Correio B

CULINÁRIA

Especialista explica a importância da proteína para a alimentação e como a incluir no dia a dia

Especialista explica por que o nutriente é importante para a alimentação, como incluí-lo no dia a dia e por que o consumo adequado varia de pessoa para pessoa

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O café da manhã ganha ovos, o lanche da tarde recebe whey protein e, cada vez mais, barrinhas, bebidas, iogurtes e até sorvetes passaram a destacar no rótulo a quantidade de proteína presente na composição.

A valorização do nutriente ganhou espaço entre pessoas que buscam emagrecer, ganhar massa muscular ou simplesmente adotar uma alimentação considerada mais equilibrada. Mas, diante de tantas opções e informações circulando nas redes sociais, uma dúvida aparece com frequência: é realmente necessário consumir proteína em todas as refeições para perder peso?

A resposta, segundo especialistas, não é tão simples quanto associar maior consumo de proteína a um emagrecimento mais rápido. Para adultos saudáveis, a recomendação geral de ingestão proteica é de 0,8 grama por quilo de peso corporal por dia.

Essa referência, no entanto, não representa uma prescrição específica para quem deseja perder peso e pode variar de acordo com características individuais, como composição corporal, nível de atividade física, idade e objetivos.

O interesse pelo nutriente também aparece no comportamento do consumidor. Entre janeiro e outubro de 2025, as vendas de whey protein cresceram 124% em volume, segundo levantamento da Scanntech, em parceria com a McKinsey.

De acordo com a nutricionista Fernanda Lopes, a proteína pode ser uma aliada durante um processo de redução de peso, principalmente, por contribuir para a saciedade e ajudar na preservação da massa muscular.

Isso, porém, não significa que seja necessário transformar todas as refeições em preparações altamente proteicas.

“O processo depende do equilíbrio entre diferentes nutrientes, da energia consumida e da qualidade das refeições. A proteína tem uma função importante nesse contexto, mas aumentar sua presença no cardápio não é suficiente para emagrecer nem significa que ela precise estar em tudo o que se come”, explica.

VARIEDADE

Uma das orientações da nutricionista é não depender apenas de alimentos que se tornaram populares nas dietas voltadas ao emagrecimento, como frango e ovos.

Peixes, carnes, leite e derivados, além de leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, também podem fazer parte do cardápio. A alternância permite explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo.

No caso das proteínas vegetais, elas podem aparecer tanto como acompanhamento quanto como ingrediente principal de determinadas receitas. O grão-de-bico pode virar salada, pasta ou bolinho assado. A lentilha pode compor sopas, saladas e ensopados. Já o feijão, tradicional na mesa brasileira, pode acompanhar o arroz ou ser utilizado em outras preparações.

“Não devemos olhar apenas para a presença da proteína no prato. A qualidade e a combinação dos alimentos também importam para construir uma alimentação que possa ser mantida no dia a dia”, afirma Fernanda.

SUPLEMENTO É COMPLEMENTO

Muito prático, o whey protein pode ser incorporado a vitaminas, iogurtes, mingaus e outras preparações, mas a nutricionista ressalta que o suplemento não deve ser tratado como um alimento obrigatório para quem deseja emagrecer.

“O whey não é um produto emagrecedor, mas pode ser útil em determinadas situações. Antes de acrescentá-lo, precisamos entender o que a pessoa já come e se existe realmente necessidade de suplementação”, orienta.
A principal função do suplemento, nesse contexto, é ajudar a complementar a ingestão proteica quando existe dificuldade de atingir a quantidade indicada por meio da alimentação convencional.

Isso significa que tomar um shake de whey sem avaliar o restante da dieta pode não trazer o benefício esperado. Dependendo da preparação, outros ingredientes podem ser acrescentados, aumentando o valor energético da refeição.

QUANTIDADE IDEAL

Outro ponto fundamental é evitar comparações. A quantidade de proteína necessária para uma pessoa não necessariamente será adequada para outra.

A recomendação geral de 0,8 g por quilo de peso corporal ao dia é uma referência para adultos saudáveis, mas necessidades individuais podem ser diferentes. Pessoas com níveis distintos de atividade física, composição corporal e objetivos nutricionais podem precisar de estratégias específicas.

Por isso, aumentar a quantidade de carne no almoço, acrescentar ovos ao café da manhã e ainda incluir um shake no lanche não significa necessariamente que o processo de emagrecimento será acelerado.

“Mais importante do que buscar um consumo elevado é entender quanto cada pessoa realmente precisa. A avaliação profissional permite definir o aporte e sua distribuição ao longo do dia de acordo com as características do paciente”, esclarece Fernanda.

A orientação profissional também permite avaliar o restante da alimentação. Afinal, não adianta aumentar significativamente a proteína enquanto frutas, verduras, legumes, fibras e outros nutrientes ficam de fora do cardápio.

EQUILÍBRIO

A popularização dos alimentos proteicos pode ser positiva quando estimula as pessoas a prestar mais atenção à alimentação, mas existe o risco de transformar um único nutriente no centro da dieta.

Uma refeição equilibrada pode reunir diferentes grupos de alimentos. No almoço e no jantar, por exemplo, legumes e verduras podem dividir espaço com uma fonte proteica e alimentos ricos em carboidratos, como arroz, batata, mandioca ou outros cereais e tubérculos. O feijão também pode participar dessa composição.

Nos lanches, frutas podem ser combinadas com iogurte, leite, queijo, ovos ou outras opções, dependendo da necessidade individual. Já no café da manhã, diferentes combinações podem fornecer energia e nutrientes para começar o dia.

Essa diversidade também abre espaço para receitas práticas e saborosas. O objetivo não precisa ser transformar cada refeição em uma preparação “fitness”, mas encontrar formas de inserir alimentos nutritivos na rotina sem abrir mão do prazer de comer.

Creme de lentilha com legumes

Foto: Pexels

Ingredientes

  •  1 xícara (chá) de lentilha;
  •  1 cenoura picada;
  •  1 abobrinha picada;
  •  1 tomate picado;
  •  1/2 cebola;
  •  2 dentes de alho;
  •  1 litro de água;
  •  1 folha de louro;
  •  Sal a gosto;
  •  Pimenta-do-reino a gosto;
  •  Cheiro-verde a gosto;
  •  1 fio de azeite.

Modo de Preparo

Refogue a cebola e o alho em uma panela com um fio de azeite. Acrescente o tomate, a cenoura, a abobrinha e a lentilha. 

Cubra com a água, adicione a folha de louro e deixe cozinhar até que a lentilha e os legumes estejam macios. 
Retire o louro e, se desejar uma textura mais cremosa, bata parte da preparação com um mixer ou liquidificador. Ajuste o sal e finalize com cheiro-verde.

Salada de grão-de-bico com atum

Foto: Pexels

Ingredientes

  •  1 xícara (chá) de grão-de-bico cozido;
  •  1 lata de atum em água, escorrido;
  •  1 tomate picado;
  •  1/2 pepino picado;
  •  1/4 de cebola roxa fatiada;
  •  Folhas de alface a gosto;
  •  Suco de 1/2 limão;
  •  1 fio de azeite;
  •  Cheiro-verde a gosto;
  •  Sal a gosto.

Modo de Preparo

Em uma tigela grande, misture o grão-de-bico, o atum, o tomate, o pepino e a cebola. 

Acrescente as folhas de alface e finalize com limão, azeite, cheiro-verde e uma pequena quantidade de sal. Misture delicadamente e sirva.

A preparação pode ser consumida como refeição principal ou acompanhamento, de acordo com a organização do cardápio.

Saúde

Especialistas alertam para os efeitos da desidratação e dão dicas para manter o consumo de líquidos

Mesmo com temperaturas mais baixas, organismo continua perdendo água; especialistas alertam para os efeitos da desidratação e dão dicas para manter o consumo de líquidos durante o inverno

20/08/2026 08h30

Reposição de eletrólitos, como sódio, potássio, magnésio e cloreto, é indicada quando há grande perda de líquido

Reposição de eletrólitos, como sódio, potássio, magnésio e cloreto, é indicada quando há grande perda de líquido Foto: Pexels

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Quando as temperaturas caem, é comum que alguns hábitos da rotina mudem. A alimentação pode ficar mais voltada para pratos quentes, a atividade física pode ser reduzida e até o consumo de água tende a diminuir. O problema é que, enquanto a percepção de sede costuma ser menor nos dias frios, a necessidade de hidratação do organismo permanece.

A sensação de que o corpo precisa de menos água durante o inverno pode levar muitas pessoas a passar horas sem beber líquidos.

No entanto, a água continua sendo indispensável para o funcionamento adequado do organismo e deve fazer parte da rotina diariamente, independentemente da estação do ano ou da prática de exercícios físicos.

Mesmo no frio, o organismo perde água continuamente. A eliminação ocorre por diferentes vias, como a respiração, a transpiração e os processos metabólicos.

A exposição ao ar mais seco, característica de muitos períodos de temperaturas baixas, também pode contribuir para uma maior perda de umidade pelas vias respiratórias.

Segundo Carolina Sommer, diretora-executiva e responsável pela área de Pesquisa e Desenvolvimento da Equaliv, marca premium de suplementos da farmacêutica Althaia, a redução da ingestão de água durante o inverno é um comportamento recorrente que merece atenção. 

A questão não está apenas em matar a sede. A hidratação adequada participa de diferentes processos do organismo e está relacionada à manutenção do bem-estar, da concentração, da disposição, do funcionamento muscular e da recuperação corporal.

“Quando a reposição não acontece de forma correta, podem surgir sintomas como dores de cabeça, fadiga, queda de disposição, cãibras, ressecamento da pele e até alterações no funcionamento intestinal”, explica Carolina.

SINAIS DE DESIDRATAÇÃO

Um dos principais motivos para o consumo de água cair durante o inverno é justamente a redução da sensação de sede.

Em dias quentes, a transpiração e o aumento da temperatura corporal fazem com que a necessidade de beber água seja percebida com maior facilidade. No frio, porém, essa percepção pode ser menor.

Isso não significa que a necessidade fisiológica de líquidos desapareça.

A sede é um mecanismo importante de sinalização do organismo, mas não deve ser utilizada como o único indicador para determinar quando beber água. Esperar sentir muita sede pode fazer com que a pessoa passe períodos prolongados sem se hidratar adequadamente.

Para o nutricionista e pesquisador Pedro Perim, a hidratação ainda é subestimada no cotidiano. Segundo ele, o cuidado com o consumo de líquidos não deveria estar associado somente à prática de exercícios ou a situações em que a perda de água é mais evidente.

De acordo com Perim, a desidratação pode ter consequências que vão além da sensação de sede e também merece atenção quando o objetivo é preservar a massa muscular. “Hoje, sabemos que a hidratação é um fator que influencia inclusive na perda de massa muscular. E isso é muito mais comum do que imaginamos”, explica.

O especialista também chama atenção para o fato de que a sede já pode representar um sinal de que o organismo está começando a necessitar de reposição hídrica.

“O impacto metabólico da desidratação começa simplesmente a partir do fato de sentirmos sede, isso já é um sinal de desidratação”, afirma.

MUDANÇAS NO INVERNO

A relação entre frio e hidratação envolve mecanismos fisiológicos. Com temperaturas mais baixas, alterações no organismo e na atuação do hormônio antidiurético, conhecido como ADH, podem contribuir para que a percepção de sede seja diferente.

Ao mesmo tempo, o ambiente pode favorecer a perda de água. O ar frio costuma ser mais seco e, durante a respiração, o organismo aquece e umidifica o ar que entra nos pulmões. Parte dessa água é eliminada posteriormente na forma de vapor.

Os banhos quentes, outro hábito comum durante o inverno, também entram nessa equação. A água em temperaturas muito elevadas pode remover parte da proteção natural da pele, contribuindo para o ressecamento. Embora o banho não seja a principal fonte de perda hídrica do organismo, o hábito pode agravar a sensação de pele seca típica dos períodos frios.

As vias respiratórias também podem sofrer com o clima seco. Nariz, garganta e outras estruturas ficam expostos continuamente ao ar, e a baixa umidade pode aumentar o desconforto, especialmente em ambientes fechados.

Por isso, manter uma rotina de hidratação é importante mesmo quando a temperatura não provoca aquela sensação de calor e sede intensa característica do verão.

EXERCÍCIOS

Existe uma associação frequente entre hidratação e atividade física. É comum lembrar de beber água antes, durante e depois de uma corrida, caminhada ou sessão de academia. No entanto, o consumo adequado de líquidos é uma necessidade diária para todas as pessoas.

A água participa de funções essenciais do organismo e está presente em processos relacionados à circulação, digestão, regulação da temperatura corporal e ao funcionamento celular. Por isso, não é necessário esperar uma atividade física ou uma situação de calor intenso para prestar atenção ao consumo.

Carolina Sommer reforça justamente essa ideia. Para ela, a hidratação precisa ser encarada como parte da rotina, e não como uma medida pontual adotada apenas em determinados momentos.

“A hidratação costuma ser lembrada apenas durante a atividade física, mas ela é fundamental em todas as fases do dia e para pessoas com diferentes estilos de vida”, afirma.

Isso significa que pessoas que trabalham sentadas, estudam, passam boa parte do dia em ambientes fechados ou não praticam exercícios também precisam manter uma ingestão adequada de líquidos.

O mesmo vale para quem passa muito tempo em locais climatizados. Ambientes com ar-condicionado podem apresentar umidade reduzida, o que contribui para o ressecamento das mucosas e da pele. Nesses casos, manter uma garrafa de água por perto pode ajudar a transformar o consumo em um hábito mais automático.

ELETRÓLITOS

Manter a hidratação não significa apenas repor água. Em determinadas situações, especialmente quando há perdas maiores de líquidos, também pode ser necessário repor eletrólitos, como sódio, potássio, magnésio e cloreto. Esses minerais participam de funções importantes do organismo, incluindo o equilíbrio de líquidos, a atividade muscular e a transmissão dos impulsos nervosos.

Em situações comuns do dia a dia, para uma pessoa saudável que mantém uma alimentação equilibrada, a água e os alimentos geralmente são suficientes para atender às necessidades de hidratação e de minerais. Por isso, bebidas com eletrólitos não precisam substituir a água como rotina para toda a população.

A situação muda quando existe uma perda significativa de líquidos. Exercícios prolongados ou de alta intensidade, transpiração intensa, episódios de vômitos ou diarreia e exposição prolongada a determinadas condições ambientais podem aumentar a perda de água e sais minerais. Nesses casos, a reposição de eletrólitos pode ter um papel mais importante.

A atenção também é válida para quem pratica atividade física durante o inverno. A temperatura mais baixa pode fazer com que a transpiração seja menos perceptível, mas isso não significa necessariamente que ela deixe de ocorrer. Dependendo da intensidade e da duração do exercício, o corpo continua eliminando água e eletrólitos pelo suor e pela respiração.

O sódio merece destaque nesse processo porque é um dos principais eletrólitos perdidos no suor. Ele ajuda a manter o equilíbrio de líquidos no organismo e participa do funcionamento dos músculos e do sistema nervoso.

Em atividades prolongadas, a reposição adequada de líquidos e eletrólitos pode ser importante para evitar consequências relacionadas à perda excessiva de água e sais.

Outro ponto importante é evitar o excesso. Consumir bebidas esportivas ou suplementos de eletrólitos sem necessidade pode representar ingestão adicional de sódio, açúcares ou outros componentes que não são indispensáveis para uma pessoa que apenas precisa manter a hidratação habitual.

MEDICAMENTOS

Pedro Perim chama atenção ainda para o uso de medicamentos análogos de GLP-1, como a semaglutida e tirzepatida. Segundo o nutricionista, esses medicamentos podem alterar a percepção de sede e, consequentemente, fazer com que algumas pessoas reduzam a ingestão de líquidos.

“O impacto metabólico da desidratação começa simplesmente a partir do fato de sentirmos sede, isso já é um sinal de desidratação. Outro ponto importante é na era dos medicamentos análogos de GLP-1, que promove uma redução da sensibilidade da sede”, afirma.

O especialista menciona ainda uma incidência elevada de desidratação moderada entre usuários desses medicamentos. Por se tratar de medicamentos que devem ser utilizados com acompanhamento profissional, qualquer alteração relacionada à ingestão de água, à alimentação ou a sintomas deve ser discutida com o profissional responsável pelo tratamento.

Diálogo

Nesta campanha, alguns candidatos ainda apostam que ações inusitadas... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (20)

20/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Davi Roballo - Escritor brasileiro

"Entre o odiar alguém e a distância, escolha afastar-se, visto que o ódio insaciável costuma alimentar-se de si mesmo”.

FELPUDA

Nesta campanha, alguns candidatos ainda apostam que ações inusitadas podem render votos. Um deles chegou a entrar em um “bueiro”, de pá em punho, para retirar pedras e atribuir ao material a causa de alagamentos. A cena chamou a atenção e, claro, virou comentário entre os adversários. Um deles ironizou que jamais imaginaria ver o dito-cujo trocando o sapato de cromo alemão, o relógio pomposo e as roupas de grife por uma incursão dessas. Só faltou a melancia na cabeça para tentar “aparecer” mais ainda. É cada uma!...

Surpresa!

Em Campo Grande, consumidora pediu um cheesebúrguer e recebeu, “sem custo adicional, uma barata de acompanhamento. A rede garantiu que segue rígidos protocolos de qualidade, mas o visitante indesejado ignorou.

Mais

A Justiça concluiu que controle estatístico não significa perfeição no balcão. Resultado: o lanche saiu caro, com indenização de R$ 6 mil. Fica o alerta: às vezes, o “combo” aparece sem estar no cardápio. Como o cliente sempre tem razão...

DiálogoFoto: Divulgação

Neste sábado (22), no Sesc Teatro Prosa, a partir das 16h, acontecerá a contação de histórias de “Um Mundo Especial”, livro infantil da escritora Raiza Franco, inspirado em suas vivências com o filho Kalel, que tem Transtorno do Espectro Autista (TEA).  Com abordagem lúdica, a história busca aproximar as crianças do tema, estimular a empatia e mostrar que diferentes maneiras de perceber e interagir com o mundo também fazem parte da infância. A programação é gratuita, contará com intérprete de Libras e monitores para acompanhar as crianças. 

Diálogo Maria Eugênia de Noronha Anzoategui Karmouche e Mansour Elias Karmouche - Foto: Studio Vollkopf

 

Diálogo Thaise Pavan - Foto: Arquivo Pessoal

Enredo

Na corrida pelo Senado, a direita resolveu fazer as contas antes da eleição: Reinaldo Azambuja e Nelson Trad Filho caminham juntos para evitar desperdício de votos. Já a esquerda segue por outro roteiro, com Vander Loubet e Soraya Thronicke disputando o mesmo espaço político, sem sinais de desistência. Resta saber se, por esses dias, aparecerão as tradicionais “forças ocultas” que, vez ou outra, mudam o enredo da campanha. Nunca se sabe...

Dívida

O PSB de MS terá de devolver R$ 818,63 ao Tesouro Nacional por uso irregular do Fundo Partidário. O dinheiro foi utilizado para pagar juros e multas provocados pelo atraso de obrigações da própria legenda. O TRE-MS aprovou as contas de 2024 com ressalvas e determinou o ressarcimento. Outras despesas questionadas, de R$ 10 mil e R$ 328,47, foram posteriormente comprovadas pelo partido. A irregularidade mantida foi justamente a utilização do dinheiro público para bancar a inadimplência. 

Indenização

Uma passageira de 70 anos caiu ao desembarcar de um carro de aplicativo em Campo Grande depois que o motorista iniciou a marcha antes dela sair do veículo. A queda provocou fraturas no fêmur e na clavícula, internação e cirurgia na Santa Casa. A Justiça condenou a plataforma a pagar R$ 10 mil por danos morais à passageira. O episódio serve de alerta: com idosos, todo cuidado é pouco, e a pressa pode custar caro, inclusive judicialmente. Idosos merecem respeito, paciência e, sobretudo, cuidados.

ANIVERSARIANTES 

  • Juliana Leite Kirchner Bocalon, 
  • Valentina Cogo Catan,
  • Júlio César de Campos, 
  • Marisa Frantchesca (Tchesca)
  • Benevides Ortiz, 
  • Danaila Rayol Oshiro,
  • Evelyn Librelotto Sirugi, 
  • Jaci Lima dos Santos,
  • Nathalia Piccolo,
  • Orozino Alves da Silva,
  • Regina Celia Artioli Magalhães,    
  • José da Mota Ferreira,
  • Maria Izabel Alves Macedo,
  • Arlete Magalhães Albuquerque,
  • Mario Sergio Ribeiro,
  • Ricardo Augusto Nogueira Alves,
  • Adenil Carneiro Moreira, 
  • Hugo Vidal Moreira,
  • Ailson Jorge Abreu Roriz,
  • Arnaldo Ferreira Leite,
  • Eduardo Cabral Passos,
  • Joelmyr Robson Guilhen,
  • Rosimar Freitas de Jesus,
  • Lutfi Wady Tanus, 
  • Dra. Eliana Yonamine, 
  • Dra. Daianne Ferreira de Freitas, 
  • Dra. Adriana Murad Abrão, 
  • Marta Soares da Cunha Fernandes,
  • Dr. André de Carvalho Pagnoncelli,
  • Devayr Suriano dos Santos,
  • Daniele Tomadom, 
  • Maria de Fátima Alves Ribeiro,
  • Marcela Reis Ponzini,
  • Osvaldo Gomes de Souza,
  • Elídio José Del Pino,
  • Gabriella Pais Pellizzer, 
  • Antonio Martos,
  • Antonio Marques,
  • Ivani Pires Batiston,
  • Rita Fonseca Lelis Santos,
  • Ali Satti,
  • Orlando Rocha,
  • Maria Vilma Nunes Lopes 
  • dos Santos,
  • Frederico Moraes Silva,
  • Evaldo Silveira Passos,
  • Josanne Rezek Tannous Cordenonssi, 
  • Dra. Maria Cristina Mitiko Tokuyama, 
  • Jane Varga Antacle,
  • Rostand Escobar Fernandes,
  • Walquiria Salvi,
  • Marcos Moraes Gomes,
  • Carlota Maria Alencar Ennes,
  • Naudy Castilho Fontoura,
  • Dirval Pedro Godoy Pessione,
  • Lindalva Soares de Oliveira,
  • Maria Bernardina Cremonesi Ferreira,
  • Geraldo Godoy,
  • Flagg Cunha e Silva,
  • Thiago Barile Galvão de França,
  • José Amâncio de Souza,
  • Mauritania Bezerra Chaves,
  • Bernadette Fontoura Freitas,
  • Tatiana Leinig Loureiro,
  • Renato Honório da Silva,
  • Artur Massujo Maecawa,
  • Fabio Ayres Pereira Mendes, 
  • Dr. Affonso Carneiro Filho, 
  • Rita de Cássia Amaral,
  • Fábio da Silva Alvarenga,
  • Juliana Inácia Sezerio,
  • Cláudia Centenaro,
  • Nilva Nemerski Tsuha,
  • Tabatha Fiorini Dalacosta,
  • Antonio Carlos Dias Maciel,
  • Amadeu Pires de Carvalho,
  • Celso Ramos Reges,
  • Andressa Pereira Clemente,
  • Dr. Wilson Fortes,
  • Angelita Inácio de Araújo,
  • Clóvis Ferreira Lopes, 
  • Sônia Aparecida Simões Fainer,
  • Márcio Corrêa da Costa Júnior, Aparecida Lopes Santa Cruz,
  • Bernardo Lino de Menezes,         
  • Célia Cristina Garcia Couto,      
  • Atilio Magrini Neto,
  • Cleber de Oliveira Junior,        
  • Paulo Rodrigues Calado,   
  • Dr. Cláudio Eduardo Girão D’Ávila, Urbano Ennes Portugal,
  • Tatiana Saab Pereira Fernandes,
  • José Carlos Youssef Ibrahim,
  • Luiz Fernandes Martins,
  • Fátima Aparecida Cortez Padilha,
  • Juvenal Marcos Pacheco,
  • Sueli Andrade dos Santos 
  • de Moraes,
  • Paulo Camargo Arteman,
  • Josinori Higa,
  • Cassio Ribeiro Marsiglia,
  • Pollyanne Andressa Oliveira 
  • Rios Neckel,
  • Eduardo Binotto,
  • Fábio Nakao Arashiro,
  • Carlos Eduardo Santoro Storti,
  • Wagner Crepaldi,
  • Pedro Henrique Katurchi Mendes,
  • Priscila Vaz Ayub.

Colaborou com Tatyame Gameiro

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