábricas de reutilização de vidro da América Latina.

Ecoponto

Um posto de coleta – Ecoponto – foi instalado em frente ao ateliê da loja, na Rua Afonso Pena, nº 587, e qualquer tipo de vidro (não apenas garrafas) é aceito. 

As pessoas são orientadas a depositar o material quebrado em caixas de papelão para facilitar o manuseio e a separação, evitando riscos de ferimentos nos colaboradores do projeto, e a não misturar outros tipos de resíduos, principalmente orgânicos.

Gina explica que antes de serem encaminhados para a reciclagem, os vidros passam por uma triagem, onde cerca de 10% a 15% são reaproveitados de forma artística na produção de copos, artigos de decoração, entre outros. 

“Com isso, a totalidade do vidro que chega aqui será reciclado. O que não for usado no ateliê será levado mensalmente para a indústria”, completa.

A empresária faz um apelo à comunidade: “Tragam os vidros até o nosso Ecoponto, e os grandes produtores, como restaurantes e hotéis, se for possível, façam o descarte direto na UTR [Unidade de Triagem de Resíduos], onde já podem aproveitar para deixar os demais resíduos recicláveis”.

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SAÚDE

Pesquisa mostra que mais de 30% da população das capitais sofre com insônia

Pesquisa do Ministério da Saúde revela que 31,7% dos adultos sofrem com insônia nas capitais brasileiras; doença atinge mais mulheres, pessoas na meia-idade e está diretamente ligada a hábitos e fatores sociais

17/02/2026 10h30

Mulheres são as mais impactadas pelos distúrbios do sono, especialmente a partir da menopausa

Mulheres são as mais impactadas pelos distúrbios do sono, especialmente a partir da menopausa Fotos: freepik

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Se três em cada dez adultos que você conhece reclamam que não dormem bem, a estatística agora confirma que a sensação não é apenas um exagero coletivo. O mais recente levantamento do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, aponta que 31,7% da população adulta das capitais brasileiras convive com pelo menos um dos sintomas clássicos da insônia: dificuldade para iniciar o sono, despertares frequentes durante a noite ou o hábito de acordar muito antes do desejado.

O número, por si só, já é um indicador robusto de que a qualidade do sono se deteriorou na rotina caótica dos centros urbanos. Mas, ao detalhar a pesquisa, o cenário se torna ainda mais revelador sobre as desigualdades e os desafios da vida moderna.

Além de gênero e idade, o Ministério da Saúde destaca que o perfil dos mais afetados inclui idosos e pessoas com menor escolaridade. A condição socioeconômica é um fator determinante: populações de baixa renda, desempregados e aposentados tendem a sofrer mais com a fragmentação do sono, muitas vezes agravada por comorbidades e condições de moradia inadequadas (como exposição a barulho e falta de conforto térmico).

Mulheres são as mais impactadas pelos distúrbios do sono, especialmente a partir da menopausaLer antes de dormir é uma boa opção para pegar no sono longe das telas

O SONO FEMININO

A pesquisa Vigitel escancara uma disparidade de gênero significativa. Enquanto 26,2% dos homens relatam sintomas de insônia, o índice salta para preocupantes 36,2% entre as mulheres. Em algumas regiões do País, esse número chega a oscilar entre 36% e 38%, confirmando uma tendência observada globalmente.

A medicina do sono aponta que essa diferença não é meramente cultural ou relacionada apenas à dupla jornada feminina (embora esses fatores contribuam). Há uma forte influência biológica. De acordo com a Associação Brasileira do Sono (ABS), os índices de insônia começam a aumentar nas mulheres em relação aos homens a partir da puberdade, o que sugere que as variações hormonais ao longo da vida – ciclos menstruais, gravidez e, principalmente, a menopausa – desempenham um papel crucial na predisposição ao distúrbio.

O pico de prevalência do problema, segundo o levantamento, ocorre na faixa etária entre 45 e 54 anos. Esta é justamente uma fase de transição hormonal intensa para as mulheres e de acúmulo de estresse e responsabilidades profissionais e familiares para ambos os gêneros.

CENÁRIO REGIONAL

A qualidade do sono também varia conforme o mapa do País. Um dos dados mais impactantes do Vigitel diz respeito à duração do sono. Em média, 20,2% dos adultos nas capitais dormem menos de seis horas por noite, um patamar considerado insuficiente para a manutenção da saúde física e mental a longo prazo.

Enquanto Maceió (AL) lidera o ranking da privação de sono, com impressionantes 24,8% da população adulta dormindo menos de seis horas, Campo Grande apresenta a menor taxa, com 14,8% da população nessa condição.

O menor índice da capital sul-mato-grossense no distúrbio do sono é atribuído à alta qualidade de vida, menor densidade populacional e até mesmo aspectos culturais dos campo-grandenses. 

RISCOS DA INSÔNIA

É importante diferenciar a noite mal dormida ocasional de um distúrbio crônico. De acordo com a Classificação Internacional de Distúrbios do Sono, a insônia se torna uma patologia quando ocorre pelo menos três vezes por semana e persiste por mais de três meses.

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), impressionantes 72% dos brasileiros sofrem com algum tipo de alteração ou doença relacionada ao sono, sendo a insônia a mais comum. A cronificação do problema pode trazer consequências graves.

A médica Dalva Poyares, especialista pela Sociedade Americana de Medicina do Sono e membro da Associação Brasileira do Sono, detalha o mecanismo perigoso da doença. “A insônia ocorre por uma predisposição do indivíduo a perder o sono, a ter um hiper alerta. É uma resposta anormal ao estresse. O indivíduo que tem insônia crônica tem uma chance muito maior de desenvolver hipertensão. Quando a insônia é grave, também pode resultar em alterações metabólicas, predispondo ao aumento de peso e diabetes”, alerta a especialista.

A privação crônica de sono também é um sintoma e um gatilho para questões psiquiátricas, como transtornos de ansiedade, depressão e transtornos de personalidade. Os sintomas vão além da fadiga: incluem deficit de atenção, irritabilidade, alterações de humor, diminuição da libido e propensão a acidentes.

OUTROS DISTÚRBIOS

Embora a insônia seja a “ponta do iceberg” mais falada, a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde alerta para outros dois distúrbios comuns que afetam a população e estão frequentemente interligados à má qualidade do sono:

1 – Apneia Obstrutiva do Sono: Caracterizada pela obstrução da via aérea durante a noite, causando pausas respiratórias (apneias) que podem durar 20 segundos ou mais. A pessoa acorda diversas vezes para “retomar” a respiração, fragmentando o sono. O ronco alto é o principal sintoma, ao contrário da crença popular de que roncar é sinal de sono profundo. A longo prazo, a apneia sobrecarrega o coração, podendo levar a infarto e derrame cerebral.

2 – Síndrome das Pernas Inquietas: É uma vontade incontrolável de mover as pernas, geralmente acompanhada de sensações desconfortáveis (formigamento, dor, puxão). Os sintomas pioram à noite, em repouso, dificultando o início do sono e causando cansaço extremo durante o dia.

TRATAMENTO

Para combater a insônia, o Ministério da Saúde enfatiza a prática da chamada “higiene do sono”. Essas medidas são essenciais para evitar que episódios pontuais se tornem crônicos.

> Regularidade: Estabelecer horários fixos para dormir e acordar, inclusive nos fins de semana.

> Ambiente: Manter o quarto escuro, silencioso e com temperatura agradável.

> Tecnologia: Evitar o uso de telas (celular, TV, computador) pelo menos uma hora antes de deitar, pois a luz azul inibe a produção de melatonina, o hormônio do sono.

> Alimentação e substâncias: Evitar refeições pesadas, cafeína, nicotina e bebidas alcoólicas nas horas que antecedem o horário de dormir. O álcool, apesar de induzir o sono inicialmente, fragmenta as fases mais profundas do descanso.

> Atividade física: Praticar exercícios regularmente, mas nunca próximo à hora de dormir.

> Resgate do relaxamento: Ao chegar em casa, é preciso deixar o “modo trabalho” de lado. O ideal é desacelerar pelo menos duas horas antes de ir para a cama. Se não conseguir pegar no sono após 20 ou 30 minutos na cama, levante-se e vá ler um livro em outro cômodo até sentir sono novamente. A cama deve ser associada apenas ao descanso e ao sexo, não a preocupações e planejamento.

A orientação do Ministério da Saúde ao buscar ajuda profissional no tratamento dos distúrbios do sono é procurar a Atenção Primária, ou seja, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). 

O médico da família poderá fazer uma avaliação inicial, identificar possíveis causas clínicas ou emocionais e, se necessário, encaminhar o paciente para um neurologista ou psiquiatra especializado em medicina do sono.

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DIÁLOGO

Em cidade do interior de MS, "barnabé" exercendo cargo de chefia decidiu ter Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (17)

17/02/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Ralph Waldo Emerson - escritor americano
"Podemos viajar por todo o mundo em busca do que é belo,
mas se já não o trouxermos conosco,
nunca o encontraremos"

Felpuda

Em cidade do interior de MS, “barnabé” exercendo cargo de chefia decidiu ter “juntinho do coração” os nomes do prefeito e do vice-prefeito e pagou do próprio bolso a confecção de jalecos para que sua equipe usasse.

Porém, como dizem versos de Carlos Drumond de Andrade, “No meio do caminho tinha uma pedra/tinha uma pedra no meio do caminho...” E com base na legislação, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul determinou que deixassem de usar a “homenagem”, sob pena de responderem por improbidade
administrativa. Quem procura, acha...

Oportunidade

Até o dia 2 de março estarão abertas as inscrições para a seleção de pesquisadores interessados em bolsas de Pós-Doutorado da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).

Mais

As bolsas são vinculadas aos Programas de Pós-Graduação stricto sensu e aos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia. O valor mensal é de R$ 5.200,00 por 12 meses.

DiálogoFlickr

Recife (PE) inovou no Carnaval deste ano, erguendo alegoria do Galo de Madrugada na Ponte do Arco Coelho, no centro da cidade.

O Galo tem 32 metros de altura e pesa oito toneladas. A cerimônia marcou o início do Carnaval e contou com muito frevo e foliões fantasiados para homenagear um dos principais símbolos carnavalescos.

A construção do Galo incorporou materiais reaproveitados e recursos tecnológicos. A perna da estrutura recebeu mosaicos produzidos com lonas e tecidos descartados. O trabalho envolveu artesãos e parceiros, resultando em diferentes visuais.

DiálogoCarol Pettengill, que comemora hoje os seus 50 anos - Arquivo Pessoal
DiálogoFernanda Manzoli Pelá - Foto: Arquivo Pessoal

Tô fora!

A senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, líder da bancada do PP, divulgou nota assinada
também por seus outros quatro colegas, no estilo “nos incluam fora dessa”, com relação à posição
manifestada pelo Federação União Progressista (PP-União Brasil) em defesa do ministro Dias Toffoli pelo seu envolvimento com o Banco Master. 

A alegação é que a decisão do comando dessas legendas não foi previamente discutida e nem contou com anuência da bancada formada, além dela, pelos senadores Espiridião Amin, Luis Carlos Heinze, Margareth Buzetti e Dr. Hiran.

Não esquece

Com os dias diminuindo na aproximação da eleição, o servidor federal on-line Fábio Trad, pré-candidato do PT ao governo de MS, vem utilizando as suas redes sociais para tecer loas ao seu líder circunstancial Lula, à esquerda, com críticas ao que chama de extrema-direita, não deixando de citar o nome de Bolsonaro.

Neste Carnaval, por exemplo, praticamente achou um absurdo os que são contra a “homenagem” de uma escola de samba a Lula. 

E os outros?

Alguém precisa avisar Fábio Trad que Jair Bolsonaro exerceu mandato por quatro anos e atribuir a ele atos de corrupção prolongada no País é forçar barra nas narrativas, lembrou político antenado.

Segundo ele, é válido lembrar que Lula presidiu o País por dois mandatos e, posteriormente, foi substituído por Dilma Rousseff, que não completou o segundo mandato por ter sofrido impeachment.

Lula exerce seu terceiro mandato. 

Aniversariantes

  • Caroline Nemir Pettengill Bello,
  • Cláudia Malini Gaigher Bucker,
  • Dr. Nestor Muzzi Ferreira Filho,
  • Dra. Jheth Jeanne Rodrigues Mundim Donalonso,
  • Márcio Antônio Torres Filho,
  • Danielle Regina Betzkoski Meier Signori,
  • Agenor dos Santos Correa,
  • Donato Casupa Rodrigues,
  • Maria Auxiliadora da Silva Gonçalves,
  • Alfeu Coelho Pereira,
  • Ramão Reinaldi,
  • Luiz Otávio Sá de Barros,
  • Cleiry Antonio da Silva Avila,
  • Egon Valter Schwerz,
  • Eraldo dos Santos,
  • Jum Urano,
  • Amarildo Colombo,
  • Edsel Coelho Rocha,
  • Ademar da Silva Júnior,
  • Flávio Arima,
  • Roberto Folley Coelho,
  • Maria Marta Pavan,
  • Pedro Henrique da Silva Seraphim,
  • Renato Ratier Pereira Martins,
  • Dr. Jorge Flauzino Barbosa,
  • Muriel Amaral Jacob,
  • Maria de Lourdes Ferreira Fontoura,
  • Joel de Queiroz,
  • Cleber Augusto Kohatsu,
  • João Pedro Santana Pereira,
  • Nadia da Costa Leite,
  • Santiago Lescano,
  • Lurdes Bonilha,
  • Simone Salbay,
  • Ana Maria Gonçalves,
  • Alfredo Miguel Dias,
  • Vânia Girardi Souza,
  • Regina Aparecida Ferreira,
  • Osmar Antonio Scarpari,
  • Claudia Mujica Coelho Lima,
  • Antônio Donizeth Lino,
  • Luiz Otávio Silva,
  • Samir da Cruz Beicher,
  • Dr. Silvio César Maluf,
  • Fernando Luiz de Arruda,
  • Alexandre Platzeck Leonardi,
  • Mauricio Domingues,
  • Maria Tokie Kayano,
  • Neiton Stradiotto,
  • Renato Graeff,
  • Huesley Paulo da Silva,
  • Elianor Souza Corrêa,
  • Nelson Nantes,
  • Jean Cleverson Amante,
  • Valdemiro Acosta,
  • Izaltina Maria da Costa,
  • Orlando Vieira Gomes,
  • Nalu Wehner,
  • Antenor Mauricio Jacob Domingues,
  • José Luiz Figueira Filho,
  • Sueli da Silva Nepomuceno,
  • Eduardo Fonseca Lino,
  • Soraya Batista Dutra,
  • Camila Rorvaris Diorio,
  • Ester Mazini Corrêa,
  • Bruno Giongo Faria Rasslan,
  • Cilene Carminati Vieira,
  • Kleber Augusto Kohatsu,
  • Michela Singh Berto,
  • Nilson Coelho,
  • Edvaldo Roberto Marangon,
  • Romeu Pires,
  • Viviane Aparecida Medeiros Dias,
  • Pedro Ivo Moreira,
  • Celso Ichiy,
  • Paulo Kerkhoff,
  • Adão Molina Flor,
  • Natália Romero Gonçalves Dias Santos,
  • Ariovaldo Correa de Mesquita,
  • Kelly Souza Escobar,
  • Joel da Silva Guimarães,
  • Gilmar Pires de Faria Junior,
  • Felix Lopes Fernandes,
  • Rosinaldo Paiva Dias,
  • João Frederico Ribas,
  • Camilla Silveira Neves,
  • Janice Cardoso Conrado,
  • Sangela Tieko Machado Tago,
  • João Carlos dos Santos,
  • Roselene da Costa Marques,
  • Zara Cristina da Silva,
  • Rosa Maria de Oliveira Pinho,
  • Valdelice de Almeida,
  • Cláudio Márcio Machado,
  • Marcela Ana Borba,
  • Ana Lúcia Silva de Lima,
  • Cecília Borba Deniz,
  • Tereza Cristina Correia,
  • Liliam Maria de Souza Lima,
  • Ana Marta Barbosa Ferro Pedro Paulo Lopes de Almeida,
  • Karenn Maria dos Santos,
  • José Pedro Pereira Mendes,
  • Paula da Rosa Vieira,
  • Rosa Inêz Campos Alves,
  • Lorena de Souza Lopes,
  • Helena Moreira Dias.

 

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