Correio B

Capa da semana - Especial 5 anos Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Giovanna Antonelli

Gravar "Rio de Sangue" exigiu muita entrega e disponibilidade. Gosto de mergulhar nas personagens, entender o que as move, os conflitos que carregam e o universo em que vivem"

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Giovanna Antonelli vive um momento de intensa produção e expansão em sua trajetória artística e empresarial. A atriz acaba de lançar o filme Rio de Sangue, reafirmando sua presença marcante no cinema nacional, e também idealizou, realizou e apresentou o evento “Elas”, um encontro potente voltado ao protagonismo feminino, onde compartilhou reflexões sobre carreira, propósito e transformação. Em paralelo, se prepara para iniciar as gravações da segunda temporada da série Tremembé e também para o novo longa-metragem Garotas, ampliando ainda mais sua atuação em diferentes plataformas.

Com uma carreira sólida e multifacetada, Giovanna transita com naturalidade entre televisão, cinema e streaming, sempre construindo personagens que dialogam com o público e deixam marcas na cultura popular. Um exemplo recente é Beleza Fatal, projeto que reforça sua versatilidade e capacidade de se reinventar em narrativas contemporâneas, mantendo-se relevante e em constante evolução.

Para além das telas, Giovanna Antonelli também consolida, cada vez mais, sua atuação como mentora e empreendedora. Rodando o Brasil e também o exterior, ela lidera encontros e mentorias voltadas ao fortalecimento feminino, compartilhando aprendizados acumulados ao longo de décadas de sucesso.

Sua fala potente e inspiradora ecoa especialmente entre mulheres que se reconhecem em sua trajetória e nas personagens que interpretou ao longo dos anos — mulheres fortes, complexas e à frente de seu tempo. Assim, Giovanna segue ampliando seu legado, conectando arte, negócios e impacto social em uma carreira que continua em plena ascensão.

A atriz Giovanna Antonelli celebra com o Correio B+ seus 5 anos em entrevista exclusiva ao Caderno falando sobre inúmeros trabalhos no ar, em produção e também estreias, além de beleza família e uma mesnagem especial para o B+.

A atriz Giovanna Antonelli é a Capa exclusiva de aniversário de 5 anos do Correio B+ - Foto: Vinícius Mochizuki - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está vivendo uma fase muito intensa, com novos trabalhos no cinema, projetos no audiovisual e também se dedicando ao empreendedorismo. Como tem sido conciliar tantos lados diferentes da sua carreira?
GA -
Eu nunca enxerguei essas áreas como coisas separadas. No fundo, tudo nasce do mesmo lugar. Eu gosto de criar, construir, contar histórias e tirar ideias do papel. A atuação foi o primeiro lugar onde vivi isso. Depois os negócios, as plataformas digitais online, as palestras, o mundo digital e o evento Elas - que lançamos em março desse ano, para 4 mil mulheres. 

Cada um tem uma linguagem diferente, e  todos conversam com a mesma vontade de aprender e de estar em movimento. Dá trabalho, mas sempre fui movida pela curiosidade e não pelo conforto. E isso que me mantém apaixonada pelo que faço. 

CE - Sobre “Rio de Sangue”, nos conte um pouco sobre a preparação para a personagem. E o que pontuaria como o melhor e o mais desafiador deste trabalho?
GA -
 Exigiu muita entrega e disponibilidade. Gosto de mergulhar nas personagens, entender o que as move, os conflitos que carregam e o universo em que vivem.

Mas nessa personagem , o que me interessou foi ela não lutar por heroísmo. Ela luta porque não consegue desistir. É uma mulher atravessada pelo medo, pela dor e pelo amor de mãe. Sustentar emocionalmente alguém que passa boa parte da história no limite foi desafiador. E, como atriz, são esses lugares que me provocam.

CE - Como está a expectativa para entrar no universo de “Tremembé”, uma série que já conquistou o público?
GA -
 Uma delicia. Quando um projeto já estabelece uma conexão com o público, existe uma responsabilidade, mas também uma motivação especial. E a possibilidade de contar histórias complexas me fez aceitar.  Não me aproximo de uma personagem pra julgar nem pra defender. E a força da série tá em provocar reflexão sem simplificar a realidade.

CE - “O Clone” segue sendo um fenômeno até hoje, inclusive fora do Brasil. Como é perceber que a Jade continua tão viva no imaginário do público depois de tantos anos?
GA -
 Emocionante. A Jade se tornou muito maior do que eu poderia imaginar quando comecei esse trabalho. Ela atravessou gerações, fronteiras e culturas de uma forma muito bonita. Curioso encontrar hoje mães e filhas que assistiram à novela em momentos diferentes da vida e que criaram uma conexão com a personagem.

Isso é a força da dramaturgia brasileira e de histórias que continuam encontrando novos públicos muito tempo depois de terem sido contadas. 

A atriz Giovanna Antonelli é a Capa exclusiva de aniversário de 5 anos do Correio B+ - Foto: Vinícius Mochizuki - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Depois de tantos trabalhos marcantes, o que ainda desperta seu interesse em um novo personagem? Existe algum papel que você ainda sonha em fazer?
GA -
 O que me move é o desafio. Eu gosto quando uma personagem me dá trabalho. Rsrs. Quando leio uma história e percebo que ela pode me levar prum lugar onde não estive como atriz. Quero explorar outros universos e ser surpreendida com grandes histórias pra contar.  

CE - Como está sendo acompanhar a estreia do Pietro como ator nas novelas?
GA -
 É bonito ver um filho encontrando algo que ama. E respeito o espaço dele, porque essa é uma caminhada que pertence a ele. Importante que ele faça seu próprio percurso, com acertos e erros que fazem parte de qualquer profissão. Tenho muito orgulho da dedicação, da seriedade e do comprometimento dele, porque essa carreira exige isso. E desejo que ele construa sua trajetória com responsabilidade e paixão sempre. 

CE - O empreendedorismo ganhou um espaço importante na sua vida nos últimos anos. O que mais te realiza nesse lado empresária?
GA -
 Ver uma ideia ganhar vida. Pensar, testar, errar, ajustar e acompanhar o que estava na imaginação se tornando realidade. Por isso digo que atuação e empreendedorismo conversem tanto. Nos dois casos crio o que antes não existia. E isso é desafiador. 

CE - Com uma rotina tão intensa, como você faz para equilibrar a vida profissional e pessoal? O que faz para cuidar da mente e do corpo?
GA -
 Ja que equilíbrio não é perfeição, não me cobro. O que é positivo. Tem períodos em que o trabalho exige mais, outros em que a família ocupa mais espaço. O que quero é estar presente em cada momento. Me recarrego na natureza, e no tempo que passo com família e amigos.

Giovanna em cena - Rio de Sangue - Divulgação

CE - Nos momentos em que não está trabalhando, como gosta de passar o tempo? Quais são os passeios preferidos da família?
GA - 
Amo estar com meus filhos. Fazendo qualquer coisa! Um café da manhã juntos com conversa boa, amo viagens cheias de aventuras e novas descobertas! O que vale nessa vida é criar memórias.

CE - Para fechar, queria que você deixasse uma mensagem pelos 5 anos da B+ e pelos 72 anos do Correio do Estado, celebrando essa parceria e essa trajetória tão importante.
GA -
 Quero parabenizar a B+ e o Correio do Estado pela trajetória e compromisso com a informação. Num momento em que tudo acontece tão rápido, construir relevância e manter a confiança do público é admirável. Desejo mais sucesso. Que essa parceria continue levando informação, e conexão para cada vez mais pessoas.

 

127 anos

Bisneto do fundador da cidade, Jozé Antônio Pereira esclarece fatos sobre a história da Capital

Por meio de seu bisneto, Jozé Antônio Pereira (com z mesmo) esclarece fatos sobre a história de Campo Grande e de sua vida

26/08/2026 09h30

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda Foto: Marcelo Victor/Arquivo Correio do Estado

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Antes que comecem a pipocar as manchetes dizendo dos 127 anos de “fundação”, lembro aos mais desavisados que serão 127 anos de emancipação político-administrativa de Campo Grande, pois de fundação já passaram os 154 anos no dia 21 de junho deste ano.

Orgulhoso de ver hoje a Campo Grande fundada por meus bisavô e avô, continuo zeloso em ver contada a sua história sem erros.

Campo Grande, 127 anos de emancipação político-administrativa. 

Hoje vou fazer diferente! Vou deixar que meu “bisa” conte a história da fundação! Conta aí, “bisa”!

“Bom dia! Fundei um arraial, quando aqui cheguei no dia 21 de junho de 1872, em companhia do meu filho Antônio Luiz e os camaradas João e Manoel Ribeira, além de Luiz Pinto, contratado pra nos guiar nestes sertões da província de Mato Grosso. 

Vim de Monte Alegre (MG), onde residi por muitos anos, até minha vinda para o sertão...
Nasci em 1825, na cidade de Barbacena (MG) e casei-me com Maria Carolina de Oliveira, em São João Del-Rey (MG), com a qual tive oito filhos.

Meu nome verdadeiro é Jozé (com z mesmo) , embora os historiadores teimem em me chamar de José. Não se dão ao trabalho de pesquisar nem mesmo no cartório, onde tem minha assinatura como juiz de paz, nos primeiros livros de casamentos.

Tanto fizeram que acabei virando José... só não gosto quando insistem, ao festejar o 26 de agosto, como sendo aniversário da ‘fundação’, ignorando que a data marca apenas a elevação da paróquia à condição de município, ocorrido na citada data, no ano de 1899, portanto, 27 anos depois da fundação.

Mas o que importa hoje é festejar a emancipação da paroquia a categoria de Vila. 

Olhando aqui de cima, não consigo ver qualquer vestígio da pequena Vila que fundei. Cobriram seu chão moreno, ergueram edifícios, poluíram os córregos que nos serviram água e alimentos, e transformaram tudo em uma grande cidade, com ruas e avenidas que não permitem mais o trafego dos meus carros de bois.

Ficou bonita, grande, acolhe o primeiro milhão de habitantes, tem lindas avenidas e parques, tem asfalto, jardins, belos shoppings, bares, teatros, cinemas, gente chegando, ficando, somando, gostando e tornando-se filhos adotivos da cidade.

Me homenagearam com bustos, obeliscos, prédio, rua com o meu nome, e até um museu com a minha história construíram na sede da fazenda bálsamo, herdada por minha neta Carlinda Pereira Contar, cujo local está a merecer reparos. E foi graças a lembrança de um jovem vereador (Carlos Henrique Santos Pereira) que tornei-me cidadão (mais de 100 anos depois) da cidade que fundei.

Mas isso não importa, vale mais o que fizeram os que nela se sacrificaram, lutaram e venceram, tornando Campo Grande a linda Capital desse novo Estado.

E se hoje eu pudesse pedir mais alguma coisa aos que nela vivem, gostaria que zelassem por sua limpeza, que valorizassem a história da cidade, que cuidassem para torná-la ainda mais linda, e que seus administradores atentassem para a importância que

Campo Grande tem no contexto nacional, como cidade pujante, rica e ordeira, inspirando-se na dedicação, honestidade e respeito daqueles que no passado ajudaram-me a construir essa urbe , incluindo-se aí os brasileiros de todos os rincões e estrangeiros que tanto se dedicaram ao seu progresso.

Obrigado a todos que, ao longo destes 154 anos, desde o dia em que aqui finquei o primeiro rancho, participaram e participam de minha história, ampliando e colorindo meu sonho de desbravador ou aventureiro, como queiram chamar-me”.
Jozé Antônio Pereira*.

Anexo cópia da Resolução nº 225, de 26 de agosto de 1899, que eleva Campo Grande a categoria de Vila.
Parabéns, Campo Grande!!!

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha CarlindaFoto: Divulgação

* Por meu bisneto Eddson C. Contar. 
 

Diálogo

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (26)

26/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Leandro Karnal - Escritor brasileiro

"Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas”.

FELPUDA

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de andar com os olhos bem abertos. Adversários da esquerda já estão batendo às portas da Justiça Eleitoral para denunciar propagandas dos desafetos. Entre as reclamações estão até painéis com dimensões consideradas fora do padrão. A disputa parece ter ganho um novo instrumento: a fita métrica eleitoral. Pelo jeito, tem gente procurando milímetro por milímetro “irregularidade monumental”. E na eleição, até o tamanho do painel pode virar munição para uma boa briga jurídica.

Diálogo

Romaria

O escritório político de Reinaldo Azambuja tem recebido uma sucessão de lideranças interessadas em reafirmar apoio à candidatura ao Senado. Prefeitos e outras figuras políticas vêm passando pelo local em demonstrações públicas de alinhamento com o projeto eleitoral.

Mais

A movimentação revela uma campanha que procura consolidar apoios antes da reta decisiva. Azambuja, experiente na política, evita adotar o discurso de vitória antecipada. Sabe que alianças e pesquisas ajudam, mas é o último voto depositado na urna que efetivamente define o resultado.

Diálogo Luciene Orsi Abdul Ahad e Jorge Abdul Ahad - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoIzabella Andrade - Foto: Arquivo Pessoal

Poço

Em MS, tem candidato a deputado disputando eleição como se o orçamento público fosse um poço sem fundo. Na falta de propostas realmente novas, aparecem promessas para todos os gostos. O problema é que boa parte delas depende de recursos, convênios e liberações que não acontecem simplesmente porque o candidato prometeu. Há projetos que exigem longa peregrinação pelos gabinetes. Portanto...

Cobrança

O deputado estadual Pedro Caravina colocou na pauta um problema ambiental que vem preocupando, há muito tempo, municípios da região do Rio Pardo: a proliferação de macrófitas aquáticas. A cobrança é por explicações sobre a abertura das comportas da Usina Mimoso e o deslocamento da vegetação para áreas de Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Caravina quer saber quais critérios técnicos foram utilizados para a operação e se os impactos ambientais estão sendo considerados. 

Aqui, não!

Moradores e comerciantes do Bairro Amambaí lotaram audiência pública promovida pela Câmara Municipal  de Campo Grande, para discutir a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua na região. A proposta prevê a mudança para o antigo prédio da Secretaria de Assistência Social. Durante a audiência, moradores protestaram e manifestaram preocupação com a segurança e os possíveis impactos.

ANIVERSARIANTES 

  • Carlos Alberto Peratelli,
  • Dr. Luiz Antônio Saab,
  • Dra. Isabella Miotello Ferrão, 
  • Dr. Oclécio Assunção Júnior, 
  • Yuri Andreis Boeira, 
  • Antônio Benjamim Correa da Costa,
  • Clóvis Martins,
  • Edgar Andrade D´Avila,
  • Eloina Yanez Brites,
  • Moezis José dos Santos,
  • Jorge Ono,
  • Inêz Geralda de Magalhães Madureira,
  • Marli Gauto Viliagra,
  • Edson Sanches,
  • Christian Maluf Victório,
  • Aroldo José de Lima,
  • Gilberto Veiga de Souza,
  • Tauana Montier Onça Bortolini, 
  • Tatiana Decarli,
  • José Roberto Tedeschi,
  • Dra. Rejane Alves de Arruda,
  • Aloysio Moreira Salles,
  • Caetano Rottilli, 
  • Thiago Rieger Silverio dos Santos,
  • Afonso Basso,
  • Dr. Hélinton Moura Lutz, 
  • Francisco Carlos Brasil Leite,  
  • Suely Aparecida Morilla Alves,
  • Eduardo Ferreira dos Santos,
  • Maria de Fátima Vieira Andrade,
  • Seiki Miiji, 
  • Antônio Cavalcante, 
  • Hélvio Rodrigo Gonçalves,
  • Alexandre Morais Cantero, 
  • Ricardo Aparecido da Silva,
  • Silvia Regina da Silva,
  • Laura Menzio,
  • Sérgio Retumba Carneiro Monteiro,
  • Moacir da Silva Queiroz,
  • Janethe Leite Cardoso,
  • Maria de Fátima de Souza,
  • Genésio Rodrigues Corrêa,
  • Aristides Brun,
  • Dinalva Garcia Lemos de Morais Mourão, 
  • Karla Marchitto Jacob Farias, 
  • Sônia Virgínia Moreira,
  • Pedro Franco Neto,
  • Vera Lúcia Nogueira,
  • Alcides Landfelt da Silva,
  • Sueli Alves Braga,
  • Altevir Soares de Alencar,
  • Sônia Maria Avelino Duarte,
  • Luiz Ferreira de Alencastro, 
  • Elizabeth Kioko Kohatsu,
  • Lutiane Machado Romero,
  • Dr. Benjamin Ramos, 
  • Maria de Fátima Camparin,
  • Sirley de Albuquerque,
  • Ricardo Luiz Silveira,
  • Luiza Francisca Oliveira,
  • Wilson de Paula Souza,
  • Bruno Vieira Antunes,
  • Clóvis Trindade Rocha,
  • João Tadeu Gonçalves,
  • Maria Luiza Pereira Franco,
  • Francisca da Silva Tôrres, 
  • Eliane Yamazato,
  • Danilo Mandetta Júnior, 
  • Dr. Agliberto Marcondes Rezende,
  • Kleber Pinheiro da Silva,
  • Ramão Gilberto Valiente,
  • Mauricio Vieira Gama,
  • Edson Andrade da Vila,
  • Victor Scarpellini,
  • Luiz Braz de Oliveira,
  • Francisco Muniz Soares,
  • Francisco Silva de Freitas,
  • Julio Cesar Gonçalves da Silva,
  • Adelaide Fernandes,
  • Eva Maria Barbosa,
  • Evelin Flávia Alves da Silva, 
  • Zeferina de Souza Montenegro 
  • de Camargo,
  • Alberto Magno Ribeiro Vargas,
  • Michelly de Souza Andrino,  
  • Neuri Paulo Gasparetto,
  • Ligia Toma,
  • Anna Cristina Barros Toledo Giurizatto,
  • Paulo Ricardo de Oliveira Reghin,
  • Luiz Yasunaka,
  • Glória Segrillo Faker,
  • Gustavo Rodrigues Nacasato,
  • Dr. Marcelo Oliveira dos Santos,
  • Márcio Rômulo dos Santos Saldanha, 
  • Valéria Martins dos Santos,
  • Ariane Marques de Araújo,
  • Elaine Maria dos Santos,
  • Arlindo Murilo Muniz,
  • Camila Morena Kudo da Silva,
  • Ana Paula Gaspar Melim,
  • Daniel Martins Ferreira Neto,
  • Armando de Oliveira, 
  • Regina Célia Goya,
  • Ana Cristina Castilho Sanchez,
  • Roberto Lorenzoni Neto,
  • Carlos Cesar Girardi Ferreira,
  • Norma Aquino Castro,
  • Arildo Loper.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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