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entrevista

Escritor Mia Couto fala sobre seu ofício, Manoel de Barros, entre outros assuntos

Escritor Mia Couto fala sobre seu ofício, Manoel de Barros, entre outros assuntos

theresa hilcar

02/05/2014 - 18h00
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António Emílio Leite Couto, conhecido como Mia Couto, nasceu em Moçambique, no seio de uma família de emigrantes portugueses e de um pai que era poeta “na vida e nas palavras”. Considerado um dos escritores mais importantes da língua portuguesa, vencedor de prêmios como Brasil Telecom e Camões, o autor de livros como “Terra sonâmbula”, “Raiz de orvalho” e “A confissão da leoa”, considera-se um poeta que escreve prosa. Sua vasta obra ficcional é caracterizada pela inovação estilística, que foge ao padrão da língua portuguesa.

Como João Guimarães Rosa, confessadamente sua fonte de inspiração, cria fórmulas vocabulares que marcam a sua escrita, cuja precisão e beleza emocionam e arrebatam milhões de leitores no mundo todo. A literatura, para ele, é uma forma de projeção daquilo que pretende ser. E surpreende ao dizer que seu verdadeiro trabalho é ser biólogo: “Sou um escritor noturno, das horas insones, confessa”. Mia Couto esteve no Brasil recentemente, durante a II Bienal do Livro e da Leitura, em Brasília, onde conseguimos entrevistá-lo, com exclusividade, no intervalo entre dezenas de compromissos e hordas de jornalistas e leitores à sua espera. A seguir, trechos da entrevista.

"Com a minha literatura, eu faço uma espécie de projeção daquilo que eu pretendo ser. Eu vivo isto dentro de mim, como se fosse uma espécie de duplo eu. No momento em que escrevo, eu me embriago. Eu não bebo, mas fico assim, em estado de levitação” 

CORREIO PERGUNTA É verdade que o nome Mia foi um apelido dado pelo seu irmão menor, na infância, porque
ele não conseguia pronunciar seu nome e pelo fato de você gostar muito de gatos?
MIA COUTO Isto é uma meia verdade. Para você ver a força que tem a internet (esta informação circula em vários sites na rede). Alguém colocou esta coisa como versão. Mas fui eu quem pediu aos meus pais que me chamassem de Mia. Eu tinha uma relação muito presente com gatos, e uma ligação com os bichos em geral. Eu achava que era um Deus. Interessante, pra mim, é que meus pais viram isto como uma coisa séria. Eles respeitaram a vontade de um menino de 2, 3 anos de idade, e aceitaram que eu me nomeasse assim. Foi logo no início da minha consciência de começar a falar, e aquilo foi um assunto muito sério. Meu nome era António – ainda é –, mas fiquei sendo chamado de Mia em casa, na escola. Enfim, agora, sou Mia de fato.

Você ainda gosta de gatos?
Gosto de todos os animais. Sou biólogo por paixão. Tenho uma empresa que faz estudos de impacto ambiental. Também faço pesquisas nos parques e nas reservas, porque, depois da guerra civil, a população animal destes parques foi dramaticamente reduzida. Estamos tentando, aos poucos, povoá-los com grandes mamíferos, elefantes etc. Isto tem que ser feito de maneira científica.

Você já disse que sua literatura tem influência dos brasileiros, como Manuel Bandeira, Carlos Drummond e, fortemente, de Guimarães Rosa. Você já notou, também, semelhança da sua linguagem com o poeta Manoel de Barros?
Noto, sim. Acho que tem um parentesco muito grande entre o que ele faz e o que o Guimarães faz na prosa. Eu conheci muito tarde a poesia do Manoel, quando eu já tinha publicado boa parte da minha obra. Então, a marca é mais do Guimarães Rosa. Mas ele é um
mestre. Ele não faz só poesia. Tem, ali, um ensinamento, uma filosofia em que eu me revejo muito. Tem uma história sobre meu pai, que era poeta e morreu ano passado, que pode ilustrar isto. Eu era mau estudante, e minha mãe me mandava fazer os deveres de casa na estação de ferro, onde ele trabalhava anos 1960/1961 (na cidade de Beira/Moçambique). Meu pai não era muito disciplinador e gostava que eu acabasse logo os deveres, para eu poder caminhar ao seu lado, ao longo dos trilhos, enquanto ele ficava procurando pedras, pequenos brilhos em meio à poeira. Aquilo me espantava, porque, naquela hora, meu pai se transformava num menino igual a mim. E isto era uma espécie de lição de poesia. Porque eu aprendi a procurar beleza nas cinzas, no meio da poeira. Isto o Manoel de Barros tem. Ele é uma espécie de reconfirmação de poesia, que vem do meu pai. Ano passado, recebi um prêmio Camões, o maior prêmio da língua portuguesa, e eu torcia, rezava para que fosse para ele. Eu não podia recusar o prêmio, mas declarei em público que eu achava que era ele quem merecia. Eu dediquei o prêmio a ele.

"Gostaria de ter a possibilidade de encontrar o outro, cada pessoa que me aborda. Sei que não tem solução. Tenho que encontrar espaços, criar outro mecanismo qualquer, que não seja só essa coisa dos autógrafos. Que não seja essa coisa estereotipada do escritor com seus fãs” 

Para a maioria dos brasileiros, a produção cultural dos países de língua portuguesa ainda é um pouco distante e até incompreensível. A que você atribui este fato?
Estranhamente, estamos mais distantes agora do que estivemos quando havia ditadura em Portugal, no Brasil e em Moçambique. Nesta altura, conhecíamos muito bem o que se fazia no Brasil em termos de música, literatura. E, agora que vivemos em liberdade, isto mudou.
Acho que tem a ver com essa coisa neoliberal, com o mercado global. As editoras é que se encarregam de fazer esse trabalho. Mas isso tem que ser feito pela vontade política. Temos que ser uma família verdadeira, e não uma família proclamada, e é isto o que nos somos.

Por que sua poesia é pouco conhecida no Brasil, apesar de você tê-las publicado antes mesmo dos seus romances e contos?
Porque minhas poesias nunca foram publicadas no Brasil. Vai acontecer este ano, pela primeira vez. E eu sou, basicamente, um poeta que escreve prosa. A questão é que quem trata disto são os editores, e eles têm um critério comercial: poesia não vende tanto. Não podemos fazer com que o mercado resolva esses assuntos de nível cultural, tem que ser outra coisa.

Normalmente, as pessoas de fora da África generalizam questões referentes ao continente. Com relação específica a Moçambique, qual é a situação?
Moçambique tem uma situação particular em todos os sentidos. Quer dizer, um país que foi capaz de construir, depois de uma guerra, uma estabilidade política, mesmo o desenvolvimento político de uma maneira que eu não gosto muito, melhorando as condições de vida das pessoas na zona rural; ao mesmo tempo, temos questões políticas que não fomos capazes de resolver. Continua havendo uma tensão muito grande e o perigo de que a guerra possa retornar outra vez. Enfim, há várias Áfricas. Cada uma tem uma história em particular. É como, também, falar da América Latina, a gente tem que falar de cada país por si mesmo.

Quem é
Mia Couto nasceu em 1955, na cidade de Beira (Moçambique). Estudou Medicina na Universidade de Lourenço Marques (atual Maputo). É formado em Biologia. Integrou, na sua juventude, o movimento pela independência de Moçambique do colonialismo português. Trabalhou como jornalista. Tem mais de 30 livros publicados no Brasil.

cinema

Em "Hotel Amor", Marcelo Adnet encara comédia portuguesa dirigida pelo brasileiro Hermano Moreira

Quando o hotel onde uma mulher viciada em trabalho trabalha é vendido, ela precisa mostrar suas habilidades para gerenciar funcionários não profissionais, cuidar de hóspedes excêntricos e lidar com fantasmas do passado

08/10/2026 09h00

Adnet interpreta uma versão de si mesmo em nova comédia nacional

Adnet interpreta uma versão de si mesmo em nova comédia nacional Foto: Reprodução

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Doze minutos. É esse o tempo do plano mais longo de “Hotel Amor”, comédia dirigida pelo brasileiro Hermano Moreira e rodada em um hotel de Lisboa. Durante esse período, atores, câmera, equipe de som e figurantes precisam executar uma coreografia sem espaço para erros. Se alguma coisa dá errado no minuto 11, todo o trabalho é perdido e o take precisa começar novamente.

Para Marcelo Adnet, que interpreta no filme uma versão de si mesmo, é justamente aí que está a graça. “Acho o plano-sequência maravilhoso, fantástico, porque me sinto num jogo. Você está sempre com uma adrenalina a mais, aquela excitação de ‘vamos acertar essa cena de primeira’”, conta. “Se algo sai errado no minuto 11, todos aqueles minutos não valeram de nada e tem que fazer tudo de novo”.

“Hotel Amor”, que chegou aos cinemas brasileiros no dia 24 de setembro, conta a história de Catarina (Jessica Athayde), gerente de um tradicional hotel lisboeta que vê a sua rotina virar de cabeça para baixo quando o estabelecimento é vendido. Para mostrar serviço à nova administração, ela precisa administrar uma equipe imprevisível, hóspedes excêntricos e um fantasma do passado que reaparece pelos corredores.

Adnet, enquanto isso, surge como um comediante brasileiro que chega a Lisboa para fazer um show e, por acaso, se hospeda justamente no hotel onde tudo parece dar errado.

Um hotel cheio de histórias

Adnet interpreta uma versão de si mesmo em nova comédia nacional

A ideia de fazer um filme ambientado em um hotel surgiu da relação antiga de Moreira com esse tipo de espaço. Quando criança, ele associava hotéis a férias, viagens e à possibilidade de conhecer pessoas novas. Na vida adulta, a experiência ganhou outro significado, ligado também às viagens profissionais.

A ideia ganhou forma em Portugal, em 2022. Na época, Moreira dirigiu uma campanha publicitária para um hotel pertencente à mesma rede do Hotel Roma, onde “Hotel Amor” seria posteriormente filmado. O diretor estava encantado com “The White Lotus” e chegou a conversar com o proprietário sobre a possibilidade de transformar aquele universo em uma série.

A resposta, porém, veio acompanhada de uma alternativa: três meses de filmagem seriam inviáveis, mas um longa poderia ser realizado em cerca de um mês. Foi assim que começou o projeto.

“Além de mostrar os bastidores de um hotel, as pessoas que trabalham freneticamente para te proporcionar o melhor na sua estadia, me interessavam as histórias inusitadas de hóspedes que fui colecionando”, afirma Moreira.

Para desenvolver o roteiro, o diretor chamou Bruno Bloch. Moreira criou a ideia original, enquanto Bloch ficou responsável pelo roteiro. Por coincidência, a mulher do roteirista trabalha em um hotel – e acabou se tornando uma fonte involuntária de histórias.

“Eu levei as histórias que tinha ouvido e pesquisado, e ele trouxe outras tantas, verdadeiras, contadas por ela. Nosso laboratório foi bem eficiente, e o que não faltou foi história”, diz Moreira. “Ficaram de fora várias histórias tão esdrúxulas quanto as do filme, porque são 90 minutos, e não 300 [minutos], como numa série”.

O funcionamento do hotel também serviu de matéria-prima. Para Moreira, a equipe é tão importante quanto os hóspedes na construção desse universo, já que são os funcionários que precisam lidar diariamente com desejos, reclamações e situações inesperadas.

É nesse ambiente que o diretor também coloca uma personagem que considera central para o filme: Catarina, uma mulher que dedica praticamente toda a vida ao trabalho. A escolha, segundo ele, tem um componente crítico. “Nos tempos modernos, muitas vezes as pessoas colocam todo o seu esforço no trabalho e esquecem o que é mais importante. O trabalho é fundamental, claro, mas não é o mais importante na vida de um ser humano. Aliás, não deve ser”, diz.

Uma comédia sem espaço para erro

A estrutura do filme permitiu a Moreira colocar em prática uma ideia que o acompanha desde a faculdade: o plano-sequência. Filmes como “Arca Russa”, “Festim Diabólico” e “Birdman” alimentaram o interesse do diretor pela técnica, que em “Hotel Amor” aparece com alguns cortes escondidos.

O desafio não ficou restrito aos atores. Os ensaios aconteceram simultaneamente em diferentes frentes: enquanto Moreira trabalhava com o elenco, o diretor de fotografia ensaiava os movimentos da câmera com sua equipe, e o técnico de som estudava como acompanhar a ação pelo elevador, pelas escadas e até do lado de fora do hotel. “Foi muito bacana, porque exige 100% da atenção de todo mundo. Um errinho só, seja de foco, seja de um figurante, estraga o take inteiro”, explica Moreira.

Para Adnet, a experiência criou uma sensação de trabalho coletivo pouco comum. “É uma sensação de ‘caramba, está todo mundo aqui de mão dada para fazer cada take valer’”, afirma.

O ator diz que o desafio técnico não foi, porém, o principal motivo para aceitar o convite. O que mais o interessou foi a possibilidade de trabalhar pela primeira vez fora do Brasil. “Fazer algo inédito para mim, em Portugal, foi o que mais me motivou”, conta.

A experiência também mostrou a Adnet que as diferenças entre uma produção portuguesa e uma brasileira não são tão grandes no cotidiano de um set. Havia, inclusive, vários profissionais brasileiros na equipe, entre eles Moreira e o diretor de fotografia. O contraste maior, segundo ele, estava no contato com atores de outros países lusófonos.

A escolha de trabalhos também mudou com o tempo. Hoje pai, Adnet diz procurar projetos que ofereçam alguma experiência nova, mas que também façam sentido diante do tempo que ficará longe da filha.

“Busco prazer. Uma experiência que me acrescente alguma coisa, com a qual eu possa aprender. Algo desafiador e, ao mesmo tempo, prazeroso”, afirma. “Hoje sou pai e quero muito estar perto da minha filha. Então não pode ser qualquer coisa, porque é isso que vai me deixar longe dela”.

Poderia acontecer em qualquer lugar

Embora “Hotel Amor” seja ambientado em Lisboa e reúna personagens portugueses, brasileiros e americanos, Moreira não vê a história como exclusivamente portuguesa.

“Poderia muito bem se passar no Japão, com personagens coreanos”, diz. Para ele, o filme trata de uma relação reconhecível em qualquer lugar: a convivência entre quem trabalha em um hotel e quem está hospedado nele.

Essa universalidade também é, para o diretor, uma das portas de entrada para o público brasileiro. A expectativa é de que os espectadores reconheçam situações, tipos de hóspedes, funcionários ou até experiências pessoais vividas em hotéis e viagens. “Espero, primeiro, que o público vá ao cinema, assista e se divirta, porque todo o processo foi muito divertido, não só para mim, mas para a equipe inteira”, diz. 

diálogo

A partir do ano que vem, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul...Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta quinta-feira (8)

08/10/2026 00h02

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Rita Levi-Montalcini - escritora italiana

"As mulheres que mudaram o mundo nunca precisaram mostrar nada além da sua inteligência”

Felpuda

A partir do ano que vem, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul será dominada por bolsonaristas. Só o PL, partido do ex-presidente Bolsonaro, elegeu a maior bancada, com nove deputados. Se se juntarem com PP, parceiro e aliado do PL, os bolsonaristas vão controlar totalmente aquela Casa. O PP elegeu três deputados e o Republicanos, que tem o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como maior estrela, terá uma bancada de dois parlamentares. Mas que fique bem claro: tem que combinar com os demais colegas, senão...

 

Amanhã, a partir das 18h, a banda Beatles Maníacos tem uma apresentação especial marcada para acontecer no Sesc Camillo Boni. Idealizada em 2002 pelo compositor e multi-instrumentista Jaime Miguel (Miguelito), a banda tem como proposta resgatar a trajetória do quarteto de Liverpool, interpretando canções que marcaram gerações e influenciaram a cultura musical mundial. O grupo é composto por Miguelito (bateria e voz), Eloy Paulucci (guitarra e voz), Daniel Aigner (baixo, gaita e voz), Guilherme Baioni (guitarra, violão e voz) e Ana Gabriella Floriano Santos (teclados e percussão). Durante as apresentações, os músicos também incorporam elementos visuais inspirados nos anos 1960, com figurinos e instrumentos que remetem ao período de maior destaque da banda inglesa. O repertório reúne sucessos da discografia oficial dos Beatles, proporcionando ao público a experiência de uma viagem no tempo. Após uma breve pausa, a Beatles Maníacos retornou aos palcos neste ano, mantendo viva a essência do trabalho do grupo que, mesmo décadas após o encerramento das atividades, continua presente na história da música. Além do menu musical, o público poderá saborear um cardápio diferenciado, com pratos selecionados, porções e bebidas especiais. A entrada é gratuita.

Carla Stephanini, Maria Olga e Dr. Hélio Mandetta
Camila Queiroz e Klebber Toledo

"Lapada"

Historicamente, Londres Machado e André Puccinelli sempre foram grandes rivais em Fátima do Sul. André foi médico na cidade e bom de voto. Só que, nas eleições deste ano, o eleitor do município do interior parece ter esquecido dele, que obteve apenas 557 votos, enquanto Londres recebeu 4.334 votos. Conhecido e antenado político disse: “Foi uma lapada!...”

Influência

Recordista brasileiro com mais de 3 milhões de votos para deputado federal por Minas Gerais, Nikolas Ferreira ajudou a eleger parlamentar em Mato Grosso do Sul. Daverson Matos, vereador de Rio Brilhante, conseguiu gravar vídeo com Nikolas pedindo votos para sua candidatura. E não é que deu certo? “Choveram” mais de 30 mil votos nas urnas e ele foi eleito deputado estadual. E, também com a influência de Nikolas, Cassy Monteiro, bolsonarista, por pouco não foi eleita deputada federal. Ela ficou na primeira-suplência, com quase 45 mil votos.

De fora

Essas eleições não foram das melhores para a família Trad, que sempre foi boa de voto. Primeiro, começou com a desistência do senador Nelson Trad Filho (PSD) de concorrer à reeleição. Depois, veio a derrota nas urnas de Fábio Trad, que disputou a cadeira de governador pelo PT. Quem também perdeu foi o ex-prefeito da Capital e vereador Marcos Trad, que não conseguiu se eleger deputado federal, mesmo “empurrado” por Camila Jara. Ele é filiado ao PV, que forma federação com o PT.

Aniversariantes

  • Dr. Aluízio Pessoa Frazão,
  • Maria José Xavier,
  • Nailor Vargas Marcondes de Souza,
  • Eva Maria Katayama Negrisolli,
  • Paulo César Katayama,
  • Jonas Chaves Junior,
  • Solange Mitsuko Yamamoto,
  • Eloá Subtil Padial,
  • Dario Pegoraro,
  • Jorge Yoshimitsu Kurauchi,
  • Rodrigo Soares de Freitas,
  • Alexandre Maluf Victório,
  • Ilma de Maria de Lima e Silva,
  • Mitsuru Kurauchi,
  • Walsao Maciel de Oliveira,
  • Jair Perin,
  • Sadi Bertin,
  • Samuel Ferreira Sampaio,
  • Erliete Palhano Canavarros,
  • Vanderlei Amado,
  • Ises Ferreira Nasser,
  • Laura Achucarro,
  • Simar Dias de Lessonier,
  • Dr. Izaias Pereira da Costa,
  • Renata Kamiya Abdala,
  • Dra. Áisa Haidar Lani,
  • Raquel Silva Fernandes,
  • Aurenice Rodrigues Pinheiro Pilatti,
  • Dr. Antônio Carlos Vasques,
  • Adriano Magno de Oliveira,
  • Cláudia Helena Bitencourt,
  • Nelson Inácio Moreno,
  • Francisco Alves de Araújo,
  • Aparecido Ney Rodrigues,
  • Idalino Alves da Silva,
  • Heloisa Helena Mota Peres,
  • Elisangela da Silva,
  • Marcos Antonio Nery da Silva,
  • Jomil Vinicius de Albuquerque,
  • Terezinha Aparecida de Freitas,
  • José Claudio Fabris,
  • Aldo de Oliveira,
  • Laerte Garcia Ferreira,
  • Emílio Arruda Filho,
  • Luiz Souza Meira,
  • Eneide Gomes do Nascimento,
  • Dr. César Aníbal Aguiar Benavides,
  • Dra. Manuela Janini Gonçalves,
  • Jonas de Paula Diniz,
  • Haydeé Inácio Ribeiro,
  • Jayme de Andrade Júnior,
  • Marco Aurélio Vilanova,
  • Dr. Evódio Teodoro da Silva,
  • João Batista da Costa Vieira,
  • Luiz Carlos Mello Castanheira,
  • Marcolino Rodrigues,
  • João Martins,
  • Antonio Oshiro,
  • Joaquim Pereira Alves Junior,
  • Arnaldo Bastos da Silva,
  • Nori Mateus Vieira,
  • Anizio de Almeida Borges,
  • Milton Mambelli,
  • César Braga Maidana,
  • Luiz Alberto de Souza,
  • Wagner Lima,
  • Moisés Teodoro Erbano,
  • Alcides Rodrigues Filho,
  • Maria Aparecida Mendes,
  • Munira Ferzeli Neta,
  • Paulo Henrique Souto,
  • Maria Eunice Gomes,
  • Cristina Ferreira,
  • Renato Vilhena Silva,
  • Samira Lopes,
  • José Luiz da Silva Neto,
  • Nelson Vieira de Souza,
  • João Irinei Guimarães de Souza,
  • Aparício Lopes Filho,
  • João Marcelo Lima,
  • Izabel Gomes da Silva,
  • Mercedes Rodrigues de Brito,
  • Brigida Brites Marques,
  • Adauto Ribeiro de Souza,
  • Isabel Cristina Rodrigues,
  • Aparecida Quicue Koyanagui Inoue,
  • Sônia Cristina Valtuille França Saigali,
  • Leandro Martins de Almeida,
  • Maxmiliano Alves Barbosa,
  • Claudete Elias da Silva,
  • Jânio Ribeiro Souto,
  • Dr. Alberto de Oliveira Rosa Pires,
  • Gustavo Silva Pelissaro,
  • Diva Maria Valente Soares,
  • Vivian de Josilco Olegário,
  • Paola Azambuja Marcondes,
  • Erondina Garcia Rodrigues,
  • Ana Cláudia Araújo Santos,
  • Thaissa de Sena Moraes,
  • Brígido Fernandes,
  • Mário Sérgio Pires,
  • Rosinéia Brito de Oliveira Lopes,
  • Leonardo Nicaretta,
  • Euclides Nunes Junior,
  • Sidnei Camargo do Nascimento,
  • Ademar Amâncio Pereira Machado,
  • Daniel Cavalcanti Hayashi,
  • Thays da Silva Rosa Schwanz,
  • Lidiane de Ávila Carpejani,
  • Priscilla Anuda Quarti Vieira,
  • Adilson Stiguvitis Lima.

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