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Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a jornalista e apresentadora do programa MULHERES Gloria Vanique

"Fazer parte desse novo momento da Gazeta para mim é mais um marco na minha carreira, na minha história. Estar aqui tem sido um privilégio, com uma equipe incrível. Um momento de grande valia dentro da minha carreira".

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Com quase três décadas dedicadas à comunicação, Glória Vanique conhece como poucos os bastidores e os desafios da televisão brasileira. Jornalista, apresentadora e palestrante, ela construiu uma carreira marcada pela informação, pela credibilidade e pela proximidade com o público, passando por importantes emissoras e coberturas ao longo de sua trajetória.

Agora, à frente do tradicional Mulheres, da TV Gazeta, Glória inaugura um novo capítulo profissional, transitando do jornalismo para o entretenimento sem deixar de lado a essência que sempre guiou seu trabalho: a comunicação feita com escuta, sensibilidade e propósito.

"Estou muito feliz. A equipe é gostosa de trabalhar, a direção… Nossa, eu tô amando, amando! E eles me deram muita liberdade para criar e para fazer do jeito que eu queria pensar em fazer. Foi muito bom. É muito bom", diz Gloria sobre sua nova fase.

A nova fase também revela outras facetas da apresentadora, que leva para a televisão sua experiência como comunicadora, mentora e palestrante, além de um lado artístico e descontraído que nem sempre esteve sob os holofotes. É nessa mistura de experiência e novidade que ela escreve o próximo capítulo de uma história que continua em movimento.

O Correio B+ acompanhou a jornalista Gloria Vanique com exclusividade na TV Gazeta em São Paulo, e conversou com a apresentadora sobre carreira, família e sua nova fase à frente do tradicional programa MULHERES.

A jornalista e apresentadora Gloria Vanique é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Gabriel Pereira/TV Gazeta com exclusividade para o Correio do Estado - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Glória, porque você escolheu a comunicação?
GV -
 Porque eu sempre fui da comunicação. Desde criança, em casa, eu tinha um gravador com microfone que eu narrava a partida de futebol de botão do meu irmão. Com esse mesmo gravador, eu colocava ele escondido para gravar as conversas da minha mãe com minha avó na cozinha, como se fosse uma câmera escondida (risos).

Eu fazia telejornal, apresentava com gravador, gravava vinheta na televisão e fazia a apresentação da reportagem. Então, sempre tive esse viés da comunicação. E além de gostar muito de escrever e principalmente falar em público.

Então, às vezes tinha concurso na escola, de poesia de texto e tal, e os amigos pediam para eu ler já que eles tinham vergonha subir no palco. Era eu que lia os textos de vários amigos. Isso sempre esteve comigo a minha vida inteira.

CE - Quando foi para a faculdade, você sempre soube que você ia fazer jornalismo?
GV -
 Não, eu ia fazer Letras. Eu estava no meio do 3º ano do Ensino Médio. Fui conversar com o professor de Literatura para entender como era o curso, porque alguma coisa ainda não era exatamente o que eu queria. E aí ele foi muito sagaz, porque ele foi perguntando e tal, e num momento ele falou: ‘Olha, pelo jeito, o seu curso não é Letras, é Jornalismo’.

E eu não sabia que tinha o curso de Jornalismo. Aí eu fui no Guia do Estudante, aquele ‘livrão’ com as profissões, a hora que eu comecei a ler o que era jornalismo, eu falei: ‘Sou eu’. Achei um negócio que está me descrevendo, e aí eu decidi mudar para o curso de Jornalismo.”

CE - Glória, eu queria que você falasse um pouco dessa sua transição. Como aconteceu quando você começou a trabalhar profissionalmente dentro do jornalismo? Como começou esse processo? 
GV -
 Meu início no jornalismo aconteceu quando saí da casa dos meus pais, aos 17 anos, para estudar Comunicação Social na Unesp, em Bauru. Eu queria trabalhar na área desde o começo, mas, naquela época, o sindicato não permitia estágio ou trabalho sem diploma. Por isso, fiz um curso técnico de Radialismo no Senac e consegui um estágio na Rádio Bandeirantes de Bauru, onde fui contratada.

Na faculdade, tive contato com a televisão e me encantei também pela imagem. Um colega da rádio me passou o contato de uma produtora, onde fui contratada. Eu disse que sabia editar, mesmo sem saber praticamente nada (risos), e ali aprendi na prática, trabalhando com produção, edição, locução e externas.

Depois de um ano e meio, saí para concluir meu TCC. Foi quando minha orientadora me contou sobre um teste para repórter da TV Bandeirantes. Passei, mas havia novamente a questão do diploma. Como eu tinha o curso de Radialismo, surgiu a oportunidade de apresentar um telejornal, e fui contratada.

Pouco depois, a Globo local me viu apresentando e me convidou. Minha faculdade entrou em greve e o diploma demorou a sair, mas consegui uma autorização do sindicato para trabalhar. Assim, comecei na Globo em Bauru, depois passei por Ribeirão Preto e São José dos Campos, até chegar a São Paulo, no Canal 21, do Grupo Bandeirantes. Depois dessa trajetória, vieram novas experiências na televisão, incluindo a CNN, e hoje estou na TV Gazeta.

CE - Glória, e essa transição da formalidade do jornalismo, para um programa tradicionalíssimo que é o ‘Mulheres’, que tem uma receptividade do Brasil inteiro, por onde grandes nomes da comunicação passaram pela apresentação do ‘Mulheres’, como é que surgiu o convite e como é que foi para você fazer essa transição, aceitar esse convite, como foi?
GV -
 A transição começou na CNN. Durante a pandemia, eu ainda estava na Globo e tive um burnout. Uma das coisas que mais me afetava era estar o tempo todo diante de notícias ruins. Eu pensava: “A gente precisa falar de coisa boa, as pessoas precisam escutar coisa boa”. Foi quando decidi que era hora de sair.

Fui para a CNN ainda no jornalismo, onde fiquei cerca de um ano, mas, no meio do processo, surgiu o departamento de entretenimento e eu migrei para lá. Fiz vários projetos e programas e, quando saí, no final de 2022, decidi mergulhar em treinamentos para empresas, apresentação de eventos, comunicação e palestras.

Foi o início de uma nova jornada, muito mais leve e próxima do público. Eu nunca fui uma apresentadora de eventos formais. Sei fazer, mas o que realmente gosto é de brincar com a plateia, interagir e estar perto das pessoas.

Nesse período, também comecei uma pós-graduação em neurociência pela Santa Casa de São Paulo. Então, quando veio, no final do ano passado, o convite para o “Mulheres”, na TV Gazeta, eu pensei: “Gente, isso casa com tudo o que eu estou fazendo e com o que eu gosto”. Sempre tive um público muito feminino, inclusive nas redes sociais, e já acompanhava o programa há muito tempo. Então, foi um convite que eu não poderia recusar. Conversei em casa com meu marido e meu filho e decidi mergulhar de cabeça. Eu amei o convite, era tudo o que eu queria.

Mas, quando entrei diante da câmera, percebi que automaticamente voltava aquela linguagem do jornalismo. Foram 30 anos sendo treinada daquela maneira. Então, meu desafio passou a ser me soltar mais, me jogar mais e trazer para a televisão a mesma espontaneidade que eu já tinha no palco. E foi acontecendo de forma muito natural.

CE - Você está feliz?
GV -
 Estou muito feliz. A equipe é gostosa de trabalhar, a direção… Nossa, eu tô amando, amando! E eles me deram muita liberdade para criar e para fazer do jeito que eu queria pensar em fazer. Foi muito bom. É muito bom.

CE - E a sua adaptação do dia a dia, que você está falando da liberdade que te dão, de um processo que você já vinha plantando, e eu acho que o ‘Mulheres’ foi a tua colheita... 
GV - 
Naquele começo, principalmente, o estúdio mudou. Eu queria me entender naquele espaço do estúdio. A linguagem, eu acho que uma das grandes modificações que eu precisei fazer foi de linguagem. Apesar de eu sempre trabalhar com público, TV aberta e tudo mais, é um público diferente.

A linguagem pode ser mais divertida, então, eu ficava: ‘não, eu acho que eu poderia ter falado isso, eu acho que eu poderia fazer aquilo, eu acho que eu vou tentar desse jeito’ etc. Então, isso pra mim foi um trabalho diário. Ainda é, mas naquele começo, principalmente, eu ficava o tempo todo assim, pensando: ‘E agora, o que eu posso fazer?

De que jeito que dá pra melhorar?’. Então, a minha cabeça não para, a minha cabeça é assim o tempo todo. A minha cabeça tá o tempo todo inventando histórias, isso é da minha personalidade, eu sou assim, e aqui, pelo fato de eu ter liberdade, isso faz com que eu consiga criar ainda mais.

A jornalista e apresentadora Gloria Vanique é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Gabriel Pereira/TV Gazeta com exclusividade para o Correio do Estado - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você sentiu medo?
GV -
 “Ah, medo sempre dá. Mas é o medo do novo.”
Porque hoje a gente vive num movimento de Instagram, de hater, de exposições, que isso não é da nossa época. Na nossa época, a gente não se preocupava com isso, porque eu falo que nem o Orkut eu tinha, eu sempre tive preguiça dessas coisas. Tudo que é ligado a computador, a tecnologia, se eu tiver que trocar de celular pra mim, é o fim do mundo.

CE - Mas que tipo de medo você sentiu?
GV -
 É o medo do novo. Não é o medo da análise das pessoas. Porque eu acredito que se você faz um trabalho voltado com pensamento no público… O ‘Mulheres’ não foi um projeto pensado para mim. Era um projeto pensado no público. O que o público quer? O que eu posso levar de legal? O que eu posso levar de leveza? O que eu posso levar de qualidade de informação? Porque eu trago essa bagagem do jornalismo e eu quero levar qualidade de informação. Então, de que forma eu posso levar isso para o público?

O receio ali era sobre a mudança de linguagem, me entender no estúdio, era esse que era o medo inicial. Mas de rejeição do público, não. Porque eu acredito que quando você escuta o público, claro, os comentários relevantes, e quando você está fazendo realmente aquilo ali com o seu foco, não em você, mas o seu foco em quem é para ser mesmo, vai fluir.

Então, a minha questão ali era como eu vou trazer para esse público essa imagem da Glória que eles estão acostumados a ver no jornalismo para o entretenimento. 

Quem me conhece pessoalmente sabe como eu sou. Eu não sou uma pessoa formal. Na TV, eu tinha que manter uma certa postura, então eu pude trazer muito mais de mim para a TV aqui com o ‘Mulheres’. Eu posso brincar, eu posso errar e rir de mim mesma. É isso.

CE - Qual a maior dificuldade quando se muda de emissora e linha editorial?
GV -
 Em termos de linha editorial, eu não sofri tanto. Eu fiz basicamente a minha carreira dentro das emissoras Globo, com algumas passagens pelo Grupo Bandeirantes, que também não diferenciavam muito do tipo de jornalismo, que a Globo já fazia. E depois passei pela CNN também, que nos anos iniciais mantinha aquela linha assim bem ligada aos fatos, sabe? Então, essa questão de linha editorial nunca tive problema não.

CE - Como é a sua relação com as redes sociais?
GV - 
Eu adoro as redes sociais. Claro que eu sou uma pessoa que também prezo pela minha privacidade, principalmente em relação à minha família. Então, eu não sou aquela pessoa que publica desde a hora que acorda até a hora que vai dormir, então, eu filtro um pouco o que eu quero publicar, justamente para preservar a minha a minha vida pessoal. Mas a minha relação é muito tranquila.

Eu gosto de responder as pessoas, eu gosto de brincadeira, eu gosto de participar de às vezes algum meme que aparece, né, alguma uma trend que aparece. Então, isso para mim sempre foi muito tranquilo. A minha relação com as redes e sempre muito aberta também, nunca tive nenhum tipo de problema, assim, com as minhas redes sociais.

A jornalista e apresentadora Gloria Vanique é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Gabriel Pereira/TV Gazeta com exclusividade para o Correio do Estado - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - O que mais emociona você no universo da comunicação?
GV - 
O que mais me emociona no universo da comunicação é justamente o poder comunicar. Porque às vezes a gente fala de comunicação, mas comunicação é uma palavra muito genérica, né? O ser humano, ele é um ser social.

E nem sempre a comunicação comunica da forma adequada. Então, muitas vezes a pessoa acha que está se comunicando, mas as outras estão entendendo de outras formas, porque cada um cada pessoa tem o seu repertório e tudo mais, então, quando a comunicação realmente comunica, com clareza, com ela é assertiva, para mim, essa é a comunicação fantástica, é a comunicação dos meus sonhos, que todo mundo consiga se comunicar dessa forma.

E, principalmente, principalmente, acima de tudo, comunicação para mim é conexão. Não adianta você simplesmente soltar mensagens, você precisa se conectar com seu público. Então, comunicação para mim é isso, é o que mais me emociona é quando existe conexão e essa comunicação realmente é feita de forma assertiva e de que chegue até o outro lado da forma como a gente gostaria que chegasse a mensagem.

CE - Fazer parte desse novo momento da Gazeta significa o que para a Gloria?
GV -
 Fazer parte desse novo momento da Gazeta para mim é mais um marco na minha carreira, na minha história. Porque eu já passei por várias empresas, eu me reinventei várias vezes, eu passei, eu fiz uma transição de carreira, né? Em alguns momentos, inclusive, da minha vida.

Então, eu nunca, nunca fechei portas no sentido de: "não, não quero, não", é claro que a partir de um determinado tempo de carreira, você começa a dizer alguns nãos, relacionados aos seus valores, aquilo que faz sentido para você nesse momento.

Mas estar aqui na Gazeta nesse momento para mim tem sido um privilégio. Com uma equipe incrível, aprendendo, novas, abrindo, me abrindo para novas etapas, novos aprendizados, me aprofundando cada vez mais no entretenimento, me deixando errar, rir dos meus erros, me divertindo, acertando também. Então, para mim, tem sido assim um momento de, mais um momento assim de grande valia dentro da minha carreira.

CE - Você consegue eleger um momento muito especial no Mulheres desde que assumiu?
GV -
 Ah, um momento especial é quando eu começo a reconhecer a receber o reconhecimento do público na rua, não é? O carinho das pessoas, as pessoas param, vem conversar, dizer que gostam do programa, que tem assistido, que fazem comentários sobre temas, sobre assuntos que a gente fala. Então, que riem junto, sabe? Vem abraçar ou quando vem, "Ah, a minha mãe adora você, minha avó adora você". Ah, isso para mim não tem preço. Para mim, realmente, esse é o momento mais especial.

CE - Como você concilia família com o trabalho?
GV -
 Conciliar família com trabalho é um grande desafio, principalmente para as mulheres, já que estamos falando de um programa chamado Mulheres, porque a gente sabe que dentro ainda da cultura, né, do nosso país, e não só da sociedade brasileira, mas em boa parte da cultura mundial, determinadas atribuições ainda sobram para as mulheres.

É o cuidado da casa, é o cuidado dos filhos, mas eu tenho um marido que é um super parceiro, sempre foi, e então ele sempre entendeu meu trabalho, e a gente sempre teve uma parceria de, quando, principalmente depois que o meu filho nasceu, de um até revezamento em determinadas situações, tipo, vai que eu seguro, aí eu falava, vai que quem segura agora sou eu, sabe?

Então, porque ele também tem a carreira dele. Então, a gente teve, sempre teve essa parceria muito forte. E isso é a base, né? Quando os dois lados entendem que a responsabilidade é dos dois, tanto de trabalhar quanto de cuidar dos afazeres domésticos, cuidar dos filhos e tudo mais, fica tudo muito mais leve, muito mais, fácil de lidar.

CE - O que a Gloria de 10 anos atrás falaria a Glória de hoje?
GV -
 A Gloria de 10 anos atrás falaria para de hoje que bom que você persistiu em vez de insistir. Porque existe uma grande diferença entre você insistir e você persistir. Insistir é você traçar um caminho e achar que aquele caminho é o único que você tem e você tem que seguir aquele caminho e não olhar para os lados nas outras infinitas possibilidades que você tem e que você pode desviar daquele caminho e voltar lá na frente para chegar aonde você quer chegar, para chegar aonde você onde sua meta está. Então, eu acredito que seja isso. Que bom que você persistiu em vez de insistir. Porque insistir machuca, persistir leva até o destino e até aonde a gente quer chegar.

A jornalista e apresentadora Gloria Vanique é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Gabriel Pereira/TV Gazeta com exclusividade para o Correio do Estado - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

 

AGENDA CULTURAL

Fim de semana tem "Rock in Gil", Beatles Maníacos e show de mágica para a família

Programação na Capital traz desde show que revive famoso quarteto de Liverpoool, com Beatles Maníacos, até oficinas de slime e pintura de ecobag criativa já no ritmo do Dia das Crianças

09/10/2026 08h30

"Xico e Mixirica em Truques e Trapalhadas" é um show com diversos elementos circenses e também muita mágica para toda a família, amanhã, a partir das 16h Divulgação / 220 Assessoria

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Neste fim de semana, em Campo Grande, a diversão é garantida para todas as idades, com a programação cultural trazendo opções que vão desde shows que rememoram ícones musicais atemporais para os papais e mamães, com “Rock in Gil” e Beatles Maníacos, até uma agenda com show de mágica e palhaçadas.

Entre hoje e domingo, há atrações para o entretenimento de toda a família, com feira e oficinas para os pequenos, já entrando no ritmo do dia das crianças.

“ROCK IN GIL”

"Xico e Mixirica em Truques e Trapalhadas" é um show com diversos elementos circenses e também muita mágica para toda a família, amanhã, a partir das 16hCantora baiana Larissa Luz traz o lado rock de Gilberto Gil em novas versões para grandes clássicos - Foto: Divulgação

Hoje, no Sesc Teatro Prosa, acontece a segunda apresentação da cantora baiana Larissa Luz com o show “Rock In Gil”, um espetáculo gratuito, às 19h, que navega por diversas etapas da carreira musical do ícone da música popular brasileira cocriador do movimento da Tropicália.

Amantes da música ligam de cara Larissa Luz à banda Ara Ketu, da qual foi vocalista. Em carreira solo, acumula uma série de colaborações com ícones da música nacional, transitando desde Adriana Calcanhotto até nomes da nova geração como Pitty e Emicida.

No show, focado principalmente na parte rock da discografia de Gilberto Gil, o público confere novas versões de sucessos como

“Back in Bahia” e “Punk da Periferia” e clássicos como “Palco” e “Barracos” com arranjos reinventados na interpretação da artista. Para esse espetáculo, que tem classificação indicativa de 14 anos, os ingressos podem ser retirados gratuitamente por meio da plataforma Sympla.

DE LIVERPOOL PARA CAMPO GRANDE

Também hoje, no Sesc Camillo Boni, Campo Grande recebe uma apresentação que revive memórias, referências visuais e, claro, a música do popular quarteto de Liverpool com o show da banda Beatles Maníacos.

Projeto fundado há mais de duas décadas, idealizado pelo multi-instrumentista e compositor Jaime Miguel, o Miguelito, em 2002, a Beatles Maníacos busca resgatar os sucessos da carreira do quarteto, incorporando toda a autenticidade visual da icônica banda britânica durante as apresentações.

Com Miguelito na bateria e na voz, a Beatles Maníacos é composta por Eloy Paulucci (guitarra e voz), Daniel Aigner (baixo, gaita e voz), Guilherme Baioni (guitarra, violão e voz) e Ana Gabriella Floriano Santos (teclados e percussão).

Os clássicos da banda prometem animar a noite do Happy Hour Sesc Sabor & Arte, com entrada gratuita e opções de pratos selecionados, bebidas e porções, a partir das 18h.

CIRCO PARA A FAMÍLIA

Amanhã há programação para aproveitar com toda a família, com mágicas e trapalhadas circenses em um show voltado para o público infantil, mas que promete agradar a todas as idades.

“Xico e Mixirica em Truques e Trapalhadas” é um espetáculo de surpresas para o público, ou melhor, de tentativas, já que nem sempre as coisas saem conforme o esperado.

A trupe mostra justamente que, por meio dos erros e tentativas, muitas vezes atrapalhadas, é possível construir brincadeiras marcantes.

Com elementos circenses e mágica, o espetáculo mostra que a diversão também pode nascer daquela tentativa que muitas vezes dá errado.

Desse jeito, o público se torna parte das descobertas dessa dupla, que promete animar amanhã, no Sesc Teatro Prosa, a partir das 16h. Para o espetáculo, que é gratuito, é necessário retirar os ingressos na plataforma Sympla.

OFICINAS INFANTIS

Para já entrar no dia das crianças, neste fim de semana, há ainda uma programação inteira focada na infância, com atividades programadas para amanhã e segunda-feira, em celebração da data especial dedicada aos pequenos.

Voltado para crianças entre 3 e 12 anos, o evento Arte e Diversão traz dois dias de atrações, que acontecem na sala 115 do primeiro piso do Pátio Central Shopping.

Amanhã, a programação traz uma oficina de slime, que se estende das 12h até as 16h, em um evento que é gratuito, mas tem vagas limitadas.

Amanhã também acontece uma oficina de pintura criativa de ecobags, com duas horas a mais de duração, das 11h até as 17h. Importante frisar que as vagas são limitadas e garantidas por ordem de chegada.

Essa oficina de pintura criativa de ecobags se repete no Dia das Crianças, na segunda-feira, tendo início às 10h e se estendendo até as 16h.

DIA DAS CRIANÇAS

Para o Dia das Crianças há ainda uma versão especial da Feira Sementes Criativas, que teve sua terceira edição que aconteceria em setembro cancelada e volta nesta segunda-feira com muitas atrações, na praça do Jardim Colibri II.

Feira de cultura e economia criativa, o evento especial para as crianças, que acontece das 17h até as 22h, terá duas horas de brinquedos gratuitos, além de apresentação circense, música e espaço de praça de alimentação.

MÚSICA

Depois de promover um verdadeiro circuito com concertos didáticos e atividades educativas pelas escolas da Rede Municipal de Ensino (Reme) da Capital, o projeto batizado de Entre o Rural e o Urbano: Música e Poesia nas Canções de Almir Sater e Chico Buarque traz uma última apresentação, em encerramento que acontece no começo da próxima semana.

Criada para aproximar as novas gerações de crianças e adolescentes da música brasileira, a iniciativa amplia o acesso à cultura e leva arte, literatura e educação para escolas das regiões rurais e urbana, focada naqueles bairros classificados como de maior vulnerabilidade socioeconômica em Campo Grande.

Nesse show, o público acompanha releituras que passam pelas obras do prata da casa Almir Sater até chegar a Chico Buarque, um espetáculo interpretado pelo violinista doutor em Música Marcelo Fernandes.

Considerado um dos principais solistas brasileiros contemporâneos, ele conta com participação da regente doutora em Regência Ana Lúcia Gaborim.

Diálogo

A senadora Soraya Thronicke (PSB) não conseguiu renovar o seu mandato. Em ... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (9)

09/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Roberto Campos - Economista brasileiro

"Quando cheguei ao Congresso, queria fazer o bem. Hoje acho que o que dá para fazer é evitar o mal”.

FELPUDA

A senadora Soraya Thronicke (PSB) não conseguiu renovar o seu mandato. Em 2018, chegou ao Senado com 373.712 votos e o apelido de “Senadora do Bolsonaro”. Desta vez, já alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, somou 340.788 votos. A mudança de lado não bastou para mantê-la em Brasília. Além do mais, como ensina o dito popular: “Quem resolve trocar de cavalo no meio do rio,  dificilmente consegue alcançar a margem”. Portanto...

Diálogo

Distância

A deputada federal eleita Rose Modesto continua querendo distância da prefeita da Capital, Adriane Lopes, apesar das duas serem filiadas a partidos aliados. Rose preside o União Brasil em MS, que está colado em Adriane, por causa do “casamento”.  Vai daí...

Reforço

O governador Eduardo Riedel (PP) e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) chegaram a reta final da campanha buscando votos para seus candidatos a deputados estadual e federal. As redes sociais ficaram recheadas de vídeos desses líderes pedindo votos para candidatos de partidos aliados.

DiálogoNelly Braga de Souza e Claudio de Souza - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoMaria Laura Neves - Foto: Lu Prezia

Reprovados

Fracassou o plano da ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet (PSB), que trocou MS por São Paulo para tentar voltar ao Senado. Os eleitores paulistanos e paulistas não quiseram saber dela, o que resultou na perda da disputa, mesmo com apoio do presidente Lula. Ela foi derrotada por lá e o seu marido, Eduardo Rocha (PSDB), não teve êxito na sua tentativa de ser eleito deputado estadual por aqui. Ele recebeu apenas 15.782 votos. Como se vê...

Cativos

O deputado estadual Londres Machado (PP) foi reeleito para o seu 14° mandato. Um recorde, porque na política de Mato Grosso do Sul não tem ninguém com mais tempo na Assembleia Legislativa. Ele já está há 52 anos no exercício parlamentar e ganhou mais quatro anos com a sua reeleição. Depois de Londres, aparece José Teixeira, que foi o campeão de votos. Com 32 anos na Assembleia, ele conquistou mais quatro nas eleições deste ano e vai cumprir seu nono mandato. 

Sem nome

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula (PT) como “muito acirrada”. ”É uma grande vitória, bem apertada, mas uma grande, grande vitória. Incrível”, disse Trump a jornalistas ao deixar a Casa Branca, sem contudo mencionar o nome de Flávio. Tão incrível que o nome do vencedor ficou para depois. Ele terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Os brasileiros voltam às urnas no dia 25 de outubro.É esperar para ver.

ANIVERSARIANTES 

  • Dra. Dileta Terezinha Souza Thomaz,
  • Adriana Sawaris, 
  • Dra. Luciana Nakao Odashiro, 
  • Dra. Camila do Amaral Nunes,
  • Fernanda Garcia Arguello, 
  • Dra. Eliane Takako Kanasiro, 
  • Silvio Aracaqui,
  • Nalda Ferreira Gonçalves,
  • Rosimar Aparecida Ramos,
  • Ney Inácio da Silva,
  • Anderson Lacerda da Silva,
  • Danilo Nunes Duraes,
  • Dr. Algacyr Torres Pissini Neto,
  • Manoel Santana,
  • Francisco Vieira Gabriel,
  • Yoneo Cesco,
  • Guilherme Alves de Arruda,
  • Bruno da Silva Bezerra,
  • Giancarlo Camillo, 
  • Marcus Garcia Gomes, 
  • Ir. Zenaide Laurentina Mayer, 
  • Thaline da Cruz Queiroz,
  • Dr. Rubem Arnez Arandía,
  • Iolanda Marins Consentini,
  • Ivan Martins de Souza,
  • Ivanete Ferreira Gonçalves da Silva,
  • Jaime de Brito,
  • José Luiz Ribeiro de Leon,
  • Waldemir Lúcio Rômulo,
  • Ronnie Garcia Ferreira,
  • Maria Ely Rodrigues Antunes,
  • Ricardo Medeiros Rocha,
  • Darcila de Oliveira,
  • Cristiano Gledson Sena Ribeiro,
  • Ivan Francisco Leite de Moraes,
  • Janilda dos Santos Araujo,
  • Natalielena Frey,
  • Orisvaldo Ferreira Gonçalves,
  • Reinaldo Cezar Pedrosa,
  • Diana Mara Ferreira,
  • Isabelino Rios Lemes,
  • Marina Alves Goulart,
  • Silvio Fernandes Castro,
  • Odenir da Silva Araujo,
  • Nilza Terezinha Miyasato,
  • Pedro Merem, 
  • Dr. Carlos Alberto Mizoguti, 
  • Sônia Maria Méca,
  • Rafael Calixto Aguena,
  • Maria Monteiro,
  • Émerson Jamil Zarour,
  • Célio Roberto da Silva,
  • Marcelo Leite Teixeira,
  • Charles Poveda,
  • Mauricio de Souza,
  • Vasti de Oliveira,
  • Mirella Xavier Rodrigues,
  • Adilson da Costa Oliveira,
  • Sílvio Pinheiro,
  • Claudir Peccini,
  • Bruno Corrêa Reiner,
  • Maria Helena de Souza,
  • José Ricardo Peralta,
  • Maria Cileide Bataglia,
  • José Adolar de Castro Filho,
  • Rita de Cássia da Silva,
  • Edison de Araujo Junior,
  • Ana Silvia Pessoa Salgado,
  • Dr. Arlindo D`Avila Filho, 
  • Priscila de Souza Afonso Baggio,
  • Thaís de Macedo Coimbra, 
  • Elaine Teixeira Barbosa Ramires,
  • Antonio Giovani Diniz da Rocha,
  • Janaína José Mota,
  • Deusdedith Francisco de Oliveira,
  • Juracy dos Santos Pereira,
  • Dionizio Recalde,
  • Alexandre Amaral Evangelista,
  • Dr. Reinaldo de Assis Espindola,
  • Joab Barbosa de Azevedo,
  • Andréia Silva Madeira Zamek,
  • Edna Lucia Oliveira Rodrigues,
  • Jorge Justino Diogo,
  • Ricardo Eboli Gonçalves Ferreira,
  • Bruno Ernesto Silva Vargas,
  • Manoel Ribeiro Bezerra,
  • Renata Shimni Gomes,
  • Noely Aparecida Gandolfo Jareta,
  • Seila Aparecida Leal,
  • Nilo Eduardo Zardo,
  • Max Antonio Souza Morais,
  • Dr. Pedro Vendramini Neto, 
  • Vânia Guilhermino Ventura, 
  • Luiz Laerte Mendes,
  • Nelson Barbosa de Souza,
  • Rosilene Borges Machado,
  • Carolina Franco Panovich,
  • Elis Regina Dias de Freitas Coelho,
  • Ivano Moreira Raulino,
  • Kênia Camilo Pereira Paim,
  • José Garcia Bergueti,
  • Alonso Pereira de Matos,
  • Letícia Lacerda Nantes Franceschini,
  • Jean Marcos Saut,
  • Nilton Leopoldino Rodrigues,
  • Alexandre Souza Soligo,
  • Rogério Risse de Freitas,
  • Samir Jorge,
  • Zélia Pereira Renovato da Silva.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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